A NOVA RED BULL | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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segunda-feira, 25 de setembro de 2017 - 16:20F-1

A NOVA RED BULL

RIO (o futuro é logo ali)Red Bull e Aston Martin anunciaram hoje uma parceria que vai além do novo nome da equipe para 2018 — o time será inscrito como Aston Martin Red Bull Racing. Mais de 100 empregos serão criados e a fábrica de Milton Keynes será ampliada para que entre em produção o superesportivo desenvolvido pelas duas empresas. A partir de 2021, dependendo do rumo que tomarem as discussões sobre os novos motores da F-1, a Aston Martin pode ampliar a parceria passando a construir suas próprias unidades de força.

O que vai acontecer com a Red Bull é um pouco do que já está em curso em outras equipes inglesas que não nasceram de montadoras de automóveis, a Williams e a McLaren. Tornaram-se empresas de tecnologia com um mercado que vai muito além das pistas de corrida. A Fórmula 1 é apenas mais um negócio. Arriscaria dizer que, em pouco tempo, não será sequer o principal.

AMRBR_Logos_2018_A

23 comentários

  1. Michel disse:

    Falando em Red Bull, Flávio vc vai escrever algo sobre a Toro Rosso ter anunciado Gasly como substituto de Kyviat, já a partir do Próximo GP. E com a Honda como fornecedora de motor da Toro Rosso em 2018, será que Gasly continua ou a Honda irá exigir um piloto japonês?

  2. Welton Machado disse:

    Pessoal, vocês viram que a Liberty Midea disponibilizou um GP inteiro no Youtube? Tudo bem que se trata do GP da Malásia de 2001, agora se isso se tornar uma tendência, será muito bacana. Aqui o link:

    https://www.youtube.com/watch?v=Rr0JEltbQUg

    • Igor Dusse disse:

      Sim e estará disponível por 19 dias. Com certeza será uma tendência e eles deverão ter uma corrida icônica do próximo GP.
      Próxima semana terá o GP do Japão. Vamos ver se eles disponibilizarão.

  3. Brabham-5 disse:

    FG, é verdade que o Kyviatt perdeu hoje a vaga na STR? Foi demitido?

  4. Luigi disse:

    O tiro foi dado no escuro, há a possibilidade de acertar ,mas a Honda ,com uma história passada de vitórias na categoria ( tiro as claras) até o momento ,vem pensando para fazer uma unidade motriz adequada, a Aston Martin só é conhecida mundialmente pelos filmes de 007, experiência na categoria não tem nenhuma, a única vitória em uma prova de relevância em categoria top foi em 1959 nas 24 h de Le Mans. Onde venceu na geral com Carol Shelby e Roy Salvatore, mas acho que nunca se aventurou em monopostos.
    Vamos ver o que irá acontecer, quem sabe?
    Se eles tinham a intenção de entrar na categoria , isto já seria motivo de tratativas a muito,muito tempo. Se Mário ilen estiver no projeto, já será algo a se considerar como positivo.

  5. Bernard Fonseca disse:

    Importante falar que a Mercedes tem 5% das ações da Aston Martin e aí pode estar a sacada para fornecimento de motor para RBR em 2019 quando a Renault deixar de fornecer motor para a RBR. Nem que este motor seja batizado de AM.
    E em 2021 aí sim, a RBR e AM podem construir algo juntos.

  6. Fernando Monteiro disse:

    Por falar em futuro, acho que a F1 voltará a ser – que ironia – o que foi em um passado longínquo, tipo lá na década de 30 até os anos 50, quando corrida de automóveis era um passa – tempo de gente rica que tinha uma vida tediosa. Cada vez tenho mais saudades de quando o campeonato tinha sua espinha dorsal europeia, Por falar em futuro e passado Flávio, eu gostaria de propor uma brincadeira com o pessoal do blog. Como seria o campeonato de F1 conforme a vontade da blogaiada? Teria que ser no mínimo 15 e máximo de 20 corridas, escolhendo países e circuitos. O meu seria: GP Argentina(Oscar Galvez) – GP Brasil( Interlagos) – GP México( Hermanos Rodrigues) – GP EUA ( Watkins Glen ) – GP Canadá(Morsport park) – GP Monte Carlo (Mônaco) – GP Europa (Ímola) – GP Itália (Monza) – GP Bélgica ( Spa) – GP Holanda ( Zandvoort) – GP Autria( Zeltveg) – GP França ( Dijon) – GP Alemanha (Nuburgring) – GP Espanha ( Jarama) – GP Portugal ( Estoril) – GP Hungria ( Hungaroring) – GP África do Sul ( Kyalami) – GP Japão ( Suzuka). Esse seria um belo campeonato ao meu ver 18 provas e circuitos tradicionais. Fica a idéia Fla´vio.

  7. Guilherme disse:

    Nunca foi o principal negócio. A Red Bull nas bebidas energéticas tem sua principal atividade :)

  8. Mauro disse:

    Eu acho que a Red Bull vai de 2019 con Astin Martin, comecaron no ano pasado!! Olharon Renault, olharon Honda, tem grana os dois!! e parceria con a Ilmor! Tomara que sim!!! abraços Flavio desde mexico de este uruguaio que ten saudades de Moema!! O melhor pais do mundo!!

  9. Lucas disse:

    E a Toro Rosso? Como fica? Embarca junto ou vai pra outra parceria com outra montadora?

  10. clodoaldo lelli disse:

    acabar não vai as corridas o que vai acontecer é que a diretoria estadunidense vai transformar a f1 em uma especie de nascar mundial

  11. Boa noite. Concordo, outro dia voce escreveu sobre isso…

  12. Amaral disse:

    Já não é, né?
    Os caras vendem latinha de refri esquisito com gosto de pot pourri, a F1 e os esportistas extremos/de ação/seja lá como se chama isso hoje me dia são a propaganda.
    E ainda bem, que funciona. a marca Red Bull, no final, acaba pondo grana em muita coisa legal e ajuda a manter umas doidices rolando.

  13. Lucas S.A. disse:

    Trinta anos fazendo essa previsão, já…

  14. Rodolfo Goes disse:

    O colega da RGT vai chamar a equipe de que forma ?AMRBR ????

  15. Arthur Luz disse:

    Flavio, é arriscado dizer que, no sentido que as coisas vão, a formula-e tende a ser o foco principal das equipes já que somente os motores são desenvolvidos?
    Falo isso porque acredito que as questões aerodinâmicas dentro das categorias e suas regras já tenham, digamos, saturado. Então não teriam “sentido” estudos aerodinâmicos para competição se o foco agora é aprimorar a tecnologia elétrica.

    • Na minha opinião o que mais trava a Formula E são as baterias. Ter que trocar de carro no meio da corrida é a coisa mais broxante do mundo. Tudo bem trocar o piloto como no WEC, mas trocar de carro?

      Isso é uma limitação tecnológica que o pessoa da Formula E está trabalhando para resolver. E isso vai passar pela aerodinâmica porque quanto menos arrasto esses carros gerarem, menos bateria consumirão. Embora nas esquinas que os F-E tem que virar, aerodinâmica conta pouco. É como andar com um superesportivo na cidade.

      • Arthur Luz disse:

        Exato, Fernando.

        Mas quando me refiro a aerodinâmica, digo que não é mais o foco das equipes, mas sim da categoria.
        As equipes desenvolvem os motores e a mecânica.

        Digamos que é como uma Indy.

        abraço!

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