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Sunday, 3 de September de 2017 - 11:42F-1

MONZÍSTICAS (3)

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RIO (de volta) – Bom, o Mundial tem um novo líder. E o novo líder arrancou a liderança de um piloto da Ferrari na casa da Ferrari. E olha que a Ferrari não chegava a Monza com um piloto na liderança desde 2012. Para agravar ainda mais o quadro, o novo líder, no dia anterior, já havia derrubado um recorde absoluto, o de poles, que pertencia ao maior ídolo da Ferrari.

Demais, não? Que fim de semana espetacular. Nossa, quanta emoção. Puxa, que coisa sensacional, a torcida da Ferrari deve estar louca da vida, quebrou tudo, vai pichar os muros de Maranello.

Sei.

O GP da Itália foi é muito sonolento, isso sim. Desculpem, mas sem chuva a gente consegue adivinhar o que vai acontecer nessa corrida sem grande esforço. Hamilton na pole, Vettel em sexto no grid, alguns menos votados entre eles, como Bottas, com sol e céu azul dá no quê? Vitória de Hamilton, Bottas em segundo e Vettel em terceiro.

O que deu? Isso aí.

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Tem um único piloto que pode se gabar de ter feito um corridão. E nem foi ao pódio. Trata-se de Ricciardo, 16º no grid e quarto no final. Ele tinha o terceiro tempo na classificação, mas foi punido como quase todo mundo por trocar alguma coisa indevida no carro, e teve de largar atrás. Aliás, Hamilton foi o único — repito, o único — piloto no grid que largou na real posição que conquistou na classificação de ontem — essa sim divertida, debaixo d’água e interminável.

É resultado dessa regra estapafúrdia que pune pilotos o tempo todo por troca de componentes que quebram o tempo inteiro, ou que chegam ao fim de sua vida útil, e antes que quebrem, melhor trocar. É resultado da opção feita por esses motores híbridos que sempre me pareceram igualmente estapafúrdios, com seus acumuladores de volts e regeneradores de fumaça quente. Mas isso é coisa para a Liberty resolver a partir do ano que vem.

A prova começou como se imaginava. Lewis largou bem e Stroll, segundo colocado, não quis dar uma de herói e perdeu a posição já na primeira chicane para Ocon, o terceiro. Raikkonen passou Bottas e no fim da primeira volta o mercêdico recuperou-se sobre o conterrâneo por fora na Parabólica, na solitária manobra verdadeiramente bonita das 53 voltas do GP.

Enquanto estavam todos mais ou menos próximos, o que em Monza só acontece no início, uma ou outra treta foi registrada pelas autoridades de plantão. Verstappinho, por exemplo, tentou passar Massa na primeira chicane e eles se tocaram. O pneu dianteiro direito do holandês furou e ele ficou resmungando pelo rádio. Caiu para último. Foi na terceira volta. A direção de prova considerou o toque normal e não puniu ninguém, felizmente. Até porque foi normal, mesmo.

Vettel, que já tinha passado Raikkonen e Stroll sem muita dificuldade, assumiu o terceiro lugar na oitava volta. E, daí em diante, nada de muito notável se viu em Monza. Porque Bottas já tinha se estabilizado em segundo e, na volta 13, Tião Italiano estava 8s3 atrás do líder, que tinha um ritmo bem melhor. Não haveria muito o que fazer com uma diferença que aumentava a cada passagem pela linha de chegada.

Raikkonen abriu os trabalhos de box na volta 16. Ele vinha brigando com Ocon e Stroll, e nesse trio aí quem acabou caindo na troca de pneus foi o jovem canadense, superado pelo ferrarista graças a uma parada mais rápida. O desfile seguiu sem novidades até a volta 32, quando Vettel parou. Até ali, os cinco primeiros eram os únicos que ainda não tinham feito o pit stop único previsto para a prova: Hamilton, Bottas, Vettel, Ricciardo — que largou com pneus médios, para adiar ao máximo a troca — e Pérez.

Sebastian foi para os boxes na 32ª volta, e depois vieram Hamilton e Bottas. As posições, já que nenhum mecânico esqueceu o pneu na garagem e todas as pistolas de apertar a rosca funcionaram perfeitamente, se mantiveram, com o inglês tranquilo na frente. Ele vinha mantendo seu companheiro a uma distância nunca inferior a 4s e o alemão da Ferrari se encontrava longe pacas, mais de 22s atrás.

Quando Ricciardo parou, na volta 38, deu alguma esperança de disputa para a reta final da corrida. Isso porque caiu de terceiro para quinto, só que agora com pneus supermacios, bem mais velozes, e chances de chegar nos que estavam à sua frente.

O australiano se esforçou, é preciso reconhecer, para emprestar alguma emoção ao povo que lotou as arquibancadas do autódromo. Passou por Raikkonen na volta 41 e partiu para cima de Vettel, um pouco mais distante. A diferença, de 11s nessa volta, foi caindo rapidamente até chegar a 4s8 na volta 50. Mas Sebastian tinha a situação totalmente sob controle e não chegou a ser ameaçado de verdade. Nem o Galvão se empolgou demais.

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A dobradinha da Mercedes levou Hamilton a 238 pontos na tabela, contra 235 de Vettel. Estava sete pontos atrás, saiu de Monza três à frente, encerrando a fase europeia do campeonato em viés de alta, como se diz. Demorou 13 corridas para assumir a ponta, e terá sete para mantê-la. Será fácil? Não. Algumas pistas que vêm pela frente, como as de Cingapura e Abu Dhabi, são francamente favoráveis à Ferrari. OK, talvez “francamente” seja um exagero, mas são circuitos onde não há um favoritismo claro da Mercedes, como em Spa e Monza — onde Lewis deitou e rolou. Por isso, o caldo vermelho ainda não azedou de vez. Calma, Vettel, calma.

Ricardão, Raikkonen, Ocon, Stroll, Massa, Pérez e Verstappen fecharam a zona de pontos, que teve, na última volta, uma briga rápida pelo oitavo lugar entre Pérez e Massa. O brasileiro ficou boa parte da corrida atrás de seu companheiro de Williams, mas não tentou ultrapassá-lo em momento algum — na última volta, ao colocar de lado, apenas avisou que se ele não se apressasse, Pérez passaria os dois. Um misto de conformismo com falta de vontade de criar confusão, assim interpretei. E, sendo bem sensato, não faria mesmo muito sentido, do ponto de vista da equipe, uma briga que pudesse ameaçar as posições de ambos — o time colocou os dois nos pontos, já estava de bom tamanho.

E o domingo terminou com as lindas imagens de sempre em Monza, com a torcida invadindo a pista e fazendo festa para pilotos e equipes.

A corrida, porém, não merecia tanta gratidão.

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66 comentários

  1. Bola da Vez says:

    Hamilton fez a 69ª pole na chuva no melhor estilo Schumacher e em Monza, terra da Ferrari, a equipe que consagrou o alemão. O recorde trocou de mãos da forma mais simbólica e no lugar mais apropriado. Palmas para Lewis, reverências para Michael.

  2. Mônica says:

    O meu gatão está cada vez mais desmotivado e eu percebo isso no seu desempenho. Será que o papel de segundo piloto está mexendo com sua auto-estima? Logo agora que ele renovou o seu contrato? Sei que deve ser chato um campeão servir de escudeiro, mas é Sebastian quem tem chance de chegar ao título.
    Só posso torcer e amar.

  3. Renato F1 says:

    Ótimo final de semana! Ver Hamilton possui isoladamente, com o carro da Mercedes, o maior número de poles, que outrora era de Schumacher que é idolatrado pela Se Ferra-ri, na chuva, em Monza, na Itália, país da “equipe”, e ganhar com mais de meio minuto de vantagem para aqueles mafiosos resmungões, não tem preço.

    A “equipe” achou que melhorou por causa de Spa, na Bélgica. Digo e repito: para mim, Kimi Räikkönen encontrou um ótimo acerto no carro da Se Ferra-ri. Tanto que fez o tempo mais rápido no primeiro e no terceiro treinos livres, enquanto o Sebastian Vettel tomava uma lavada do companheiro. Aí, os mafiosos resolveram “trocar” as configurações dos carros para o piloto número 1 não passar vergonha e sustentar a liderança do campeonato após a Bélgica. O resultado da ótima estratégia está aí: tomaram um sacode na casa deles!

    E, se alguém achar que é muita teoria da conspiração, é só me convencer do contrário.

  4. Clayton Araujo says:

    Formula 1 que tem Verstapppen não precisa de um Maldonado. Não passa uma corrida sem se enrolar com alguém.

  5. Gabriel P. says:

    Já passou da hora de Alonso e Verstappen caírem fora da F1

  6. Alfredinho says:

    A f1 2017 está sendo regida por 3 equipes nessa ordem: Mercedes, Ferrari e Red Bull. O ano passado foram as mesmas com a diferença da RBR estar à frente da Ferrari. A coisa está bastante previsível.
    Minha mulher a cada Gp me diz: Assiste corrida pra quê? É só ver a largada. Quem larga na frente, ganha!
    Fui fazer uma estimativa e das 13 provas, largou/ganhou = 8 e somando + 2 (Mônaco-arranjo da Ferrari e Azerbaijão-punição dos líderes), dariam 10 provas. Somente em três quem largou na frente, perdeu.
    Essa é a f1 previsível que temos.

  7. Babinha says:

    A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.

  8. Luiz G says:

    Esse monte de regras punitivas da F1 dão sono.
    É a falência múltipla do esporte.

    Eu ainda acompanho F1, mas nem me esforço pra ver as corridas.
    Prefiro ler o resultado no dia seguinte quando todas as punições já estiverem definidas.

    Tenho a impressão que milhares de pessoas fazem o mesmo que eu.

  9. jean carlo says:

    eu acho que a mercedes é o melhor carro do grid. mas na média. naõ é o melhor carro em todas as pistas, ou seja, é um carro, na média, um pouco melhor que a ferrari.

  10. MARCELO JOSE DALBELLES says:

    Monza é um circuito chato demais, só corrida meia boca naquele lugar, sem falar que não dura nem uma hora e meia

  11. Renato Breder says:

    “…Hamilton foi o único — repito, o único — piloto no grid que largou na real posição que conquistou na classificação de ontem…”

    Sendo preciosista (e um pouco chato, eu sei…), além de Lewis Hamilton (pole), Carlos Sainz Jr (15o.), Jolyon Palmer (17o.) e Romain Grosjean (20o.) também largaram na mesma posição “alcançada” ao final do treino qualificatório… No entanto, estes 3 acabaram aí após a reviravolta de punições que acometeu os pilotos – eles mesmos recebendo suas respectivas punições…

    um abraço!

  12. Diogo says:

    Gomes. Dúvida honesta. Schumacher é o maior ídolo da Ferrari? É o maior vencedor, recordista, etc. Mas é o ídolo ferrarista?

  13. Eduardo_SC says:

    Em quase todos os GPs a torcida está entrando na pista para a entrega dos troféus. Curioso que, em determinado momento, mostraram um torcedor com uma GARRAFA de Heinekken na mão. Inimaginável a organização vendendo garrafas no GP do Brasil. No mais, GP da Itália padrão.

    • Mario says:

      Nao que faca muita diferenca, mas eram garrafas de plástico. Esse ano foi a primeira vez que proibiram entrar com lata de cerveja em Monza (até onde eu sei). Dizem que foi porque a Heineken queria vender cerveja, afinal garrafa de plástico era liberado.
      Uma vergonha, 7 euros uma cerveja no autódromo. E pegou um monte de gente de surpresa, todo mundo tendo que deixar as latas na entrada do circuito.

  14. ags says:

    O Naziboy é motorista de Kombi isso sim…

  15. Wolfpack says:

    Eu se fosse a McLaren mandaria Alonso e Honda pra rua. Contrataria Ocon e fecha um acordo com a Renault. Chamava Button da aposentadoria pra desenvolver o carro. Se deixar Alonso, mesmo com a Renault vai continuara a ouvir muito do Don Choron. A McLaren precisa recomeçar, parar e replanejar seu desenvolcimento. A Honda foi um erro, mas o maior erro acredito foi chamar Alonso.

    • Renato F1 says:

      Acho que o maior erro da McLaren foi trocar o motor Mercedes-Benz pelo motor Honda. Os carros equipados com o motor Mercedes-Benz andam bem em retas e a McLaren tem recursos, equipamentos e pessoal para desenvolver a aerodinâmica. Ou seja, se não tivesse mudado, teria um carro, a meu ver, para brigar pelas primeiras posições e não estaria passando vexame de ter problemas corrida sim, corrida também.

      • Zé Tros says:

        Coloque mais essa na conta do arrogante Ron Dennis, que declarava aos quatro cantos que a Mercedes não entregava a ele o mesmo motor que usava em seus carros e jamais poderia ganhar campeonato dessa forma. Isso depois de anos de parceria e sociedade com a fábrica alemã.

        Foi atrás da Honda como se os japoneses fossem mágicos e vendo como a Renault e a Ferrari estavam apanhando com esses novos motores híbridos.

        Na minha humilde opinião, qualquer especificação do motor da Mercedes de 2014 é mais evoluído que os motores Honda desse ano.

      • Renato F1 says:

        Concordo, Zé Tros. O motor Mercedes-Benz de 2014 é muito melhor que o motor Honda de 2017.

    • Amaral says:

      Ocon? Ele é protegido da Mercedes. Não rola. Ele vai acabar indo pra Mercedes no dia que o Hamilton enjoar de lá. Ou se eles se cansarem do Bottas, o que não vai acontecer a curto prazo, já que ele é segundão melhor que as expectativas.
      E o grande problema da Honda é não conseguir se acertar com o motor. Nem ela esperava ter tanto trabalho. Esperava ter problemas a curto e a médio prazo, mas não a longo prazo como tem acontecido.

  16. Bruz says:

    A corrida foi bem interesante desde o ponto de vista informativo, Agora quando sabemos que estão queimando aditivos vindos do carter. Sim, é o “OliAffaire”.
    Eeeeee, RedBurro aparantemente aprendeu a receita, eita a diferença de rendimento com respeito a Ferrada que, com a limitação da FIA de perda de oleo a so 0.9 ltrs/100 Km a seu novo ICE, dispunha de 1 litro menos de aditivos que aumentan a octanagem da gasopa e deixãm a mistura mais potente.
    Sim Carapalida, ou vc é dos que estão achando que Ferrari e Mercedes estão queimando Oleo????
    Isso é F1 meu irmão!!! Os caras são o foda do foda. Controlando temperaturas de ebulição, o menos que escapa do carter e vai pros pistões é oleo.
    Horner abriu a boca, mas ja deben ter acertado na receita tambem.
    Queimando oleo??? Naum, Naum, Naum. Cocinhando Octanagem!!!!

    • Amaral says:

      Caro amigo, aqui é um blog brasileiro, escrito e lido, na sua grande maioria, por brasileiros. Seus leitores, na sua grande maioria, falamos português.
      Não consegui entender o que você falou. Poderia nos traduzir, por gentileza?

      • Carlos Pimenta says:

        Olhando os comentários que são sempre divertidos, ainda mais quando tem resposta do Sr. Gomes, me deparei com esse. Houston, chamando Marte, responda, Terra chamando Marte, responda. Tudo bem ai?

  17. valter says:

    O motor Mercedes falou mais alto. Simplesmente.

  18. ags says:

    O Pig.. ficou mordendo a bola do saco..viu o novato sokando los bolones na gruta sacro do Pig..e acredito que o Babão Bueiro e o Tartaruga Burti estão se mordendo de fazer do novoato um eterno novato..
    Pig em 2018 vai investir na carreira do Pig Jr…e por isso vai pilotar os velocipsdes em Monte Cralo National park..ele acredita eu o Pig jr é bem rapido..rssssssss

  19. Rodolfo César says:

    Me irrita a Mercedes e Hamilton declararem que não tem o melhor carro do grid… Oras! Como não tem?? Tentam vender que na corrida existe um “esforço”, uma “superação” do piloto. A mim não enganam com esse discurso.

    • valter says:

      Concordo. Hamilton não transpirou nem uma gotinha de suor.

    • Renato F1 says:

      Discordo. Se fosse assim, seria como 2014, 2015 e 2016 e a equipe Mercedes já teria sido campeã de construtores e já estaria com o título de pilotos.

      • Zé Tros says:

        Exato Renato. A Mercedes já tinha o melhor e mais potente motor e conseguiram evoluir ainda mais. Mas quanto ao carro em si, a Ferrari está mais a frente.

        A Mercedes com as últimas atualizações de antes das férias conseguiu resolver parte de seus problemas e equilibrar mais as forças, mas, no geral o carro da Ferrari ainda é melhor.

      • Renato F1 says:

        Aí, discordo de novo. Dizer que a Se Ferra-ri tem o melhor carro foi demais.
        Óbvio que a Mercedes tem o melhor carro, mas, o Rodolfo César disse que não enganam com o discurso de esforço e de superação do piloto. Esta é a parte que discordo. Para uma equipe que tem o melhor carro não andar nem perto da liderança em Mônaco foi uma vergonha. A partir dali, teve trabalho, esforço e superação para melhorar o carro.

      • Zé Tros says:

        Mas aí é que está Renato, se a Mercedes tivesse o melhor carro, ela não teria apanhado em Mônaco, por exemplo, como apanhou. A partir daí é que eles foram melhorando.

        O carro tinha problema de peso, desgaste alto de pneus, dificuldade de aquecer os pneus mais macios, etc..

        E outra, a Mercedes era melhor em volta de classificação, mas, em corrida o ritmo da Ferrari era melhor.

        Depois das atualizações feita pelo James Allison, os carros alemães resolveram a maioria dos problemas.

  20. Fernando says:

    Motores e câmbios sempre quebraram, isso nada tem a ver com os novos motores híbridos. A regra é que é mesmo estapafúrdia e burra, claro, ponto. Ah, os motores híbridos. Também acho um exagero tecnológico, são muito caros (e por isso burros) mas isso é outra coisa…

  21. Rafael Pacheco Velho says:

    Massa chegou a tentar a ultrapassagem na última volta, ficou lado a lado com seu companheiro.

    • Alfredo Aguiar says:

      Massa não tentou passar ninguém. Chegou do lado do guri que paga o salário dele e disse: “-acelera que o Perez tá fungando no meu cangote”. Sempre pode render um contratinho pra mais um ano e são alguns milhões de doletas, CASHHHHH pagos em Mônaco, sem impostos!!! Depois de passar pretinhos nos pneus do Alonso na Ferrari por todos aqueles anos. Você ultrapassaria o Canadense???

    • Vicente Camara says:

      Corrige aí Flávio. O Massa atacou o Stroll na última volta. E quase se deu mal, porque o ataque não deu certo e o Perez chegou.

  22. Segafredo says:

    Com o mesmo tempo de Ferrada, quantas vitórias tinha Alonso até Monza/2012……?

    Pilotinho meia boca esse Schukrute, tivessem as RBR largado onde deveriam sobraria um 5° lugar à ele.

    • Luigi says:

      Meia boca, seria um piloto, que esteve em equipe de ponta , e nunca foi acreditado como possível campeão, por isso quando na frente do primeiro piloto , tinha que ceder posição.

    • Pangaré 14 says:

      Alonso… aquele piloto que começou a correr em 2001 e vem levando pau em todas as marcas para dois pilotos que começaram a correr em 2007?
      É esse, Sennafredo? Confirme, por favor.

      Os pilotos das RBR até que levam jeito. O problema é que o mais jovem está pensando que é o novo Vettel, e o mais velho está ficando cada vez mais parecido com seu conterrâneo que pilotou o mesmo carro.

    • Bola da Vez says:

      Esse Segafredo não passa de uma viúva que pegou carona no carro do espanhol e acabou na brita!

  23. Giovanni says:

    Eu que não percebi ou hoje o Reginaldo Leme não disse “bom dia amigo da Globo”???????????????

    E o Verstappen acha que pode fazer o que bem entender. Quando está por fora espreme o adversário pra dentro sem pudor, quando está por dentro espalha pra cima do adversário como se não houvesse ninguém, quando está na frente muda repentinamente a trajetória durante a freada… ignora todo mundo, quando na verdade ele é o mais ignorante de todos.

    • tiago says:

      Hoje o reginaldo leme nao falou muito, devido a isso a transmissao ficou um pouco melhor. rsrs

      • rafaelle says:

        Tiago, eu revi a entrevista dele com o Piquet e o Ayrton, já tinha visto quando moleque. Mas não tinha noção da dimensão, Juntar dois gigantes na surpresa.
        O cara arriscou muito (e bota muito nisso) pra fazer o que na época muita gente queria ver. Conteúdo e coragem ele tem.

  24. Hamilton says:

    Corrida chatíssima

  25. Pedro says:

    Dois pontos: a ultrapassagem de Ricardão sobre Kimi foi muito, muito bonita. E bem pertinho do fim , Massa botou de lado no Stroll.

  26. Evertan says:

    corrida sem graça e previsível… Seria melhor se tivesse chovido. Os pilotos da rbr iriam incomodar muito

  27. Tiago says:

    Ouso dizer que se o riccardo estivesse na ferrari, ainda que o carro seja ligeiramente inferior à Mercedes, teríamos briga nas primeiras posições em quase todo gp

    • Renato F1 says:

      Muita ousadia. Mas, que se a Red Bucha, que tem um avião de cabeça para baixo, tivesse um motor, aí, sim, acho que teria uma briga tripla na Fórmula 1: Mercedes, Se Ferra-ri e Red Bucha!

  28. Wanderson Marçal says:

    Acompanha a F1 desde 2000. Não me lembro de uma corrida boa em Monza. É um circuito sem graça no seu layout, muita curva de 90 graus com retas longas, mas estreitas, o que torna difícil andar lado a lado. A única curva desafiadora era a parabólica antes de asfaltarem a área de escape. Enfim, é daquelas corridas que podemos olhar nesse calendário longo demais e deixar passar.

    • Zé MCZ says:

      SEN!
      SA!
      CI!
      ONAL!

      Só mesmo a vibração do Luciano Facciolli para descrever o que foi o GP d’Italia!
      Fantástico! Fantástico!
      Por favor joguem fora todos os soníferos e assistam The Formule One!
      Por isso que desisti quando o Max foi impedido de seguir adelante pelo Massa. Aliás, já tá levando até do filhinho do papai! Passou da hora de ceder a vaga!
      Dom Fernando tá de oolhoo!

    • JP says:

      Com relação à pista, só disse bobagem! Já com a corrida de hoje até concordo.

    • Amaral says:

      Talvez a única boa tenha sido a da vitória do Vettel de Toro Rosso, mais pelo fator surpresa do que pela emoção de disputas.
      Concordo contigo. Pede muito motor e muito equilíbrio. Williams só fez algo porque tem muito motor. Mclaren só fez algo porque o carro é melhor que o motor (Vandoorne andou muito bem pelo carro que tem até quebrar). E veja como a Sauber se arrastou, não tem motor nem carro. Não andou nem na chuva nem no seco. Largou no meio devido às centenas de punições, mas em poucas voltas já estava no pelotão da merda de novo, simplesmente não tinha o que fazer.

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