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DTM Test Vallelunga

RIO(sai da frente) – Eis o Audi e-tron FE04, primeiro carro 100% assinado pela montadora de Ingolstadt para a Fórmula E. Os testes para a temporada #4 começam na semana que vem em Valência. O campeonato, no dia 2 de dezembro em Honk Kong. Em março a categoria passa por São Paulo, que terá uma etapa no Sambódromo do Anhembi.

[bannergoogle]O novo trem de força da Audi (que não tem mais Abt no nome) é bem diferente do que foi usado na terceira temporada, e agora o câmbio terá apenas uma velocidade. Creio ser uma tendência de todos os fabricantes, para otimizar ainda mais as características desses motores e de seus sistemas de recuperação de energia.

Allan McNish foi promovido a chefe de equipe. Lucas di Grassi, atual campeão, e Daniel Abt seguem como titulares.

As equipes todas estão mostrando seus elétricos nesta semana, e os lançamentos têm sido bem concorridos e recebido boa cobertura da imprensa internacional. Há novidades, como Nelsinho na Jaguar, e alguma expectativa pela pintura dos carros, dança das cadeiras, contratações, calendário… A Fórmula E encorpou.

Comentários

  • F-E é mais barulhenta que F1. Mas só fora das pistas. Toda vez que vejo uma noticia da categoria, procuro algum video de melhores momentos das corridas, compilações de disputas, acidentes, qualquer coisa. Eu tento, mas não tem jeito. Disputa sem barulho, apenas os pneus de rua gritando, batidas que só se ouve as peças quebrando. Pra mim não dá…

  • Eu queria fazer duas experiências com um Fórmula E:

    1) Botar um carro desses num superspeedway como Indianápolis, Pocono ou, pra chutar o balde, Talladega e ver: Quanto esse carro atinge de final e quantas voltas a bateria vai aguentar tendo que ir em aceleração plena o tempo todo. Meu palpite é que acabam em uma volta.

    2) Colocar um Formula E para virar em uma pista da F-1 para a gente comparar os tempos. Pode ser Mônaco, já que o pessoal dos elétricos amam esquinas e ruas. Mas é justamente essa comparação que eles estão evitando e todo mundo quer ver porque quando a E corre em Mônaco, corre num Mônaco amputado.

    • – Exato. Pra mim não passa de teste de laboratório, uma brincadeira bem cara, porém seguramente lucrativa. Mas a ambição deles é clara: virar tempos mais rápidos do que qualquer fórmula ou protótipo em circuitos de verdade.
      Uma competição equilibrada poderá realmente ficar em segundo plano sendo, a F-E, apenas mais uma vitrine para as montadoras.

  • A F-E é do caralho.
    É o futuro! E a F-1 vai continuar existindo em paralelo sim…
    A única coisa que não acho legal, é essa questão monoplataforma : todos carros iguais.
    Na questão técnica, ser monopowetrain tudo bem… custos elevados, vá lá.
    Mas poderia haver uma maior liberdade pra ter um carro diferente, liberdade pra colocar asas, sei lá… o capeta a quatro…

    Ver o lançamento do Audi e ver o da Jaguar é a mesma coisa. Só muda a cor e os pilotos.

  • Eu gostei da pintura do carro. Talvez ficasse um pouco menos pesado se tivessem mantido menos cores, talvez só o vermelho e o verde sobre o fundo branco. Achei que o amarelo no bico pesou um pouco. Mas, mesmo assim gostei. Acredito que Fórmula E será o carrasco da Fórmula 1, caso esta teime em ficar na combustão. Ainda mais com a proibição de alguns países de se comercializar carros a combustão daqui há alguns anos, a tendência é o investimento cada vez maior na categoria dos elétricos. É exatamente o que estamos vendo hoje. Nesse ritmo, Fórmula 1 acaba em questão de uma década.

  • Quando vi essa categoria pela primeira vez, levei cinco minutos pra acostumar com o barulho de motor de broca de dentista. E com a “lentidão” dos carros, pra quem tá acostumado a ver carro a 300km/h.
    Depois já estava amarradão. E isso foi lá na primeira corrida, aquela da famosa panca do Prostinho com o Heidfeld, em que descobrimos que um F-E pode voar.
    Quem gosta REALMENTE de automobilismo se acostuma, e torce pra que ela se “encorpe” cada vez mais. Já tem gente visando a F-E pra correr, e não aquela coisa de “vou pra lá pra não ficar parado”.
    E com o tempo virá naturalmente o que sentimos falta: Mais velocidade, mais autonomia e mais diversidade de pistas. Porque qualidade de pilotos já tem. Metade do grid teria vaga em alguma equipe de F-1 ou Indy.
    Pra isso precisa acontecer exatamente o que a categoria se propõe a ser: Um laboratório vivo de testes de novas ideias e tecnologias. É dar tempo ao tempo e quando vermos, não vai ter mais bocal, e sim tomada, nos carros.

  • Interessante a grande asa atrás dos retrovisores. Ao meu ver, a maior diferença
    estética/aerodinâmica para a F1. Bom lebrar que se estes carros conseguirem a melhor aerodinâmica possível para compensar o gerador de potência, quando este realmente estiver equiparado a um motor a combustão, talvez tenhamos uma fórmula até melhor que a F1. Sera? Só o futuro poderá dizer, mas tudo leva a crer.

  • No começo torcia o nariz para a categoria, porém depois de algumas provas gostei muito. Fora que os pilotos são meio insanos, muitas batidas, toques nas curvas.

    Gostei.

    Quanto ao formato dos carros acho legaism mas não gosto muito da pitura, muito colorido, deixa passar as corers basicas dos carros.

  • Flávio:

    Me perdi um pouco com as temporadas. O que é de responsabilidade das equipes e o que é padrão para 2018? Pelo que sei o chassi é Dallara (ou
    Spark), as baterias da Williams (ou já mudou para McLaren)? Quantos motores terão?

    O carro da outra temporada nem parece carro…

  • Talvez eu seja dos poucos que acha esses carros bonitos. A asa dianteira é estranha, mas, vá lá, aceitável. E o pará-choque traseiro lembra os da Indy de 2012-14 pra circuito de rua, bem sutis. Falta o de sempre: potência, barulho e bons circuitos. Se tivesse pelo menos 2 desses 3 componentes já melhoraria 100%. Mas tá preenchendo bem o nicho que se propõe. Veremos o seu futuro.

    • Ai seria fórmula 1,essa essência da formulaE era a mesma que a fórmula 1 tinha nos anos 80 de corre dentro das cidades ,basta lembra dos circuitos de rua que ela corria nos EUA,Dallas, Phoenix,Las Vegas,Long Beach, Adelaide na Austrália

    • Acho que faz todo o sentido, não só em termos de marketing ecológico, que a F-E corra somente em circuitos de rua.
      Os carros ainda são mais lentos que os F-3, e é necessário fazer algo que dê sensação de velocidade e desafio aos pilotos.
      Esta é uma categoria que, se corresse em Spa, seria uma bosta.
      Eu gosto da F-E do jeito que ela é, e é melhor esperar os carros se tornarem mais rápidos antes de realizar corridas em circuitos maiores e melhores.

      Um grande abraço do fundo do meu coração vermelho de outubro de 1917,
      Atenágoras Souza Silva.