Comentários

  • novas regras para 2018…

    motores: limite maximo 1000CV – qualquer tipo…
    pneus: multiplos fornecedores
    carro: se couber dentro de uma caixa com dimensões especificadas e iguais para todos e não ficar nada de fora está aprovado
    tecnologia: liberado, mas sem poder controlar do box e o piloto tem que se virar, tem que pilotar.

    • Alonso se mandou na hora certa, esse aí que você se referiu é o Vettel. Ou você acha que a Ferrari vai continuar torrando dinheiro na f1 sem receber a gratificação histórica? Vai ser interessante comparar os números do fake-jr e do Alonso na Ferrari, kkkk!

      • Acorda, Vicellez! Se cortarem a verba da Ferrari, cortarão também a da McLaren e por tabela, a da Williams. E a “rossa” tem como cobrir esse déficit.

        Os números de Vettel são, em todas as marcas, superiores aos do Alonso, com a vantagem que Vettel estreou na categoria em meados de 2007 (seis anos e meio depois de Alonso).
        E para terminar, só poderemos avaliar ambos na Ferrari, quando o alemãozinho partir para a Mercedes.

        #QuemRirPorÚltimoRiráParaSempre!

  • Todos falam da grana da F1 para a Ferrari, mas o que fatura a F1 com a Ferrari?
    Seria muito idiota dar esta grana sem nada em troca e tem mais, se as outras equipes discordassem sairiam da F1 ou na melhor da hipóteses, um boicote não participando.
    Se F1 virar uma F Americana, adeus.
    Basta ver a F Indy, que quase ninguém assiste no Brasil e no mundo, ou ela seria internacional com corrida em mais países..

    • Meu querido amigo, segundo. Roger “The Captain” Penske, a questão da Indycar se restringir apenas à America do Norte é simplesmente pelo fato dos patrocinadores das equipes preferirem assim.

  • Meu medo Flavio é que esses americanos façam da F1 uma categoria típica americana, com carros iguais.. o que acabaria com a Formula 1, esse é o medo deles entrarem. Aquela coisa do “Eu tenho meu carro, quero competir com o seu – frase do Enzo Ferrari” iria para o brejo…

    Esquece custos e qualquer outra coisa, a F1 é o topo, onde tudo se inova e revoluciona, onde a criatividade (que anda meio perdida) foi a chave para acontecimentos fantásticos. Acho enfim que se isso acontecer vai ser um campeonato qualquer para um Max Verstappen (pela saco) ganhar e ai para mim vai acabar aquela coisa legal de construtor-motor..

  • Essa briga vai ser boa viu, um jogo clássico de poquer. A Ferrari amea;cando sair e a Liberty dizendo que não se importa. A Ferrari precisa da F1 mais do que o contrário. Os americanos agora vão dar um banho de gestão na F1 e a tendência é melhorar bastante!

  • Acredito que cortar a bonificação da Ferrari é apenas uma bravata do Sr. Malone, uma vez que(baseado em observações) 85% dos fãs de F1 são fãs da Ferrari e, vide que o grande boom do interesse pela F1 na década passada ocorreu exatamente no período em que Schumacher ganhava tudo pela Ferrari. Dificilmentre são vistas bandeiras de outras Scuderias sedo agitadas nas arquibancadas (não lembro de ter visto alguma da Sauber….). Portanto não serias salutar à F1 simplesmente tratar a presença da Ferrari no grid como se fosse uma equipe qualquer. Lembrando que faço parte dos 15% que não são fãs da Rossa. Também é bom lembrar que durante a crise da FOCA em 2007/2008 , perante uma ameaça de debandada da Casa de Maranello , o responsável pelo GP de Monaco advertiu que só haveria a corrida perante a continuidade das atividades da Ferrari no certame.

    Quanto ao Bernie : Tchau e muito obrigado pelo que o Sr fez de bom pela F1, mas estragou tudo ao dizer que os fãs que o esporte precisava erasmsenhores abastardos que poderiam comprar um Rolex e abrir uma conta no banco UBS, não deixará saudades a ninguém.

  • Eu também já gostei.
    O Bernie teve sua importância, e grande, mas seu tempo já passou e ele não faz questão nenhuma de se atualizar, acho que já faz alguns anos que ele mais atrapalha que ajuda.
    Falaram em um comentário, se a FERRARI sair será que a F1 será a mesma?
    Eu penso que sim, o que se percebe é que com ou sem a FERARI e as escuderias tradicionais, a audiência continua caindo e isso tem motivo, falta de competitividade. É tanta proteção para as grandes, que o poço que existe com as demais equipes fica muito grande, aí não existe disputa, só procissão de carros.
    E é nisso que os americanos estão se pegando, eles são acotumados com a NASCAR, com a INDI, e toda as infinitas categorias que eles tem, que até onde eu saiba (posso estar muito enganado) não favorecem equipe nenhuma, ganha quem anda melhor e vira e mexe tem azarão ganhando.
    É disso que o povo gosta. Corrida boa tem público bom e grande audiência.
    O resumo da ópera é que o Bernie infelizmente se deixou ultrapassar e do meu ponto de vista pega o boné no fim do ano e vai cuidar das fazendas de café.
    É só o que eu penso.

      • Nossa, Gomes, sua postura é idêntica a de otoridades que ficam putinhas quando perguntadas a respeito de escândalos, acusações e processos e dizem que estão ali apenas para falar da inauguração da ponte ou feriado do dia das lavadeiras mancas. Como jornalista que, certamente, já enfrentou esse tipo de entrevistado que foge da raia, você deveria ter atitude diferente.

        Engraçado como os bolivarianos dos países vizinhos podem manobrar à vontade, lotear cortes supremas e cooptar legislaturas para conquistar mandatos intermináveis — que usam para, entre outras coisas, calar e reprimir violentamente a oposição — mas não podem ser chamados de ditadores, mas, quando o congresso brasileiro manobra pra retirar uma presidente por caminhos absolutamente dentro da Constituição, isso é golpe. Uma coisa correta que PT & cia disseram em tempos recentes foi o “não vai ter golpe”, porque não teve mesmo. Foi uma manobra, foi descarado, mas foi dentro da legalidade.

        Não houvesse a Dilma pedalado, cometendo prática condenada pela Constituição, não haveria como retirar-lhe do cargo. Agora, o que não dá é pra admitir que o governo federal executou operações de crédito com bancos públicos para cobrir despesas ordinárias e argumentar que sofrer impeachment por isso seja golpe. Qualquer argumento alegando que o errado foi feito pelo bem maior é aplicar o famoso fim justificando os meios, que, sabemos bem, é uma falácia máxima dos picaretas. Tivessem conduzido a economia sem delírios de grandeza, ingerência política em empresas públicas, projetos populistas e beneficiamento sistemático de amigos, não teria sido necessário lançar mão de práticas ilegais para esticar o cobertor curto. Igualmente, não fossem as mentiras deslavada durante a campanha de 2014, o governo não teria perdido apoio popular vertiginosamente e aberto uma brecha para ser defenestrado. Em última análise, a Dilma foi vítima do próprio veneno.

        Claro que você não será convencido por meus argumentos — mais inútil seria apenas tentar falar mal da Portuguesa ou de DKW (em relação aos quais, diga-se, nutro total simpatia). Porém, verdade inconteste, o debate respeitoso de ideias é saudável.

        Em tempo: sou plenamente a favor do fora Temer, mas não por ele ser golpista, porque não o é. Entendo que o governo não tem representatividade e está nas mãos de um ninho de cobras peçonhentas cujos interesses destoam dos da nação em muitos aspectos.

        De resto, como de hábito, sinta-se à vontade para censurar meu comentário e/ou responder com “foda-se”. O blog é seu e, se você não é adepto da livre expressão ou entende que aqueles que discordam de você devem ser silenciados, apenas posso sentir muito.

      • Temer é GOLPISTA sim. Acorda pra vida. Foi um golpe parlamentar. A Dilma deixou a PF e MPF entrar dentro do PT, prender tesoureiros, correligionários, filiados e associados. O Temer vai deixar acontecer o mesmo? Deixar investigar Sarney, Renan, Jucá, ele mesmo (vendo que ele é presidente do PMDB por mais de 15 anos). Vai sim, com certeza!! O golpe foi pra não deixarem investigar o PMDB que é governo desde 1985. Esse é o câncer a ser extirpado. PT, PT foi um batedor de carteira perto do PMDB, PP e PSDB (que privatizou tudo o que podia e voltou pra privatizar a Petrobras, transformada pela mídia numa empresa quebrada, arrasada e corrupta, o que é uma boa mentira, mas alguém tem que por a mão no nosso petróleo). Todas as histórias tem entrelinhas, tem gente que não sabe lê-las, tem gente que lê e não entende, e tem gente que lê, entende mais não acredita e fica repetindo tudo que as grandes elites querem que você repita. Vâmo bora. FORA, TEMER!!!

  • A Fórmula 1 do Sr. Bernie ficou chata, cara, sem respeitar os fãs, sem ouvi-los. Ele chega num promotor (Brasil é um exemplo disso), diz que pra renovar o contrato é tanto ($$$), se não pagar não há corridas, e assim muitas pistas históricas foram abandonadas. E para piorar vieram os circuitos do Sr. Tilke, que são muito chatas (há excessão, USA e só) e praças que tiveram poucas corridas. Ou seja, há uma cartilha na F1 que é a do Bernie. Ou você reza, ou é considerado herege e recebe a devida excomunhão do mandante Mor da categoria. Tudo ficou artificial, pneus, motores (unidades de força???), abertura da asa, pistas em lugares sem tradição no automobilismo (mas com muito cash). Obrigado Bernie, já pode ir pra casa e cuidar do jardim. Teu tempo é passado.

  • O que a F1 mais precisa é se livrar do Bernie. Esse papo de que a F1 está mal porque não ficou politicamente incorreta é uma bobagem. A MotoGP está no melhor momento, UFC é uma barbaridade e está bombando. A F1 está mal porque os cabeças do negócio a transformaram em uma chatice. Hora da dança das cadeiras.

  • Também acho que essa questão da grana na F-1 é bem esquisita. Acho que a F-1 cresce se usar a mesma metodologia de distribuição de grana que temos no futebol inglês. Em 15 anos os ingleses revolucionaram o seu futebol tratando de maneira mais “igual” a distribuição da grana entre os seus associados.

  • Vejam abaixo a distribuição da grana para 2016: $965 milhões (m);

    1) Pagamentos baseados na classificação dos times em 2 dos últimos 3 anos:
    $33,5m cada;

    2) Pagamentos baseados na classificação de 2015:
    Mercedes: $63,5m
    Ferrari: $53,5m
    Williams: $43,5m
    Red Bull: $36,5m
    Force India: $33,5m
    Renault: $30,5m
    Toro Rosso: $23,5m
    Sauber: $20,5m
    McLaren: $16,5m
    Manor: $13,5m

    3) Bônus de títulos dos construtores:
    Mercedes: $39m
    Red Bull: $39m
    Ferrari: $35m
    McLaren: $32m

    4) Long-standing team
    Ferrari: $70m

    5) Outros bônus (não identificado)
    Mercedes: 35m
    Red Bull: 35m
    Williams: $10m

    Totais por time e sua posição em 2015:
    Ferrari: $192m (2º)
    Mercedes: $171m (1º)
    Red Bull: $144m (4º)
    Williams: $87m (3º)
    McLaren: $82m (9º)
    Force India: $67m (5º)
    Renault: $64m (6º)
    Toro Rosso: %57m (7º)
    Sauber: $54m (8º)
    Manor: $47m (10º)

    Aí que está o lance. Se a idéia for distribuir melhor a grana entre as equipes, basta retirar este item de “time mais antigo” e outros bônus. Deve ser nisso que os caras querem mexer.

    A Ferrari deve ganhar 17% mais do que levou em 2015. Já outras, vão receber menos que em 2015 (Red Bull -7%, Williams -6% e McLaren -16%).

    Acho justo se a idéia for essa. E duvido que a Ferrari caia fora da F1. Pode ser um tiro no pé.

      • Ele não esqueceu. A Haas está estreando em 2016; logo não participou do campeonato de 2015, ano da fonte dos dados.

        Não entendo como a Mercedes ganha o Mundial de Construtores e a Se Ferra-ri ganha mais dinheiro. Isto é um absurdo! Ou seja, o pangaré pode fazer uma gerigonça sobre rodas, não marcar nenhum ponto no campeonato, quebrar em todas as corridas e, mesmo assim, ainda receberá mais grana que Force India, Errault, Chifrudo Vermelho, Não-Sauber-Fazer-Um-Carro e a Manor.

        Depois eles dizem não saber o motivo pelo qual os times pequenos e alguns médios vivem fazendo protestos e reivindicações em relação à grana e aos custos da F1.

  • Se cortarem o dindim da ferrari, ela sai, leva com ela mais umas equipes e monta a GP1….. dai a uns 5 anos funde tudo novamente e levam mais uns 5 anos para voltar a ter a relevância anterior…. vide indy.
    Pensando no dinehiro, que é o que move o mundo, quanto a F1 desvalorizaria sem a Rossa?
    Acham que a nova detentora banca o risco?

  • Primeiras medidas que o Malone deve tomar:
    1 – Acabar com asa móvel
    2 – Acabar com os pneus de plástico auto desmanchável, um jogo de pneus tem que durar a corrida toda com a mesma performance da primeira volta (duvida que as fabricantes conseguem fazer isso?)
    3 – Acabar com o pit stop obrigatório (na vida real você não pode ser obrigado a ir ao banheiro por que há uma regra, e sim vc vai quando precisa ir)
    4 – Acabar com o uso obrigatório de dois tipos de pneu, o que aliado a um pneu extremamente durável dispensa ida ao pit
    5 – Deixar facultativo o tipo de motor que a equipe quer usar: aspirado ou turbo
    6 – Equalizar a potência dos motores, deixando livre para a fabricante do motor os tipos de soluções escolhidas, o que, ainda fará como que o melhor construtor seja premiado e tenha melhores resultados, sempre haverá um motor melhor construído e mais durável que o outro, mas sem a discrepância atual de 2 segundos de vantagem da Mercedes
    7 – Acabar com a fornecedora única de pneus, a Fia não deve se intrometer nisso, cada equipe pode ter a sua fornecedora de pneus que quiser, ficando livre a construção de pneus indestrutíveis ou infinitamente duráveis
    8 – Diminuir a taxa milionária para se sediar um GP

    Se ele fizer isso tira a F1 da UTI, mas ainda continua respirando por aparelhos.

    • Muito bom, Ailton. Concordo com tudo. Seria bom, também, retomar o critério para obtenção da super-licença – para sentar num F1, o piloto deveria ter obtido pontuação (a ser determinada) em categorias compatíveis com a progressão da sua competência (WEC, DTM, GP2 etc. …).

    • Bom dia.
      2, 3 e 4 – Eu sou apenas um fã do esporte e não tenho muito conhecimento técnico, mas creio que podemos colocar 5 fatores que determinam o desempenho do carro: motor, aerodinâmica, pneu, peso e obviamente, o piloto. Desses, somente os três últimos variam consideravelmente durante a corrida. Tirando a variação de mais um elemento, você diminui a chance de disputa, já que um conjunto mais rápido terá maior probabilidade de aumentar a distância ao longo da corrida.

      E finalmente: um pneu que tem a mesma performance a corrida inteira, teria que ser muito duro, comparado aos pneus atuais E isso diminui a aderência e consequentemente, a velocidade. Ou não?

  • Acho que não é só a Ferrari que recebe por importancia historica. Mas só acho.
    Na minha opinião, a F1 deveria adotar uma forma de equilibrar o poder economico. Você dar mais dinheiro para quem já tem muito não faz muito sentido para mim em questões de incentivar a concorrencia.
    Com essa historia de fichas, quantidade de motores, etc, a F1 poderia criar pacotes e a ultima colocada seria a primeira a escolher o pacote que mais lhe conviesse para o ano seguinte.A equipe campeã seria a ultima a escolher e ficaria com o pacote menos atraente. Será que funcionaria???

    Na motoGP eles criaram algo bem parecido para incentivar as equipes que não eram de fabrica. E na minha opinião, funcionou.

  • Concordo plenamente com essa idéia! Acho que o dinheiro deveria ser distribuído de forma mais igualitária, tipo 60% do montante total igualmente entre todas as equipes, e 40% de acordo com a classificação do campeonato anterior. Isso de importância histórica é um absurdo.

  • To adorando tudo isso! Deve haver uma premiação especial para as Três melhores do campeonato no ano e as outras equipes, mesmo a última colocada devem receber o mesmo valor para ter igualdade de condições no ano seguinte. Com 290 milhões dá pra comprar uma equipe de do fundo do grid e sobra grana pra fazer ela correr por uma temporada!
    Esse valor só para Ferrari é um absurdo! Quer dar um bônus por equipe histórica, dá uns 50 milhões a mais quando a equipe italiana for campeã!

  • Se Bernie fica ou não é problema dele, até por que ele sempre foi um dos que mais trabalhou para atrair os EUA para F1 (agora aguenta!). Se a Ferrari vai perder uma bela grana com os novos “patroes” é problema dela, a Ferrari também sempre gostou da ideia dos EUA (seu maior mercado) na F1, agora aguenta! O que preocupa nisso tudo são as possíveis mudanças no formato da categoria, isto é problema dos fãs da categoria!! Essa gente só poe a grana deles onde eles ditam as regras e ai mora o problema, caso estes caras resolvam fazer mudanças para deixar a F1 mais ao gosto do publico estado-unidense a categoria pode simplesmente se tornar uma merda nos moldes de Indy ou Nascar.
    Não torço pela Ferrari nem tenho qualquer simpatia pela equipe italiana, porem não se pode negar que uma possível porem improvável saída da Ferrari da F1 sera desastrosa para todos, todos mesmo, fãs, F1 e a própria Ferrari.

  • Nada justifica este grana…. (para a Rossa)…deve haver uma equalização, até mesmo uma divisão societária por igual. A campeã disponibiliza motor para duas ou tres equipes. A segunda o chassi para uma equipe…. alguma coisa assim!
    Ferrari tem muito a perder se largar a F1! Não estão com esta bola toda!

  • Logo se acertam, já que apesar de muitos não gostarem, um pouco do que eles compraram tem a ver com a credibilidade que a Ferrari leva para o negócio.

    E realmente, essas que levam a bolada maior é que fazem a roda (de dinheiro) girar, duvido que tirem o pirulito da boca delas.

    Mas com a Mercedes acenando que quer ser acionista é desanimador.

    • Williams deve é perder isso sim. Deve ser uma das equipes que mais ganha essa cota de equipe histórica junto com Ferrari e McLaren, que pra mim é quem corre mais risco: um corte de receitas desse quando já não tá bem das pernas não é lá muito bem vindo.

  • Várias vezes a Ferrari já ameaçou sair da F1. Não sei se existem categorias melhores para promover a marca. Mas será que precisa? Quem tem dinheiro para comprar, sabe o que é Ferrari sem necessariamente saber quem é Vettel, Alonso, DRS, etc;

    Mas me pergunto: ela faria tanta falta assim para a F1? No final das contas, eu acho que não. Exceto na Itália, obviamente,

    • Ferrari levando corte de premiação e Mercedes pretendendo ser sócia minoritária? NOssa assim sim teremos equilíbrio de forças na categoria…………….pode mudar para FM…………………..Fórmula Mercedes.

      • O fato da Mercedes estar na frente e a Ferrari patinando, não tem tanta relação com a grana de cada uma. Visão simplória a tua, amigo. O furo é bem mais embaixo…

    • A Ferrari já tem a maior torcida do mundo, equipe de fábrica, os melhores patrocinadores (que põe dinheiro sem aparecer)… quer mais o quê?
      Vai sair fora? Deixa sair. É uma chance das pequenas crescerem.

  • Com o corte, é possível uma F1 sem Ferrari….
    Houve uma época que o Comendador cacifou a saída da Rossa e a organização da F1 recuou. Hoje, com a F1 na UTI , a saída da Ferrari pode ser a gota d’agua….

  • Sim esses 296 milhões de osamas fazem falta,na distribuição do bolo no final, e não é só a Ferrari que recebe esse privilégio, sem sentido que gera desigualdade.E dá para baratear mais os custos simplificando asas,motores e eletrônica.

  • De fato o valor que a Ferrari recebe pela tradiçao é alta, mas sem este aporte eles podem cair fora no primeiro memento de corte e podendo voltar no futuro com algum acordo,entre as partes do tipo, se tornando acionaista da FOM e recebendo os dividendos indiretamente ( Algo que o Bernie nunca cogitou , pelo menos publicamente na epoca que ele tinha 100% da FOM).
    Mas se forem reduzir ou zerar o aporte da Ferrari, cortarao da Mc Laren, Mercedes, Williams e a recem inserida neste roll a Renault, e nao sei se a Redbul tambem entra nesta fatia do bolo.
    fato é o prestigio de um campeonato sem estas 5-6 equipes, traria a publicidade para manter o faturamento de US$ 1,2 Bi anual?
    Talvez a F1 esteja se reinventando com custos menores inlcuindo, projeto de carro e custo de Mao de obra incluindo os salarios de pilotos e engenheiros. Mas ai, precisariamos de um bom anos se nao for uma decada para se daptarem e retomarem a audiencia para justificarem o valor investido.
    Toda mudanca radical muitas vezes nao funciona exceto quando tudo ou a maioria esteja errado e precisa ser corrigido imediatamente .