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quinta-feira, 29 de setembro de 2016 - 20:04Nas asas

NAS ASAS

jumbodagua

SÃO PAULO (caramba) - Como diz meu amigo coronel José Ma2Tos em seus inconfundíveis e-mails sobre DKWs e/ou aviação: “Repasso”.

Um Boeing 747-400 foi transformado em “lago ambulante” para combate aos grandes incêndios. O avião, que fez esta semana uma primeira demonstração, pode transportar até 75 mil litros de água ou de retardador de incêndios. É apresentado como o maior e mais rápido super-tanque do mundo. O avião vai ficar pousado em Colorado Springs e a empresa proprietária, a Global SuperTanker Services, diz que em três horas ele pode chegar a qualquer local do oeste dos EUA. E, se necessário, pode estar em qualquer local do mundo num limite de 20 horas.

Achei realmente incrível esse negócio. Imagino que administrar as transferências de peso dentro da fuselagem deve ter sido um desafio e tanto.

6 comentários

  1. Durvaldisko disse:

    Tanques estanques,devem resolver.O principio semelhante dos tanques de combustível.

  2. Seria vero disse:

    E o caso do mergulhador achado morto no meio de uma floresta queimada no Canadá em 97? O que parecia lenda aconteceu de fato. Um desses aviões “capturou” o cara num daqueles Lagos e o mesmo foi achado dias depois na floresta carbonizada vestido e com anormal de mergulho. Há artigos de jornal inclusive. Pu tá azar!

  3. Pedro Assis disse:

    Gastando o quase nada que sei sobre aviação e menos ainda sobre movimentação de água, imagino que esse negócio só pode decolar ou pousar totalmente cheio ou totalmente vazio. Caso contrário (com metade do reservatório, por exemplo), pode dar muito ruim.

    Entendidos, por favor, confirmem minha inteligência suprema!

    • Gabriel disse:

      Entendo tanto quanto, mas faz sentido.

    • Angelo disse:

      Também tenho conhecimento próximo do zero neste assunto. Quanto ao volume de água nos tanques, imagino que poderia haver um sistema como nos tanques de combustível de carros top ou de competição (algo como “anti-ondas”). Basicamente você tem uma estrutura dentro do tanque que obriga o fluído a dar voltas se ele quiser ir de um lado para o outro, como se fossem cômodos de uma casa. Se bem projetado, ele quase anula o desequilíbrio tornando, no caso dos carros, a pilotagem mais previsível do que seria se tivesse um vai-vem de combustível balançando o carro.

  4. Ricardo Neves disse:

    Mais “bacana” é o Coulson’s Martin Mars…avião tanque anfíbio com 4 motores radiais

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