MENU

domingo, 9 de novembro de 2014 - 12:02Gira mondo

MURO, 25

SÃO PAULO (quero voltar logo) – É uma pena que os 25 anos da queda do Muro tenham caído justo hoje, dia do GP do Brasil. A data não terá o espaço que merece neste blog, por falta de tempo de fazer algo mais elaborado.

Mas hoje à noite, quando voltar para casa, darei um abraço no querido Gerd.

no0911

16 comentários

  1. Manfred W. disse:

    Flávio já foi no museu da DDR .?

  2. Paulo disse:

    Fazem 25 anos que os caras derrubaram um muro que dividia um país em dois por causa de ideologias e sistemas econômicos diferentes.

    Enquanto isso, em terras brasilis, parte do povo não consegue aceitar o resultado de uma eleição democrática e gostaria de dividir o país ao meio. A parte “inteligente” do nosso país – que quer esta divisão – está 25 anos atrasada e não consegue perceber.

  3. Sanzio disse:

    http://herbiesworldtour.com/2014/11/09/25-years-fall-of-the-wall/

    Aqueles malucos da Áustria que deram a volta ao mundo de Fusca, saíram dar uma volta de Trabi pra comemorar o aniversário da queda do muro…

  4. Paulo Pinto disse:

    Chegará o dia em que o mundo não mais comportará ditaduras, sejam elas de que tipo for.

  5. Buganvilia disse:

    A Alemanha oriental foi o socialismo que mais chegou próximo de dar certo. Porque os alemães são naturalmente organizados e com senso de coletividade. Já na individualista Rússia, o negócio foi na base da truculência para colocar os naturalmente indisciplinados russos ‘na linha’.
    Em Cuba, a mentalidade fundiária e retrógrada de Fidel transformou a ilha em um enorme canavial, praticamente a fazenda particular dos Castro. Na Coréia do Norte, o tradicional autoritarismo asiático deu proporções ainda mais trágicas a um regime naturalmente autoritário.
    Dois países que não quero nem imaginar como socialistas: o malandro Brasil e o Japão dos abusadores e abusados. Seria catastrófico em qualquer um dos dois.

  6. Cocô de Cachorro disse:

    A Alemanha Oriental não era a ditadura miserável que vemos hoje em Cuba ou na Coréia do Norte. Os alemães orientais viviam bem, dentro dos limites da frugalidade socialista, mas sem fome nem miséria.
    Deixou saudades em muitos alemães orientais depois que estes tiveram que enfrentar as agruras do capitalismo em uma época que o outsourcing estava em voga e os empregos fugiam mais para o leste, para as republiquetas falidas da antiga URSS.

  7. Alvaro Ferreira disse:

    Dia inesquecível prá mim. Tava vindo com minha mulher de Milão para o Rio, com escala de 3 horas em Frankfurt. Fomos dar um rolê no aeroporto, sem saber de nada, e o povo tava numa excitação incrível, todo mundo falando ao mesmo tempo, correndo prá frente das tvs. Conseguimos chegar perto de uma, com transmissão em inglês e ficamos ali, pasmos! Pensamos em mudar na hora a passagem prá Berlim (o que teria sido fantástico), mas a bagagem já tinha sido despachada pro Brasil. Enfim, ficamos ali no meio das comemorações, vendo as imagens da garotada tirando pedaços do muro, tomamos uma cerveja, brindamos, estávamos tão perto e tão longe…

  8. valter disse:

    Muro de Betim já!!!

  9. mario disse:

    Coitadinho do orfão..

  10. Roberto Zuquim disse:

    Sim, caiu.
    Infelizmente caiu nas mãos erradas.
    Massa no pódio é vitória!

  11. Celião disse:

    Dia de ouvir Change in the wind .

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *