LADALAND

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

66 Comentários

  • trabalhei no mappin abc durante 4 anos fiz muitos amigos no qual tenho saudades até hoje se alguem desta epoca lembrar de mim trabalhei em alguns setores louças e porcelanas vidros e cristais era auxiliar de loja depois virei vendedor a dona Darci q me promoveu ,,,,gostaria muito de ter contatos com pessoas desta época gostaria de colocar meu imaill para futuros contatos [email protected]

  • trabalhei no mappin abc durante 4 anos fiz muitos amigos no qual tenho saudades até hoje se alguem desta epoca lembrar de mim trabalhei em alguns setores louças e porcelanas vidros e cristais era auxiliar de loja depois virei vendedor a dona Darci q me promoveu ,,,,gostaria muito de ter contatos com pessoas desta época

  • Lembro bem que, antes da 1ª reforma, na verdade era só o Mappin com algumas lojinhas no térreo, a maioria de fast food. Tinha também uma pizzaria muito boa, no fundo, cujo nome não lembro mais, mas que meu pai levava todo sábado pra almoçar. Tinha meus 11, 12 anos.
    Inclusive passeávamos pelos pisos do Mappin, divididos em departamentos, sendo o último o que mais me agradava – o de esportes. Tinha um pequeno espaço aberto (sem teto mesmo) onde ficavam caiaques, barcos, aparelhos de musculação, pranchas… Era um espaço pequeno, pois o restante do andar era estacionamento, mas adorava, era o fim do passeio.
    Eram tempos de inflação maluca, então eu ficava olhando (e sonhando ter) os produtos caros e ficava abismado com a mudança de preços de um mês para outro, às vezes de uma semana para outra.
    Tempos depois, houve a ampliação e de fato foi construido um shopping, pequeno até em comparação ao Mapping em si, mas com lojas independentes. Como foi bem lembrado em cima, foi nessa época que surgiu o boato do “vazamento” de água do subsolo, e que havia o risco do solo ceder e a construção ser interditada.

    Morava em SBC, mas não tinha vergonha nenhuma em dizer que era em Sto André o melhor lugar pra “passear num shopping”. Até porque os shoppings de SBC eram uma tragédia, na época.

    Saí de lá pouco tempo depois da falência, então nem faço idéia de como está hoje. Mesmo tendo visitado várias vezes a cidade nesse período. Mas com essa (re)lembrança, farei questão de visitá-lo na próxima ida à São Paulo.

    • Foi no Marfim ABC lá pela época entre 1988 e 1989 me apaixonei loucamente por um vendedor chamado Renato. Fui casada a 20 anos e nunca o esqueci. Hoje sou viúva e sonho encontrar este homem. Não sei onde ele vive , nem com quem, só sei que nunca o esqueci. Só me lembro que era um corinthiano fanático era da gaviões do ABC. Se alguém souber de alguma noticia eu ficarei eternamente grata .meu email. [email protected]. bjs

  • O Mappin era dono do prédio que abrigava um Shopping, do qual era a loja âncora. A loja do Mappin tinha três pisos e era interligada internamente por escadas rolantes exclusivas. Santo André, tinha também uma loja da Mesbla e ambas faliram nas mãos do famigerado Ricardo Mansur, que hoje, até onde se sabe, mora na Inglaterra e cria cavalos de raça. O seu filho é um Playboy aparece em colunas sociais (coisa antiga, talvez de jeca) por aqui. Nos últimos dias das duas lojas, Mappin e Mesbla aqui em Santo André os funcionários, que não recebiam salários há tempos, vendiam as mercadorias das prateleiras e justamente, na minha opinião, ficavam com o dinheiro. Era uma coisa meio surreal. Na verdade, de todas as lojas Mappin, talvez a de Santo André fosse a única própria, as demais parece que eram locadas. Nesse período de “liquidação” comprei no Mappin um toca fitas Sony que possuo até hoje e na Mesbla comprei um relógio Technos que também tenho. Até hoje os funcionários das duas lojas falidas não receberam seus direitos, mas os Mansur continuam a viver como príncipes. A loja do Mappin hoje é o Shopping ABC, já passou por algumas reformas e ampliações, sendo que a última delas teve projeto do arquiteto Ruy Othake.
    Abaixo um link com uma foto da Mesbla daqui.
    http://www.abcdpedia.com.br/wiki/images/3/3f/Mesblasa1.jpg

  • O Museu foi econômico na divulgação das fotos, senão ninguém vai na exposição, mas deve ser interessante ter uma visão mais humanizada da URSS. http://www.museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/exposicoes/uniao_sovietica
    Nesse link algumas imagens: já viu soviéticos indo para a praia? Já viu pequenas soviéticas na aula de balé? Já viu infantes soviéticos asiáticos?
    http://www.blahcultural.com/uniao-sovietica-e-tema-de-exposicao-fotografica-no-mon/

  • Já disseram tudo ai.
    o Mappin do ABC

    O meu relato é saudosista porque eu e meus amigos íamos lá só para ver os ladas, os primeiros importados depois da abertura do mercado. Carros Russos!! Carros fortes!! Era assim que tínhamos conceituado esses carros.
    Eu gostava do Niva e éramos adolescentes que íamos ao Mappin de Chevete ou de Brasilia dos pais. Para cada um dos amigos que não tinham ido ver os Lada, a gente ia de novo, todos juntos ou nos Chevetes, ou na Brasilia.
    Eu sonhava, olhando os preços, em um dia poder comprar meu primeiro carro.
    Aquilo era um novo mundo, uma nova possibilidade. Será que poderemos comprar um carro importado? Um jipinho? Que legal !!!
    Foi assim!!

  • Na verdade ao contrário do que falaram, não era um shopping com o Mappin de loja âncora: era um Mappin gigantesco, com seus departamentos ocupando os três písos do prédio, todos os produtos ficavam nos espaços ocupados atualmente pelos corredores e pelas lojas.

    Metade do piso térreo era sublocado para algumas poucas lojas e havia também três salas pequenas de cinema num mezanino e uma praça de alimentação onde os destaques eram o Mapburger (um clone do McDonald’s) e uma lanchonete chamada “Cachorrão”, se não estou enganado, que vendia cachorros-quentes de 30 cm onde você colocava os acompanhamentos.

    Quando o Mappin faliu, o local passou por uma ampla reforma e após algum tempo virou um shopping center de fato, o Shopping ABC. Mas, como já disseram, todo mundo com mais de trinta anos ainda continua dizendo que vai ao Mappin quando vai ao shopping!

    • Quando comecei a frequentar o “Mappin” em Santo André no início dos anos 90, ele já era assim: um shopping center com muitas lojas, sendo a maior delas a do próprio Mappin, que ocupava uma boa parte do mesmo, cujos departamentos se espalhavam por três pisos, sendo interligados internamente por escadas rolantes exclusivas.

  • Bem, sou andreense, mas o tempo já mostrou (há muito…) o quanto isso acabou ficando apenas na certidão de nascimento. Tenho mais de trinta anos (já estou quase dobrando…), mas não tive a oportunidade de conhecer o antigo Mappin e não conheço o que existe no local, nem mesmo consegui reconhecer onde fica.
    Porém, como curiosidade e para registrar que quem tem mais de cinquenta anos também tem memória, lembro-me de um outro marco de época importante para o comércio de Santo André: a inauguração do Jumbo, alguém aí se lembra disso? Ainda existe?

  • Em 1988, eu estava na sexta série e fui pela primeira vez no Mappin com os amigos, matar aula. Além da sensação de “medo” de encontrar minha mãe, lembro muito de três coisas deste dia: entrei em uma loja de som e vi pela primeira vez um CD player, comi um cheese burguer no Map Burguer (uma tentativa de McDonald’s, mas era bom!), e de ouvir no sistema de som do Mappin aquela música que chamam de “Melô do Papel” (papapa-peeellll). Bons tempos!

  • Lembro de quando moleque, morava ali perto, atrás do hospital brasil e ir ao Mappin, com a minha mãe, era enorme, tinha até uma sessão de caça e pesca, demais. N andar térreo era um “shopping”, com cinema. Em frente passa até hoje a linha de trolebus que liga santo andré ao extremo de são bernardo, com seus cabos elétricos. Bons tempos aqueles.

  • Desculpem-me os andreenses, mas o verdadeiro e único Mappin foi aquele em frente ao Teatro Municipal de São Paulo, que hoje virou essa “coisa” chamada Casas Bahia. Mappin só existiu um, assim como a Mesbla na 24 de maio, e a Sears na Praça Osvaldo Cruz, onde hoje está o Shopping Paulista. Depois das invasões bárbaras, pouco ou quase nada sobrou dessa melancólica metrópole. Quando gente sem raízes, sem passado, sem presente e sem futuro, desprovida de cultura, vai tomando conta da cidade, só vai restar mesmo tristeza e melancolia.

    • Invasões bárbaras ??? Que merda é essa ??? Para começo de conversa, quando fechou o Mappin era uma rede com lojas espalhadas inclusive por Campinas. Aliás, a loja Sears de Campinas, até onde eu saiba, existiu por uns 40 anos – desde a década de 50.

      Para a parte da população do ABC que nasceu a partir dos anos 80, “Mappin” era aquele da Pereira Barreto. Não são invasores bárbaros, só são outra geração; e fossem eles de outras cidades e estados, qual o problema ? E mais respeito com as Casas Bahia: nunca foi o luxo do Mappin, mas para o ABC (e principalmente São Caetano) ela faz parte da história.

      Quem acabou com a São Paulo do passado foram os próprios paulistanos quatrocentões, que rifam casarões na Paulista para construir predinhos com frente espelhada, derrubam o galpão da Vemag para fazer shopping… Não são os tais “invasores bárbaros”, que no máximo limpam a sujeira que os quatrocentões deixam no caminho.

    • Se for por essa linha de raciocínio, o verdadeiro Mappin ficava na Praça do Patriarca. Era lá que ele estava ANTES da Praça Ramos. Pra nós do ABC, esse era O Mappin. Pra alguns, o da Tabapuã era o melhor.

      • A você LMC e ao Fabio Augusto. Mappin em Campinas? Aonde?. Tínhamos a Mesbla e a Sears no centro (ia lá quase todo dia de tigrão ver as puchs e as suzukis da linha GT. Tinha as 185, 250, 380, 550 e 750 todas de 70 e poucos OKm. as DKWs eram lindas) , pois até 1980 campinas não tinha shopping. Talvez em 1981, quando inaugurou o iguatemi, mas não me lembro do Mappin lá. Caso eu esteja enganado, por favor me digam onde ficava.

  • Como dito anteriormente, virou o Shopping ABC, mas qualquer pessoa com mais de 30 anos, continua indo ao mappin

    Lembro, na época da inauguração, corria o boato de que o prédio havia cedido alguns centímetros e que, em pouco tempo, tudo iria abaixo.

  • O Mappin convivia com o Shopping, apesar de ter até escada rolante exclusiva.

    Me lembro quando pequeno de ir na época do natal, o Mappin sempre bem enfeitado, coisa que não se vê mais.

    Na foto aparece até o esqueleto do que se tornou o Hospital Mario Covas, impossível não citar por ser hoje uma referência, retirada do abandono após diversas trocas de governo somente em 2001, acreditem se quiser, no governo Alckmin!

  • O antigo Mappin ABC inicialmente era a loja âncora do shopping ABC. Era nosso programa de Sábado a noite, até porque era bem perto de casa.
    Tinha um ótimo cachorro quente, tinha o “Map Burger” (creio que era uma variação do McDonalds porque os lanches eram muito similares, se não eram iguais).
    Houve uma “segunda fase” onde o shopping foi ampliado e o Mappin continuou sendo a principal loja até vir à falência. Me lembro com tristeza no dia que precisei ir até a loja pra comprar um aparelo telefônico “de teclas”, e os funcionários estavam encaixotando todas as mercadorias da loja, sabe-se lá qual destino.
    Hoje se tornou o maior shopping do ABC, repleto de lojas, praça de alimentação, feira livre do automóvel no estacionamento aos domingos (ja tinha na época do Mappin).
    Mas uma coisa é certa. Até hoje quando temos que ir a este shopping, a gente fala “vamos no Mappin” !!!
    #Saudades #Mappin

  • No Shopping ABC, que alguns ainda chamam de Mappin (fechou em 1999).
    No estacionamento que havia no hoje chamado “Piso Loft”, funcionou a concessionária Lada, e posteriormente uma grande loja de pneus….

  • Fala Flávio. Essa loja do Mappin foi transformada no Shopping ABC. Na época do Mappin, alguns andares eram exclusivos dele e os demais eram utilizados por outras lojas. Nesse local aos domingos é feita a Feira Livre do Automóvel, muito frequentada desde a época do antigo Mappin.

  • É o atual Shopping ABC, na Avenida Pereira Barreto. Muitos (eu incluso) ainda o chamam de Mappin. Dizem que era a maior loja da rede, não sei se é verdade. Sempre foi um shopping, mas tinha lojas-âncora do Mappin em todos os andares.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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