Acabou mesmo

A

“O sol nasce para os justos”. Essa frase, segundo um internauta que me mandou um e-mail algumas semanas atrás, estava estampada no antigo site da Minardi. Bem, hoje tive a curiosidade de bater o olho e procurar. Mas a tentativa foi em vão. O site da Minardi já não existe mais. O endereço é redirecionado para o da Red Bull. Varreram a Minardi do mapa, inclusive do mapa virtual. Tentei Toro Rosso, também. Cai no mesmo lugar. Ciao, Minardi. Mas para não passar em branco, uma pequena homenagem: o carrinho de 1993 que fez um quarto lugar com o Christian Fittipaldi em Kyalami. Projeto de Aldo Costa e Gustav Brunner. Não era um carro risível, longe disso.

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17 Comentários

  • A Minardi era o patinho Feio da Formula 1. Mas nem por isso deixava de ser querida por todos no circo. Tanto é verdade que em 2003 todos no paddock vibraram quando a pequena equipe italiana fez primeiro e segundo lugar nos treinos livres, com Jos Vestappen e De la Rosa, em Magny Cours, na França. Detalhe: Caia um dilúvio na pista. Foi a última vez que a Minardi fez todos sorrirem. Mas retirar a história de uma pequena equipe que todos gostavam da net é uma %[email protected]$&@#falta de respeito para com os amantes da F1 em todo o mundo. Agora se alguem no futuro quiser fazer uma pesquisa sobre a extinta equipe de JeanCarlo Minardi terá que desembolsar uma boa grana para adquirir livros especializados que falem da querida equipe que teve um papel importante dentro da Formula1: O DE REVELAR TALENTOS. ALONSO PASSOU POR LÁ. SERÁ QUE ALGUÉM TERIA ESQUECIDO DISTO!!!

  • Flavio , posso estar enganado , mas me lmebro de 1 ou 2 opurtunidades a Minardi ter largado na 1º fila com o italiano Pierlugi Martini .Isto cocrreu de fato ? Ou será que foi sonho ??? Ja faz tanto tempo que não me recordo mais …. mas acho que devemos formar um movimento na Net : “VOLTA MINARDI!!!!!” .Não teremos mais por quem torcer !!!!!Ps: atualmente é bem melhor torcer para Minardi do que pro atuais pilotos Brasileiros !!!!

  • Andre
    Acredite ou não mas a uns tempos atras mandaram um link do site de um cara (colecionador) vendendo alguns carros dos anos 80 e 90, entre eles tinha a Benetton da primeira vitória na F1, por 200 mil e varios outros carros e a ultima Benetton guiada pelo Nelson, inclusive com moto Ford V8 refeito recentemente na Coswrth custava a bagatela de 250 mil
    E surpreendente, o cara tinha uma Arrows ’00 tambem inteira, que correu as primeiras etapas na temporada de 2000, esta custava quase 900 mil mas vinha com o starter pack e um set (full aero and mechanical spare parts) completo de peças reservas

  • Sesão nostalgia é tanta que daqui a pouco corridas de carros F1 antigos poderao fazer o maior sucesso. Quem não iria ver uma corrida com a Lotus preta, Ferrari do Gilles, Tyrrel de 6 rodas, Brabham parmalat, Minardi verde cheguei, ATS, Coopersucar amarela, Benetton das bandeirinhas, Ligier Gitanes e tantos outros?

  • O Aldo Costa é italiano, já trabalhou na Ferrari, Dallara entre outras. Sempre tive simpatia pela Minardi, desde Nannini e Martini… Mas não me esqueço da corrida de Portugal, em 89… Incrível, mas quando o Martini ia assumir a liderança, a transmissão foi interrompida para o horário eleitoral….

  • Turminha Ferrareira esta, não?
    Pois na minha cidade de nascimento, Venâncio Aires, o mais tradicional mecânico, o nome que é sinônimo de mecânica de automóveis chama-se justamente Aldo Costa.
    O Moacyr Scliar coleciona nomes que relacionam-se com destinos. Então o porta-voz da Ferrari tem o nome certo: Claudio Berro.
    Abraços
    Tuta

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Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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