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Tuesday, 18 de August de 2009 - 17:51Rali

PANCA EQUINA

SÃO PAULO (coitado) – A imagem é forte, e só não foi uma tragédia maior ainda porque os pilotos não sofreram nada. Aconteceu num rali na Argentina. Três cavalos na pista. Dois conseguiram parar a tempo. O outro, não. Foi atropelado, saiu voando e morreu. Um milagre não ter acontecido algo mais grave com os pilotos. Essas provas sempre têm tais riscos. Por isso que a escolha do percurso e seu monitoramento são tão importantes.

57 comentários

  1. Carlos Pimenta says:

    Caro Flávio, muito boa a questão colocada por você, sobre se é lícito ou não, este esporte em questão ser ou não seguro, já que muitas vezes entram em espaços de terceiros, colocando sim a vida de pessoas e animais em risco. Muito bom, mas que seus inúmeros leitores permaneçam no campo das idéias sem ataques pessoas, ou palavras chulas, com vocabulário paupérrimo, gosto de suas informações e debates, que no ´próximo possamos manter a qualidade da escrita e dos agumentos. Há e há 22 anos atrás, humm não me lembro onde estava, não me lembro, acho que preparando kart’s para algum dos bons Brasileiros de Kart que existiram nos anos 70 e 80, há a única coisa que me lembro que o último Brasileiro com delicioso motor 100, foi em Ipatinga em 85, acho que largaram 8, em contra partida na quarta menor largaram uns 37, entre els Tonny Kanaam, Cristian, Barrichello, Duda Rosa, Gorginho, muita gente boa.

  2. william says:

    Falou besteira felipe, monte por monte tem “mais monte” de piloto, se morre um aparece uma porrada.. o GRANDE problema é que ta aparecendo cada vez mais um monte de sem nocao igual voce. O legal mesmo seria nao morrer ninguem, nem cavalo nem piloto. talvez a sua falta de bom senso que podia morrer hehehe

  3. Mark Kweirotz says:

    @ Edilson Vieira

    Li com atenção seu cometário e, como já disse antes, respeito seu ponto de vista.

    Como disse também, não faço propaganda anti-rali. Apenas não gosto e continuarei não gostando. Reitero tudo que disse em meus comentários.

    Mas a vida é assim. Se cada um respeitar o ponto de vista do outro todo mundo vive bem.

    No final, é o tempo quem diz qual é a verdade.

    E vamo que vamo….

  4. felipe says:

    O importante é que os pilotos nada sofreram, animais tem aos montes ai e são todos iguais mesmo

  5. Edilson Vieira says:

    Mark Kweirotz, vamos lá: Há 22 anos participo e gosto de ralis. Cheguei até a organizar provas. Só para ilustrar essa conversa, a primeira prova automobilistica do mundo foi o que poderia se chamar de um rali, 1889, como me referi acima, ou seja, apenas 3 anos após a invenção do automóvel com motor a explosão, ligando Paris a cidadezinha de Rouen (cito de memória, não estou perto da minha biblioteca nem com saco de consultar o Google). Aquilo foi um rali, simplesmente porque ainda não haviam inventado o autódromo. Como os carros competiam em estradas abertas SEM NENHUM REGULAMENTO, no que diz respeito a segurança, claro, começaram a acontecer os acidentes e as mortes. Alguém então teve a ideia genial de criar os circuitos fechados e, a partir daí, criaram-se as disputas nos autódromos. No entanto, um grupo de ingleses não via sentido em ficar dando voltas numa pista e fundaram, se não me engano, o Royal Club, ou coisa parecida, na Inglaterra. Começaram então as primeiras reuniões (ou rallyes). Gente apaixonada por correr em estrada, percorrendo várias cidades e até países. Era uma maneira, no começo do século 20, do homem demonstrar seu espírito desbravador e as fábrica de automóveis, a resistência de seus veículos. As regras eram semelhante aos rali de regularidade (ou seja, com velocidade média estipulada). Claro que o rali se aperfeiçoou até chegar aos ralis de velocidade. Hoje, no WRC temos carros voando, literalmente, a velocidades que beiram os 240 km/h em estradas de terra normalmente utilizadas pelo publico mas fechada, claro, nos dias de prova. È bom lembrar que a todo rali antecede um levantamento, ou seja, o percurso é percorrido diversas vezes por veiculos da organização até se estabelecer os trechos cronometrados e de deslocamento. Durante o trabalho de levantamento, que é feito com semanas e até meses de antecedência, a população, as autoridades, a imprensa… todos são avisados sobre a prova. Isso explica porque acontecem centenas provas em vários campeonatos ao redor de mundo com um indíce baixíssimo de acidentes. Isso deve ser levado em conta. Quanto aos milionários endinheirados que invadem os quintais da população pobre…pura demogagia. Sempre digo que qualquer competição esportiva é um ralo de dinheiro em nome de quê? De algo abstrato que é a “vitória”, ou o forjamento de “campeões” algo talvez necessário ao imaginário humano, ou simplesmente, uma maneira de alguém ganhar muito dinheiro com isso. Quero dizer que os milhões de euros, dólares ou reais gastos num Dakar, num WRC, num Sertões… não são menos acintosos do que uma Copa do Mundo de Futebol, ou uma Olimpíada, ou um Campeonato Paulista de Futebol ou o salário do Kaká no Real Madrid. Tudo isso serve pra quê? Para preencher nossas vidas com algo que gostamos. Gosto de ralis e vou defender o esporte sempre. Ponto.

  6. Nilton says:

    “É culpa da organização…”
    “… a organização tem que procurar melhorar isso.”
    “… tanto a organização quanto os proprietários deveriam ser pesadamente punidos…”

    Lendo esses belos comentários, pensei que a organização poderia construir uma cerca de Paris até Dakar (sem esquecer do Mediterrâneo, pois pode-se atropelar os peixes), a fim de evitar que animais cruzem o percurso do rali. Por favor, vão trabalhar, gente!

  7. Marcel says:

    O cavalo não morreu, não. Ficou um pouco tonto com o impacto, preocupado com possíveis fraturas, mas sofreu apenas arranhões. O médico inclusive já o liberou, e ele poderá correr pela Brawn no GP da Europa.

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