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SÃO PAULO (branco e nulo também valem) – Deixa eu fazer uma pequena pesquisa com a blogaiada. Já não é segredo para ninguém que a Petrobras deixa a Williams e passa a ser fornecedora/patrocinadora da Honda no ano que vem. Também não é segredo que Jenson Button fica na equipe, embora nenhum anúncio oficial tenha sido feito. A outra vaga, provavelmente, será preenchida por um brasileiro. Menos pela Petrobras, mais porque entre os que estão por aí dando sopa no mercado há brasileiros, todos eles com boas credenciais para assumir um carro titular na próxima temporada.

Vamos a eles: Rubens Barrichello, Nelsinho Piquet, Bruno Senna e Lucas di Grassi. O primeiro já está lá, é experiente, está louco para continuar correndo, faz qualquer negócio. O segundo pode ser dispensado pela Renault, é possibilidade real, mas não fez um campeonato tão desastroso assim para ser espirrado da F-1, foi apenas ruim, e seu pai mantém ótimas relações com os japoneses. O terceiro já tem até um teste agendado em Barcelona, entre os dias 17 e 19 de novembro, carrega um sobrenome fortíssimo e grande potencial de marketing. E o quarto sonha com a titularidade na Renault, mas se não der pode, correndo por fora, abiscoitar a vaga.

Qual deles seria o seu escolhido?

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172 Comentários

  • Barrichello,claro.
    Nelsinho não fez muita coisa pra continuar na F1, muito foi dito, pouco foi feito. Senna não merece começar numa equipe instável e com carros no nível da Honda. Nem o Di Grassi. Alonso é um sonho bem irreal da Honda,convenhamos.
    O Barrica fez por onde. Com esse carro chulé conseguiu até um podium. Não vejo porque sair. Enquanto o Button não fez praticamente nada e continua…Só pq ele é loiro,lindo e forte? hahahaahah
    Convenhamos, só pode ser pela pinta de galã!

  • Sempre achei o rubinho meio injustiçado, talvez por culpa dele também, que meio que abraçou a função de substituto do senna, sem ter condições para tal. É um piloto excepcional? Claro que não, mas é um ótimo piloto, e acho que para o que a Honda tá fazendo, ele é a melhor opção. Sem contar que pros dois que não estão na F1 é até queimação pilotar a carroça da Honda. Pro Piquet filho é que pode ser uma boa opção, por ser a única.

  • Di Grassi???? Q isso gente. O cara só andou um pouco agora na GP2, ele é bração, se for assim, to cheio de amigos que já correram contra ele e ganharam que podem ir para a Renault também…

    façam-me o favor.

  • Pera aí, caramba. Quem esse esse tal de Christian Vegetariano aí de cima? Um ditado que é mais velho que minha avó causa um ataque no sujeito, pombas. Vai procurar um blog natureba vai.
    PS: Não como galinha já faz vinte anos.

  • na minha humilde opinião, dos 4 quem merece uma chance não só pela perspectiva de conquistar bons resultados, mas por representar boas chances num futuro próximo seria o lucas de grassi, nunca teve costas largas, tudo o que conseguiu na carreira foi fruto de muito esforço e seria sangue novo pra um time que há anos não sai da mesmice… (nada contra o bruno senna mas o lucas tem uma carreira mais longa e mais consistente).

  • Escolheria o Barrichello, que tem experiência de sobra para desenvolver o novo carro e tem apresentado uma performance similar a do Button nesse ano. Se fosse pra pensar em marketing como fator principal, aí escolheria o Bruno Senna. Porém não considero ser uma decisão correta a que não coloca o nível técnico em primeiro lugar.

  • Abreu disscordo de você em sua afirmação “Prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguem.”, pois saiba que a galinha se F*.

    Como vegetariano tenho o dever de sempre lembrar isto a todos quando alguém diz isto.

    As aves são absurdamente mal tratadas pelos seres humanos. Se você acompanhar o processo do nascimento ao abate de uma galinha verá porque a frase vegetariana: “Para os outros animais todos os humanos são nazistas” faz um sentido absurdo.

  • Queria que o Barrica fosse para a Toro Rosso,,, mas isso é um boato sobre o qual nunca vi nenhum fundamento.

    Parece que o KERS da Honda está adiantado, mas o Ross Brown ainda vai sofrer muito nas mãos dos japas.

    Fiquei animado com o novo regulamento que permite a compra de chassis. Acho que o Barrica vai acabar se arrumando em alguma equipe pequena.

    Na Honda, acho que vai pintar o Senna. Infelizmente, pra ele e pra nós.

    Uma possibilidade pequena, porém boa, seria Barrica na Honda, Senna na Toro, Piquet ou Di Grassi na Renault.

  • Acredito que o melhor seria mesmo o Rubens continuar, ele esta fazendo um boa temporada e seria legal , porem muito dificil o Bruno Senna como piloto de testes, onde teria uma boa oportunidade de aprender e nao se queimar com um caro ruim logo na primeira temporada.

  • Se eu pudesse decidir, faria assim:
    Honda: Di Grassi e Button e o Bruno Senna de piloto de testes
    Renault: Alonso e Piquet com o Grosjeain piloto de testes
    Toro Rosso: Bourdais e Barrichello e o Liuzzi testando.
    Se algum dos pilotos titulares não andasse bem, trocaria no meio da temporada pelo piloto de testes.
    Jim Clark

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Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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