Comentários

  • O interessante é que o circuito de Sepang foi o primeiro projetado do zero pelo Hermann Tilke (já havia remodelado o Red Bull Ring em 1997). E é um dos que não podem ser chamados de “tilkódromos”, que virou o sinônimo de pistas relativamente simples e com poucos pontos de ultrapassagens.

    E este é um dos circuitos que têm apenas um ponto de medição para o DRS e dois setores de abertura. Quem vem atrás no ponto de medição pode ultrapassar no primeiro setor (antes da última curva do circuito) e abrir a asa na frente de quem acabou de ultrapassar. Em Baku era assim também, mas a Fia corrigiu neste ano. Como é a última prova da F1 em Sepang, não vão corrigir agora em 2017.

  • Flávio, te acompanho há mais de 25 anos, desde a época da Folha… teu conhecimento e visão jornalística no automobilismo são imbatíveis!!! Além disso vc escreve como poucos. Leio entusiasticamente quase tudo o que vc escreve!!! Só que sua genialidade profissional é diretamente proporcional à sua idiotice política e social… é inexplicável!! Mas nada e nem ninguém é perfeito. Isso não me impede de continuar curtindo seu trabalho. Também curto Gil, Chico e Caetano… artisticamente!!! Parabéns!!

  • Sobre a camisa…
    O Madureira, tanto quanto outros tantos veículos da imprensa, pessoas, educadores, não se cansam de endeusar o Che Chevara.
    Eu prefiro acreditar que é só uma carência de informação.
    É farta e abundante a documentação que ilustra o caráter desonesto, tirano, homofóbico e desonesto do Che Chevara, e quem sabe um dia essa enorme distorção da verdade em relação a essa figura histórica possa ser finalmente esclarecida.
    Abraço Flávio