A PEDIDOS

Muito bem, blogaiada… Está aí o primeiro vídeo da temporada que pretendo produzir, desse jeito meio mambembe mesmo (salvo pelo jovem Danilo Bianchini, que está ajudando na edição), com meus carros antigos. Espero que gostem! E não falem mal! Estou carente de elogios!

Comentários

  • Eu também, meu pai só teve uma Vemaguete , porém de pessoas amigas foram várias. Em janeiro/1963 (tinha 12 anos ) fui com uma família amiga, saíndo de Goiânia, a Porangatu. Pouco mais de 400 kms, asfalto só até Anápolis. Aventura com atoleiros intermináveis.

  • Legal Flávio. Andei até que bastante num desses, mas minha memória não chega ao ponto de lembrar se era desse modelo ou mais antigo. Única coisa que faltou foi mostrar o porta-malas (com hífem?sem?sei lá)

  • Parabéns Flávio, fui criado andando de DKW, meu pai teve vários DKWs, Vemaguete 62 e 63, um Belcar Rio 65, duas Vemaguetes 67, uma verde e outra bordô. E eu, para dar continuidade tive um Puma DKW, que segundo me disse o proprietário de quem comprei o Puma, foi o último a ser montado, no documento aparecia como ano de fabricação 1969. Tenho algumas fotos do Puma e gostaria de enviá-las para você, me diga como faço para te enviar.

  • Parabéns Flávio!

    Adoro ver você falando dos seus carros. Esta série tem tudo para dar certo, mesmo porque não segue o padrão ridículo dos vídeos dos “digitals influencers”.
    Como se diz por aqui, série RAIZ!

  • Achei muito estranho as críticas negativas! O que nós temos aqui é um belíssimo curta-metragem de quase 23 minutos que aborda o DKW 67. A história e os detalhes do carro foram mostrados com muita clareza, e eu penso que as críticas são ridículas! Não sou advogado de defesa, mas não gosto de ver argumentos fracos tentando destruir o início de uma série que enfocará um tema que aprecio muito: carros antigos.

    Meus argumentos.Alguns leitores ficaram incomodados com o roteiro.Teve um que deu nota zero. Entre os roteiristas e cineastas mais novos, existe um livro que ficou tão famoso que muitos consideram uma “Bíblia”: Manual do Roteiro. O livro foi escrito pelo Syd Field, foi publicado em 1979 e ajudou algumas pessoas sem talento a “virarem” roteiristas e cineastas. Aqui temos um grande detalhe: o cinema nasceu em 1895, e os roteiristas e diretores não se basearam em nenhum livro para escrever e dirigir filmes.Flavio Gomes não precisa ler o Manual do Roteiro: ele é totalmente livre para fazer o roteiro do jeito que ele achar melhor.

    Resumo da ópera: não existe uma regra, não existe uma “lei” que determine como será o roteiro de um filme. Caso ainda não tenham assistido, recomendo aos leitores que criticaram o roteiro do DKW 67 que assistam os dois filmes mais complicados da história da cinema, cujos roteiros são extremamente complexos e não seguem fórmulas hollywoodianas:

    1- Um Cão Andaluz – curta-metragem de 16 minutos dirigido pelo Luis Buñuel, com a colaboração de Salvador Dali no roteiro. A película é de 1929 e para começo de conversa: não existe um cão no filme e nenhuma menção à região da Andaluzia.

    2- O Ano Passado em Marienbad – longa-metragem (1h e 34 min) lançado em 1961, dirigido pelo Alain Resnais. Sou cinéfilo desde 1973, já vi o filme 8 vezes, e cada hora eu entendo o roteiro de uma maneira diferente. Segundo o Rubens Ewald Filho, “qualquer explicação que você tenha sobre o roteiro, você estará sempre certo, pois o filme permite várias análises”.

    Finalmente, sendo curto e grosso: a inveja é uma merda! É provável que alguns leitores que criticaram o DKW 67 sejam grandes roteiristas, mas eles não possuem uma coleção de carros antigos para mostrarem ao mundo como eles sabem escrever roteiros “belos e inteligentes”.

  • Muito legal, voltando aos tempos de Indiana Gomes!
    É ótimo ver o teu jeito pra falar de carros antigos.
    As marcas do tempo que eles (e tudo o que é vivo) tem.
    O beijinho no final…
    Quero ver a explicação de sedan ser macho, e perua fêmea!

    Parabéns!

  • Passei a minha infância inteira andando de DKW. Meu pai teve duas, uma Vemaguet 1961 vermelho/laranja com teto branco e uma Belcar 1964, de cor parecida com o seu 67, era da segunda série, a porta não era mais suicida. Muitas viagens longas com o meu pai com elas nas férias, sempre íamos de Porto Alegre para São Paulo onde morava uma outra parte da nossa família. Nunca tivemos algum problema com elas nestas viagens. No máximo 1 pneu furado. Ele sempre falava que os DKWs eram os melhores carros do mundo. Eu sempre ouvia ele falar da “roda livre” que era uma maravilha da tecnologia mundial. Ótimas lembranças desta fase da vida.

  • Meu tio, taxista, comprou um na cor Vermelho Cereja. Eu tinha 9 anos em 1967 e quando via o carro parado na calçada em frente à loja de meu pai achava a coisa mais linda do mundo. Até hoje acho os DKW lindos.

  • Muito boa apresentação, parabéns. Na próxima mostre-nos os adesivos, principalmente se forem da época.
    Uma câmera endoscópica para celular, também seria interessante para mostrar detalhes do motor, e custa em torno de uns 100 bozos.
    Tudo de bom e novamente parabéns por guardar com carinho, um pedaço da historia desse Povo chamado Brasil.

  • Flavio excelente video, vale acrescentar que o motor tem apenas oito peças móveis (virabrequim, eixo da hélice do radiador três pistões e três bielas).
    Meu tio tinha uma Vemaguete 67 nos anos 80, e foi aí que dirigi essa maravilha da mecânica.

  • Poxa, quando vier para o Encontro de DKWs na última semana de agosto aqui em Poços de Caldas (este ano vai ter? todos vacinados até lá?), traga esse vídeo para passar nas emissoras locais (TV Plan e TV Poços): sempre achei legal, mas agora comecei a entender melhor a paixão de vocês por esse carro. PS: quando você soltou o capô, o barulho característico do fechamento me levou imediatamente a uma situação análoga em 1980!

  • Parabéns pelo vídeo, continue com sua espontaneidade e não se deixe influenciar pelos haters travestidos de cagadores de regras. A internet está repleta de vídeos que seguem a mesma formulinha e você não precisa segui-las. Prefira sempre apostar na sua espontaneidade, na sua intuição e não perca tempo com haters. Essas pragas não saem daqui por causa dos seus lúcidos posicionamentos. Se dependêssemos dos haters, estaríamos todos tomando cloroquina e batendo continência ao fascista miliciano. Todo hater é medíocre e frustrado, nunca se esqueça disso.

  • Sensacional, vídeo caseiro mostrando carro é muito melhor que aqueles caras que colocam dezenas de câmeras, filmam com drone e o baralho a quatro. Pode continuar deste jeitinho Flávio e esperamos ver toda a sua frota em vídeo.

  • Muito legal, informação de montão! Linda a cor do estofamento! Mas caramelo? No vídeo ficou meio salmão… rsrs. Aguardamos mais v´ídeos! ET.: São Paulo é muito BARULHENTA mesmo!! Seria uma coisa para o prefeito discutir e tentar melhorar… mas passados 19 dias de gestão, ele já está de licença… Entrou um desconhecido. Assim não vamos longe…

  • Muito bom, uma aula. Show de bola, pena que não dá para sentir o cheirinho do M50 rs, e falando do barulho, eu gostava era quando reduziam marcha, e tiravam o pé, o barulho do motor desacelerando inesquecível rs. Depois conta de novo a história sua com o Nelson em Monza, onde você fala para o Nelson sobre o Crispim e ele pede o telefone. Mas ficou muito bom, esperando próximo rs.

      • Não precisa de um diretor de cinema, basta ser um pouco lógico. Tampouco precisa ter dezenas de anos de experiência com mídias tradicionais, ou ser ex-apresentador de televisão. Sou um Zé Mané e vou dar as dicas:
        Divida o que será apresentado por tópicos, assuntos. História do carro (daí você explana suas vastas pesquisas a respeito), sua história pessoal com o carro (os tontos gostam disso e você gosta de se exibir). Dai pode mostrar o carro, os detalhes de lataria, design etc. Mostra os aspectos mecânicos do carro, detalhando-os. Mostra o interior do carro também (painel, manoplas etc). Por fim, dá uma volta com o carro e faz comentários óbvios a respeito.
        Para ficar mais dinâmico, quando for falar da história do carro ilustre o vídeo com vídeos da época, recortes de jornal etc. Quando for falar da sua história com o carro, deixe para comentar quando estiver dando uma volta com o carro, se você conseguir falar e dirigir ao mesmo tempo.
        Precisou de diretor de cinema pra isso?

  • Das kleine Wunder, der beste Name für ein Automobiljuwel !!!!
    Muito obrigado Flávio.
    Hoje voltei 50 anos no tempo.
    Quanta saudade, pois aprendi a dirigir na Vemaguet 64 que meu pai tirou 0km na Serva Ribeiro.
    Simplesmente SENSACIONAL!!!

  • Prezado F&G : Sua paixão por veículos especiais é muito interessante, primeiro você é um dos nobres representantes do clube dos loucos por carros antigos e, a sua missão é preservar a linda história de cada veículo , marca , modelo . Poucas pessoas tem fibra como você, em ter uma paciência para cuidar , e manter os veículos clássicos de época , gostaria de pedir um favor, se possível escrever sobre o assunto colecionáveis, como a pessoa normal, fica contaminada em um ato de ímpeto , separa um anuncio de jornal ou site especializado, analisa a fotografia do veículo, breve histórico do anúncio e o preço, em seguida faz contato por e-mail, ou telefone e vai ao encontro do veículo. Em seguida não consegue manter-se calmo e em breve discussão finaliza a aquisição, volta para casa feliz e saltitante, quando então ao sair para passear todo feliz o brinquedo apresenta sintomas de um desarranjo e acaba parado no acostamento aguardando a chegada da plataforma , levando-o de volta para a garagem do quintal. É chamado o mecânico o qual interroga o condutor para buscar a verdade o que fez de errado ao conduzir o tão reluzente brinquedo. Logo vem o dono dizendo que aconteceu um pequeno descuido, mas lamenta muito e pede desculpas e implora ao mecânico o tão esperado reparo, neste momento com a resposta na ponta da língua o mecânico responde vou tentar salvar, mas primeiro vou até o ferro velho buscar a peça para arrumar o seu querido brinquedo, e com um aperto de mão fica selado o novo desafio do mecânico, que ao refazer o reparo vai afinar o brinquedo , e assim o dono todo fanfarrão, se deslocou ao boteco, logo após bebericar aquela breja geladinha se possa contar lindas mentiras relacionadas com tão querido brinquedo. E assim um sujeito normal ficou terrivelmente louco e apaixonado pelo antigão, colocando e batizando o brinquedo com nome sobrenome e até um carinhoso apelido de tremendão. Conte para os leitores cada história de seus veículos , como você achou, procurou, de quem comprou e a história do veículo. Parabéns pelo 67 ” Bege- areia “.

  • Lindo carro, Flavio.
    Mas, dos carros que eu sei que voce tem na coleção, gosto muito do Fissore, do Karman Ghia, do Candango e do DKW verde. E to muito curioso pra ver o Wartburg coupé rodando. Ah, e do Twingo também !!!
    Voce já conseguiu um SP 1000 ??? E um Malzoni ???
    Monza eu sei que é quase impossível, so vi um na vida, lá no museu em Ingolstadt…
    E DKW 2 portas, voce já conseguiu ??? Quando eu era Guri, faz muitos anos, um vizinho de predio tinha um lindo !!!
    Abraço

    Antonio

  • Ficou bão, hein!
    Uma pergunta sobre o carro: como é que você acha peça de reposição, como amortecedor, vela, bateria…?
    E uma pergunta sobre o canal: você prefere comentários sobre os vídeos aqui ou lá no YouTube (pra gerar “engajamento”)?

  • Muito legal!!! Tomara que seja uma vídeo por semana, ou, claro, mais de um.

    Tenho apenas uma sugestão: mostrar também, nos próximos videos, o interior do porta-malas.

    Há uma tatuagem na sua perna direita, que me lembrou algum foguete russo, dos anos 60, ou, talvez, algum foguete de filmes-B, de ficção científica, da década de 50.

  • Parabéns pela dedicação, porque carro é membro da família! Temos que cuidar com amor e carinho. Não esquece do vídeo com o Passat Surf branco, com rodas de Variant! Estarei aguardando, para mostrar ao meu irmão, que tinha um na cor Bege Ipanema modelo 1979, e nos proporcionou muita felicidade!