GP ÀS 10: O DEDO DE SCHUMI

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

14 Comentários

  • Prezado Flavinho ! bom dia…
    Cansado dessas comparações de quem foi o melhor piloto de corridas, fiz uma pesquisa envolvendo todas as provas realizadas e quem pilotou melhor…

    conclusão : Cheguei ao Gp de Roma 12 D.C, onde Ben -Hur, pilotando uma biga Árabe de 4 cavalos, também Árabes ( Altair, Aldebaran, Antares e Rigel), contra a Ferrari cheia de mutretas de Messala.
    Então : Ben- Hur, o melhor de todos os tempos…
    abs

    • Como Ben Hur encontra Jesus alguns dias depois disso, pode se dizer que este GP foi em prováveis 27, 28 d.C
      Considere que Jesus nasceu em 5 antes dele, pois foi no 14º ano do reinado de Tibério. Segundo historiadores romanos.
      E Ben Hur foi uns dos grandes pilotos de quadrigas (4 cavalos) de sua época, sim.

  • Flavio, so uma correção: acho que o capacete que o Hamilton recebeu não foi o da ultima vitoria do Schumacher. Parece um capacete dos anos de Mercedes, basta ver os patrocinios de Monster e Petronas. Arrisco que seja de 2012.

  • Desmerecer Hamilton é preconceito e racismo fora o ridículo de ser imbecil e “bairrista”( se fosse brasileiro, seria idolatrado como Pelé)
    Hamilton chegou ao topo da perfeição que um ser humano piloto de F1 pode chegar.
    Já é o maior piloto de F1 de todos os tempos, sem nenhuma dúvida, assim como podemos dizer que a Equipe Mercedes de F1 atual é a melhor de todos os tempos.
    E a Mercedes é tão competente que faz nos parecer que as outras equipes regrediram.
    O mesmo vale para Hamilton
    É tão bom piloto, que faz nos acreditar que nenhum dos outros pilotos é tão bom quanto.
    E agora fica a pergunta e a ansiedade pelos próximos anos, no aguardo de vermos até onde eles podem chegar e tudo que é possível alcançarem.
    Só é uma pena, que tudo nesta vida, um dia termina..

  • Sim ,tem todo sentido.
    Mas para mim , o principal é a decisão de um piloto, acho que as historias de Shumy e Hamilton são opostas, em todos os sentidos .
    Hamilton foi o cara criado em berço de ouro do automobilismo, adotado por causa de seu talento fora do normal pelo time de Ron Denis , o resto na mclaren todos sabem de cor!!! Mas Hamilton foi cirúrgico ao perceber que seu time “Pai” estava pra virar ladeira abaixo e caiu fora , mostrou ali o faro imperdoável de um predador implacável e passar para um time que iria dominar a F1 até os dias de hoje !!!! Sorte ou percepção de um predador ??? Pra mim antes de Hamilton quem tinha tal característica era Alain Prost.
    Digo isso para mostrar o quão completo deve ser Hamilton .
    O alemão ao contrario , não perseguiu tal caminho , e sim a emoção pelo sentimentalismo barato de um torcedor Ferrarista , ali ele perseguia talvez ser o rei dos fieis e não deve ter pensado tanto nos números , acho que vieram pelo grande trabalho realizado na Ferrari pelo seu grupo ,

    Para mim ,basicamente está são as diferenças entre o Alemão e o atual” multicampeão”

  • Não acho que tem “dedo” nenhum do Schumacher nisto. Há dedos sim, do RB que comprou a Campeã Brawn em 2009 e demorou 4 anos para montar esta equipe supercampeã encabeçada eplo Hamilton.

    • Sim, claro, sem dúvida. E foi o p´roprio RB que pilotou, acertou, testou e passou tres anos correndo e disputando corridas e passando a equipe as impressões do carro e seu desenvolvimento. O schumacher só passeava no outro carro.

      E, engraçado.. Que eu lembre, o RB tinha comprado a HONDA e feito a Brawn, que se tornou campeã por ter um difusor duplo que as outras equipes não tinha e nem entenderam como funcionava. E essa BRAWNé que foi comprada pela MERCEDES, que derramou um caminhão de dinheiro nela e a tornou a multicampeã de hoje. Com o trabalho de Schumacher e Roberg.

      É verdade, não tem dedo do Schumacher no desenvolvimento dessa equipe. Tem DUAS MÃOS E DOIS PÉS inteiros e muito de trabalho e dedicação. Ou 15 anos de F1 com7 títulos e 91 vitórias não dão condição pra um piloto ajudar no desenvolvimento de uma equipe??

      Seu achismo é ridículo!!

  • Também acho que as contribuições que o Ross Brawn e o Schummy deram a Mercedes foram relevantes para a dominação que vemos hoje em dia, parto do principio que uma ótima casa começa por um ótimo alicerce.

    Nesse processo de construção de um time vencedor certos pilotos se notabilizam e entram para a historia (Piquet e Shummy como exemplos) e outros ficam marcados como “destruidores de times” (o Idiota Veloz Espanhol lidera com certa vantagem sobre o resto, já estou com pena da Renault e do Ocon).

  • Vi muito comentário (nas redes sociais, não aqui) desmerecendo o feito do Hamilton. Muitos falam que ele teve um carro imbatível nos últimos 6 anos. Ora bolas, a F1 é assim cara pálida! O melhor carro sempre vence! O que me chama atenção do Hamilton é a constância, é rápido, erra pouco, cuida dos pneus, é agressivo quando necessário…

    Um bom piloto com um carro campeão, será campeão. (Hill filho, Villeneuve filho, Button…)
    Um excelente piloto com um carro médio, no máximo vencerá corridas. (Verstappen)

    Hamilton é um excelente piloto com um carro campeão, combinação quase imbatível.

    • Meu caro, o que eu mais li por aqui foram comentários desmerecendo Hamilton, a quantidade de desculpas esfarrapadas para diminuir seu valor ultrapassou em muito o limite do razoável. De fato esse povo todo só passa vergonha mesmo, a realidade fala muito mais alto do que todos eles. Vamos sim enaltecer todos os grandes campeões, mas jamais diminuir apenas um deles, já vimos isso antes (na política) e não deu muito certo.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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