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RIO (chove lá, please) – E Le Mans escolheu o #8 para vencer a 88ª edição das 24 Horas, com Buemi, Nakajima e Hartley, na última aparição do Corollão TS050 Hybrid. A Toyota era favoritíssima, e o #7 deu pintas de que poderia levar desta vez, mas um problema do turbo deixou o trio Koba-López-Conway apenas em terceiro. Bruno Senna, com o Rebellion da Gibson, formou no trio que terminou em segundo na geral com Nato e Menezes. Bruno igualou Pace, Boesel e Di Grassi como os brasileiros mais bem-sucedidos na prova de Sarthe.

Comentários

  • Melancólico este sucesso recente da Toyota no WEC. No sentido de que não é propriamente um campeonato já que estão correndo sozinhos. Os japoneses, no fundo devem estar bastante contrangidos, considerando os princípios conhecidos de sua cultura.

    É o maior indicativo da crise profunda e, provavelmente, irreversível do automobilismo como conhecemos. As montadoras estão apeando de praticamente todos os projetos caros. Exceção para a Formula E.

  • E foi por pouco porque no ultimo reabastecimento quase que o Toyota faz algo semelhante ao que Hamilton fez na China em 2007. Seria a cagada do ano!!!!
    E seria muito injusto também porque a Toyota tem um carro de milhões e por causa das equalizações de regulamento poderia ter perdido para um carro de tostões , o Rebellion nada mais é que um Oreca-Gibson Lmp2 que tomando alguns anabolizantes o transformaram em um LMP1 , mas nada comparado ao custo de complexo Toyota.
    Este tipo de coisa pode muito bem enganar aos “apaixonados superficiais ” que não fazem a menor ideia como é desenvolvido a coisa , mas é muito triste ver uma categoria top “apelar ” dessa forma para ter algum tipo de competição.
    Embora a próxima geração deve ter a tal equalização de performance , ao menos no anuncio oficial ,vai mesmo na mesma direção da formula da americana IMSA , uma formula mais dentro da atual crise onde ninguém tá muito a fim de jogar grana pelo ralo .
    Onde a grana não vai ganhar do talento .

  • Prezado F&G : Fiquei feliz com o resultado dos pilotos brasileiros na mais tradicional prova de longa duração, seria um grande sonho ter no Brasil, competições nesses moldes, me recordo provas dessas na década 70/80 e 90 em interlagos , era simplesmente fantástica.