AUDI: DA COSTELA DO DKW

Com algum atraso, meu vídeo do Blue Cloud 2024!

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FOTO DO DIA

Hamilton postou nas suas redes sociais. Agora, sua bandeira é vermelha!

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ENCHE O TANQUE

Márcio Miranda mandou a foto, o texto e os votos: “Há algum tempo penso em te enviar essa foto. O posto, que aparentemente está desativado, fica em São Bento do Sapucaí, na estradinha que leva para a pedra do Baú. Gosto muito de andar de moto por aquela região e sempre que passava por ali pensava no seu blog. Hoje parei e cliquei. Se gostar da foto, ficarei muito honrado se publicá-la no blog.  Grande abraço e feliz 2025 pra você e a todos os leitores do blog!!!”.

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PRENDE EU

Avistamento intrigante na zona sul da cidade…

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NÃO RESTA MAIS

SÃO PAULO (e chega) – Pronto, grid montado para 2025. A Red Bull confirmou hoje a estreia do francês Isack Hadjar na Racing Bulls para ser o companheiro de Yuki Tsunoda. Ele tem 20 anos e foi vice-campeão da F-2 nesta temporada. Assim, depois de uma virada de 2023 para 2024 sem mudança nenhuma — todos os pilotos que terminaram 2023 começaram 2024 exatamente onde estavam –, só duas duplas estão mantidas para o ano que vem, as de McLaren e Aston Martin. No mais, um entra-e-sai geral.

Tecnicamente, serão três estreantes: Bortoleto (Sauber), Antonelli (Mercedes) e Hadjar (Racing Bulls). Lawson (Red Bull), Doohan (Alpine) e Bearman (Haas) são “quase” — farão suas primeiras temporadas completas depois de disputar algumas corridas em 2023 (caso de Lawson) e 2024 substituindo titulares doentes ou machucados ou suspensos ou demitidos. Nenhum deles era nascido quando Alonso estreou na F-1, em 2001. Pérez, Ricciardo, Magnussen, Bottas, Zhou e Sargeant, entre os que iniciaram o último Mundial, estão fora. Colapinto, que fez as últimas provas pela Williams no lugar de Sargeant, idem.

É uma chacoalhada e tanto. A média de idade dessa turma no dia 16 de março, quando começar a temporada 2025 na Austrália, será de 26,8 anos, contra 29 do início de 2024. Dois não terão chegado aos 20 anos de idade: Antonelli (18) e Bearman (19). Eram sete com mais de 30 na primeira prova deste ano, em quem não se deve confiar. Serão quatro no ano que vem: Hamilton (40), Alonso (43), Hülkenberg (37) e Sainz (30).

Hadjar é o 19º piloto do programa júnior da Red Bull a chegar a F-1 desde 2001, quando a marca era apenas patrocinadora e ainda não tinha uma equipe própria. Dois viraram tetracampeões, Vettel e Verstappen.

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RESTA UM

SÃO PAULO (tudo se ajeita) – Para surpresa de ninguém, um dia depois de anunciar a partida de Sergio Pérez a Red Bull confirmou a promoção do neozelandês Liam Lawson, 22, à condição de titular no time principal da companhia. Será o novo companheiro de Max Verstappen. Ele correu algumas provas no ano passado pela AlphaTauri no lugar de Daniel Ricciardo e acabou substituindo de vez o australiano, neste ano, na rebatizada Dá Pra Parcelar em Três — que no ano que vem passa a se chamar só Racing Bulls.

Para fechar o grid, falta agora apenas saber quem corre ao lado de Yuki Tsunoda na filial de Faenza. Ninguém deve se espantar com a manutenção do japonês onde está. Ele nunca foi seriamente considerado pela Red Bull. É piloto da Honda, ponto. Em 2026, com alguma sorte, corre na Aston Martin. Enquanto isso, que fique onde está sem reclamar. Tsunoda é divertido, cresceu na carreira, fez uma temporada passável, mas também não é nenhuma panela de arroz Brastemp. Isack Hadjar deverá ser o escolhido como seu parceiro. Ele foi vice-campeão da F-2 neste ano. Mas eu, se fosse a Red Bull, correria atrás de Franco Colapinto. E eu, se fosse empresário de Colapinto, faria qualquer coisa por esse cockpit. Acho Hadjar ruim.

A outra notícia do dia foi a confirmação da volta de Valtteri Bottas à Mercedes, na condição de terceiro piloto. Ele estará a postos para o caso, sei lá, de Kimi Antonelli ficar de recuperação ou ter uma excursão da escola para o Hopi Hari num fim de semana de corrida. Bottas ficou cinco anos na equipe, entre 2017 e 2021. Nesse período, ganhou dez corridas, fez 20 poles e subiu ao pódio 67 vezes. Ajudou muito nos cinco títulos de Construtores que os alemães conquistaram no período. Enquanto Hamilton ganhava campeonatos, ele somava pontos. Saiu invicto como membro da equipe, embora não tenha lutado para ser campeão de pilotos em nenhum momento.

É a coisa de não desapegar. Bottas poderia tranquilamente pegar sua bunda branca e voltar para casa depois de três anos na Alfa Romeo/Sauber. Terminou a última temporada sem nenhum ponto, um negócio meio vergonhoso. Ficar vagando pelo paddock em 24 viagens internacionais para não fazer nada me parece uma perspectiva de vida bem besta. Mas quem sou eu para julgar?

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ADIÓS

SÃO PAULO (faz parte) – Com as palavras carinhosas de sempre, porque alguém pagou e outro alguém recebeu, Red Bull e Sergio Pérez anunciaram hoje o divórcio. O contrato do mexicano ia até o fim de 2026, mas sua péssima temporada de 2024 tornou a situação insustentável. Pérez foi o único piloto das quatro grandes que não ganhou corrida. Liderou uma única volta (em Monza), contra 560 de seu companheiro Max Verstappen. Fez 152 pontos, diante de 437 do holandês. Subiu ao pódio apenas quatro vezes; Max, 14.

Pérez chegou à Red Bull em 2021 depois de um período frenético de troca de pilotos da equipe austríaca. Quarto colocado em 2020 pela Racing Point, estava credenciado para dar uma certa estabilidade ao time, para que as atenções pudessem ser dirigidas a Verstappen. E assim foi em 2021, 2022 e 2023. Foi quarto, terceiro e segundo colocado no Mundial de Pilotos nos três primeiros anos. Ganhou cinco corridas e fez três poles. Subiu ao pódio 25 vezes. Estava de bom tamanho.

Mas neste ano foi um fracasso. Terminou o Mundial em oitavo. Levou para casa apenas quatro taças, a última delas em abril na China. Foi um bom companheiro enquanto Verstappen brilhava, sem grandes confusões e com algumas atuações interessantes. Suas cinco vitórias pelo time aconteceram em circuitos de rua. Ganhou até uma tímida alcunha de rei das pistas urbanas, mas a verdade é que nunca fez sombra para o parceiro. E nesta temporada pode-se dizer que a Red Bull deixou de lutar pelo título de construtores por causa de sua ineficácia. Virou equipe de um carro só.

Se continuasse como estava até 2023, Checo ficaria. Mas 2024 foi abaixo da crítica. Várias vezes ficou no Q1, envolveu-se em muitos acidentes, foi o piloto que mais prejuízo causou a uma equipe no ano, com despesas de mais de US$ 5 milhões para consertar seu carro batido em pelo menos cinco pancadas consideráveis.

Pérez leva com ele seus patrocinadores mexicanos. Custava pouco ou quase nada para a Red Bull, já que seus salários vinham desses apoiadores. Não se sabe qual será seu futuro. Creio que para de correr. Mas pode ser que abra negociações com a futura Cadillac. Na Red Bull, o substituto será Liam Lawson, salvo alguma grande surpresa. Na filial Racing Bulls, é provável que Isack Hadjar seja promovido. Eu já disse: tentaria Colapinto. Mas a gente sabe como são as coisas nas hostes de Horner & Marko.

Dizer que a F-1 vai sentir saudades de Pérez seria um exagero. Mas ranqueá-lo como uma porcaria de piloto, também. Ele foi, neste ano. Mas quem fica 14 anos na F-1 não pode ser considerado ruim. Tem um currículo respeitável de 281 GPs, seis vitórias, 39 pódios, três poles e 12 voltas mais rápidas. Sua maior vitória foi a do GP do Sakhir em 2020 com a Racing Point, ex-Force India, depois de cair para a última colocação no início da prova. Uma façanha e tanto. Foram dois anos na Sauber (2011 e 2012), um na McLaren (2013) e sete na Force India (Racing Point a partir de 2019) antes de desembarcar na turma dos energéticos.

Eu diria que cumpriu sua missão. Se permanecer, numa possível transação com a Cadillac para 2026, vai virar um morto-vivo como Ricciardo, Bottas, Magnussen e tantos outros. O tempo passa para todo mundo. Pérez faz 35 anos em janeiro. Pode muito bem buscar outros caminhos se quiser continuar correndo.

Ou, então, que vá para casa curtir a família.

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LIVROS PARA TODOS!

SÃO PAULO (vamos lá, leiam!) – Seu blogueiro preferido, eu, tem cinco livros publicados. Tá chegando o Natal, então COMPREM TODOS! A gráfica entregou os que faltavam e quem quiser precisa me escrever. Isso mesmo, escrever! Para o e-mail [email protected]. Aí eu mando os valores e explico como compra. Aproveitem porque são edições limitadas.

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DANÇOU

SÃO PAULO (já era) – É questão de horas o anúncio do fim da carreira de Sergio Pérez. Ao menos na Red Bull. Equipe e piloto já chegaram a um acordo para rescindir seu contrato, que iria até o final de 2026. Vai rolar grana pesada, pelo jeito. Fala-se em coisa de US$ 30 milhões. Mas negociáveis…

Liam Lawson, para desespero de Yuki Tsunoda, será promovido ao time principal. Isack Hadjar é o nome para assumir um carro na agora rebatizada Racing Bulls. Eu tentaria Franco Colapinto, mas a Red Bull valoriza suas crias.

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FIM DE PAPO

SÃO PAULO (agora, só ano que vem) – O primeiro dia do resto da vida de Gabriel Bortoleto, hoje, foi cansativo e produtivo. O brasileiro estreou pela Sauber dando 130 voltas em Abu Dhabi. Conheceu os membros da equipe, aprendeu para que servem os botões no volante, começou a tomar contato com os procedimentos de uma equipe de F-1. Trabalhou bastante, saiu cansado e com a cabeça a mil. Dividiu a pista com outros 22 pilotos, muitos deles novatos e outros já dando suas primeiras aceleradas nas suas equipes novas — casos de Esteban Ocon na Haas, Carlos Sainz na Williams e Nico Hülkenberg na mesma Sauber de Bortoleto.

Mais uma novidade foi o primeiro teste de Yuki Tsunoda na Red Bull, promessa antiga da firma ao japonês. O teste, não a vaga. Essa, para 2025, segue aberta. A última notícia importante do ano deve sair esta semana ainda, sobre o futuro de Sergio Pérez. A aposta mais sensata é que ele deixa o time e Liam Lawson será promovido. Tsunoda fica onde está, com Isack Hadjar sendo promovido à Racing Bulls — este será o nome oficial da equipe B, e não mais Débito ou Crédito.

Outro brasileiro que teve um dia bem longo foi Felipe Drugovich. O piloto completou 146 voltas pela Aston Martin e foi quem mais andou entre todos que foram para a pista. O último dia de atividades de pista da F-1 no ano serviu para testes com os pneus de 2025 e experiências com pilotos novatos que tenham disputado no máximo três GPs. Abaixo, os tempos.

Sainz acabou sendo o destaque, embora os resultados não tenham nenhuma importância. De qualquer forma, só para constar, a volta mais rápida do espanhol foi melhor que as de Alexander Albon e Franco Colapinto na classificação de sábado para o GP de Abu Dhabi. Acontece que nesses testes nunca se sabe exatamente a configuração de cada carro, quantidade de combustível, mapa de motor, qual pneu foi usado etc. Por isso, nada de tirar conclusões precipitadas, nem para o bem nem para o mal. Ademais, esses carros não serão mais usados em 2025. Ainda que o regulamento seja o mesmo, já faz muito tempo que ninguém usa modelos de anos anteriores na F-1. Ano novo, carro novo sempre.

Abaixo, uma breve galeria de fotos do dia, para matar a curiosidade de ver alguns pilotos com uniformes diferentes.

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