SOBRE O CAPETA

SÃO PAULO (vamos atrás) – No post um pouco mais abaixo sobre o museu de Roberto Lee em Caçapava, não foi por acaso que coloquei a foto do Capeta da Willys. Sabia ser um carro raríssimo e sabia que a blogaiada iria matar rapidinho.

Mas percebi que muitos, nos comentários, disseram ser este um carro único. “O” Capeta. Único fabricado, porque no fim não entrou em produção. Só que eu já vi um Capeta restaurado. Não lembro se em Brasília, Lindóia ou São Lourenço. E, se não estou ficando louco, havia um no encontro pernambucano de Gravatá, menos de um mês atrás. O pessoal que foi a esse evento certamente tem fotos. Me mandaram, mas apaguei.

Afinal, quantos Capetas foram feitos? Esse (ou esses) que circula por aí em encontros é o quê? Uma réplica? Uma recriação? Posso estar enganado, mas acho que li algumas críticas de colecionadores e especialistas a esse carro que tem sido exposto — na linha de não ser o verdadeiro, mas uma recriação não muito bem acabada, sem preocupação com detalhes essenciais, sei lá. Na minha cabeça, havia um só, mesmo. Por isso fiquei espantado quando vi as fotos do museu de Caçapava e resolvi publicar.

Um grande mistério, enfim… Se foi feito apenas um, esse que está em Caçapava, ele precisa ser urgentemente resgatado. Acho que o Roberto Nasser é a pessoa mais indicada para tal. Quem já fez o que fez para descobrir e restaurar o Onça e o Democrata não terá grandes dificuldades para fazer o mesmo com o Capeta. Ao menos já se sabe onde o carro está. O Nasser é um gênio.

Eu, de Willys, não entendo nada. Só lembro que levava pau da Vemag. Então, esclareçam vocês, afinal de contas: quantos Capetas existem no mundo?

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Marco Aurélio Weyne
Marco Aurélio Weyne
1 ano atrás

De Capeta eu não entendo nada. Mas de Roberto Nasser só existiu um, quando esteve vivo.

Renan Mendes
Renan Mendes
6 anos atrás

Ola Amigos.
Não sou o maior especialista do mundo mas entendo muito de Willys, não so por ser mecânico mas também por ser historiador.
Existiram 2 Willys Capeta. Tive a oportunidade de ver o Capeta no Museu de Caçapava a alguns anos atras, Dele foram furtadas calotas, bancos, partes do painel, acabamento interno, carburadores SU, e outras coisas pequenas, todas para certamente serem vendidas no mercado negro para pessoas que possuíam Aero Willys, pois o Capeta levava muitas coisas do Aero.
Há uma foto que foi publicada em um fascículo extremamente raro, cedido somente aos acionistas da Willys ( enfim quem possuísse no minimo uma ação ), mostrando os dois Capetas, um vermelho usado para testes, e o prata que Roberto Lee recebeu em doação. Este modelo vermelho rodou no minimo 5000km, porem como teria que ser apresentado no Salão do Automovel, ele foi guardado junto com a carroceria do Willys Boulevard, um modelo que estava sendo feito junto a Rigoberto Soler da extinta Brasinca. Os dois modelos sumiram, sem noticias a mais de 40 anos. Já o prata que foi apresentado em São Paulo e após Brasilia, é este que conhecemos de fotos e feiras dos últimos anos, que foi restaurado, e pelo que pude constata em Araxa, muito bem restaurado pela Ford.
Mas o mistério de porque ele não entrou em produção não é tão misterioso assim.
A uns 6 anos atras tive oportunidade de conversar com alguns herdeiros do pessoal da equipe de projetos da Willys Overland do Brasil, a respeito e pedido deles não revelarei informações sobre tais pessoas.
Este mistério apresentarei em uma pagina no Facebook que possuo e convido a todos a lerem.
Obrigado amigos e continuem lendo o blog, leio ele seguido e gosto muito do que é apresentado pelo amigo Flavio Gomes

roberto nasser
roberto nasser
Reply to  Renan Mendes
6 anos atrás

renan,
interessado em complementar histórias sobre o capeta, mas não consigo localizá-lo pelo facebook. pf fale-me em meu e.mail. grato r nasser

marco lima
marco lima
11 anos atrás

Quando vi foto do Willys CAPETA tirada em Araxá – MG, fiquei extasiado. Pena que o projeto não foi prá frente, pois era um carro muito bacana, para a época.

Fernando Holland
Fernando Holland
12 anos atrás

O e-mail do Azambuja é roberson.adv@via-rs.net

Amaury Enaldo Filho
Amaury Enaldo Filho
12 anos atrás

Gostaria que vocês apresentassem informações sobre a coleção desse irmãos Azambuja , de Passo Fundo /RS , que tem , conforme Fernando Holland , um Capeta , além de ; Democrata ; Onça ; Gavião e outras” raridades “.

Paulo Bellini
Paulo Bellini
12 anos atrás

Pelo que sei, o único Capeta fabricado e que esteve no Salão do Automóvel, teria sido doado ao Roberto Lee pelo então presidente da Willys Overland do Brasil. Naquele Salão, no Ibirapuera, o carro tinha rodas cromadas mas para Caçapava ele ganharia as rodas raiadas. Quando estive visitando aquele museu, hoje abandonado (isso em 1.986, chovia muito e o único “funcionário” que lá estava era um garoto de pouco mais de 11 anos, filho do zelador que estava “tirando uma soneca”.
Me lembro de uma goteira bem em cima de um Edsel conversível, que me cortou o coração. Tinha também um Cadilac duas portas azul claro e capota branca (tenho a foto dele) que estava amassado e me foi dito por aquele garoto que o carro havia sido pego para um casamento em São Paulo e que na volta se acidentou na cancela da linha de trem. E para encerrar tinha o Tucker Torpedo sem motor mas ainda inteiro de lata.
Fico triste ao ver o leilão do museu da ULBRA e das últimas notícias sobre o abandono total desse museu de Caçapava.
Mas o que esperar de um país onde atletas judocas tem que trabalhar de babá para poder ir competir lá fora? De consolo fica a imagem de nosso presidente senil ao lado desses mesmos atletas que tendo que lutar sozinhos, são por ele recebidos ao retornarem com suas mais que suadas medalhas. Se eu fosse um deles não iria servir de propaganda gratuíta àquele semi analfa…..

Fernando Holland
Fernando Holland
13 anos atrás

Os irmãos Azambuja de Passo Fundo têm um Capeta Willys. Nós estivemos lá em dezembro. Vi também um Executivo Willys, Democrata, Onça FNM, Dois Uirapuru Brasinca e um Gavião, Interlagos coupê e Berlineta, GT Malzoni DKW, Puma DKW, Puma 69, dentre outros… Foras-de-Série dos anos 70 e 80, têm mais de vinte… Vou ver se consigo o e-mail deles.
Fernando Holland.

Corcel Bino
Corcel Bino
13 anos atrás

Estava eu aqui elocubrando qual poderia ter sido o desenvolvimento do Capeta. A mecânica do protóripo original era 2600cc. Poucos anos depois, foi lançado o motor 3000cc para o Itamaraty, inicialmente com 132 HP, posteriormente 140 HP nas mãos da Ford. Fiquei imaginando se o capeta tivesse entrado em produção, com motor 3.000cc, tripla carburação e outras “cositas mas”, chegaria a uns 155 Cv, potência do Brasinca 4200 GT/Uirapuru…Leve, com cambio de Aero 4 marchas e uma alavanca no assoalho ia ser um esportivo muito interessante…

Brar
Brar
13 anos atrás

Belair:
O que eu sei é que o Rigoberto Soler projetou um Chassi de tubos redondos para um Capeta inicial. Eu tenho uma foto desse chassi . Se não me engano ao lado de um Aero Willys para mostrar a diferença de tamanho.

O Capeta que foi para o Salão não tinha nada ver com esse projeto inicial. Me disseram que esse modelo não rodava.

Corcel Bino
Corcel Bino
13 anos atrás

Se o Museu de Caçapava fosse um zoológico, seria prodígio pelos espécimes em extinção, não só os que lá estão, mas também os que passaram por lá: Capeta, Tucker, Alfa GP, Carcará, Spano-Suiza, Tucart-Mery, Rolls Royces, e sabe-se lá mais o que habita ou habitou aquele santuário.

O Museu da Ulbra é uma coisa fantástica, e seu acervo é impecavelmente restaurado. Mas pode-se dizer que, se estivesse completo e funcionando, o acervo de Caçapava seria mais importante em termos históricos que o da própria Ulbra.

Curioso que, se ao menos tivesse sido mantido incólume pelos herdeiros, (o que não era uma tarefa tão difícil assim), seria um patrimônio financeiro de valor incalculável, rivalizando com as melhores coleções do País.

Infelizmente nós vivemos em um País desmemoriado. Afinal, o que esperar de uma Nação que o povo intitula de “País do Futebol”, mas derrete a estátua do Tri? E que adora automóvel, mas transforma o Carcará, seu seu recordista de velocidade, em latinha de cerveja?

Cesar Costa
13 anos atrás

“Salvem o Capeta”!!! O povo evangélico vai adorar a campanha….

adilson
adilson
13 anos atrás

Realmente, fiquei impressionado com o descaso com essas preciosidades… É uma pena ver tantos carros hitóricos sendo destruidos pela morosidade da lei em resolver essa pendenga judicial.
Vamos dar ênfase a campanha “salvem o Capeta” e se for possível, todas as outras raridades também.
Abraços.

Gilberto
Gilberto
13 anos atrás

Estive no museu de Caçapava, na época vi o prototipo do capeta e exista também um motor de DKW com uma placa dizendo que foi o primeiro bloco feito no Brasil

Marcelo Couto
Marcelo Couto
13 anos atrás

Caro Flávio,
Mesmo sem ser especialista em Willys afirmo com tranqüilidade que o Capeta trazia o motor do Aero na dianteira. O carro que vi em Lindóia tinha motor renault traseiro (mesma configuração do Interlagos). Os peritos devem se apresentar antes que a repetição sistemática de uma mentira se torne verdade (se for o caso, é claro).

Guilherme Gomes
Guilherme Gomes
13 anos atrás

O Interlagão foi desmontado na época, dele nada nunca mais.

Jason
Jason
13 anos atrás

Você tá confundindo com o medonho Interlagão – uma plástica bizarra que queriam fazer no Alpine brasileiro.

Zé Rodrigo
Zé Rodrigo
13 anos atrás

Cesar,
Eu achava que o farol era o mesmo que a Ford utilizou numa picape F100 lá por 67/68.
Eu confesso que acho possível que o carro tenha sido uma espécie de “Canto do Cisne” delirante do depto de estilo da Willys/Ford, mas de qualquer modo entendo que a chance de ter sido uma “criação” independente é grande também.

Seja lá o que for, o Capeta é nota 10 e aquela suposta Berlineta II é nota 0.

:-))

Cesar Costa
13 anos atrás

Zé Rodrigo:
O tal Interlagos II, que alegam ter sido feito dentro da Willys em 1967, usa os faróis do Zé do Caixão, da Volks, que somente foi lançado em 1969. Daí a suspeita de que o carro teria sido feito por algum Pininfarina Tapuia, que depois espalhou a notícia de que seria um carro feito dentro da própria Willys pra valorizar aquela aberração estilistica.

Zé Rodrigo
Zé Rodrigo
13 anos atrás

O depto de estilo da Willys de fato fez um “Interlagão”, que tinha uma carroceria de Interlagos cupe aumentada para caber um chassis de Aero Willys embaixo (ou um outro chassis mas com a mecanica do Aero). O capo abria inteiro para frente feito o Jaguar E type.
O que foi feito deste carro???
O Capeta, tema desta conversa, foi feito logo depois deste “Interlagão”.

A tal Berlineta esquisitona de farois retangulares até onde eu sei foi feita dentro da Willys mesmo, mas o delírio acabou logo após a entrada da Ford, ou seja, logo após a compra da Willys pela Ford.

Junior
Junior
13 anos atrás

Não é bem o assunto do post, mas já que falaram na Ulbra…

A situação é de desespero aqui no RS. A Ulbra está falida. Nos hospitais da universidade faltam medicamentos básicos, os professores estão com salários atrazados. Tudo o que entra na conta da instituição a justiça toma para pagar dívidas com fornecedores.

Quem não conhece o museu ainda, corra para conhecer. Logo o acervo deve estar indo à leilão. É lamentável.

Lucas
Lucas
13 anos atrás

Sr. Romeu

Essas fotos foram tiradas com muito custo, não foi nem um pouco fácil por sinal. O senhor que cuida do local lacro tudo com tijolo e cimento e não nos deixor entrar na parte interna. Unica coisa que ele liberou foi as fotos tiradas na parte externa do Museu.

Ele conhece as reliquias que ali tem e até por isso mandou lacrar pois estava havendo muitos saques de madrugada no local.

Cesar Costa
13 anos atrás

Capeta só tem este mesmo. Na época o primeiro protótipo do Capeta, chamado Interlagão, apareceu em revistas e tal, mas deve ter sido desmontado, ou evoluiu para o próprio Capeta. Quanto ao chamado Interlagos II, até onde sei, foi história da carochinha inventada por alguém que esculhambou com uma Berlineta. Não é factível acreditar que uma fábrica que transformou dois Alpines nos Mark I, tenha feito aquela aberração que chamam de Interlagos II e cogiado colocar em produção. Até porque, se fosse realmente um estudo sério, teriam feito apenas a carroceria para avaliação, sem os componentes mecânicos.

Jovino
13 anos atrás

Eu tentei entrar em contato com o Nasser, mas o Vicente, que faz restaurações para ele me informou que ele está viajando.
Jovino

João Pedro
João Pedro
13 anos atrás

E a placa ao lado, refere-se ao outro carro?

Lucifer
Lucifer
13 anos atrás

Que é isso? Capeta só existe um,o único e original…

Luís Augusto Malta
13 anos atrás

O do encontro pernambucano era o Interlagos II. O Capeta é peça única mesmo.

Guilherme Gomes
Guilherme Gomes
13 anos atrás

Flávio, por favor, mostre o pau pra dizer que matou a cobra.
Willys Capeta é só esse. Não confunda a cebeça do povo, que aliás, já está confundindo Capeta com Uirapuru, Malzoni e Onça.

Eric, as fotos da transparaná deve ter sido de alguma aparição do Capeta por lá, depois do Salão ele deve ter tido a agenda cheia. Há de ter fotos dele por aí.

Mário Buzian e quem mais tiver interesse, fotos e histórias, por favor entre em contato: guilhermedicin@hotmail.com

Abraços,

Cristiano, o ruivo
Cristiano, o ruivo
13 anos atrás

Pois é, e essa Transparaná era revendedora da Willys e tinha uma equipe que corria no Paraná, rodovias, pistas de rua, terra, com Berlinetas e Gordinis.

O “Interlagão” que falaram aí é o mesmo do Interlagos II? Porque o Mauro Salles, que escreve (ou escrevia) na 4 Rodas, tem um Interlagos II, que creio ser protótipo. Era cópia de algum outro Alpine?

LBM
LBM
13 anos atrás

Ops DEPAUPERADO !

LBM
LBM
13 anos atrás

Alguém leu a minha idéia do Museu da Ulbra ser o Fiel Depositário do acervo ? Acho que é uma idéia que os que brigam pela herança podem aceitar, já que o seu patrimônio seria mantido, e não dapalperado !!!

Corcel Bino
Corcel Bino
13 anos atrás

Já ouví alguma estória de que seriam dois Capetas, e não um, já que em algumas fotos o carro tem rodas raiadas e e em outras, rodas de Aero Willys cromadas. O Capeta de Caçapava tinha essas rodas cromadas de Aero com calotas, depois “trocadas” por alguém por aros pintados sem calotas, e agora até os aros pintados já se foram. Pessoalmente duvido da existência de mais de um Capeta, já que foi um protótipo de salão. Os outros foram o Boulevard e o “Novo” Interlagos, parecidos, talvez a razão da confusão. De qualquer maneira, está lançada a caça ao Capeta nº 2…

Romeu
Romeu
13 anos atrás

Só existe UM CAPETA.
O que existe por aí é um protótipo do Willys Interlagos, (chamado de Interlagão ou Interlagos II) com uma frente parecida com o Capeta e tambem pintado na cor prata, que esteve inclusive em A. de Lindóia (2007) e tem confundido as pessoas.
O único Capeta, infelizmente é esse que está sendo vilipendiado, violentado, estuprado e roubado aos poucos em Caçapava, juntamente com outras raridades como o Tucker.
Ano passado (2007), o Clube MP Lafer escolheu a cidade de Caçapava como destino de seu passeio anual, visando inclusive uma possivel visita ao “Museu” (ou ao que restava dele) e em contato com o Secretario de Turismo local, este nos deu varias informações que desencorajaram toda e qualquer tentativa de visita.
Os desentendimentos entre as filhas e o pai do R. Lee causou esse imbrólio todo e a justiça vai empurrar essa história com a barriga até lá sabe Deus quando e com certeza isso interessa a “alguens”.
Conversando com outras pessoas da cidade, ficamos sabendo inclusive, que o Museu tinha uma parte fechada a sete chaves mantida por uma “pessoa misteriosa”, que impedia qualquer aproximação e principalmente fotos.
As poucas fotos eram feitas dentro de uma parte do destruido galpão, e mostravam poucos carros, como uma reportagem de alguns anos atrás feita pela revista 4 Rodas Classicos ( que não existe mais).
Eu me surpreendi com a quantidade de fotos recentes e acredito que alguma coisa aconteceu ao “cidadão” que “tomava conta” do local com tanta “dedicação”.
Espero que a força desse blog chame a atenção de gente como o já citado Roberto Nasser de Brasilia, que já tem tradição em “arqueologia automobilistica” e bastante influencia no antigomobilismo.
Salvando o Capeta, podemos salvar tambem outras preciosidades abandonadas nesse pseudo museu.
O Capeta não pode morrer!

Rafael Dias Santos
Rafael Dias Santos
13 anos atrás

Onça, Democrata…Capeta ….esse cara tem o corpo fechado?

Pé de Chumbo
Pé de Chumbo
13 anos atrás

Dependendo do tipo de capeta que vc tá perguntando, FG, no mundo tá cheio. Acho que tem mais que no inferno, ehehehehe….

Askjao
Askjao
13 anos atrás

Aqui em casa tem dois capetinhas… desculpe, não resisti… Voltando, se realmente só existe um, que a família deixe de lado o seu egoismo e doe para quem entende e saiba restaurar.

Eric
Eric
13 anos atrás

O Capeta da foto do site,está com rodas raiadas em uma foto e em outra com as rodas do Aero cromadas….

Eric
Eric
13 anos atrás

O Jovino viu também….
O outro protótipo FG deve ser o Interlagos 66 que não foi para a linha.
Tinha farol quadrado na frente.

Eric
Eric
13 anos atrás

E aquele que está com foto perfeita e nitida no site……

A Transparaná tinha um……e falaram no post anterior que a Ford doou direto para o Museu.

Algo errado não tá certo….

Jovino
13 anos atrás

No site Tunel do Tempo (sobre todos os protótipos nacionais)tem fotos do acervo da Transparaná com um Willys Capeta e me parece que criaram também em 1964 o Willys Capeta? (Boulevard), um pouco diferente do capeta.
Jovino

Fernando Barenco
13 anos atrás

Flávio
O carro de Gravatá -PE a que você se refere é o protótipo Willys Interlagos 1966 que acabou não entrando em produção. Existe apenas 1. A frente dele é realmente muitíssimo parecida com a do Capeta. E esse carro esteve também em Lindóia em 2007. Este ano não me lembro.

Conrado
Conrado
13 anos atrás

Eu achei esse capeta muito lindo..

Roberto Fróes
Roberto Fróes
13 anos atrás

Flávio, o de Gravatá não é o Capeta, mas sim o Interlagos, ou melhor, o protótipo do que seria a evolução do Interlagos.
Eu também fiz confusão, quando vi as fotos de Gravatá, mas tudo ficou esclarecido pelo proprietário do carro e por outros participantes do grupo DKW Yahoo. Foi lá que você viu as fotos. Eu também.

Belair
13 anos atrás

E o Brar ,não vai se manifestar ?
A rima é meio furada, mas a pergunta é legítima. Vamu lá Brar…Diga.

¡Júlio César!
¡Júlio César!
13 anos atrás

Flávio…¿tu num dorme, meu véio?

¿noctívago?

…tô abismado com as fotos de Caçapava ainda… =/

Varlei
Varlei
13 anos atrás

Até onde eu sei só existe um que foi exposto no salão do automovel em mil novecentos e Aracy de Almeida, que é este
que esta em caçapava abandonado, espero que alguem o resgate em breve.
Agora quantos capetas existem no mundo eu não sei, mas aqui no Brasil deve ter pelo a metade dos capetas do mundo isso tem,rs.

Mário Buzian
Mário Buzian
13 anos atrás

FG,

Lembro-me muito bem de ter lido em algum lugar sobre um protótipo Willys apelidado de “Interlagão”, e que seria uma tentativa da fábrica de montar um carro mais rápido…Na reportagem falava-se que foi colocado um motor de Aero-Willys com tripla carburação (e foi essa a exata configuração do Capeta), e que o bicho seria vendido a pilotos da equipe para combater as Simca Abarth e os Uirapuru…
Acredito que uma ou até mais dessas “mulas” de teste tenham parado na mão de restauradores, e acabaram originando mais “Capetas”…
O que eu sei é que o carro que está em Caçapava é exatamente o mesmo que esteve na Bienal do Ibirapuera, no Salão, e essa informação bate com todas as reportagens que eu li sobre o assunto.
Fiquei triste ao ver o bichão lá jogado, sem rodas (e Deus sabe o quanto mais peças foram afanadas dele), apenas aguardando alguém resgatá-lo dessa “morte involuntária”…
É sempre bom lembrar que o Willys Capeta, junto com o Saci, um conversível inspirado no Jeepster norte-americano, foram os dois primeiros “dream-cars” legitimamente brasileiros…
Ao trabalho com essa restauração !!!!!

Jeferson Dascanio
Jeferson Dascanio
13 anos atrás

Caramba… Voce não dorme não…
Eu pelo menos to de plantão…

Abraço!