RIP – II | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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sexta-feira, 13 de julho de 2012 - 15:56Nas asas

RIP – II

SÃO PAULO (e assim…) – Dois dos três 767-200 da Transbrasil que estão no aeroporto de Brasília serão desmontados e vendidos como sucata. Um terceiro, pelo que li aqui, será preservado por conta da história da companhia. Não ficou muito claro quem vai cuidar dele.

Claro que os aeroportos têm de ser desocupados dessas aeronaves abandonadas. Mas é de uma tristeza profunda ver como terminam essas empresas e seus gloriosos aviões. A Transbrasil parou de voar em 2001. Alguém lembra se tinha site da Transbrasil? É possível encontrar em alguma dessas páginas de arqueologia internética?

A foto abaixo, de Roberto Jayme, do UOL, mostra como estão as aves. Aliás, o ensaio fotográfico é belíssimo (mas muito melancólico) e pode ser visto aqui.

 

43 comentários

  1. Pedro Paiva disse:

    TAA, TAB e TAC. Trabalhei na TransBrasil entre 97 e 99. Saí porque a empresa parou de pagar os salários em dia e já era óbvio que não ia se recuperar. Trabalhei na Oficina de Motores e revisamos muitos motores dessas aeronaves. Em Brasília, fazíamos o Check C e fui lá muitas vezes ajudar também. Omar Fontana, o chefe mais atencioso que já tive. E corajoso. Foi o maior operador de Boeing 727 na América Latina e o primeiro a trazer o Boeing 767. Quando lançaram o Boeing 777, ele queria também, mas a empresa não tinha mais meios de se manter e o plano foi engavetado. O Antônio Celso Cipriani, genro de Omar e último presidente da empresa, foi condenado em 2005 a 2 anos e 4 meses de prisão em regime aberto pelo crime de apropriação indébita de contribuição previdenciária (a empresa descontava a contribuição do INSS do salário dos funcionários e não repassava à Previdência Social). Uma pena, sugaram a empresa até o seu fim, enterrando com ela os sonhos de muitos trabalhadores.

    • Pedro Paiva disse:

      Esqueci de dizer que foi no Tango Alpha Alpha voei pela primeira vez na vida. E foi de primeira classe, entre GRU e BSB!

    • Burrinho Batiquebra disse:

      Me parece que aquele acidente em Santa Catarina contribui bastante para degringolar tudo de vez. Eu tinha um tio que trabalhava na Transbrasil e que saiu da empresa no começo dos anos 90, já sem receber há um bom tempo.

      • Burrinho Batiquebra disse:

        http://pt.wikipedia.org/wiki/Voo_Transbrasil_303

        “Eram exatamente 20h38 quando o Boeing 727-100 prefixo PT-TYS colidiu contra a vertente noroeste do morro, a aproximadamente 1.000 pés de altitude. Com mais 100 pés, ou aproximadamente 30 metros, teria livrado a elevação e provavelmente concluído sua viagem. O destino não quis assim. Inicialmente, a ponta da asa esquerda tocou contra a copa de árvores que cobriam todo o cume do morro, onde havia densa vegetação de mata tropical. Progressivamente, a asa do Boeing foi aumentando sua área de contato, desacelerando unilateralmente a aeronave. Os troncos das árvores foram sendo seccionados até a fuselagem do jato atingir o solo. A crescente resistência imposta pelos impactos fez com que o 727 se inclinasse para a esquerda, até que a raiz da asa esquerda finalmente atingiu uma enorme pedra…” (continua)

  2. Mr. Fernandes disse:

    Voei num desses em 98 de SP/Ctba – Ctba/SP. Pram quem era acostumado a só voar de 737, isso aí era o máximo. Bons tempos aqueles.

  3. Paulo F. disse:

    A TB foi a primeira operadora de 767-300! Vi o ocaso da cia! Retrato da falta de política pública para o setor aerospacial que se pratica no Brasil desde os tempos Sarney.

  4. Bruno disse:

    Eu já andei uma vez num desses Boeings da Transbrasil, há exatos 15 anos. Foi uma boa viagem.

  5. Marcio de Souza disse:

    Entre 1987 e 1990, trabalhei na Cia Eletromecanica Celma, em Petropolis -RJ, Revisamos, motores da Transbrasil, Varig, Vasp, Cruzeiro, Lan Chile, Air France, FAB, entre outros.
    Naquele tempo a maioria de aeronaveis voavam com motores JT8 e os procedimentos de reparo seguiam, a risca o que o manual do fabricante mandava. Porem os engenheiros da Transbasil eram bem “flexiveis” em relação aos reparos, liberando algumas situações extra manual. Acretido eu que já por conta da situação financeira da empresa. Me lembro tambem de em maio de 1990, quando um agente de viagem em Florianopolis me ofereceu um voo da transbrasil para mim, meu irmão e um amigo, me neguei a voar, causando descontentamento no meu irmão e nosso amigo, porem meu argumento foi forte…
    “Eu Sei como esse motores são revisados, tem varig ou vasp?…” Voamos de Varig…rs…

  6. Venax disse:

    Uma empresa que vai a falência deve ter seu patrimônio vendido para pagar os credores. Os funcionários, o governo e depois as dividas particulares e os acionistas. Normalmente o dinheiro acaba depois de pagar os funcionários e o governo. Infelizmente a burocracia é tão grande que o valor do patrimônio não paga nem mesmo os funcionários já que grande parte é usada para administrar a massa falida. Um avião destes deveria ter sido vendido em seguida a falência pois ainda seria operacional, hoje são sucatas…

    • Giuliano SPFC disse:

      Cara é exatamente isso, se o governo tivesse leiloado as aeronaves logo depois da falência, elas estariam operacionais até hoje numa dessas empresas de carga, e teria protegido um valor muito maior para os credores da TB, agora como sucata elas não valem quase nada e não mudará muito a situação dos credores, enfim esse é o nosso Brasil burocrata e engessado.

  7. thiago disse:

    Triste é ver no site jetsite.com.br as fotos desses aviões novinhos, algumas delas ainda na linha de montagem da Boeing, e sendo recebidos com muita festa por aqui, já que foram os primeiros 767 operados por uma empresa brasileira.

  8. Adrianno disse:

    Se ter a possibilidade de salvar pelo menos o PT-TAA, primeiro 767 de uma companhia aérea brasileira. Ser desmanchado como sucata ia ser vergonhoso no nosso país sem memória.

  9. José Brabham disse:

    Voei algumas vezes nesses B767 da Transbrasil, que ela chamava de Wideboeing… Era uma ótima opção entre SSA e GIG…

  10. Ricardo Pignatelli disse:

    Num voo da Trans-Brasil de São Paulo para Buenos Aires em 1997 tive a honra de sentar uma poltrona atrás do grande Belchior. Meu pai pediu para tirar uma foto e cantarolou: “Foi com medo de avião que segurei pela primeira vez na sua mão…”.

  11. Thiago Sabino disse:

    Não precisa ir muito pra explicar a história da TR…

    1-Omar Fontana era mais piloto do que empresário ( e aqui não vai nenhum julgamento, nem demérito, simplesmente isso não dá certo).

    2-Quando ele morreu, a empresa ficou acéfala

    3-Assumiu o seu genro, pessoa das mais canalhas da galáxia…

    4-O mesmo fez uma sangria sem tamanho nos cofres da TR, comprando minas de diamante na áfrica e o caralho a 4…..

    5-Mesmo sofrendo alguns erros de planejamento (voos para Viena, etc), a empresa recebeu uma indenização razoável (R$ 700 MI), a título de reposição da época de congelamento de preços, etc….não sei bem ao certo do que se tratava, mas que recebeu, recebeu.

    6-Tendo um pulha a administrar e a sangrar a empresa, nada mais aconteceu, a não ser o fatídico 07 DEZ 2001, quando tudo parou…

    7-Vão ver se o douto senhor genro do Omar, está na pior…..

    8-Enquanto isso, agonizou, e morreu em praça pública..

    9-Ainda assim, entra no hall da Panair, entre outras (poucas) empresas de boa lembrança, esquema família e tal..

    10-E o senhor genro, coloca a cabeça no travesseiro e dorme com a consciência mais leve do mundo.

    O fim da TR foi quando o Omar morreu. O começo do fim.

    PS: Era meu sonho voar na TR, na época de aluno-piloto…… agora, só na próxima encarnação.

    • Burrinho Batiquebra disse:

      Esse seu relato me remete diretamente à um outro “empresário” de muito sucesso dos dias atuais, tido por muitos como um grande gênio da raça tupiniquim e também conhecido pelas protuberâncias ósseas na fronte, proporcionadas por um soldado do corpo de bombeiros do Rio de Janeiro.

  12. Beto disse:

    Como catarinense fico triste com o fim da nossa única representante na aviação civil.

  13. Rodolfo Miguel Costea disse:

    Interessante que os parabrisas já eram, alguem os levou por baixo valem uns 50mil doletas cada…

  14. rodrigo mota disse:

    me lembro bem como um senhor nos EUA descrevia a Trans-Brasil:

    “The Brazilian Braniff, the rainbow of the South-America”

    (a Braniff Brasileira, o Arco-Iris da America do Sul)

    e era isso mesmo, uma empresa com uma pintura bacana, na época das 4 grandes (Varig, Vasp, Trans-Brasil e Cruzeiro). a TAM com os Fokker-100, Rio-Sul com B737-500, Pantanal com ATR-42, BR Central. os céus nos anos 90 eram coloridos…

    voei muito na Trans-Brasil, no B727-100 e no B767-200/-300 no trecho Manaus-Brasilia-São Paulo-Curitiba.

    puta sacanagem mesmo é como o Brasil deixa patrimonios na mão. faliu a VASP, a Varig (original), a Trans-Brasil. é como se nos EUA a American Airlines, a United e a Delta fossem pro buraco. a PAN AM faliu e a TWA foi comprada pela AA e até hoje nos EUA todo mundo fala das duas em tom respeitoso…

    e no Brasil nada de lembrar as gigantes do passado. puta-que-pariu a Trans-Brasil foi pioneira em muitas coisas! foi a primeira empresa da America Latina a operar o B767! e nada do governo fazer uma homenagem…

    é, mas nos EUA muito aviador sabe disso. nos EUA você pode encomendar uma pintura especial da Trans-Brasil, da VASP, VARIG e qualquer outra empresa, em qualquer lugar do mundo, nos EUA você acha miniaturas do B767-200 da Trans-Brasil que nem em sonho você acha no Brasil…

    767 parado é dose também. como se esse tipo de avião já não fosse procurado o bastante. se não fosse essa “burrocracia” do nosso governo o coringa da Boeing poderia estar voando como passageiro ou carga…

    pelo menos quem tem algum Flight Simulator da vida pode manter o Arco Iris do Brasil voando…

  15. Roberto Fróes disse:

    A pintura deles era maravilhosa, muito bem bolada!
    Sempre dei preferência à Transbrasil.
    Tive uma miniatura de Boeing 727 da Revell que veio com adesivos da VARIG ou VASP, não me lembro. Fiz questão de fazer a pintura no padrão Transbrasil.
    Nessa companhia, fiz um de meus melhores – mais bonitos – vôos, e também o pior.
    No melhor, no trajeto Rio-Salvador-Recife, num vôo econômico noturno, como se chamava à época, saindo do Rio às 3 da madrugada, após a escala em Salvador, numa madrugada de muita chuva, o amanhecer por baixo das nuvens carregadas foi algo de espetacular. O céu todo colorido nas cores do arco íris foi algo muito especial.
    Em compensação, num final de tarde fui para Brasilia a borde de um calhambeque aéreo – um Boeing 707 – que resolveu disparar um alarma na cabine em pleno vôo, apavorando um bando de gente. Parece que era defeito em um pequeno forno (micro-ondas?) de aquecer refeições. Pelo menos foi o que foi dito. E o encosto de minha poltrona não parava em pé.

  16. Ricardo Sarmento disse:

    A única vez que viajei pela transbrasil foi nos idos de 1998, eu tinha uns 7 anos e fui passar as férias em salvador. O que ficou marcado na minha memória de garoto eram os lanches que serviam na viagem, que vinham numa malentinha de plástico cinza e o refri ou suco que as lindas aeromoças serviam.

    Infelizmente tá tudo ficando muito chato. Não se tem mais variedades de empresas aéreas, marcas, cores de carros, carros verdes na F1 e outras coisas!

  17. Tom SemFreio disse:

    Omar Fontana, fundador da TransBrasil, terminou de modo parecido com os seus aviões. Já o seu genro, o ex-policial do DOPS (!) e último presidente-saqueador da empresa, Antonio Celso Cipriani, fez amizades com os primeiros-amigos do ex-presidente Lula e, graças a negócios escusos com pessoas idem, conseguiu a tão sonhada blindagem palaciana e escapou (até agora) da cadeia, que é o lugar dele. Cercou-se de diretores tão bandidos quanto ele, roubou os caixas da aérea, apropriou-se das obrigações trabalhistas, pegou dinheiro emprestado em nome da companhia e colocou no próprio bolso, além de vender patrimônio da empresa e embolsar tudo, enquanto ainda dava pra fazer isso. Acabou com a vida de muita gente boa.

    • Wellington Cunha disse:

      O Cipriani hoje possui uma estação de esqui no Colorado que, se houvesse realmente vontade de cavar a fundo a história, deveria ser usada para pagar as dívidas da TR.

  18. Wellington Cunha disse:

    Trabalhei na Transbrasil de 1991 à 1997 (entrei como Office-Boy, ainda existe isto?), meu pai também havia trabalhado lá durante alguns anos. Era a “família Transbrasil”: era muito comum verem famílias inteiras (pai, mãe, filhos) trabalhando na empresa. Como dizíamos: era uma empresa difícil de entrar, mas mais difícil ainda de sair (tanto por evitarem ao máximo demissões quanto pelo apego que se criava à ela). Infelizmente, por conta de incompetência e má-fe das pessoas que a dirigiam, veio a falir. O pior foi a demora em dar o destino para estas aeronaves, até então supermodernas (os 767-300er haviam sido adquiridos poucos anos antes) e que hoje, sucateadas e depenadas (sim, as peças foram totalmente saqueadas) não devem valer 1% do que valiam à época. Se tivessem sido repassadas à época, ao menos os funcionários teriam recebido uma pequena parcela do que tinham direito. Tem amigos meus com 10, 15 anos de casa, que sairam sem nenhum tostão.

    • Fábio Labs disse:

      Wellington, tambem trabalhei lá de 93 à 99, no setor de Maquinas Operatrizes, bem do lado da pista e em min doí pra caramba ver esses aviões virarem sucata, afinal eu pus a mão neles(literalmente). Fiz muitas peças para eles, principalmente os 737,,já que eu trabalhava em Congonhas, que era a base de manutenção dos 737. A manutenção dos 767 era feita em Brasília, devido as maiores dimensões da pista. Saí da empresa antes do fim (alías, “sairam” comigo) mas voltei várias vezes para visitar meus amigos. Uma curiosidade, os 767 tinham prefixos com a letra”A”(PT-TAA,PT-TAB,PT-TAC…) e os 737 tinham com a letra “E” (PT-TEG,PT-TEH e etc)

      • Wellington Cunha disse:

        Meu pai trabalhou em máquinas operatrizes (era torneiro ferramenteiro) em CGH de 84 à 91.

      • Fábio Labs disse:

        Caramba! Mas que coincidência! Eu era ajustador mecânico, não conheci seu pai, mas os outros colegas sem dúvida o conheceram. Não ia muito para outras bases, só GRU mas o resto do pessoal ia muito para BSB trabalhar nos 767(principalmente os torneiros e os fresadores). Um abraço para você e seu pai.

      • roberto disse:

        tambem trabalhei na transbrasil de 87 a 92 na oficina de eletrica bem ao lado da de hidraulica de cara com a pista era o melhor lugar do mundo pra se trabalhar pena que a intervencao federal veio e acabou com quase todo o patrimonio da empresa depois o omar voltou mas aquilo foi um golpe e tanto ficou literalmente doente infelizmente se afastou e deixou um crapula no lugar sem nenhum amor pela aviacao cheguei a ajudar a desmontar um 767 so pra ceder espaco pra fazer contrabando de pedras para os estados unidos imaginem transformar um aviao novinho em folha em cacamba de levar entulho !

  19. Bah, essa cauda colorida marcou época…

  20. Triste fim. Sou repórter fotográfico aqui em Brasília e tenho como passatempo o spotting. Os 767 da Transbrasil, na companhia de alguns 737 da Vasp, sempre compuseram o cenário das minhas fotos. Ao menos um vai ser leiloado inteiro, para ser restaurado.

    O aeroporto de Brasília já sofre com a falta de estacionamento de aeronaves tem algum tempo. Essa retirada dos 767 vai abrir espaço para uma nova remota, provavelmente.

    Fiz uma foto do PT-TAB, se não me engano em 2009, iluminado com aquela luz amarela de fim de tarde de inverno. Compartilho aqui : http://i634.photobucket.com/albums/uu63/nrcjfoto/PTTAB.jpg

  21. Triste fim. Sou repórter fotográfico aqui em Brasília e tenho como passatempo o spotting. Os 767 da Transbrasil, na companhia de alguns 737 da Vasp, sempre compuseram o cenário das minhas fotos. Ao menos um vai ser leiloado inteiro, para ser restaurado.

    O aeroporto de Brasília já sofre com a falta de estacionamento de aeronaves tem algum tempo. Essa retirada dos 767 vai abrir espaço para uma nova remota, provavelmente.

    Fiz uma foto do PT-TAB, se não me engano em 2009, iluminado com aquela luz amarela de fim de tarde de inverno. Compartilho aqui :

  22. Felipe Menhem disse:

    O pior é saber que esses aviões poderiam estar voando, não fossem os imbróglios jurídicos.

    E curioso, que eu me lembre, acho que nunca voei de Transbrasil.

  23. ALEX B. disse:

    Mas ja táo depenadas as aves!!!!
    Me lembro das propagandas na midia da Tranbrasil. Voar naqueles anos, era grande demais pro meus bolsinhos!!! É duro assistir uma empresa tradicional ir pro brejo e ver os despojos sucateados. Bah!

  24. Paulo disse:

    O primeiro “wide-body” em que viajei foi num desses 767 da Transbrasil num vôo Brasilia-SP lotadíssimo, véspera de feriadão. Mas o tamanhão dele (até então só havia entrado em 737s) dava a impressão de mais conforto do que os outros aviões. Eu conto, mas ninguém acredita, que num outro vôo Transbrasil, também de Brasilia para SP, numa quarta-feira num vôo que era perto das 12 horas, foi servida uma feijoada (muito boa, por sinal). Com talheres de metal, uma caipirinha antes e cerveja gelada. Foi em 1992, há 20 anos.

  25. JOSUE SOLINO disse:

    Flavio!

    Meu pai era agente de viagens e viajei bastante de Tranbrasil, por ser na epoca uma empresa muito simpatica, foi que mais apoio a empresa do meu pai desde a fundação (com material promocional e de divulgação). Bom serviço de bordo, bons profissionais, e na epoca aviões novos como o 737-300 e os “wideboeing” 767-200, voei nos três. Um com poltronas verdes outro azuis e o outro não lembro. Encontrei resquícios do site no seguinte endereço: web.archive.org/web/*/www.transbrasil.com.br.

    Abraço,
    Josue Solino

  26. Marcus disse:

    Tem sim Flávio. Pesquisando na net descobri um site que faz uma espécie de histórico de sites antigos. Segue o link: http://web.archive.org/web/19961228120609/http://www.transbrasil.com.br/

    Vale a pena.

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