FOTO DO DIA (2)

Segundo os organizadores, foram mais de 40 mil almas em Interlagos para a Corrida do Milhão da Stock, vencida por Felipe Fraga depois de lindo duelo contra Barrichello. O que é um grande alento para o automobilismo brasileiro. É preciso entender o que levou tanta gente ao autódromo. Para tentar replicar por aí. Quanto à prova, esse menino parece ser especial. Mas está sem carro para o ano que vem, já que será substituído por Cacá Bueno na Cimed. Deve arranjar algo logo, porém. Se alguém está pensando em Andreas Mattheis, acho que corre o risco de acertar. A bandeirada para Fraga foi dada pelo medalhista Arthur Zanetti.

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Comentários

  • Muita gente ganha o ingresso da stock mesmo, mas uma categoria aonde o preço é acessível, tem disputa e ronco a chance de dar público é muito maior. Tava ” Sapiando” os preços no site da f1 ontem. É absurdamente caro….700,00 em setor descoberto, setor M 1500,oo pra ver uma corrida que já sabemos qual carro vai ganhar, sem barulho, sem respeito nenhum a quem pagou o ingresso numerado, pois ja fui 2 vezes e simplesmente ignoram os numeros dos bancos…” Pegaram o meu também…se vira”.
    Cerveja mais cara que no bahamas….aí num dá ne chefe??? Fico em casa…ligo o Home…abro uma Orignal comprada no mercado…vale muito mais a pena…Tem que melhorar muito f1 pra levar gente à interlagos de novo…e não só em interlagos…temos pistas tradicionais no mundo todo vazias.

  • Fui com ingresso via Quatro Rodas. Há muito não via o Templo com tanto público, até mais do que na última prova de 2015. Tanto que publiquei na minha página do FB. Creio que o sucesso se deve aos ingressos corporativos, que levam muitos com camisetas e bonés dos patrocinadores, vale-lanche. Se bem que logo após a prova da Stock Car, muitos vão embora. O evento contou com a Mercedes-Benz Challenge, Brasileiro de Marcas e Fórmula 3, Exposição de Antigos do Veteran Car Club do Brasil, um clube de Opalas, o Clube dos Mercedes-Benz, além de stands da GM, Renault, Mercedes.

  • eu estava lá. dentro do autódromo esta muito bom, fora foi uma desorganização estrema, uma bagunça, ninguém para orientar na troca dos ingressos, foi a lei do mais forte, eu por exemplo cheguei lá por volta das 8:30 consegui entrar após a largada, na terceira volta, isso ainda porque deixei o kit que teria direto pelo ingresso mais caro para trás.. uma vergonha… e a emissão que manda não fala nada apresenta que foi tudo maravilha….

  • Em dado momento da transmissão da Globo o Reginaldo Leme disse que a equipe onde o Fraga está atualmente vai criar um “time B” e que o Fraga já era um dos pilotos dessa equipe e que estavam buscando um outro piloto jovem para fazer a dupla.

    Como não sou dos maiores especialistas em bastidores da Stock acho que o futuro é mesmo por lá.

  • Meu irmão e eu fomos.
    Conseguimos ingresso grátis via Revista Quatro Rodas.
    Alguns problemas que eu aponto:
    1) Depois da Corrida do Milhão o autódromo foi esvaziando. Foi triste ver poucas testemunhas para a segunda corrida da Fórmula Três. Exemplo: a equipe Eurofarma (Ricardo Maurício e Max Wilson) trouxe umas cem pessoas com camiseta e boné. Depois da Stock elas foram embora.
    2) Água a R$ 5,00 e cerveja a R$ 8,00. Precisamos rever os preços ou permitir que as pessoas tragam de casa (principalmente a água). Vendedor autorizado (com colete e preço na geladeirinha).
    3) Aí já é mais subjetivo: um vendedor não autorizado trouxe cerveja de outra marca que acabou agradando mais que a do autorizado.
    4) Falta de divulgação dos ônibus e bolsões de estacionamento. Estacionar perto do autódromo só em estacionamentos muito suspeitos. Ou ter sorte em conseguir uma vaguinha em alguma rua próxima.

    Coisa boa: desfile de carros antigos.

  • Meu palpite é que a resposta está na arquibancada ao fundo, toda amarelinha. Ingressos corporativos distribuídos por patrocinadores. Muita gente foi pq ganhou ingresso. O que não é necessariamente ruim: com autódromo cheio, algumas pessoas podem se descobrir apaixonadas por automobilismo. O importante hj é colocar pessoas nos autódromos, e elas atualmente não estão dispostas a pagar 30, 50 dinheiros por isso. É preciso recriar a cultura automobilística no brasil e bons espetáculos e uma boa quantidade de ingressos distribuídos por patrocinadores e em ações de marketing é fundamental.

  • Simples, divulgação, fizeram bastante, e poderiam ter feito mais, na Radio e internet também, ainda são fracos nisso, a Vicar, e os promotores de corridas de carros no Brasil tem de tomar aula com o pessoal da Motovelocidade que enche o autodromo sempre, sem ter comercial em tv, além de tratar muito melhor o público.