Pra acabar o dia, um pequeno mimo

P

E por estar feliz com meus blogueiros, todos eles, inclusive os que me acham um tonto (têm sua dose de razão), um pequeno mimo.

Mandem fotos, mas fotos de verdade, do álbum da família, da casa do avô, de onde for. Não vale dar busca no Google. Fotos em que apareçam… adivinhem: Kombis!

A foto mais bacana será publicada aqui, se o blogueiro permitir, e quem a enviar vai ganhar uma camisa e um boné da Renault. Que tal?

Fotos para [email protected] Boa sorte a todos.

Sobre o Autor

20 Comentários

  • Olha, nunca tive kombi, mas já me envolvi muito com motor a ar, minha fuca, que saudade, troquei o motor três vezes, eu mesmo, sem saber nada de mecânica, primeiro 1.500, 1600 e 1600 dupla carburação, fácil fácil a manutenção, nunca me deixava na mão, era só andar com um arame, um alicate e uma garrafa d’agua pra esfriar a bobina, kkk. Uma vez me deixou quase na mão no meio do mato com três mulheres, quebrou o cabo do acelerador no pedal, o que fiz? Levantei o banco de trás e tirei o cabo que passa pela caixa até o pedal e acelerei na mão kkk…se for contar tudo fico até amanhã…se valer tenho as fotos…Abraço Gomes…

  • Flávio,

    Eu havia postado a música da Kombi, mas surgiu outro internauta e postou a música com a letra totalmente alterada.
    Assim, para que nenhum de nós ofenda o “Premeditando o breque”, fui buscar a letra correta da “Marcha da Kombi”, que é a seguinte (o ritmo é de frevo):

    Eu economizei, mizei.
    Comprei, comprei, comprei
    Uma kombi meia seis,
    De um japoneis.
    Ela é ensinada,
    Só falta asa.
    Corre a beça
    E vai sozinha pro ceasa.
    Ela é uma jóia.
    Que lataria!
    Passou de trinta
    Já começa a bateria.
    Eu economizei, mizei.
    Comprei, comprei, comprei
    Uma kombi meia seis,
    De um japoneis.
    Mas vou contar prá vocês
    Ela já me aborreceu
    É só ceasa, é só ceasa.
    Faz mais de um mês
    Que eu não volto para casa.
    Eu economizei, mizei.
    Comprei, comprei, comprei
    Uma kombi meia seis,
    De um japoneis.

  • Lembro de uma musiquinha que é tocada ao ritmo de rock que é assim :
    Comprei uma kombi 63 /
    comprei na mão de um japones /
    é um barato , é ensinada /
    não precisa fazer nada /
    todo dia acorda às 5 e vai sozinha pro CEASA …

  • Flavio,
    Sou seu grande fã e o leio praticamente todos os dias e assisto suas brilhantes participações na ESPN Brasil … mas …. sem ofensas … a Kombi é uma %[email protected]$&@#… hehehe … ao invés de trocar o motor dela deveriam parar de fabrica-la … ( não se ofenda ok ? ) hahahaha

  • Flávio,

    Meu pai tinha duas Kombis 1989, brancas, modelo furgão. O motorista da empresa ia me buscar na escola de Kombi, era muito legal! Esse mesmo motorista me deixava dirigir a Kombi no trajeto entre o escritório e o depósito da empresa do meu pai, pelos miolos do Brooklin. Eu viajei de Kombi, dormi na Kombi, e cheguei a sair a noite com uma namorada, de Kombi, porque o meu pai pegou meu carro emprestado e em troca me emprestou a danada! Veja só, o pãozinho de forma da Volks está vivo na memória de muitos de nós e é assim que nunca vai morrer. E mesmo com o motor 1.4 a água, continua fazendo parte do dia a dia do brasileiro. Talvez nenhum país no mundo tenha um caso de amor com um carro, como o Brasil com a Kombi. Vida longa ao pãozinho de forma!!!

  • Flávio, infelizmente eu não tenho foto, mas meu avô tinha uma kombi que tinha uma coisa parecida com uma chaminé na traseira, acho que era o cano de descarga que subia pela lateral ou traseira não lembro bem. Era um modelo do início dos 80 ou final dos 70 não sei ao certo, se vc tiver alguma foto de uma dessas podia colocar ai pra matar a saudade, e ele tinha uma vespa tb, e os vinte e tantos netos dele faziam fila para dar uma voltinha. Um abraço. João Henrique

  • senhor promotor,

    não tenho foto com Kombi, mas vale foto com Puma GT, Puma GTB, MP Lafer, Jeep Wyllis, Santa Matilde, Karmann-Ghia, Camaro 75, Mercury Cougar 67, Opalas [vários], Dodge Charger, Maverick, ou Galaxie 500 [3 ou 4], ou Landau [18, que eu lembre…]?

    se puder, tenho algumas, desses carros que meu pai teve…

    grato.

    p.s.: se não valer para essa promoção, sugiro que se promova nova promoção […], para que a memória dos bons carros feitos por aqui não se acabe, simplesmente…

  • Aprendi a lutar na Kombi,

    Flávio…tbém não tenho foto nem vou “roubar”, roubando uma do google…mas deixo aqui uma declaração de amor a kombi….

    1 – Foi na Kombi da escola que aprendi a lutar. Bati e apanhei….mas aprendi a lutar

    2 – Foi na kombi da escola que conheci o 1o. amor eterno da minha vida. O 2o. e o 3o. tabém…

    3 – Foi a kombi que me levou para a escola….e se hoje eu não falo “pobrema” e nem sou presidente do Brasil….a kombi tem sua parcela de responsabilidade.

    Abraço

    Guilherme

  • É seu Gomes, sou mais um que não tem foto de Kombi. Mas me lembro uma vez, numa dessas festas de aniversário de algum membro da família, todos reunidos. Meu tio Luiz, que era louco por carros (vivia comprando e vendendo Mercurys, Fords, Olds, Aeros, etc…) apareceu com uma reluzente Komby verde birilo e branca (lembra?), com o parabrisa duplo e com aparador de sol externo. Uma jóia. Na hora da foto minha tia falou: “Não Luiz, foto com carro de novo não…” E eu, por culpa da minha tia chata, não vou ganhar meu boné e minha camiseta. Mas não faz mal, pois sou um feliz proprietário de um Renault 19 1.8 RT 1994 lindo e inteiro (igual à Kombi do titio) e que um dia será, também, uma boa lembrança (espero)

    Abraços

  • Prá não dizer que não falei de kombis…

    Vai um link em japonês (prá tirar a dúvida sobre minha descendência nipônica) de uma loja aqui no Japão especializada em veículos volkswagen à ar! A japonesada aqui também curte e sai no tapa por uma raridade. Quem tem mais “bolso” leva. Tem anúncios de várias kombis, inclusive brasileiras, fuscas… e até uma “Brazilian Variant”, vejam vocês. Os preços começam em 30.000 reais! Sem falar nos sinistros “ASK”. Sei que não valia fotos da internet, mas infelizmente não tenho nenhuma foto de família com kombis. Sendo assim, tá aí o link prá quem se dispuser.

    http://www.oldcars.co.jp/vw/vw.html

    E foi muito bom saber que muita gente entendeu o espírito da coisa.

  • Flávio,

    Infelizmente não tenho nenhuma foto minha em Kombi. O máximo que eu poderia oferecer como registro fotográfico-histórico-automobilístico seria a foto da minha família, eu no colo, todos sentados no pára-choque traseiro de uma Rural-Willys verde e branca.
    Deixo aqui, no entanto, meu testemunho de quão participativa foi a Kombi na minha existência. Era o carro em que eu mais gostava de andar quando criança, porque pulava feito um cabrito, fazia um barulho dos infernos e era bastante divertida. Na rua de casa havia um playboy demente, irmão de um amigo, que nos levava para passear e conseguia a proeza de dar cavalos-de-pau com a Kombi, sem que ela capotasse. Eu adorava!
    Mas nem tudo são flores na minha jornada pessoal com esse veículo. Quando tinha 10 anos adorava subir no pára-choque traseiro da Kombi do padeiro, até o dia em que ele ameaçou jogar um saco de leite na minha cabeça. Eu, muito espertão, para não ficar ensopado de leite, me joguei da Kombi, mas não soltei a mão da alça da porta traseira. O resultado é que fui arrastado por uns longos metros e me levantei todo ralado pelo asfalto. Me dá calafrios só de lembrar.

    De qualquer forma, escoriações à parte, estou com você nesta cruzada e por isso vou comprar uma Kombi velha, reformá-la e usá-la como veículo de férias da minha família, até porque meus filhos irão se apaixonar pela “bateria” depois que ela passa dos 30, como bem definiu o “Premeditando o breque” na música sobre a Kombi do japonês:

    Eu economizei,
    Mizei!
    Comprei, comprei, comprei,
    uma Kombi meia três,
    de um japonês.
    Ela é uma brasa,
    ela é uma jóia,
    corre à beça,
    vai sozinha pro Ceasa.
    Que maravilha, de lataria,
    passou dos 30 já começa a bateria!

  • Ae Flavio, foto não tenho, mas na memória vem o slide da grande Divisão 3, Super Vê e tal. Quem já viu trocarem um motor de Divisão 3 em 25 minutos não duvida da história do Piquet em seu livro, ou de provas de arrancada pelo interior de São Paulo hoje em dia com fuscas atropelando M3 e Audi. Pô, a uns trocentos anos atrás, acabaram com o projeto de uma perua de tração dianteira com motor 2 tempos, os mesmos 2 tempos que nas pistas de motocross foram substituídos pelos 4 tempos com válvulas de titâneo. Custo operacional? Leis ambientais? Protocolo de Kioto? %[email protected]$&@#se a VW, quero mais é que não consigam resolver o problema de refrigeração como da Kombi diesel, e que o Ministério Público faça uma investigação de o porque a Kombi pega fogo. O negócio é comprar uma Kombi , montar uma delivery BOXER da DASPU e estacionar na Berrine. Me fala, e se o Francisco Rossi sai e ganha pra governador em Sampa e faz um piscinão no estádio da lusa? Infarta não. Feliz Natal e 2006 cheio de sucesso ao Grande Premio.

  • Caro Flávio
    Vou ter revirar as coisas de minha mãe, vou ficar maluco se não achar, mas tenho certeza que devo ter uma foto de uma Kombi saia e blusa café com leite e branca, vai sai preto na foto pois é foto p&B, fazendo acampamento em Ilha Bela, eu vou ser o menino de uns 8 anos, hoje tenho 43. Vai se a idade, ficam as lembranças, e principalmente as boas, como por exemplo, domir num beliche dentro da Kombi. Ahhhhhhh que saudade.
    []s

Por

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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