BUS STOP

B

SÃO PAULO (luxuoso) – O Aluizio Proença de Lemos manda a boa notícia do dia: foi restaurado um MB O362 que era da frota de ônibus Executivo da CMTC na década de 80. O trabalho foi liderado pelo incansável Edmilson Lima, da SPTrans. Corrigindo o que eu tinha escrito aqui antes, o Edmilson não cuida propriamente do acervo do Museu Gaetano Ferola de Transportes Públicos, onde está o Executivo; o museu tem uma equipe para isso. Mas ele, funcionário da SPTrans, arregaça as mangas e, por conta própria, vai dando um jeito de restaurar vários ônibus para aumentar esse acervo e preservar a história da CMTC e dos transportes públicos de SP.

Os números da restauração, rápida e objetiva, como deve ser:

4 meses de trabalho
37 dias de pesquisa de cores
49 dias de levantamento da planta original
1 dia para a filha do Edmilson, Barbara, colorir a mão a planta antiga datada de 1979
1 dia para transformar em arquivo eletrônico a planta antiga
20 dias para conseguir parceiros para doar tintas e mão de obra especializada para restauração
18 dias para transporte e reforma

Vocês lembram do Executivo? Como era mais caro, eu nunca peguei… Nem lembro o que tinha de diferente por dentro. Ah, nas fotos abaixo, uma delas é de época — a da placa vermelha.

Sobre o Autor

42 Comentários

  • O único Executivo que tomei na vida foi no retorno do GP Brasil de 1980, na porta do autódromo, e me deixou no Vale do Anhangabaú.
    Muito boa viagem, confortável, ainda mais após um final de semana de GP…
    Por dentro não havia nada demais, além dos estofados mais confortáveis , originais desse Mercedão.
    No Rio o similar era um tal de “Frescão” , se não me engano…

  • Era o máximo atravessar o Jardins no meio do trânsito estressante recostado na poltrona individual bem confortável, ouvindo o programa Boca da Noite (sim! tinha rádio FM com falantes espalhados pelo bumba!) que nem precisava de um volume muito alto, pois o isolamento acústico do cofre do motor dava conta do recado.

    • Czar, esse “Boca da Noite” era de qual emissora? Tinham tantos programas românticos na época….
      Sweet Love na Bandeirantes FM.
      São Paulo By Night na Jovem Pan 2.
      Love Touch na Transamérica.
      Good Times na Globo FM.
      Momentos Manchete na Manchete FM 91,3.
      Toque de Classe na Eldorado FM 92,9.
      Love Songs na Cidade FM.
      Depois (no meio de 1990) veio o “Emoções 98” na Metropolitana 98 (ela era chamada assim pra diferenciar da Metropolitana de Mogi, que era 92,1).
      O da Jovem Pan acabou acho que em 91.

  • Não sei se você tá sabendo, mas a Capriolli aqui de CAmpinas foi vendida… desde os tempos da jardineira ouvia-se falar da Capriolli. Bom, terá um fim “menas” pior que o da Transbrasil (ops, Transfaliu)….

  • Flavio,
    Esses executivos tinham som ambiente, cortinas, não carregava ninguém em pé e parava onde você queria, que nem os Lotações de Porto Alegre fazem hoje. Custavam 3 vezes a tarifa normal e lembro de duas linhas: 6656 Cid. Dutra x Correio e a Itaim Paulista x Pça. da Sé, mas tinha mais uma ou duas. Em 89 eles eram amarelos e vira-e-mexe carregavam gente em pé. Aí acabou.

    Eu achava que só Executivo podia andar no Executivo, hehehehe. Andei nele uma vez, já na era do amarelão, primeira vez que ultrapassei o Largo 13 na vida.

  • Gostava muito de ir até o Sesc Interlagos no domingo, junto com meus colegas da Serasa, office-boys como eu, 78/79/80 acho com mais ou menos 15 anos, me sentia importante, um executivo mesmo.

  • Nasci e cresci no Jabaquara e moro até hoje, próximo da garagem da CMTC (ainda é referência no bairro como Antiga Garagem da CMTC) e sou mais da época dos ônibis vermelho com a a escrita CMTC em amarelo, a rua que eu moro é passagem de ônibus e eles sempre subiam a rua numa calma e sempre admirava eles subindo…vi alguns desses asntes do vermelhos, mas era muito pequeno. Lembro uma vez que um desses ônibus bubindo pelo lado direito da rua (estava com problemas e bem devagar) meu pai saiu da garagem dele voando com sua marajó (o primeiro modelo com grade partida) entrou embixo na lateral do ônibus rsrsrs não me expliquem como foi, era muito pequeno, só lembro de terem que chamar o guincho da cmtc pra puxar o busão !

    http://www.rrautoparts.com.br

  • Prezado Flávio Gomes,

    O papel de manter e resgastar parte da história do transporte público, devendo-se ao trabalho e talendo de pessoas preservam parte da memória, conservando e recuperando peças, veículos.
    Divulgar esse trabalho é fundamental, para mostrar que já tivemos transporte de qualidade nesta cidade de S.Paulo-SP, aonde os governantes não sabem equacionar o problema, de transito, poluição, e qualidade de vida.
    Fica o registro que, havia sim transporte diferenciado, mais também havia transporte para a população ir ao trabalho, para o colégio ,faculdade e lazer.
    mais uma vez parabéns

  • FG, eu era moleque e ia para escola em um desses. Lembro que no primeiro assento do lado direito tinha um apoio para os pés mais elevado. Sem contar no enorme volante e a alavanca cambio curvada.

  • PARABENS……………………………….. EDMILSON DA SPTRANS……PELA IMPORTANCIA QUE VOCE DA A RESTAUTAÇÃO DE PATRIMONIOS QUE FIZERAM PARTE DE NOSSAS VIDAS , E PARABENS A BARBARA SUA FILHA PELA PARTICIPAÇÃO NESSA BRILHANTE IDEIA

  • Caraca, isso sim que é trabalho de restauração! Ainda que – uma breve “cornetadinha” – pudessem ter tentado reproduzir a fonte usada pela CMTC na palavra Executivo na frente do ônibus (um bom copiador faria bem o serviço a partir de fotos), isso não invalida de forma alguma o restauro de um ônibus que mantém vivas tantas lembranças boas da infância nos míticos anos 1980.

    Não só o O-362 como o Executivo da CMTC são parte integrante da minha lista de ônibus que tanto amamos. Quando criança, ficava louco para andar no Executivo, mas era muito mais caro e meus pais nunca pegavam ele, ainda que o que fazia a linha pro Itaim Paulista (me fugiu da memória agora se era a 3459 ou a 3462) servisse para ir na casa de uma tia minha que morava no Jardim Popular, já lá perto do final da Amador Bueno da Veiga, perto da famosa padaria Água Viva e de um local sagrado para a gente que gosta de ônibus, que é a garagem da Santa Rita, na Jaime Torres.

    Bons tempos, bons tempos… depois de algum tempo, esses Monoblocos MB O-362 foram reencarroçados como Thamco Águia e pintados num amarelo gema de ovo (tem uma foto aqui: http://www.skyscrapercity.com/showpost.php?p=52641233&postcount=59)… quando começou a privatização das garagens da CMTC, os Executivos sumiram de vez e surgiram os ônibus do Transporte Especial, que eram uns rodoviários verdes com “saia” cinza (tinha uma linha São Mateus-Praça da Sé que passava no meu bairro e eu usava muito para ir infinitamente mais rápido pra Mooca, onde estudava na ETE Camargo Aranha). Até que duraram muito, mas depois do negócio dos consórcios, sumiram de vez esses ônibus diferenciados no sistema.

    E tá de parabéns o Edmilson pelo esforço e a SPTrans pela retaguarda para restaurar e conservar ícones do transporte coletivo de São Paulo. É pena que muita coisa se perdeu pelo descaso, mas o que for possível restaurar, vale muito a pena. A gente que gosta de ônibus agradece!

  • Que coincidência!! Estive lá neste último sábado. Já está lá o bonitão, bem no meio do saguão. Vale a visita. O museu é muito bem tratado, com várias relíquias. Merecia mais espaço para caberem outros veículos que, certamente, estão em algum canto por aí. Só lamento o fato de que os veículos não andam, estão em calços. Seria muito legal poder andar neles novamente.

  • Caro Flavio, bom dia..
    Esse projeto da CMTC foi o primeiro projeto que eu fiz para a MBB no ano de 1977 ou 78
    E acredite eu não tinha foto dele..muito legal..
    Foi feito em cima de uma planta da MBB em guache..(acredita) depois passei para o Aerógrafo
    e hoje tudo pelo Corel Draw que já fica vetorizado para as empresas de carrocerias de ônibus.
    Hoje já se passaram 34 anos..
    Veja em meu Blog pois meu site está em manutenção.
    http://www.gandolfonews.blogspot.com/
    Abraços
    Gandolfo
    [email protected]

  • Olá, Flávio – fiquei honrado com a publicação das fotos, honestamente adorei!! gostaria apenas de uma ressalva… existe uma equipe que cuida do acervo do Museu dos Transportes Públicos e eu realizo os trabalhos por iniciativa própria – gostaria de informar a todos que ainda existem14 modelos de ônibus a restaurar, guardados em local preservado.

    Edmilson
    SPTrans

  • Ola amigos,
    O termino da restauração deste ônibus foi em 21/03/2009, quem tocou todo o trabalho desde o começo foi o Edmilson que na verdade não faz parte do Museu e sim da área de Engenharia da SPTrans . . .
    Claro que como uma empresa pública, fica dificil de se fazer este tipo de trabalho, então pessoas como o Edmilson arregaçam as mangas literalmente e fazem como podem o trabalho.
    Abs

  • Eles faziam, antes da privatização da CMTC, o papel do que hoje chamamos de ” fretados” , onibus diferenciados e com rotas mais rápidas/alternativas. Me lembro que não se viajava em pé nesses onibus.

  • Me lembro muito bem de quando eu usava este ônibus, quando ia da Freguesia do Ó para a Praça Ramos, com minha avó, que já não pagava a passagem, para ir até o Mappin… O ponto final era ao lado do Teatro Municipal. A passagem era 3 vezes o valor da passagem comum – eles aceitavam 3 passes, não precisava ser em dinheiro… Não tinha gente em pé, os bancos eram individuais, tinham as cortinas…
    Não dava pra usar sempre – 3 vezes o valor é um absurdo em qualquer tempo econômico – mas, principalmente para voltar para casa, na hora do rush, era muito bom.
    Lembro, também, que quando o Jânio entrou na prefeitura e os CMTC foram pintados de vermelho, os executivos foram atualizados – ficaram quadradões – e viraram amarelos…
    Ótimos tempos, que me fazem lembrar de como era bom ser criança e poder passear com minha avó pelo centrão…

  • Tinham um detalhe fundamental. Motor traseiro. O calor e barulho gerado pela maquina ficavam longe do motorista diminuindo o estresse. Nos países desenvolvidos não conheço onibus com motor dianteiro como os nossos (adaptação de chassis de caminhão). Parece que existe até regulamentação sobre isso mas como tudo nesse Brasil não é cumprida ou é opcional…

  • Acho que uma das maiores frustrações da minha infância foi nunca ter andando num executivo. Era coisa de “Playboy” na época. Aliás, na época, ir trabalhar de executivo tinha mais status do que ir trabalhar de carro!

  • Esse executivo era muito legal, lembro que fui com a minhã mãe ao aeroporto de Congonhas(na epoca não existia Cumbica), se não me engano saindo do Tiete, para se despedir de uns pararentes que iriam viajar. Mas o legal também desses O362 eram os que faziam a linha 701U Butantan-USP Jaçanã. Em meu primeiro emprego costuma pegar ele na Consolação para ir para casa na ZN, lembro que os motoristas desciam aquela Consolação lotado com o pé em embaixo e depois só no freio motor para para o bicho. Os motoristas da CMTC eram diferenciados naquela epoca.

  • Nossa !! legal , eu andava sempre nos dias de pagamento .rs.rs.rs.. pegava em são miguel e ia até a praça do correio …rs rs rs e depois ia andando até a mathias aires , trabalhava na serasa na época …

  • Os executivos tinham poltronas individuais e reclináveis, som ambiente, porta-pacote no teto, a passagem só era cobrada após o passageiro se assentar ao banco pois ele não transportava passageiros em pé (isso quando quando começou o serviço, depois esculachou). Os executivos também não eram obrigados a parar em pontos determinados para a subida e descida dos passageiros. Era escolher o local e o motorista te deixava ali mesmo. Eram muito “chiques”. (Estou tentando rebuscar na memória mas me parece que quando foram lançados eles tinham calotas cromadas.)

  • “… Andei muito nesses ônibus, ia de São Miguel Paulista até a Praça do Correio depois pegava um ônibus normal até a Av. Paulista para entrar no Objetivo as 07:00 da matina !!! A tarifa era 3 vezes o preço normal , hoje seria R$ 9,00, os bancos eram individuas e não podia vijar de pé !!!…”

  • Em Recife os executivos eram oficialmente conhecidos como “opcional” e popularmente como “frescão”, devido ao A/C.

    Foram substituídos posteriormente por micro-ônibus que tempos depois tiveram as cortinas removidas por questões de segurança: os meliantes as fechavam e faziam o rapa.

    • Em Recife tem ainda o opcional, sai do Aeroporto e vai pro Centro, passando pelo Shopping Recife. Custava R$ 2,10 no momento que a tarifa de Recife era R$ 1,85 (set/2009). Eu só andava nele quando ia pra Recife.

  • Eu lembro bem. Tinha um ponto na Praça do Patriarca. Atravessava o Viaduto do Chá e um dia eu peguei para fazer uma entrevista de emprego no Centro Empresarial. Viagem longuíssima, passava no Estádio de Morumbi, entrava no condomínio Portal do Morumbi (um dos mais chiques dos anos 80), demorava pra caramba. Acho que ia pela Augusta. Era 5 x a passagem normal. Tinha música ambiente. Graças a Deus não passei na antrevista pois o salário não compensaria ir da Freguesia do Ó até Campo Limpo. Velhos tempos. Só não lembro o nome da linha.

    • Plácido,
      Vi no Guia Mapograf, o caminho deste era pela Av. São Luíz, Rua Augusta, Cidade Jardim, Palácio dos Bandeirantes, Estádio do Morumbi, aí passava pelo Panamby e Portal do Morumbi, Av. Giovanni Gronchi, aí lá perto de onde é o Terminal João Dias hoje ele virava pro Centro Empresarial, onde era o ponto final. Dessa linha eu realmente não lembrava e recorri aos guias antigos que coleciono. Lembro mesmo é da Cidade Dutra x Pça. do Correio (6656) e da Itaim Paulista x Praça da Sé.

      • Olá William, estou desenvolvendo um site sobre a CMTC e tenho procurado alguma maneira de obter a relação das linhas e a única opção que vi por enquanto é recorrer ao Guia Mapograf nos últimos anos que a CMTC operou. Se houver como você me ajudar, escaneando as páginas que contém a relação de linhas, ou se tiver uma idéia melhor de como eu obter essas linhas, será de grande ajuda. Um grande abraço!

  • Os monoblocos Mercedes Benz!

    Na minha infância andei DEMAIS neles! Mais no 364, mas eu sempre gostei mesmo do o362. Na adolescência o colégio que eu estudava tinha um O-362 ano 78, rodoviário, com turbo, eu adorava andar nele, lembro detalhadamente do interior, dos bancos, da Carolina, minha paixão da época (eu tinha 13 pra 14 anos). Lembro dos seus 36 bancos, cor marrom avermelhado, das luzes do teto, dos bagageiros que sacodiam nas ruas de asfalto ruim, dos barulhos que a luva do cardã fazia nas trocas de marcha (até ela quebrar um dia), das janelas contornadas em preto, do painel de metal com aquele volante marfim enorme.
    Na época eu já dirigia, aqui em casa tinha um Diplomata 87 azul buzios (qu e eu ainda nao desisti de encontrar) e meu maior sonho, depois de dar uns beijos na Carolina, era dirigir o busão!
    Ele era azul escuro da “cintura” pra baixo e branco pra cima. Uma das coisas que eu gostava muito de ficar fazendo (enquanto não passava na casa da Carolina e pegava ela, ali no Setor Aeroporto), era ficar curtiindo o barulho do motor, ora com a cabeça lá fora, ouvindo o ronco estridente do seu 6 colindros e o assovio fino da turbina, que saía pelo escapamento, ora por dentro, ouvindo a combustão de cada um dos seus seis cilindros (sim, eu sabia que eram seis, comecei a ler nas motor3 e quatro rodas dos anos 80, conhecia muito mais do que muito marmanjo mesmo aos 14 anos), principalmente na marcha lenta.

    Pqp, eu tenho que ter um dia dinheiro e espaço pra ter um troço desses! E igual o azuláo do “seu” Deusdeci (sim, era o nome do motora, dono do ônibus), turbinado, com porta a manivela e folga na luva do cardã!

  • Impressionante como anos atrás éramos mais desenvolvidos em questão de transporte coletivo. Enquanto davamos opção ao usuário, e tentava conquistar um cliente que usa o transporte individual, (mesmo que pagando mais caro, mas oferecendo um conforto maior), hoje em dia, este serviço não existe, e as iniciativas da população em ter um transporte coletivo decente como os fretados, foram estupidamente proibidos pela prefeitura.
    Temos muito que aprender com o passado.

  • Nesse executivo eu não andei,mas o de linha normal andava direto!!gostava de ir sentado em cima do motor traseiro!!!Uma vez eu sentei e so fui perceber que tinham passado oleo na tampa do motor quando cheguei em casa ehehehhe.MInha frustaçao e de não ter andado no no onibus do janio….

  • opa flavio beleza quanto ao ônibus muito bonito de se ver retrata bem a época que eu me lembre placa vermelha era ônibus escolar nas décadas de 1980 e 1990 tinha uma pessoa aqui em piracicaba que tinha um ônibus escolar e era placa vermelha
    um abraço

  • Bacana, Flavio! Tínhamos ônibus executivos aqui em Brasília na década de 80. Tarifa mais salgada, claro. Tinham bancos forrados, com encostos altos, tal como os modelos interestaduais, cortinas nas janelas, piso emborrachado. E o chassi era exatamente esse aí. A cor, salvo engano, era predominantemente branca, com faixas avermelhadas.

  • eu me lembro muito bem…..naquela epoca mais precisamente no comecinho dos anos 80,as linhas de onibus eram absurdamente cheias de passageiros e eu morava e ainda moro ate hoje no bairro do itaim paulista(sp) e muitas vezes quando precisavamos ir ate o parque dom pedro,minha mae optava pelo executivo…eram onibus com poltronas unicas e se nao me falha a memoria tbem tinha som ambiente era so isto,,,,,rs,e a passagem me parece ….era coisa de uns 30% mais cara que a tarifa comum….se estiver enganado que os amigos blogueiros me corrijam…

Por

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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