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sexta-feira, 12 de junho de 2009 - 17:37Colunas Grand Prix

COLUNA 1

SÃO PAULO (só neguinho bom) – Reginaldo Leme analisa a temporada de Button em sua coluna de hoje, chamando a atenção para o fato de que, nas estatísticas, igualou Clark e Schumacher ao vencer seis das sete primeiras corridas do ano. Leia lá e, como de costume, comente aqui!

4 comentários

  1. ALEX B. disse:

    Pô Regi, qual é? Vais dizer que o Button é um “fenômalo” agora? Ah, parei (by Trajano)!

  2. tilzil disse:

    la vem o regi com numeros e comparações outra vez…..parei de ler…:-(

  3. Kleber Pereira disse:

    UMA ANALISADA SOBRE O RUBINHO, NO “BLOG DO RIBEIRO”:

    Interessante o rumo que a carreira de Rubens Barrichello tomou em 2009. O brasileiro fechou o ano de 2008 como o piloto mais longevo da história da Fórmula 1 pilotando o pior carro do grid, esperançoso de um melhor 2009 porvir. Chega dezembro e a equipe anuncia covardemente sua saída da Fórmula 1 deixando atônitos todos seus funcionários e pondo seu espólio à venda. Ninguém comprou. Dias antes de começar o campeonato deste ano a situação de Barrichello parecia caminhar a passos largos para a aposentadoria forçada, visto que nenhuma outra equipe tinha interesse nos serviços do brasileiro.

    Bem, paremos a história nesse quadro de acontecimentos e verifiquemos a trajetória de Rubens até aqui:

    - Barrichello seria eternamente lembrado por algumas façanhas na Jordan, seu aparecimento fulgurante e seu declínio desanimador em seguida. Dos tempos de Stewart veio a redenção de ser o artífice da ascensão de uma equipe modesta e estreante, mas na hora do ápice quem comeu a cereja do bolo foi o companheiro de equipe de Barrichello ao vencer a única corrida da história da equipe escocesa. Pobre Barrichello, vítima das circunstâncias… Daí veio a FERRARI, equipe de ponta, endinheirada e poderosa, passou a brigar constantemente pelo título a partir da reformulação trazida por Michael Schumacher, Jean Todt, Ross Brawn, Rory Byrne e cia ltda. Barrichello veio aportar seu veleiro justamente neste porto seguro onde poderia finalmente mostrar seu potencial, certo? Errado, Rubens passou vexames inesquecíveis sofrendo com ordens de equipe ridículas. De saco cheio de ser humilhado, teve peito para desprezar um ano de contrato com a casa de Maranello e investiu suas fichas em uma equipe em ascensão que lhe restituiria o status de piloto de verdade e não de um reles escudeiro. A equipe não vinga, vence apenas uma corrida nos três anos em que Barrichello correu por lá – novamente vítima das circunstâncias Barrichello assistiu esse único triunfo ser atingido por seu companheiro de equipe. Daí a trajetória da carreira de Barrichello chega ao ponto em que iniciamos o post, à beira da aposentadoria…

    Pois bem, esquadrinhemos um resumido painel que mostra como Rubens seria lembrado pela sua carreira até aqui:

    1° – A grande promessa do automobilismo brasileiro que sofreu muito por ter que carregar em seu início de carreira o pesado fardo de substituir o maior ídolo do automobilismo nacional ;

    2° – Injustiçado e azarado piloto que sofre em carros pequenos e médios, consegue transformá-los em carros melhores e quando chega a hora de colher os frutos vê seus companheiros de time roubarem sua recompensa ;

    3° – Escudeiro competente sempre privado de vencer em uma suposta “conspiração maléfica contra o brasileirinho” em tempos de Ferrari “mafiosa”.

    E este seria o cenário se Barrichello tivesse realmente aposentado no final de 2008.

    MAS DAÍ SURGIU A BRAWN…

    O carro bem nascido de Ross Brawn deu a Barrichello a oportunidade que ele sempre reclamou não ter tido em sua longa carreira: PILOTAR UM CARRO DE PONTA SEM SE PREOCUPAR EM SER ESCUDEIRO…

    Corridas vieram e a Brawn demonstrou ser o carro do ano, praticamente imbatível. E neste contexto, onde se encontra Rubens Barrichello ? Não venceu nenhuma corrida, não fez pole position, é constantemente MASSACRADO por um companheiro de equipe que tinha vencido apenas uma vez na vida e já era dado como mais uma falsa promessa da Fórmula 1.

    O campeonato avança, Button vence e brilha, Barrichello esbraveja, xinga, dispara contra a própria equipe e começa a criar um clima de preterido novamente, mas desta feita como sabe que não conseguirá convencer ninguém, se perde em declarações evocando a piedade alheia de uma forma tão pueril que beira à babaquice pura, vejam só:

    “Tudo de ruim que acontece só acontece comigo, quando o carro quebra tem que ser na minha mão…”

    Voltando ao mesmo exercício analítico que fizemos se a carreira de Barrichello tivesse acabado mesmo antes da Brawn, façamos uma nova análise com a atual situação:

    1° – Barrichello pode até ter sofrido com a responsabilidade gigantesca de substituir Senna após sua morte, mas como BRAVOS E VENCEDORES SÃO AQUELES TÊM A CLARA VISÃO DO QUE TÊM PELA FRENTE, TANTO A GLÓRIA QUANTO O PERIGO, MAS MESMO ASSIM VÃO AO SEU ENCONTRO, não cabem aqui desculpas esfarrapadas para explicar o que quer que seja…

    2° – Pegou um carro pronto, bem nascido e simplesmente não consegue suplantar nem de vez em quando seu companheiro de equipe, que nem gênio como Schumacher é…

    3° – Deixou bem claro sua tendência de querer se justificar posando-se de vítima sempre que algo dá errado, disparando contra tudo e contra todos esquecendo-se que há duas maneiras de enfrentar situações adversas: sentar-se à beira da estrada chorando os próprios infortúnios ou enfrentar a vida com coragem lutando para suplantar os percalços que surgem…

    Pois bem, colocando um termo à esta longa análise vejo que a tão sonhada oportunidade de guiar um carro vencedor com liberdade para vencer trouxe para Rubens Barrichello não a sua esperada redenção, mas sim a sua derrocada final, pois expôs a todos – até aos seus relutantes fãs – a realidade cruel: Barrichello é um bom acertador de carros mas apenas um piloto de razoável para bom, não tem perfil nem estrela de campeão, e, o pior de tudo, é um piloto mentalmente fraco que reclama de tudo mesmo quando a situação está lhe sendo favorável, em uma palavra: um chorão; que adora se fazer de vítima.

    VALEU A PENA ENTÃO ESSE ANO DE 2009 PARA BARRICHELLO E SUA DESVENTURA BRAWNIANA ? Não teria sido melhor ter aposentado em 2008 e ter deixado no ar a impressão de que ele era bom mas injustiçado, ao invés da CERTEZA de que Barrichello é o que sempre suspeitávamos que ele fosse: UM PILOTO MÉDIO E UM BAITA DE UM CHORÃO !!!

  4. lucianocop disse:

    Boa!

    O Reginaldo Leme do Grande Prêmio é bem melhor que o Reginaldo Leme da Globo.

    Na Globo todos viram “pregos”, pregos Galvanizados…rs

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