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terça-feira, 27 de junho de 2017 - 20:26Antigos em geral

VERÃO, 1979

RIO (mestre da pena) – Delicioso este texto do nosso Jason Vôngoli (e as fotos de Ricardo Beliel, claro!) sobre a invasão de carros argentinos no verão de 1979, ano em que o câmbio ficou muito favorável aos nossos vizinhos e eles resolveram tomar sol nas nossas praias. Está em espanhol (o cara não é fraco…), mas dá para entender tranquilo. Anderson Grtuygfrw mandou o link do “Autoblog” hermano. Lembro perfeitamente da horda de Peugeots, Renaults, Citroëns, Falcons e Fiats que nunca víamos por aqui. A inconfundível placa preta com uma letra, apenas, também passou a fazer parte da paisagem brasileira.

Tempos divertidos, aqueles. Aliás, na foto que escolhi abaixo, a esmo, além do Renault argentino temos um Puma zero e um Miúra. Eram legais, as ruas?

BRASIL-ARGENTINOS7

28 comentários

  1. tevez disse:

    Renault 12
    Esse carro vendeu que nem agua, era quase um todo terreno
    Placa C…De Capital Federal….Porteño

    A cruz no parabrisas é que era Dotor..Se for vermelha era médico se for verde era veterinario

    A paixao argentina pelo automobilismo não tem comparação

  2. Angelo Carvalho disse:

    Palavras do próprio blogueiro “Tempos divertidos, aqueles”. Ué mas “Os dias eram assim” mesmo??

  3. victor freire disse:

    renault 12, também conhecido como ford corcel, também conhecido como dacia 1300.

  4. Leo Contesini disse:

    Até hoje é assim no litoral de SC. No início dos anos 1990 eu passava as férias em Navegantes e no caminho pra lá sempre pintavam uns carros esquisitos com placas pretas feiosas. Eu nem conhecia as marcas gringas, afinal, em 1991 e com sete anos o que eu ia conhecer além da Fiete, Chefrolet, Folkswagen e For?

    Os mais populares eram Peugeot 504, os Sierra e aqueles Falcon tenebrosos “atualizados” nos anos 1980. Tudo a diesel. Mas volta e meia pingavam uns carros mais legais. Até um Fuego Turbo eu cheguei a ver no fim dos anos 1990.

    Depois começou a onda dos milionários, os bizarrinhos argentinos foram substituídos por umas vulgaridades e o negócio perdeu a graça.

    Mas tudo bem, a cidade mudou, a casa velha foi demolida, cercaram a pista do aeroporto e bloquearam a estradinha de serviço, mudei pra SP. Nem foto sobrou.

  5. Sandro disse:

    Naquela época eu era ainda um guri e morava em Blumenau. Os castelhanos invadiram toda Santa Catarina. No comércio não se falava mais português, todos queriam vender algo para os “hermanos” pois eles é que tinha “la plata”. Era chato. Quanto aos carros , nunca vi tanta lata velha quanto naquela época. Eles vinham com seus Ford Falcon tomados de ferrugem puxando trailers e reboques igualmente podres, seus WV 1800 quatro portas (nosso antigo Dodge Polara) e se achavam os donos do pedaço. De fato, ficaram donos de metade de Balneário Camboriú, Itapema, Piçarras, Canasvieiras e até hoje você encontra eles por lá.

  6. Ronald Dirschnabel disse:

    Aprendi a guiar em Balneário Camboriú num Renault 12, em 85, dum cara que alugava a casa do meu pai no verão e ficava um mês e meio. Tempos sem vir, e ele me aparece com uma Trafic muito legal, me emprestou pra sair e tudo, não tem como não simpatizar com argentinos cara.

  7. Ricardo Bigliazzi disse:

    Eramos mais magros… a Família tem parentes que migraram para Santa Catarina um pouco antes de 1979. Lembro dessa invasão (passávamos férias de verão por lá). Na lembrança ficou a cena de uma família comprando um tênis para um menino na Loja Hering de Blumenau, o Hermano comprou um tênis pelo menos 2 números maior do que o filho usava, certamente para que o moleque pudesse usar o tênis até que ele esfarelasse, mesmo que o pé crescesse um pouco.

  8. Batista Lara disse:

    Anos 60, 70 e 80…. Anos dourados, em tudo!!! Músicas, carros, novelas(isso mesmo, novelas), gatas, biquínis, segurança, discotecas, etc…. Vivi os anos 70 e 80 intensamente. Os nossos carros tinham personalidade. Os de linha… Maverick, Opala, Veraneio, Caravan, Landau, Rural, Jeep, Fusca, Variant, Chevette, Corcel, TL, Vemaguet, Belcar…… Os esportivos, SP2, Chevette GP, Besourão, Corcel GT, Gol GT e GTI e os fora de série, Puma (todos), Miura, Santa Matilde, e mais um monte que não vem agora na memória…. Hoje…. não elenco nenhum como “o carro”… Sou saudosista, e se tivesse grana, teria um exemplar de cada um desses na minha garagem.

  9. pedro disse:

    Já tinha ouvido falar do verão da lata…mas das latas velhas foi a primeira vez.

  10. Jader disse:

    Cena comum, todos os anos, do litoral gaúcho e catarinense, mais no catarinense. Mas os carros, agora são os mesmos que temos aqui, não há mais diferencial, com raras exceções.

  11. Eduardo_SC disse:

    E durante boa parte dos anos 80 continuou assim. Até hoje aguardo a fabricação do Ford Sierra por aqui.

  12. Fernando Monteiro disse:

    Ah o Rio de Janeiro dos anos 70, a vida passava mais devagar, sem correria, sem pressa, essas imagens me lembram muito um programa muito popular nos anos 70 chamado Show de Turismo com Paulo Monte. Que tempo bom aquele, passar as tardes nas praias dos mares do sul.

  13. Hector disse:

    Já discordo na primeira linha,quando ele diz que as ruas brasileiras eram tediosas e com pouca variedade de modelos. Os carros brasileiros eram bem melhores que os argentinos, e a variedade era muito maior que hoje, muito mais interessante.

  14. Olha, se esses carros eram bons, confortáveis, etc, isso eu não faço ideia porque não era nascido. Mas que as ruas ficavam bem mais bonitas com esses carros ao invés da horda de SUVs de boutique de hoje em dia… Como fica.

  15. Flavio Bragatto disse:

    E o carro na frente do Puma é um Miura, certo?

  16. Carlos Pimenta disse:

    PUMA ZERO!!!!! Conversível!!!! Uma Rural lá atrás,, Velhos Tempos, Belos Dias,

  17. Valmir Lopes disse:

    No meio de tantas estrelas uma elegante Rural conseguiu brilhar.

  18. Batista Lara disse:

    Olha o papai do Corcel I !

  19. Fabio Zolli disse:

    Você lembra Flavio Gomes??? Já tinha nascido???

  20. Alex disse:

    Eu me lembro de uma invasão dessas em 93. O litoral norte de SP virou uma extensão da Argentina

  21. Caetano Pacheco disse:

    A roda de três parafusos desse Renault denuncia a origem em comum com nosso Corcel.

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