DICA DO DIA

SÃO PAULO (e aqui?) – Rui Gatti é quem manda a dica do site do Museo Fangio, na Argentina. Visitá-lo está na minha listas de coisas ainda a fazer nesta vida. Mas enquanto não dá para ir, a visita virtual é ótima. O site é espetacular. E dói saber que não temos nada parecido no Brasil, honrosa exceção feita ao Museu do Automobilismo Brasileiro de Paulo Trevisan, que na verdade é fruto de um esforço pessoal de um cara abnegado. Os maiores ídolos nacionais das pistas nunca foram devidamente homenageados e/ou registrados por aqui. E olha que ídolo não falta…

Comentários

  • Pois é FG jamais teremos no Brasil um Museu igual ao do Fangio em Balcarce.Primeiro porque só a figura pessoal e trajetória dele é inigualável.Segundo porque se envolveu e investiu muito em vida para a implantação do Museu. Aqui no Brasil qual o grande piloto que se preocupou em preservar a sua história e a do automobilismo? O apoio milionário das montadoras da Argentina desde o inicio até hoje é inquestioval , e se coaduna com cultura ao automobilismo daquele povo. E não pense que eu aqui no Brasil mesmo fazendo investimentos pesadíssimos; trabalhando que nem um condenado por pelo menos 14 a 15 anos sem parar, tenha o devido reconhecimento. O que tem de ignorante e invejoso, alguns que surgiram recentemente pelo fenômeno da Internet,vou te falar! Mas enfim é um desafio meu pessoal,me traz muito prazer e alegria na vida,me abriu as portas com todos os meus ídolos dos anos 50 para frente enão tenho compromissos com ninguém. Vou tocar enquanto puder e não estou aí para salvar a pátria.

  • Fico imaginando um Museu do Automobilismo brasileiro nos moldes do Museu do Futebol.

    Seria épico e uma justa homenagem a todos os pilotos antigos, e os mais atuais.

    Sem contar outras coisas como, carreteras, Marcas & Pilotos, Autódromos, Stock Car, enfim, tudo.

    Será que é sonhar tanto assim?

    Cidadãos

  • É verdade. Ano passado conheci a Argentina, Buenos Aires. E fiquei impressionado em como o Maradona é visto por lá como um “semi-deus”, mesmo com todas as bobagens que ele já fez tanto na vida pessoal como na profissional. Você praticamente não anda uma quadra sem ver uma camisa do Maradona vendendo, alguma figura, alguma caricatura, boné, qualquer coisa do tipo, reverenciando o Maradona em BsAs.
    Aqui no Brasil, por algum motivo, não sei se cultural, o Pelé é muito mais visto como alguém que só fala besteira do que como o maior jogador que nós já tivemos.

    Pelo visto, no automobilismo não é muito diferente e o Fanggio, com todo merecimento, recebe homenagens dos argentinos até hoje. Enquanto isso, só sabemos falar do acidente do Senna, e do resto coitados, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, não tem o reconhecimento que merecem. O Brasil, nesse sentido, é muito injusto.

  • Fico imaginando um Museu do Automobilismo brasileiro nos moldes do Museu do Futebol.

    Seria épico e uma justa homenagem a todos os pilotos das antigas, e os mais atuais.

    Sem outras coisas, carreteras, Marcas & Pilotos, Autódromos, Stock Car, enfim, tudo.

    Será que é sonhar tanto assim?

  • Vale a pena ir…passei um dia inteiro lá…e se quizer dar uma volta do autodromo de balcarce com seu carro pode se arranjar isso sem problemas.

    Andei de Omega lá,tirei mais de 200 fotos comprei o DVD e almoçei um bife de chorizo com empanadas na esquina.

    tem coisa melhor?

  • Tem no acervo o capacete que ele usava quando sofreu o acidente em Monza que o tirou da luta pelos títulos de 52 e 53. Ele estava estreando o dito cujo naquele fim de semana, em que fez a doideira de viajar da Irlanda (corrida em Dundrod com BRM 16 cilindros) para a Itália de carro, pois tinha perdido a carona aérea do príncipe Bira.
    Viajou sem dormir, atravessando a França em busca de um voo que o levasse a Milão, não achou nenhum, chegou meia hora antes da largada, sofreu o acidente logo no início, machucou a coluna mas não rachou a cabeça, só o capacete, que ficou esquecido na Itália por décadas, até ser reencontrado e mandado para o museu.