CARRO DA FIRMA

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

5 Comentários

  • Como advogado de um escritório contratado pela Bela Vista, trabalhei defendendo por alguns anos a empresa. Ela passou por momentos financeiros bem ruins, mas conseguiu se reerguer, principalmente por conta dos irmãos que a dirigem, em especial pelo Sr. Cid, pessoa que sempre me despertou muita admiração.
    O melhor de quando fazia reuniões por lá era justamente escutar as histórias da empresa!!
    Agora, só tinha uma coisa ruim. Quando era produzido chiclete, o cheiro adocicado que no começo era gostoso, depois de algumas horas ficava insuportável!! rsrsr

  • Olá Flávio e amigos, boas lembranças destes carros e de outros que circulavam pelo Pari/Canindé, bairro este que concentrava fábricas e atacadistas de biscoitos, doces e afins.
    Além da Bela Vista, tinham os da Confiança que virou Tostines, os da Neuza, Irmãos Ferro e por aí vai…..
    Vale lembrar que em um post sobre um carro pintado com as cores da Lufthansa aqui no Brasil a foto remetia ao lugar aonde eram pintados estes carros no Pari, na esquina das ruas Rodovalho da Fonseca com Emídio Piedade na fábrica do seu Pilon (não sei se é esta a grafia correta).
    Quando criança (faz tempo isso), eu ficava fascinado pelos caminhões e caminhonetes que lá ficavam para serem colocados os baús e serem feita as pinturas.
    Abraços.

  • Aqui no Rio, havia a Distribuidora de doces “NEUZA”, que também usava os furgões da Chevrolet – como o da foto – e, no início dos anos 60 passou a usar os da Ford F100. Eram pretos e ostentavam uma grafia semelhante. Infelizmente não tenho fotos desses veículos.

  • Estudei na Escola Técnica Federal de São Paulo, na Rua Pedro Vicente, bem em frente a fábrica da Bela Vista.
    Durante quatro anos estudei sentindo o cheiro dos biscoitos sendo assados. É uma marca registrada daquela região.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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