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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

9 Comentários

  • Esse vídeo não deveria terminar nunca. Sensacional nem define muito bem o quanto gostei desse vídeo.

    Há coisa de um mês tenho me dedicado a ver vídeos de restaurações.

    Recomendo 3 canais:

    1) my mechanics, porque o cara é detalhista ao extremo;
    2) awesome restorations, porque os vídeos são muito bem filmados e editados;
    3) tysytube, porque fica claro o quanto o cara evoluiu dos projetos mais antigos para os mais recentes.

  • Maravilhoso! Se eu tivesse visto antes de restaurar a minha CBR450SR teria feito um trabalho muito melhor. Só não ví nenhum parafuso de cabeçote quebrando e nenhuma rosca tendo de ser recuperada, mas maravilhoso em cada detalhe. Apaixonante.

  • Incrível, FG, eu adoro vídeos de restaurações, mas nunca tinha visto um de uma moto! Imagine a trabalheira pra desmontar e montar de novo todo esse quebra cabeça, e achar peças pra repor as eventuais quebradas!
    Muito bom!

  • Bem bacana! Sempre me bate um desespero quando vejo alguém “quebrando a pintura na lixa d´ água”

    Quantos aqui no blog nunca viram um “platinado”??? Nessas hora que vejo que sou um cidadão do século passado.

  • Aula de restauração?? O sujeito deu uma aula de produção e pos produção de audio visual!! Nada fora do lugar. Uma decupagem estonteante dos planos a serem feitos, luz e enquadramento perfeitos, montagem pensada a cada frame e uma utilização de som genial se destacando, entre outros elementos, quando se escuta as peças sendo desmontadas com a areia e pó dos tempos, aspera, e a remontagem totalmente limpa, suave.
    E sem blablablá!! Sem musica cacete!!
    Deveria estar em aulas de escolas de cinema e video principalmente nesse brasilzão.
    Enfim um verdadeiro representante da escola de cinema sovietica! Valeu!!

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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