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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013 - 19:12F-1, Imprensa

NELSON & NIGEL, DE NOVO

SÃO PAULO (ficou ótimo) – Está rendendo o encontro entre Piquet e Mansell no Velopark para a gravação da campanha do Ford Fusion. Ambos foram entrevistados por Tiago Maranhão no “Linha de Chegada” do Sportv, programa que foi ao ar ontem. Quem não viu pode ver aí em cima. Maranhão conduz com muita competência o papo, repórter bem preparado que é. Muito legal o programa inteiro. Vale prestar atenção às opiniões de Piquet sobre o automobilismo brasileiro no final: “Um desastre”. Como se vê, não sou só eu que acho…

Mas é claro que a conversa vai muito além disso. Mansell é simpaticíssimo e Nelson, como sempre, dá suas tiradas impagáveis. Interessante, também, a maneira como ambos enxergam as corridas de F-1 hoje, o tanto que a categoria mudou desde os anos 80. Sem saudosismo, apenas analisando as diferenças brutais dos carros, pilotos, circuitos e, por que não dizer?, da vida e do esporte em relação ao que se vê atualmente.

Assistam, é sensacional.

ATUALIZANDO…

Tiraram a entrevista do YouTube, mas ela está aqui, na íntegra, no site do Sportv.

203 comentários

  1. MAL-HUMORADO disse:

    Como é o único post sobre pilotos de F1, quero lembrar que o Felipe Massa está dizendo aos quatro ventos na mídia italiana (Autosprint, La Gazzetta) que está no mesmo nível do Alonso e disputará o título de 2013.
    .
    Será que ele pegou a doença do Barrichello de falar demais?

  2. Luciano disse:

    A entrevista foi ótima. Agora se o cara é cozinha e estudou em Londres sabe falar pilot. Incoerente!

  3. Alisson disse:

    Aff, retiraram o vídeo até do site da sportv. Era tudo que quem gostaria de curtir esta entrevista precisava…. Obrigado tv globo.

  4. Fabrízio disse:

    Só quem já viu o Senna vencer uma corrida sabe do tesão que invade todo o corpo.

  5. Hector disse:

    Seria engraçado se não fosse patético, que um post sobre uma rivalidade específica (Piquet x Mansell) e sobre a situação agonizante do automobilismo brasileiro acabe virando o palco para declarações de amores eternos de viúvas e schumaquetes. O desconsolo pela morte do brasileiro e aposentadoria do alemão é tão grande que chega a provocar a perda de córtex cerebral. Não há nenhum limite para a histeria destas fãs? O que Schumacher ou Senna tem a ver com o assassinato do automobilismo brasileiro por seus dirigentes? Ou com a rivalidade Mansell e Piquet? Deixem para extravasar suas paixões quando o post for sobre uma rivalidade Piquet e Senna ou Senna x Schumacher. E deixem aqueles que curtem o automobilismo e não os ídolos terem uma boa leitura sobre a história deste esporte, seus ídolos e suas rivalidades sem a intervenção de fanzocas desesperadas.

  6. luiz oliveira disse:

    Foi excelente…….Uma das melhores coisas de 2013 do isporteve, com certeza……Pouco mais vai se aproveitar nos proximos 11 meses…….Pena que foi curta….

    Mansell muito cuidadoso com as palavras por ser funcionario da fia, mas jogava suas piadinhas para o Piquet,,,,,,,E este pouco a vontade…Mas soltou alguns “momentos de sabedoria”

    E ainda acham que hoje tem formula 1

  7. Roberto Andrade disse:

    Boa tarde a todos!!!!!!!!

    Quero aproveitar para passar um link ABSURDO pra vocês, dizendo que barrichello roubou schumacher!!!!!!!

    http://gptotal.com.br/?p=4398

    até quando esses semi-jornalistas de meia boca vão ficar escrevendo essas coisas??????

    Ainda bem que temos o GOMES!!!!!!!!!!

    • Roberto Andrade disse:

      opa desculpe, claro, o link absurdo diz que SCHUMACHER ROUBOU BARRICHELLO

      desculpem errei, deve ser por causa ainda da indignação!!!!!!!

    • Carlos disse:

      Roberto “insanidade mental” Andrade: sua babação de ovo não tem limites? O que tem a ver um texto sobre Schumacher com um post sobre Mansell e Piquet? Ve se te enxerga rapaz!!

      Aliás, seria muito bom você decidir qual o amor da sua vida: Michael Schumacher ou Flavio Gomes…

      • Lupa disse:

        Olha, Roberto, li o texto e não vi nada de anormal. Pelo contrário.

        Talvez seja sua cabeça de “pensionista” do Schumacher (tipo as viúvas que você critics) que faz achar que o Schumacher ganhava “no braço”…

  8. Gomes,
    no site da SporTV também está fora do ar… Pode nos ajudar?
    Abraço

  9. perna quebrada disse:

    O Mansell é tão polido, que até criou uns problemas no automobilismo inglês para equipará-lo ao brasileiro quando o Piquet desceu a lenha na CBA.

  10. Vanderlei disse:

    Flávio, eu gosto muito da maneira como você aborda 99% dos temas sobre automobilismo, uma redação leve, humorada, didática… jornalística! Me surpreende, no entanto, pregar imparcialidade e repudiar a Deificação do Ayrton Senna e, posteriormente, dizer que “…vale a pena” ouvir o BABACA do Piquet dizer que a diferença entre ambos é que ele está vivo!

    Parafraseando o Romário: “Piquet calado é um poeta!”

    Só me leva a crer que diferente dos 99% dos temas, o assunto Piquet é pessoal para você! E, de fato, se assim for, faz todo sentido! Um cara que torce para a Portuguesa e acha DKW´s e Ladas, maravilhas da engenharia moderna, só poderia, pessoalmente, preferir um BABACA, entre MUITOS pilotos melhores que, certamente, você viu correr!

    Separemos o excelente jornalista, da pessoa com gostos tanto quanto duvidosos, pois bem!

    • Roberto Andrade disse:

      Vandereli começa com v que é o mesmo começo de viúva!!!!!!!!!!

      sim a diferença é que um tá vivo, e melhores são os vivos, senna era um kamikaze só isso!!!!!!!!!! piquet foi muito bom!!!!!!!!!!!

      mas…

      REI só tem um o schumacher!!!!!!!!!!!

      • Mané Piqué disse:

        O Schumacher enfrentou o Senna nas pistas, a partir da metade de 1991 até a metade de 1994.
        ,
        O Schumacher viu o Senna ser campeão do mundo 1 vez em cima do seu lombo.
        .
        E viu o Senna ganhar 10 corridas em cima do seu lombo,
        .
        O Senna nunca viu o Schumacher ser campeão prá cima dele. E viu o alemão vencer 3 corridas com ele, Senna, participando.
        .
        Quando teve o acidente, estava em 1º. Schumacher estava em 2º.
        .
        Com os demais pilotos, se forem analisados os períodos em que atuaram juntos, o Senna detona todos…Piquet, Prost e Mansell.
        .
        O caso mais sério foi o Piquet, coitado. O baile que levou do Senna foi tão grande (o Senna foi 3 vezes campeão prá cima do Piquet, que só conseguiu ser campeão 1 vez, tendo o Senna como rival), os efeitos na sua carreira tão devastadores, que o otário do Piquet ficou com essa “raivinha” (eu, hein) eterna do Senna.
        .
        Grande Senna!
        Grande Campeão!

      • claudio disse:

        Que comparação idiota, comparar início de carreira de um com auge do outro. É como dizer que Lauda foi campeão em 1984 e Senna não, logo, Lauda é infinitamente melhor.

      • Paulo Pinto disse:

        Caro Piqué:

        Senna só não detona Prost, que conquistou os seus 4 (quatro) campeonatos, com o brasileiro na pista.

        Senna nunca viu Top Seven campeão, porque morreu antes. Senão veria.

        Schummy forever!

      • Alemão da Estatítica disse:

        Paulo Pinto,
        .
        Com o Prost foi pau a pau…em número de vitórias foi 42 a 41,5, pro SENNA
        .
        Ainda devemos considerar as roubalheiras nojentas do politiqueiro Prost com o franco-nazista Ballestre e com o Jack Ickz, roubando a corrida do calouro Senna em Mônaco (que acabou, ironicamente custando o campeonato de Prost, já que ficou 0,5 ponto atrás do Lauda, no fimal e se tivesse feito os 6 pontos do 2º lugar ao invés dos 4,5 do 1º mandrake, teria sido campeão com 1 ponto à frente do Lauda.
        .
        Tirando essas roubalheiras nojentas, o massacre do Senna prá cima do françuá foi tão violento, QUE ELE PEDIU PRÁ…TOMAR BANHO, DIGAMOS ASSIM…POR 1 ANO, ANTES DE VOLTAR COM A WILLIAMS, PRÁ ENCERRAR A CARREIRA
        .
        O francezinho trambiqueiro não guentou o Senna
        .
        Quanto ao Schumacher, estatisticamente ele detonou o Piquet no curto período que correram juntos…mas se o Senna não tivesse sofrido o acidente, o Schumacher não ia aguentar o tranco de enfrentar o melhor de todos os tempos, é lógico
        .
        Nessas comparações, o Mansell perde prá todos…o Piquet só ganha do Mansell…O Schumacher perde pro Prost e pro Senna…e o Prost perde pro Senna, coitado…

      • Paulo Pinto disse:

        Quantos apelidos você tem? Está parecendo o Segafredo…

        Quanto ao tri de Lauda: torci muito por isso. Foi a coroação de um talento marcado pela tragédia.

        Em relação às grandes marcas, Prost só perde para Senna no quesito poles.
        O resto é especulação.

      • Fabrízio disse:

        Discussão inútil. Nosso Senna do Brasl foi o melhor. Quem pensa o contrário com certeza é torcedor do Schumacher. Quem admira o Schumacher não sabe nada sobre F-1.

        Benetton 94 irregular; batida em Hiil, 1994; batida em Villenneuve, 1997; trapaças contra Rubinho; Trapaça em Mônaco 2006; trapaça no GP de Mônaco 2.012; trapaças no ano 2.000; trapaças…

        Quem torce pro Schumacher segue jornalistas parciais e acredita em mentiras.

      • Paulo Pinto disse:

        É uma questão de ponto de vista.

        Quanto às trapaças, elas já fazem parte do lendário histórico de Top Seven.

  11. Andre Almeida disse:

    Momento fantástico da entrevista foi aos 09:17 s.

    Piquet: “Quase eu chorei junto…”
    Repórter: “Sério?”
    Piquet: “não mesmo, hahah”

    produção inteira do Linha: HAHAHAHAHAH

  12. Janus disse:

    Não sei exatamente até onde vai o contrato da FOM com a globo, e tal, mas, a FOM pode pedir pra tirar alguma coisa que não tem nenhum envolvimento com pilotos atuais, nem imagens, nem nada relacionado a F1? Concordo que o upload provavelmente era pirata e tal, mas aí não caberia à globo pedir pra tirar, ao invés da FOM? Qual é a lógica disso?

    • Adriano Santi disse:

      A FOM é dona das imagens da F1 desde Março de 1981, quando foi lavrado o primeiro pacto de concórdia entre as equipes e a FOCA, predecessora da FOM. O vídeo da entrevista continha imagens de corridas das temporadas de 1986 até 1992, que são de propriedade da FOM. A entrevista em si pertence à Globo.

  13. Wilson disse:

    Depois que vi a entrevista inteira via SporTV, gostaria que o Mansell fosse o brasileiro e o Piquet o inglês..

    • Janus disse:

      Seria melhor se Mansell (ou que ele prega, pelo menos) fosse um modelo para brasileiros (não é, obviamente, e também não sei se é para os ingleses, mas essa é outra história) e não o Piquet com suas malandragens (gosto das histórias dele, etc e tal, me divirto também, mas cá entre nós, não deveria servir como modelo de conduta, e ele provavelmente também não defenderia isso). Mas a realidade não é essa.

      • PM disse:

        Devo admitir que concordo,

      • Marcelo dos Santos disse:

        Também achei um modelo incrível da idolatria da malandragem. Enquanto um se dedica a usar o que conquistou pra ajudar o outro quer saber como ganhar dinheiro com isso. Engraçado, divertido, mas é o nosso Gerson.

      • Luís disse:

        Cara você entendeu errado… O que o Piquet quis dizer é como ele se sustenta com isso… só. E o Mansell bem diz que o filho dele ta no time. Você acha que ele foi trabalhar nisso porquê? Não é bom por ai. O Piquet trabalhou muito duro na vida dele toda, o cara passou um perrenque enorme pra ir pra Europa e se firmar, ainda na Brabham ele comia sanduíches pra economizar.

  14. Sanzio disse:

    Achei interessante o fato de a entrevista ter sido conduzida em inglês. Acho que finalmente o Brasil está amadurecendo nesse sentido. Fosse um tempo atrás, o repórter faria a pergunta em Português, um intérpetre traduziria para e o Mansell e o coitado do desbigodado ficaria boiando nas tiradas do Piquet. Ponto positivo aos envoldidos!
    As únicas coisas que eu acrescentaria na entrevista são: 1) teria aproveitado o gancho de o Piquet ter dito que perdeu noção de profundidade e perguntado se isso influenciou no acidente dele no teste na Indy e, em seguida 2) traçado um paralelo com Mansell entre ele e Barichello na Indy. por quê deu tão certo pra um e tão errado para outro.
    Do mais, fantástica!

    • Janus disse:

      Não tenho certeza, mas acho que o próprio Piquet já disse algumas vezes que esse problema de noção de profundidade foi diminuindo à medida que a temporada de 1987 passava. Então não acho que em 1992 ainda influenciasse, acho que ele atribuiu o acidente ao fato de que na Indy se corre no fio da navalha o tempo inteiro, não dá pra relaxar um milésimo de segundo.

      De qualquer maneira, sim, poderia ter perguntado, mas provavelmente a resposta seria “não”.

  15. Rallyman disse:

    A propósito de saudosismo, sou do tempo de Fangio, Peter Collins, Brabham, Tony Brooks e Moss, para citar os mais expressivos, e permitam-me ponderar algumas coisas, sem pretender mudar opiniões. Existem razões de sobra para se enaltecer a Era de Piquet (sou piquetista antes de ele nascer), Mansell, Prost e Senna, que foi realmente espetacular, mas veja-se, muitos dizem (eu me alinho entre eles) que é impossível comparar pilotos de épocas diferentes, ou apontar que uns foram melhores que outros, pois cada época tem as suas peculiaridades e as suas dificuldades. Nunca saberemos quão grandes poderiam ser os pilotos de uma Era se corressem em outra. Veja-se que até mesmo entre pilotos contemporâneos, quando muda alguma coisa, uns se adaptam melhor e mais rapidamente que outros. A primeira Era de Ouro reuniu quatro pilotos excepcionais: Clark, Brabham, Surtees e Graham Hill. A segunda, Piquet, Mansell, Prost e Senna. Mas acredito firmemente que estamos diante da terceira Era de Ouro, representada principalmente por Hamilton, Vettel e Alonso, incluindo-se nela, ainda, Kimi Raikkonen, para compor um quarteto. Veja-se também que não faz muito tempo, Alonso pegou uma daquelas baratas antigas do tempo de Fangio e, com pouquíssimas voltas, já a colocava de lado, no melhor estilo Moss. O que caracteriza uma Era de Ouro, a meu ver, é a existência simultânea de vários pilotos excepcionais, mais ou menos equivalentes e lutando ferozmente entre si, embora os resultados nem sempre espelhem o quanto essa luta possa ser feroz. Fora desse quadro, obviamente temos Eras de predomínio de tal ou qual piloto, o que pode ser entediante. Diante dessas premissas, vivenciamos, sim, novamente, outra Era espetacular. Por isso, amigos, digo-lhes que não sou um saudosista. Cada Era teve seu extraordinário valor com as suas dificuldades inerentes, mas veja-se que esses pilotos cibernéticos de hoje também têm as suas: têm que cumprir com perfeição todo um “script”, uma estratégia, mesmo que não sejam deles próprios e sim dos estrategistas das equipes. Veja-se que eles, os pilotos, têm que lidar com telemetria (que os denuncia) e entendê-la, têm que cuidar de pneus esfarelantes, dezenas de botões nos volantes, infinitas regulagens, balanço de freios e, o pior, com alguém lhes falando nos ouvidos a 250 km p/hora no meio de uma curva e ainda assim, extrair milésimos de segundos em cima do adversário. É muita capacidade de concentração! Não foi à toa que Kimi disse saber o que estava fazendo. E, com tudo isso, ainda sobra espaço para emoções, e o último GP do Brasil foi pródigo neste aspecto e um bom exemplo. Jack Ickx, O Rei da Chuva, dizia, à sua época, que “talento na F 1 se mede em décimos de segundos”. Hoje, talento se mede em milésimos de segundos! Aos que objetam que aqueles eram tempos heróicos, sem dúvida eram, não havia segurança, mas quem ama o automobilismo não quer ver seus expoentes partindo tristemente, como Peter Collins, Clark, Rindt, Peterson e tantos outros.

    O atual é o mais forte grid da História da F 1 em todos os tempos, nem tenho dúvidas. Mais lá adiante, quando se colocá-lo em perspectiva histórica, com certeza vai-se reconhecer que, chiliques e polêmicas à parte, esses caras de hoje – Vettel, Hamilton e Alonso – foram (são) excepcionais também. A eles, podemos juntar Kimi Raikkonen. Portanto, que todos os aficionados curtam muito a temporada que está prestes a se iniciar.

    Para concluir, automobilismo bom de verdade é menos aquele de estatísticas e mais aquele que evidencia o domínio do homem sobre a máquina, aquele das forças da Física sendo subjugadas pelos pilotos, aquele da adrenalina e da emoção geradas pelos verdadeiros talentos, e essas coisas todas Piquet e Mansell nos brindaram em doses superlativas.

    • claudio disse:

      2012 foi uma excelente temporada, com disputas reais. Teve também as artificiais, cortesia do DRS, mas teve ultrapassagens e brigas boas, assim como também em 2011. A segunda metade da década de 90, e principalmente a década de 2000, não teve quase nada disso. Freios supereficientes, um monte de apêndices aerodinâmicos gerando ar sujo, etc. Ultrapassagens quase impossíveis, melhor esperar pra passar nos boxes. Não faz muito tempo. Lembro que lá por 2005 ou 2006 passamos quase um ano SEM UMA ÚNICA ultrapassagem valendo a liderança da corrida.

      Concordo contigo, a década atual será lembrada no futuro por ter ótimos pilotos (especialmente Alonso e Vettel). Talvez não venha a ser tão lembrada quanto os anos 80 pelos brasileiros em geral, mas pelos verdadeiros fãs de corridas, certamente será.

  16. Lucas disse:

    Sensacional, fantástica e mitológica! Merece download e ser assistida novamente quantas vezes forem necessárias. Eu era criança mas vibrava com as vitórias do Piquet e as maluquices do Mansell. São pilotos que merecem muito o respeito desta geração que está aí e talvez nunca os tenha visto.
    E Flávio: parabéns pelo post, pelos teus comentários à entrevista e as tuas respostas aos que te escreveram/criticaram nos comentários.

    Abraço!

  17. Flavio Gomes disse:

    Usa-se “pilot” também.

  18. Fabrízio disse:

    Chorei lembrando disso hoje, e vocês aí falando de novo de Piquet e Mansell. Senna, eterno. Senna do Brasil!

    “Houve alguma chance de sobrevivência?

    Não. Quando vimos o resultado do eletro… Bem, pela lei ele não estava morto, era preciso esperar o coração parar de bater. Mas não, não havia nenhuma esperança. Foi imediata a profundidade do coma na batida.”

  19. John McClane disse:

    Quem fala em saudosismo, não entende o que foi ver esses dois senhores mais Senna e Prost em ação. Piquet fez a maior ultrapassagem da história, Mansell fez a caçada (por assim dizer) mais implacável em Silverstone-87, Senna a maior primeira volta da história e as maiores recuperações e o Prost, embora não tenha nem pontuado nessa corrida, fez, pra mim, a maior corrida que já vi ou ouvi falar, em Spa-86. O eixo do carro quebrou. Ele simplesmente guiou com o carro partido ao meio, em Spa. Só isso.
    Quem quiser que vá lá curtir a F-1 atual.

    • Janus disse:

      Concordo com tudo isso, mas é óbvio que Stewart nos anos 70, Clark nos 60, Fangio nos 50, Nuvolari antes disso, fizeram coisas ainda mais phodonas. Ainda acho que, daqui a 15 ou 20 anos, estaremos olhando para Alonso e Vettel como phodões também (não tenho tanta certeza quanto ao Hamilton).

      • John McClane disse:

        Sem dúvida, porque se por um lado os carros dos 50´s, 60´s e 70´s não eram muito mais que caixotes de ferro, por outro os dos 80´s eram foguetes que entregavam mais de 1200 hp. Acho que as coisas ficam mais ou menos equivalentes aí.
        Só não acho que veremos Alonso, Vettel e Hamilton como herois. Não eu, pelo menos. Raikkonen sim, pelo carisma, pelo jeito “Fuck the world” dele.

  20. Gerson disse:

    Saudades desses caras. Bem diferentes em personalidade (dentro e fora do cockpit) do que encontramos hoje na F1. Verdadeiros guerreiros.

    O Mansell merece todo respeito e reverência. Extremamente educado e boa gente. Um “gentleman”…ou será um “Sir”???

    • Janus disse:

      Acho que personalidades marcantes e tal, provavelmente hoje deve haver também. O problema é que, como eles mesmos disseram na entrevista, a própria F1 de hoje não admite mais isso. Entrevistas agendadas, um assessor gravando tudo o que é dito, tudo controladinho, enfim, uma chatice. Por mais que o cara seja divertido ou coisa assim na sua vida particular (imagino que o Vettel, por exemplo, seja um cara divertidíssimo, tem todo jeito de ser), mas pro mundo da F1, e pro que transparece pra fora, fica totalmente sem graça, engessado. O Kimi ainda quebra isso um pouco, mas por outro lado, se vc vê ele no pódio, é a coisa mais sem graça do mundo. Então não é que não tem mais piloto como antigamente, não tem mesmo é a F1 de antigamente, essa m… dessa profissionalização ao extremo é que muda tudo.

  21. Narvaia disse:

    O Mansell exagerou!
    .
    No episódio SennaxProst, o que houve foi uma ação politiqueira do Prost, que consegiui, via cartolagem do também francês Ballestre, que a fechada que ele Prost, deu em Senna, fosse a última ação do campeonato que ele acabou levando, no grito e nos bastidores (a recuperação do Senna, na raça, empurrando o carro com as mãos até o boxe (auxiliado pelos fiscais de pista japoneses) foi anulada pela FIA…toda a sujeira foi do Prost
    .
    No ano seguinte, o Senna deu o troco…Legítima defesa…Isso o Mansell não conseguiu compreender (a vez que tentou empurrar o seu carro, com pane seca, desmaiou e não conseguiu os pontos)

  22. Thiago disse:

    Caramba, o sujeito tem que ser bom para entrevistar esses dois gigantes. Se fosse eu iria tremer e gaguejar o tempo todo só de ver os caras…

  23. Masoquista Inglês 50 tons de Mansell disse:

    E o Mansell, barbeirão…apanhou do Lauda, do Piquet, do Prost, do Senna, acho que até do Schumacher..e aparece puxando o saco do Prost
    ,
    O que aconteceu no episódio Senna x Prost foi o seguinte…O Prost e sua politicagem e cartolagem francesa, pediu arrego ao franco-nazista Ballestre, então presidente da FIA, prá tirar o campeonato do Senna, quando ele, Prost bateu intencionalmente no Senna, no Japão, mas o Senna empurrou o carro na raça até o boxe e venceu a corrida. A cartolagem foi mais forte e o Ballestre tirou o campeonato do Senna (depois, no leio de morte, pediu desculpas pela safadeza cometida, a pedido do Prost, piloto-politiqueiro bem sujinho)
    .
    No ano seguinte, o Senna deu o troco, na classe, sem chance de volta às pistas pro francês-politiqueiro (que quis ganhar no grito, mas não colou…o mundo inteiro tava por dentro do que tava acontecendo…foi parcedido com aquela cotovelada do Pelé, no uruguaio, na Copa de 70…caso típico de LEGÍTIMA DEFESA). E agora vem esse mané desse Mansell, dando uma de baba-ovo do Prost, que sempre ferrou com ele…
    .
    Nas pistas, então, o Mansell deve estar tonto até hoje com as ferradas históricas que levou do Senna (e do Piquet…e do Lauda…etc)

    • Luiz disse:

      Em nenhum momento o Mansell fez defesa do Prost, pelo contrário, o chamou de político demais. Em relação a batida que deu o bicampeonato ao Senna, não tem nada de legítima defesa. Bater um F-1 propositalmente está mais para tentativa de homicídio do que defesa. Foi tão dick vigarista quanto o Schumacher alguns anos depois. Merecia perder o título. Vamos deixar a idolatria, o marketing do plin-plin e o nacionalismo barato de fora para fazermos uma análise mais real da coisa toda.

      • Piqué, o da Shakira disse:

        Se fosse adotado o critério proposto pela F1, anso atrás, de só se pontuar o encedor de cada corrida (critério mais justo, uma vez que trata-se de um campeonato de corridas, de velocidades, dos mais rápidos), teríamos, historicamente:
        1 – Schumacher: 7 campeonatos (94, 95, 00, 01, 02, 03, 04); 55,1%
        2- Fangio: 5 campeonatos (51, 54, 55, 56, 57); 55,6%
        3-Clark: 4 campeonatos (63, 64, 65, 67); 48,8%
        4-Senna: 4 campeonatos (88, 89, 90, 91); 42,2%
        5-Prost: 4 campeonatos (83, 84, 85, 93); 36,5%
        6- Stewart: 3 campeonatos (69, 71, 73); 45,9%
        7- Mansell: 3 campeonatos (86, 87, 92); 41,7%

        9- Vettel: 3 campeonatos (10, 11, 12); 36,2%

        11-Hakinen: 2 campeonatos (98, 99); 40,6%
        12- Alonso: 2 campeonatos (05, 06); 37,8%

        14-Alan Jones: 2 campeonatos (79, 80); 31%
        15-Mario Andretti: 2 campeonatos (77, 78); 30,3%
        16-Emerson Fittipaldi: 2 campeonatos (72, 74); 29,6%

        17- Damon Hill: 1 campeonato (96); 50%

        24 – Lauda: 1 campeonato (75); 35,75%

        26- Felipe Massa: 1 campeonato (08); 33,3%

        28- Piquet: 1 campeonato (81); 20%
        29 e último: John Watson: 1 campeonato (82); 12,5%
        Quer dizer, o tal de Piqué, digo, Pique, iria a pique…ele foi tri-campeão mais na base do freio-de-mão, muito mais do que o Emerson, que ficou com essa fama…O Felipe Massa ganhou 1Q3 das corridas que disputou em 2008, e seria campeão…O Pique, quando ganhou, ganhou 1/5 das corridas disputadas em 81…O percentual à frente, representa o tanto de corridas ganhas em relação às disputadas…o Damon Hill tem 50% e serve para difernciá-lo em relação aos que estão no seu grupo de 1 ano de campeonato apenas…O Senna, por exemplo, que tem 4 campeonatos e percentual de 42,2%, no todo, se for olhar 1 ano específico, 88 por exemplo, tem os mesmos 50%, 8 vitórias em 16 possíveis. O mesmo ocorre com relação ao Schumacher e ao Fangio…Se o Schumacher escolher seus 5 melhores campeonatos, para compara com os 5 do Fangio, seu percentual passará de 55,1% para 59,3%, maior que os incríveis 55,6% do argentino.

      • Eduardo Melo disse:

        Se…se…se eu tivesse corrido de fómula 1 aposto que dava pau em todos estes figuras aí, se… se… a pontuação fosse esta… se… o carro fosse aquele… se…

      • Piqué, o da Shakira disse:

        A questão não é o “se”.
        Esse tipo de classificação (que quase passou a vigorar há poucos anos atrás) evidencia uma coisa…
        A maioria dos pilotos ganhou campeonatos vencendo o máximo de corridas nos respectivos anos…
        .
        A exceção foi o tal de Piqué, digo, Pique 20% (e o Lauda, que , pelo menos, no ano que ganhou, ganhou 35% das corridas)
        .
        O Pique ia mais naquela de administrar pontos, 2ºs, 3ºs e 4ºs lugares
        .
        Na dele, se é que você me entende…o público telespector seria só um detalhe…por isso que ele perdeu o campeonato de 86…estava na frente, com os pontos do título, faltando poucas voltas para acabar a prova….e foi pro box trocar pneu e puxar o freio de mão…resultado: Prost campeão! (pela 1ª vez)
        Se o Piquet gostasse (soubesse) de ganhar corridas…

      • Eduardo Melo disse:

        Ainda acho que se eu fosse piloto vencia estes malas sem alça.

      • Janus disse:

        1o. Onde entra o Rosberg nessa história?? (tá, já vi que vc trocou pelo Watson, por engano, tudo bem)

        2o O percentual de vitórias depende da concorrência, não exatamente do piloto campeão. Precisa ver se ele teve muito menos vitórias do que o vice, por exemplo (como Piquet, em 87). Mas o percentual, por si só, não diz nada. Não sou anti-Senna, mas vc cita o campeonato de 88 como exemplo pq ele venceu 50% das corridas, no entanto só venceu uma a mais que o Prost. Não tinham adversários. O mesmo vale para a era Schumacher/Ferrari. Correr pelo regulamento não é nenhum demérito. Pelo contrário, demonstra inteligência.

        Mas logicamente, pro público, eu concordo, é uma chatice. Veja o que aconteceu com a Stock Car depois que implantaram o sistema de playoffs … ninguém mais arrisca uma ultrapassagem em corrida nenhuma, pois o importante é se garantir.

      • Didier Pironi disse:

        Tem razão, caro Janus…O grande vencedor por esse critério (de considerar-se só as vitórias…e os 2ºs e 3ºs lugares, para o desmpate), em 82, foi o DIDIER PIRONI, da Ferrari, também com 2 vitóris e 2 2ºs lugares igual ao John Watsom, mas com 2 3ºs lugares contra 1, do inglês…então, o campeão de 82 seria o Pironi (que ainda não pode correr as 5 últimas corridas do ano, por ferimentos causados em um acidente em treino na Alemanha, na chuva…bateu no Prost, então na Renault)…Abandonou a F1 e passou a correr com barcos…morreu num acidente em 87.

      • Eduardo Melo disse:

        Falou tudo. Assino e carimbo.

  24. Velhaco disse:

    Cuidado, hein, Piquet, o fantasma do Senna vai puxar o seu pé, de noite.
    E olha que você já tá bem velhinho prá ter medo do escuro…
    Coitado do Piquet!
    Quanto mais velho, mais boboca fica.

    • J Fernando disse:

      Quem falou do Senna foi o repórter.
      A verdade é um pé no saco, não é mesmo?
      Senna, como você disse, é um fantasminha que vai assustar os desafetos.
      Piquet está vivo aí, gravando comercial ao lado de ex-amigos-pilotos.

      Mansell lembrou de 24 mortos (Senna entre estes) de uma época que a F1 era terrível em termos de segurança. Quem sobreviveu à esta época é melhor mesmo.

    • Gerson disse:

      PQP como essas viúvas são ODIOSAS!!

      Filhão, o assunto é o encontro entre Piquet e Mansell. Só pra te avisar, o único cidadão que tinha medinho do AS era o Prost.

      O fantasma do Senna deve estar “purpurinando” em outra galáxia.

      • Pé frio disse:

        Mais boboca que o paspalho do Piquet,
        são as que tomam as dores do velhaço desrespeitoso.
        (ou seria desrespeitado (mistura de desrespeitoso com despeitado?)

      • Marcos Bertolo disse:

        engraçado que para quem falava que nao era amigo do Mansell pq ele gostava de mulher bonita e o Mansell casado com uma feia, que ele morava em um lugar aonde fazia sol o ano inteiro e o cara morava em um lugar que so chovia, que o Mansell era um imbecil veloz e mais um monte de outros comentários ridículos..cadê a machesa?Porque nao aproveitou e não falou na cara do Mansell?Ser macho atrás das cameras é facil amigo..quero ver face to face..ai sim tem que ter culhão

      • Fabio disse:

        rapaiz, olha o contexto, ele dizia isso em 86/87..ganhou um caneco e o mansel nenhum. E se a Willians não tivesse chamado ou ele ter bancado a permanecia na pista e arriscar com os pneus podia ter levado o e 86 também…

      • Piqué disse:

        A corrida de 86 foi uma vergonha pro Piquet…se comportou como um carneirinho e viu o azarão Prost ser campeão (pela 1ª vez) prá cima dos bobões da Williams (ele e Mansell)…entregou de mão beijada…E contra o Alan Jones? Era só chegar na frente que ia ser campeão, mas levou uma cacetada por trás (ôpa!) na largada e o australiano foi campeão…e o Piquet parece que amarelou também nesse episódio (foi antes de 86) e deixou por isso mesmo…parece que gostou, sei lá,,,aliás, se fosse adotado aquele critério que a FIA/FOCA chegou a ameaçar, anos atrás, que só o 1º lugar pontuaria, o Piquet só teria 1 título mundial, atrás do Emerson com 2 e do Senna, com 4…pois é, né gente…o Piquet e os piquesistas deviam ficar mais quietinhos e torcer para que o pessoal visse as possíveis qualidades do piloto, é ou não é? Mas, de toda forma, parabéns pelo casamento com a Shakira e o nascimento do neném…ah, não! É o Piqué, o famoso, o do Barça…eu (e o resto do mundo) confundi, desculpa,,,

      • Fabio disse:

        cara o piquet nem dome pensando nisso…ele têm tres canecos e curti a vida…

      • marcelo soutello disse:

        piquet deu uma belíssima pipocada, afinou diante do leão. Fanfarrão.

  25. Felipe AG disse:

    Flavio, desculpe encher o saco, mas a entrevista não está completa nem no link.

  26. Janus disse:

    Mansell disse que sempre correu de forma esportiva e blablabla, até concordo, mas ele se esqueceu de uma certa corrida em Portugal, pela Ferrari, em que praticamente garantiu o #1 para seu futuro companheiro de equipe narigudo. Corrida na qual ele (Mansell) já tinha levado inclusive bandeira preta …).

    • Paulo Pinto disse:

      O acidente em Portugal não decidiu o campeonato. Prost foi campeão com 76 pontos e Senna, vice com 60. A vitória, na época, valia 9 pontos.

      Acredito mais em trapalhada do “Leão” (no sentido de atrapalhado), do que em má-fé.
      A foto que aparece no site STATSF1, sobre o episódio (Grande Prêmio, Portugal, 1989), mostra Mansell em sua trajetória e Senna por fora, buscando a parte de dentro onde não há o devido espaço. Claro, uma foto num esporte rapidíssimo, não oferece a real dimensão do ocorrido.

      • Janus disse:

        Posso estar enganado, mas lembro vagamente do Galvão berrando algo como “agora Senna tem 2 alternativas nas 3 corridas que restam: vencer ou vencer”. Faltavam Espanha, Japão e Austrália. Ele ganhou na Espanha e no Japão, na vitória que não valeu, e aí o título ficou pro Prost. Acho que por causa do sistema de descartes.

        Concordo que Mansell era meio atrapalhado e tal, mas a placa e a bandeira preta foram bem claras. Eles brigavam pela 2a posição, e o líder era o Berger, na outra Ferrari. Com a batida, a Ferrari (Berger) ganhou a corrida e praticamente garantiu o #1 para 1990 (Prost já estava contratado).

        Só que na semana depois de Estoril, Mansell foi suspenso por uma corrida por causa da batida (na verdade, por ignorar bandeira preta). Ameaçou até abandonar a carreira e blablablá, mas acabou voltando atrás, é claro. A Ferrari correu só com 1 carro, Berger, em Jerez. De qualquer maneira, não foi só a mídia brasileira que considerou Mansell culpado, a FIA também.

      • Paulo Pinto disse:

        Com certeza, Senna também viu a placa e a bandeira preta, além (é claro) da sinalização da McLaren.
        Pelo que sei (não tenho certeza), Mansell não desrespeitou a bandeira preta. Ele estava “gastando” as voltas a que tinha direito, até o limite de recolher o carro aos boxes.

        Agora me responda, caro Janus: você, no lugar de Senna, tentaria ultrapassar um piloto já desclassificado, veloz, com fama de maluco e que não tem mais nada a perder no GP em questão?

      • Paulo Pinto disse:

        Corrigindo: Senna “fechou a porta” na ultrapassagem de Mansell, já desclassificado. Foi muita inocência do brasileiro, achar que um piloto arrojado que não media consequências e fora da corrida, fosse aliviar.
        Prost ou Piquet o deixaria passar, numa boa…

        O vídeo no You tube (que acabei de ver) mostra, sem sombra de dúvida, que não foi má-fé do “Leão”.

      • Janus disse:

        Concordo que o Senna foi afoito, assim como foi naquela corrida em Monza 1988 quando tentou ultrapassar o Schlesser numa hora errada, e também foi em outras oportunidades – ou mesmo inocente, como bem colocou aí o Paulo Pinto.

        Mansell tinha direito àquelas voltas, e provavelmente trabalhou de escudeiro do Berger enquanto podia. Mas não vou entrar no mérito aqui se ele teve culpa ou não. Não vou entrar no mérito porque a FIA julgou ele e considerou culpado (veja bem a FIA considerou um piloto da Ferrari culpado numa disputa contra um adversário do Prost), então quem sou eu pra dizer que ele não teve culpa nenhuma.

        Mas, isso não torna em mentira o que o Mansell disse: ele nunca ganhou um campeonato de forma desonesta ou antidesportiva.

      • Janus disse:

        Acabei de ler que o Senna, após aquela prova, teria declarado que estava com problemas no rádio e que não sabia que o Mansell estava desclassificado. Pode ter sido migué pra esconder sua própria burrice, por outro lado, faz um certo sentido.

      • marcelo soutello disse:

        porra gente! o Senna tinha que dar aquela forra-porrada no narigudo e no presidente autoritário, ficamos um ano engasgados!

      • Janus disse:

        A questão do acidente provocado em 1990 não teve tanto a ver com 1989 (a desclassificação em Suzuka só tirou do Senna a corrida, não o campeonato, que ele só conquistaria se também vencesse Adelaide, o que não aconteceu), mas principalmente com a discussão no briefing da corrida de 1990 e também com a inversão de lado do pole-position, na última hora. Senna tinha feito a pole, e queria largar no lado limpo da pista, mas aí, de última hora, inverteram, e Prost largou do lado melhor. A largada foi dada, portanto, com uma irritação ainda muito fresca na cabeça, não era coisa de um ano atrás. Aí a cagada, no caso de o Prost eventualmente largar melhor, era vista mesmo.

  27. jovion disse:

    Não entendi porque a Formula One Management retirou o video do you tube. Que poder é este. A entrevista não foi feita pela Sport TV? Mas ainda dá para vê-la no linha de chegada no site da globo. Jovino

  28. Antonio disse:

    Bela entrevista.
    Mas só o Piquet riu da piada dizendo que ele está vivo ao ser comparado com o Senna.
    Foi um pouco constrangedor

  29. daniel disse:

    O engraçado he ve o piquet dizer que ele INVENTOU a suspensao ativa como se ele fosse um engenheiro que fez tudo SOZINHO, e a lengenda dando credito a wiliams e nao a ele.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk acorda piquet

  30. daniel disse:

    Piquezao he FeLIPE NASR e nao Felipe massa

  31. Hermann disse:

    Gostei bastante da entrevista,, só estava esperando o Piquet, mandar o Mansell parar de coloca-lo como referencia em suas resposta;; “Como o Nelson disse, como o Nelson falou”,, rsrsr. Ótima entrevista. Dois grandes pilotos, que mostraram que a rivalidade parece que era mesmo só dentro das pista.. Além do Piquet dizer que se manteve vivo, o Mansell também falou que ele e Piquet foram campeões sem precisar jogar/bater o carro em um outro que disputava o titulo, como fez alguns grandes pilotos… rsr…. Boa..

  32. Daniel Magnani disse:

    …orra!! O Bernie não perde tempo. Já tirou o video do YouTube.

  33. Felipe AG disse:

    Aprendi a gostar, ou amar, assistir às corridas de F1 na década de 80, período no qual era um garoto. Tive(mos) uma sorte danada, pois havia cinco gênios ( Lauda, Senna, Prost, Piquet e Mansell ) e outros grandes pilotos ( Berger, Alboreto, De Angelis, Rosberg, Laffitte, Patrese, Johansson …) correndo juntos, sentados em carros espetaculares, com motores turbo maravilhosos e com pouquíssima eletrônica. Era coisa para piloto de verdade mesmo. Michael Schumacher pegou o finalzinho desta época, mas faz parte de uma outra geração, cujos pilotos são de qualidade inferior ao que então havia. Schumacher, claro, é gênio, mas quem mais pode ser agregado no pacote? Vettel? Alonso? Hamilton? Não sei. E fica difícil saber, pois em uma F1 em que carro nenhum quebra, com eletrônica embarcada até na rebimboca da parafuseta e em pistinhas que dão dó, como Abu Dhabi ou Bahrein por exemplo, fica impossível estimar o que estes caras fariam ou seriam capazes de fazer. Menos mal que os turbos voltam ano que vem. Já é baita um presente aos nostálgicos.

  34. A F1 Management tirou o vídeo do ar.

    Mania de restringir tudo…

  35. Nelson disse:

    Eles ainda são do tempo em que os pilotos podiam FALAR,2 grandes personagens de uma epoca sem retorno.Excelente entrevista

  36. Luiz disse:

    Não achei a entrevista em si tenha acrescentado muita coisa.
    Ambos tiveram a preocupação de “manter a linha”, evitando declarações mais ácidas (com exceção de um momento de humor negro do Piquet em relação ao Senna…).
    O que achei mais legal foi despojamento e o clima até surpreendente de cordialidade e respeito mútuo entre dois grandes rivais de uma época que deixou saudade.
    Cada um com seu estilo, são para sempre dois monstros do esporte!

  37. Marcelo disse:

    Amigo Flavio,
    Excelente entrevista e oportuna análise do Tiago Maranhão. Foi literalmente um “trio de ferro”…
    Tive o privilégio de ver in-loco os dois correndo em Jacarepaguá (1989 – Vitória do Mansell) e nos anos seguintes aqui em Interlagos.
    Dois grandes pilotos, duas histórias fantásticas, melhor do que eles só nosso Brazuca com mais GPs disputados na F1, e que agora correrá de Estoque Bolha…
    Abraços,
    Marcelo

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