FOTO DO DIA

F

Lambretta_Geneal

Faz um tempinho que o Gustavo Sirelli mandou. Guardei para um dia em que estivesse com fome, como agora. A Geneal voltou (vivo falando desses hot dogs aqui, fazem parte da minha memória afetiva do Rio), até onde pude me informar. Mas não sei se é a mesma coisa. Ainda é, blogaiada do Rio?

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

24 Comentários

  • SIm, tem os quiosques em alguns lugares, mas não tive coragem de comer, pra não correr o risco de estragar o sabor do passado. Além do mais, nao vi ninguem comentar aqui, mas a geneal também tinha outros sanduiches que eram bem legais, como os de salada (maionaise) de ovo e salada (maionaise) de presunto, que era o meu preferido.

    Na praia do Leblon tinha um “piloto” de Geneal que era baixinho. A gente ia la “comer’ tare da noite (tarde, naquela epoca, era 10 horas / 10 e meia) pedia o sanduiche, e quando o baixinho ficava na ponta dos pés e se curvava para pegar o sanduba no fundo do bau da Vespacar, a gente segurava ele pelos fundilhos e saiaandando devagar com o carro, puxando o baixinho. O baixinho protestava, mas nunca ficava puto: “Pô gente, de novo não, me deixa trabalhar em paz, eu vou acabar caindo e me machucando….” Logo depois a gente voltava lá e pedia o sanduba, deixava até uma gorjeta gorda, pra compensar.

    Antonio

  • Eu gostei da volta do Geneal. Não é perfeito (nada é….), porque não tem os carrinhos de antes e as bisnaguinhas de apertar o ketchup e a mostarda, substituídos pelos sachês sem graça.
    Mas o gosto é o mesmo, ou pelo menos muito parecido com o que me lembrava. Na primeira vez que comi, nesse retorno, deu uma satisfação bem gostosa de reencontro com o passado.

  • Sim, voltou com o mesmo sabor, mas sem o mesmo apelo pop de outrora (!?…)…
    E, as Vespacar fazem falta hoje! Abrahão Kasinski tentou trazer de volta, mas era caro e foi mal recebido… Cheguei a fazer um test drive em um aqui em Nova Friburgo, há uns 13 ou 14 anos. Era desconfortável, mas muito valente! E, não tinha portas…

  • FG, mesma apresentação, mas comi recentemente e o sabor não me pareceu. Pode ser que eu tenha mudado meu paladar… Achei um pouco longe daquele que comia aos baldes no Maraca.
    Pelo menos não foi gourmetizado. O preço foi semi gourmetizado.

  • Ainda é a mesma coisa. Difícil entender como um simples pão e salsicha faz tanto sucesso há décadas. Para quem não conhece, é apenas pão e salsicha, sem nada mais. O pão é sensacional.

    De qualquer forma o Geneal me remete a praia e a Maracanã.

    abs.

  • Igual, Gomes. Semana retrasada comi 2 no Maracanã. Vem no saco plástico, como antigamente, com aquele pão meio úmido, sem molho nem nada. É só tacar mostarda e ketchup e mandar ver. Você pode encomendar pra festas também. Os caras mandam num cooler com determinada quantidade. Agora, nessa onda de food trucks, deviam ressucitar esses triciclos.

  • É o ancestral dos atuais food-trucks, alias moda besta esta.

    O Geneal voltou sim e muito bom. Comi muito nestes ” triciclos” . Só para constar foto, feita na calçada da praia do Leblon, bons tempos.

  • Acho que não. Experimentei no quiosque de um shopping e não achei a mesma coisa. Não sei dizer, Acho que o ambiente de praia , misturado com a fome danada , dava um gosto especial a aqueles cachorros quentes.

  • Só não é a mesma coisa porque já não existem os carrinhos com os vendedores pelas ruas do RJ. Lembro especialmente na praia e no Maracanã. Não sei se voltaram ao Maraca, porque eu também não volto lá há décadas. Mas na praia não existem mais os tais carrinhos.

    A gente encontra Geneal em alguns quiosques dentro de shoppings e ocasionalmente em postos de gasolina. Mas o incrível é que o gosto é exatamente o mesmo.

    Outra coisa que mudou são a mostarda e o ketchup que agora são nos detestáveis saches.

  • Tem alguns anos que voltou. Cresci com a minha mãe falando o quanto era delicioso comer um Geneal depois da praia. Não sei se a memória afetiva de vocês é benevolente ou se pioraram a receita, mas o Geneal que vendem hoje em dia é uma bela bosta. É uma das poucas opções de comida do Maracanã (só pão e salsicha, e tome ketchup pra fazer o negócio descer) e de grandes eventos como shows.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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