OLHO NELES

SÃO PAULO(do nada, surgem) – Felipe Nasr e Lucas Foresti fizeram mais uma dobradinha hoje em Oulton Park, na F-3 Inglesa. OK, a categoria não é mais aquele estrondo dos tempos de Piquet e Senna, quando era considerada a última etapa para qualquer piloto para se chegar à F-1. Hoje, depois dela, ainda é necessário o “estágio” nas GPs da vida, a GP2, a GP3 e por aí vai. Mas os resultados de Nasr e Foresti, especialmente o primeiro, são bem impressionantes.

Fruto do organizadíssimo automobilismo brasileiro? Claro que não. Como digo há anos, o Brasil não vai produzir ninguém para categorias de ponta por muito tempo. Quando — e se — aparecer alguém, é puro rabo, para usar o português bem claro. Como com Guga no tênis ou a menina Daiane na ginástica. Casualidade.

Em todo caso, fiquemos de olho. Como diz http://colunistas.ig.com.br/victormartins/2011/04/25/o-futuro-do-brasil/, é o futuro do Brasil nas pistas que pode estar nascendo aos nossos olhos.

Comentários

  • Pois é. Emerson, Nelson e Ayrton tambem não apareceram por causa de uma super escola de pilotos, mas tem de se lembrar que nestas épocas (do Nelson pra frente, é verdade) apareciam vários pilotos brasileiros infestando a Europa. E aí sim, os melhores se sobressaindo e chegando na F-1. Ter meia duzia na Europa não é garantia de 1) alguns deles chegarem na F1, e 2) os melhores chegarem na F1.
    André / Piloto no http://www.f1bc.com

  • Flávio…n podemos esquecer do NICOLAS COSTA q foi campeão da f-futuro…está correndo o europeu e o italiano de F-Abarth como piloto oficial da ferrari!!!E ele ainda corre com o capacete pintado na TMA design assim como você!!!!!
    absssss

  • Não diria casualidade, Flávio Gomes, eu diria esforço próprio , força de vontade de vencer naquilo que mais gosta. Não foi assim com nossos grandes pilotos’ Emerson, Piquet, Senna’; pois se realmente fômossemos esperar pelo apoio do organizadíssimo automobilismo brasileiro nós não ganharíamos nem do Iraque nas pistas do mundo.
    E tenho dito.

    • de acordo. Foi fruto de anos de trabalho e investimento familiar… nada de casualidade. O Nars está muito bem acessorado, sempre andando em equipes de ponta por onde passa. Casualidade é um piloto intermediário ganhar um GP… um carro inesperado ganhar uma corrida na chuva torrencial, etc. Mas casualidade não é. Até porque esportistas de ponta no Brasil, África, America Latina como um todo… além de superar as inúmeras dificuldades do próprios esporte, têem que superar a falta de apoio do seu pais. São esses esportistas raçudos que salvam grande parte do esporte brasileiro.