DICA DO DIA

Os 100 anos da primeira vitória da Mercedes na Targa Florio — com Christian Werner pilotando um carro VERMELHO projetado por Ferdinand Porsche — estão divinamente contados neste link aqui. A história toda é demais de bonita. E aconteceu no dia 27 de abril de 1924.

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ONE QUESTION

Onde compra Fulgor?

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DESAFIO DO DIA

Parece um Candango, mas não é. Eu teria, claro. Muito mais bonito que qualquer SUV que se vê por aí. Agora virem-se.

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GRÂNDOLA

SÃO PAULO (claro que não esqueci) – Quinta-feira o 25 de Abril fez 50 anos. A Revolução dos Cravos foi tema do texto semanal que escrevo para os assinantes da minha newsletter, que se chama “Gira mondo”. Se vocês ainda não assinam, façam o favor de assinar. Custa míseros 13 reais por mês. Preciso atingir minha meta de mil assinantes. O jornalismo só funciona assim. Questão de honra. E ainda estou longe.

O texto da semana está aqui. Nele vocês vão descobrir quem é Celeste Caeiro, essa mulher fundamental da foto abaixo.

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ANOTHER COMMENT

Michael Andretti não construiu uma fábrica em Silverstone para correr de Fórmula E.

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ONE COMMENT

Se eu sou a Ferrari, mantenho os carros vermelhos, claro. Mas nunca mais abro mão do azul nos uniformes, acessórios e adereços.

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PRENDE EU

Albânia. Enviada pelo Twitter por um dos meus seguidores secretos, o Xadrez Verbal. O Lada, todos conhecemos. Quero ver quem adivinha a marca do outro, da foto da esquerda. Duvido!

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FOTO(S) DO DIA

SÃO PAULO (que bom) – A Toleman virou Benetton, que virou Renault, que virou Lotus, que voltou a ser Renault e que hoje é Alpine. E o carro de Senna em 1984, seu primeiro ano de F-1, foi para a fábrica de Enstone nesta semana. E Gasly, fã declarado do brasileiro, sorriu pela primeira vez no ano.

Dizer que “voltou para casa” seria uma licença poética. A sede da Toleman não ficava no mesmo lugar, e sim na pequena Witney, perto de Oxford — tudo no mesmo pedaço, o cinturão inglês da velocidade. Mas considerando a linha do tempo que levou ao time atual, o TG183 pode ser considerado, sim, um ancestral de todos os que vieram depois.

Que seja bem guardado.

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OLHO EM MAX

SÃO PAULO (vem bomba) – A essa altura, se tem alguém que sabe exatamente o que será de Adrian Newey é Max Verstappen. Correm na imprensa alemã rumores de que o holandês agendou uma reunião com Toto Wolff para depois do GP de Miami.

A Red Bull está implodindo.

ATUALIZANDO…

Mais detalhes sobre a reunião Verstappen-Mercedes emergem aos poucos. O encontro vai acontecer em qualquer momento nas duas semanas que separam os GPs de Miami e da Emilia-Romagna, em Ímola. Raymond Vermeulen, manager de Max, e seu pai Jos estarão presentes. Do lado dos interessados, além de Toto, estarão o CEO da Daimler e chefe da Mercedes Ola Källenius, além de sir James Ratcliffe, dono das indústrias químicas Ineos — o homem mais rico da Inglaterra, que patrocina a equipe e também é dono do Manchester United.

Verstappen vai informar aos mercêdicos que tem uma cláusula em seu contrato, previsto para terminar em 2028, que permite a rescisão no caso de uma saída de Helmut Marko da Red Bull. O veterano ex-piloto, que exerce uma função não executiva na equipe e é uma espécie de guru em Milton Keynes, já avisou ao pupilo que apoia qualquer decisão que ele tomar.

Max quer saber da Mercedes, também, quais são os planos de curto e médio prazo para a equipe sair do atoleiro em que se afundou desde 2022, quando mudou o regulamento da F-1 e os alemães não acertaram a mão em nenhum carro. Ouvirá, como resposta: “Serve o Adrian Newey?”.

O piloto ficará animado com a possibilidade e, então, vão falar de dinheiro. Será precisamente nesse momento que Ratcliffe vai dar uma piscadela para Toto para colocar na mesa uma proposta que pode chegar, entre salários, publicidade e bônus diversos, a 150 milhões de euros por ano. A Mercedes e seu patrocinador têm bala. Além da verba que hoje é destinada ao ordenado de Hamilton, que está indo para a Ferrari, a equipe apresentou lucro no ano passado e ainda tem a ajudinha do bilionário inglês. A Verstappen também será oferecido um longo e lucrativo acordo para que ele se torne embaixador da marca até o fim dos tempos.

Minha nova aposta: tchau, Red Bull.

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A ESCOLHA DA AUDI

SÃO PAULO (faz sentido) – Nico Hülkenberg foi anunciado agora cedo como novo piloto da Sauber para 2025 e, consequentemente, é o primeiro recrutado da Audi para sua aventura na F-1. A montadora alemã já comprou a equipe suíça e passa a usar seu nome em 2026. O contrato com o piloto é “plurianual”, termo que tem sido usado nos anúncios oficiais da categoria para não especificar sua duração. Não sei por que essa bobagem. Será de três temporadas.

Aos 36 anos (faz 37 em agosto), é um verdadeiro um highlander, esse alemão. O cara ficou praticamente três anos fora da categoria, depois de encerrar seu contrato com a Renault no fim de 2019. Foi chamado apenas para substituir colegas impossibilitados de correr por causa da covid — duas vezes pela Racing Point em 2020 e mais duas por sua sucessora, a Aston Martin, em 2022.

No ano passado, a Haas foi atrás de alguém experiente para a vaga de Mick Schumacher e chamou quem? Hulk de novo. Nessas, desde a estreia em 2010, são 208 GPs nas costas por sete times diferentes: Williams (onde fez sua única pole, em Interlagos), Force India, Sauber (em 2013, portanto conhece a casa), Renault, Racing Point, Aston Martin e Haas. É o piloto que mais correu na história sem conseguir um pódio sequer.

(OK, Force India + Racing Point + Aston Martin = a mesma equipe, mas estatisticamente tem de contar três vezes.)

Em 2015, Nico disputou as 24 Horas de Le Mans pela Porsche e venceu. Quem comandava a equipe, que pertence ao grupo VW, era Andreas Seidl. O engenheiro alemão hoje está à frente do projeto da Audi, que também é da VW, na F-1. São velhos conhecidos.

A Haas não terá grandes problemas para preencher essa vaga na próxima temporada. A Ferrari, com quem tem parceria técnica e até uma salinha em Maranello, irá indicar Oliver Bearman, o jovem inglês que foi chamado às pressas para o lugar de Carlos Sainz na Arábia Saudita e terminou a corrida em sétimo. Com a saída de Hülkenberg, é possível que Magnussen siga no outro carro.

Já a Audi precisa pensar num segundo nome para fazer companhia ao veterano Hulk, uma clara bola de segurança da Casa de Ingolstadt. Bottas e Zhou não estão nos planos. Sainz segue sendo a prioridade. Se os alemães conseguirem convencer o espanhol a abraçar a causa, será reeditada a dupla que formou com o alemão em 2018 na Renault. Carlos, no entanto, reluta em assinar já, apesar de ter recebido uma proposta financeiramente generosa. Ele ainda quer saber o que acontecerá com Pérez na Red Bull (e com a Red Bull…) e para onde vai a Mercedes.

Mas minha aposta segue sendo a mesma de algumas semanas atrás. Acho que o espanhol vai de quatro argolas.

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