FRASE DO DIA

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

30 Comentários

  • Muita gente falando que por milímetros e coisa e tal.
    Vamos ser mais exatos:
    -Se a roda traseira que se soltou tivesse passado 40cm mais para dentro: Alonso ia ficar parecido com o Massa dois anos atras, ou pior, com o Senna…
    -Se o carro do Grosjean estivesse 40 cm mais para dentro, a cabeça do Alonso teria sido rasgada pelos braços da suspensão traseira. Caixão certo.
    – Se o carro do Grosjean estivesse 80cm mais para dentro: Caixão certo.

    Ou seja, o Alonso realmente nasceu de novo neste episódio. Até entendo como ele deve estar se sentindo.

  • O alonso gritou na hora. Levou um puta susto mesmo.

    Eu teria gritado ainda mais alto e levaria o dobro do tempo para sair do carro depois de uma destas.

    Não é toda hora que você vê a morte passar a milímetros de seu nariz.

    Não gosto do Alonso, mas não é esse o destino que gostaria que ele tivesse em sua profissão. O de ser morto pela estupidez e falta de jeito de um companheiro de trabalho.

    O Grosjean tem talento, mas ainda está verde demais para a F1.

  • Foi por muito pouco!
    Assustador!
    Alonso deve estar mesmo muito feliz! Está vivo!

    Mas, ontem, vi uma imagem do acidente vista de cima, só passou uma vez, deu a impressão do Grosjean ter sido prensado no muro, acho que pelo próprio Alonso, antes de sair decolando …. A conferir.
    Se for realmente isso, não tem total culpa pela “lambança” toda!

  • É triste uma categoria que é a top do automobilismo mundial ter em seu quadro pilotos de capacidade abaixo da média. É a necessidade do dinheiro. Se talento não paga as contas, recorre-se aos pangarés endinheirados. Não sei se é o caso do Grosseijan e Lotus, mas as “pobrinhas” geralmente alugam seus carros para temporada. Pagou correu. É o caso do Bruno “Batista” Senna.

    • Acho que o Boullier estava é com uma puta dor de cabeça. Perder um carro assim é dose.
      Deve ter sobrado muita bronca para o Grosjean depois.
      Hoje ele deve estar ainda com mais cabelos brancos tendo que decidir quem vai pilotar o carro em Monza.
      Apesar de ser um circuito aparentemente fácil, é muito veloz e já matou muita gente. Botar um novato num carro de ponta da F1 num circuito como esse é muita responsabilidade.

  • Para mim esta manobra atabalhoada do Grossão um absurdo.. acabou com uma incrível sequencia do Alonso.. uma sequencia obtida com muito suor, talento e trabalho, Alonso no inicio da temporada com uma ferrari meia boca, e agora melhorzinha.. estava pontuando e vencendo provas como ninguém, até esta besta do grosjean fazer aquele salseiro que o tirou da competição.. e sorte que não sofreu nenhuma lesão ou algo mais grave.. o Hamilton que segundo as imagens estava na balada dele, meio que na defensiva.. e ambos os campeões viraram coadjuvantes.. meros passageiros de seus bólidos, fruto de um piloto que por se achar top ten, insiste em andar mais que o carro já faz algum tempo.. sorte do Vettel “o Ex Mr records ” que diminuiu significativamente a diferença que mestre Alonso mantinha.. e que na minha opnião pessoal vai manter e se sagrar campeão no fim da temporada.. mesmo que paspalhos como Grosjean insistam de vez em quando mudar esta escrita.

    Quanto ao Massa.. reafirmo.. está apenas cumprindo o aviso prévio, para pegar o 13o Salário.. simples assim.. porque com aquela ferrari Segundinha..e com sua animação e arrojo atuais… dá sono mesmo..

    Senninha.. foi bem.. foi rápido.. ele vai evoluindo em doses homeopáticas, particioando de bons pegas durante a prova, em especial com o Vettel.. Uma pena que a estratégia de seu engenheiro realmente foi uma lástima. poderia ter alçado uma melhor posição no fim da competição..

    Button..quando tem um carro bem acertadinho pelo se engenheiro, realmente é imbatível.. pena que bólidos acertadinhos não sejam mais uma hegemonia na F1, por isso que Mr Alonso reina só na testa de la cource. este sim pilota qualquer cadeira elétrica.. e tira sempre o maximo rendimento de qualquer equipamento.. cabra bom taí..

    Raikonen.. sempre percentual.. está na balada mesmo que o carro ainda esteja um degrau abaixo dos ponteiros.. mas como gosta de comer pelas beiradas.. em breve vai ganhar um GP.

    Schumacher.. Ué O Octa correu em Spá?? ele correu mesmo?? Nossa..nem percebi.. Se ele tivesse um carro de ponta como teve durante anos, segundos pilotos pífios ou manipuláveis, e adversários meia boca.. talvez pudesse ainda amealhar mais algumas vitórias para sua extensa sala de troféus.. Mas como hoje o mar não está mais para peixe, como não existem mais equipes hegemônicas, e como o grid possui atualmente ótimos pilotos lá na frente, melhor seria ele aposentar de vez seu capacete. E passar para o balcão dos estrategistas da mercedes.. como consultor etc.. e nos fins de semana ir jogar golf com o Mansell.. Pois para ele o fim da linha já passou ha algum tempo..

    Opiniões pessoais apenas

  • Até quando vamos ter cockpit aberto? Até acontecer um acidente estarrecedor, com cabeça de piloto sendo decapitada ao vivo???? E esta pergunta vale para todas as categorias, das inciantes até a F1. Quantos pilotos poderiam estar vivos ou em atividade, ou não teriam suas carreiras prejudicadas, se o cockpit fosse fechado??? Senna, M. Campos, da Mata, Barbaza, G. Rodrigues, Massa, e provavelmente G. Moore e D. Wheldon, para ficar só nos mais conhecidos que estou me lembrando agora.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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