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Tuesday, 24 de February de 2015 - 16:47F-1

MISTÉRIOS (1)

SÃO PAULO (não sei de nada) – É a conversa dos últimos dias. Afinal de contas, o que aconteceu com Alonso? O espanhol vai para sua terceira noite no hospital, depois da batida de domingo nos testes de Barcelona.

A dinâmica da batida indica que não era para tanto. Vejam a simulação abaixo, enviada pelo blogueiro Gastão do Corcovado.

Esqueçamos os valores de G, porque acho que isso tudo é chutado — não há informação confiável, a McLaren não especificou nada, e em tese seria a única fonte crível, ou ao menos a única a ter esses dados reais. Imaginem uma batida como essa em qualquer corrida. O carro lambendo o muro. Acontece toda hora, e quando o carro para o piloto arranca o volante e cai fora.

Mas Alonso ficou dentro do carro. Parece ter ficado inconsciente, apesar da afirmação da McLaren de que não. Segundo a equipe, naquela hora poderiam pedir para Fernandinho escalar a seleção espanhola campeã mundial que ele não erraria ninguém.

O que houve, afinal? Um desmaio? Um choque? Uma explosão?

Só sei que a história do vento me parece pueril demais.

20 comentários

  1. Acarloz says:

    Aí tem …. mas não vamos saber…. rs

  2. Ernesto Gomes says:

    Tô começando a achar que Alonso teve um derrame.

  3. Gabriel P. says:

    Encobriram os resgate de todas as formas e sabemos que dificilmente vemos isso, a não ser em casos muito graves que desejam esconder.
    Mais grave ainda por se ter levado de helicóptero. (Sem gravidade e urgência, levariam de ambulância numa boa)
    3 dias no hospital e sem notícias prova a gravidade do caso. Certamente não foi um simples choque ou desmaio.
    Como bem disse Flávio.
    Que apenas falem a verdade, pelo menos para não se desmoralizarem ainda mais.

  4. J says:

    Falando totalmente por especulação, sem nem ter visto a batida…

    Tô começando a desconfiar que o Alonso teve algum problema de saúde. Terceira noite no hospital não é normal numa situação dessas, é? Geralmente, se o cara tá bem como ele parecia estar na foto pouco depois do acidente, é coisa de algumas horas para testes, uma noite no máximo. Se o cara quebrou uma mão ou perna ou algo assim, a notícia geralmente sai logo depois. Esse segredo todo em torno do caso é muito estranho, e faz pensar numa “teoria conspiratória” dessas, de que ele teve algum problema mais sério.

    Só vamos saber quando vierem informações de verdade.

  5. perna quebrada says:

    O Webber deu uma puta batida no fim do ano em Interlagos e não ficou o mesmo tempo que o Alonso no hospital com essa batidinha.

    https://www.youtube.com/watch?v=JPwqerJsLbQ

    http://globoesporte.globo.com/motor/noticia/2014/12/mark-webber-recebe-alta-do-hospital-em-sp-afirma-equipe-em-rede-social.html

  6. André Sb. says:

    Digamos que ocorreu uma descarga elétrica vinda do Kers (ou sei lá qual o novo nome disso…), e isso viesse a público, o que aconteceria?
    As unidades de energia teriam que ser aposentadas logo após milhões de dólares de investimento para que as mesmas ficassem prontas, tendo que retornar ao velho e bom motor a combustão, o que não é o interesse – comercialmente falando – de quem dirige a F1.
    Como o Alonso não morreu e também não lembra do acidente, eles conseguem culpar o vento, as formigas que cruzam o autódromo….

  7. Luís Pulvino says:

    Está tudo muito estranho.

    Lembram da pancada horrenda do Kubica de BMW Sauber no Canadá em 2007 ?

    Parece-me que ele ficou desacordado por algum tempo (lembram da célula de sobrevivência de lado e os braços dele soltos?), e lembro que bateu a mais de 250 por hora, DE FRENTE. Resultado: ficou só um dia no hospital, e saiu dirigindo, inclusive.

    Essa historia do Alonso está bem esquisita.

    Qual o simples motivo de um paciente não receber alta de um hospital? Quando não está tudo bem com o paciente, certo?

    É nítido que aconteceu algo grande e sério nesse acidente.

  8. Allez Alonso! says:

    Existem acelerômetros que marcam a força G. A FIA monta sensores nos carros também, em Abu 2013, o mesmo Alonso passou por uma zebra ao passar o Vergne e disparou o sensor da FIA, acho que 25G, na época. Daí o protocolo é internar mesmo, tem fotos que mostram ele com manta térmica, oxigênio, etc.
    Se ele perdeu a consciência, então eles tem que ser mais cuidadosos ainda. Alonso já vinha se queixando de dores na lombar durante 2014.

  9. Jayme says:

    Na parte inicial que era um vídeo mesmo, dá pra ver que o Vettel passou reto na curva, antes da batida

  10. Brabham-5 says:

    Na minha humilde visão de simples espectador, parece como se o carro travasse o acelerador, e Alonso, perdendo o controle sobre a aceleração do carro mesmo tentando frear, jogou o carro contra o muro para evitar um acidente pior.
    E com o primeiro choque do carro com o muro, ele pode ter desmaiado (ou ficado bastante atordoado) com a pancada. Daí a demora para sair do carro.

    • Brabham-5 says:

      Verdade que está demorando muito já para receber alta do hospital.
      Será que levou um choque elétrico com a colisão ou quando tentou sair do carro? Imagino só essa justificativa para terem de tirá-lo do carro (consciente ou não) e a internação prolongada.

  11. Eltontoptec says:

    Então cara, se foi como a simulação mostra por que diabos o cara tá no hospital com a cara afofada como na foto de ontem que o Abad tuitou? Sei não hein…. …estranho pra cacete.

  12. Na F-1 eles têm protocolo para concussão? Concussões podem aparecer até com pancadas realmente leves e causam os mais variados sintomas, como náuseas e/ou tonturas e/ou sonolência e por aí vai.

  13. José Angelo says:

    Pois é, já que ninguém que sabe, fala, vamos dar vez aos leigos. No caso, eu.

    Essa simulação parece ser simplória demais e sem qualquer confirmação fica difícil até acreditar que foi exatamente desse jeito. Mas digamos que sim, que foi nesse angulo e velocidade indicados. 30g é um exagero (mais uma vez, analisando como leigo). Li que o acidente nos treinos do GP da Alemanha ano passado, com Hamilton chegou a esses valores, mas não sei se foram confirmados. De qualquer forma, acredito mais que possa ter chegado a isso do que no caso do Alonso. Outro acidente forte e inclusive noticiado no Grande Prêmio, foi o de Vander Garde no Japão em 2013, que segundo a notícia, chegou a 20g e aparentemente foi muito mais forte (dá pra ver pela foto, inclusive). Ou seja, acho pouco provável que tenha sido essa a desaceleração a que Alonso foi submetido, e vou além, desacredito também nos 15g informados das batidas subsequentes.

    Agora mais uma especulação sem qualquer fonte, mas que me ocorreu agora juntando a informação de que Alonso não saiu do carro mas que estava consciente. – É sabido e confirmado que a Mclaren estava tendo problemas no “kers” (independente do nome que se chame agora, vocês entenderam), ponto.
    – Foi especulado que Alonso sofreu um choque, ponto.
    – Lembro das aulas de física sobre a gaiola de Faraday e um caso que um professor contou que certa vez um ônibus foi atingido pela fiação de um poste e que dentro havia uma pessoa com algum conhecimento sobre a experiência de Faraday. E que por sorte pediu aos passageiros que não saíssem do veículo e esperassem a chegada do corpo de bombeiros para aterramento do mesmo.
    – Agora a especulação. Se Alonso estava consciente e a McLaren tinha algum dado informando algum problema elétrico, não seria possível ter informado ao piloto que não saísse do carro até o atendimento?

    Mais uma vez, estou apenas especulando, afinal, pelo que li, as luzes do carro indicavam que o mesmo estava apto a ser tocado.

    De qualquer forma, tudo muito estranho. Tanto a batida, quanto as causa e mais ainda a falta de informação por parte da McLaren.

    Aguardemos, pois!

    • J says:

      Caro José Angelo,

      30g é perfeitamente razoável. Lembre-se do colégio: aceleração é a taxa de mudança de velocidade. Quanto maior a mudança e menor o tempo, maior a (des)aceleração. Um carro a 50 km/h que dê uma batida de frente já dá 30g de desaceleração. Veja aqui:

      http://hyperphysics.phy-astr.gsu.edu/hbase/carcr2.html

    • Fernando says:

      A gaiola de Faraday não se aplica para o carro de F1, pois o piloto está metade dentro do carro e metade fora (diferente de um carro convencional ou de um onibus, como citado por você). Outro ponto, na gaiola de faraday a descarga eletrica vem de fora da gaiola, mas nesse caso da f1, teria vindo de dentro (não sei exatamente como seria o comportamento dessa forma)

  14. Nelson Barreiros Neto says:

    Boa tarde Flavinho e leitores do blog.

    Quem acompanha formula um, como boa parte dos leitores do seu blog sabe, como você, que essa história é como a gente fala aqui em Piracicaba, pra boi dormir…

    Algo mais sério aconteceu. Infelizmente tudo com esses caras e equipes envolvem milhões e as informações são sempre maqueadas, mas supondo que realmente a pancada pegou em um ponto que apagou o cara (acho difícil, esses caras tem pescoços mais fortes que um touro), mas de novo, supondo que o apagou vem a pergunta, era pra TRÊS dias de hospital??

    Difícil hein galera! De qualquer forma, melhoras pro Alonso, mas que tem caroço nesse angu, isso tem.

    Lembrando, Vettel estava logo atrás e ele não teria sentido pelo menos resquício dessa rajada de vento “furacânica” (palavra horrorosa inventei) pra poder informar na entrevista que deu logo após??

  15. Winston says:

    Uma batida num angulo tão alto arrancaria toda a suspenção dianteira no mínimo.
    Ta estranho isso ai.

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