O QUARTO ELEMENTO

O

SÃO PAULO (vem mais) – Engana-se, pelo jeito, quem acha que o escândalo Cingapura acabou. Quem se deu o trabalho de ler o relatório final da FIA, como Marcus Lellis, do Grande Prêmio, notou que há um quarto elemento nessa história, além dos três patetas Nelsinho, Briatore & Symonds. Depois de fazer suas investigações internas, a Renault informou à FIA que se convenceu de que houve a manipulação do resultado graças ao depoimento de alguém que é chamado de “Testemunha X”, e que estava na reunião de sábado em que foi cogitada a ideia do acidente proposital.

O nome do sujeito está sendo mantido em sigilo.

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172 Comentários

  • peço perdão a todos os amigos,, mas eu vou falar a verdade,, isso que o Nelsinho fez foi uma verdadeira [email protected]çç@ para todos os pilotos Brasileiros,, o Brasil já é visto como corrupto e malandro e agora o que vão pensar de nós,,,,,, e digo mais,, o Nelsinho bateu ou rodou sozinho 18 vezes e será que quantas foram intencionais?? agora pra finalizar o bom moço está prejudicando uma boa equipe e muitos funcionários que irão perder os seus empregos pois a Renault vai diminuir os investimentos na F-1 …….. O Flavio foi errado e o Symons também mas depois de ter participado da quadrilha, o Nelsinho deveria ser banido da F-1 e não ficar dando uma de santo pois isso ele não é,,, só sabe reclamar da equipe do carro e do companheiro e não acelera,, como a Renault aguentou tanto tempo??,,,, obs esse comentário não é pessoal e sim de alguem que gosta da F1 e do esporte de verdade…. doa a quem doer

  • Flávio Gomes, pode ter certeza que o 4º elemento só pode ser aquele que está se beneficiando da sabotagem nas pizzas peruanas e nas rabeadas que tiram o 69 de concentração. AQUELE CAZZO DO CARCAMANO DO 147!
    Ele é afilhado do Briatori que deu de presente o comando que usa no motor e é um retrabalhado que havia sido usado na Copa Clio francesa.

  • Acho que é impossível apenas 4 “PATETAS” armarem tudo isso.
    Se investigar com mais rigor, com certeza aparecerão mais alguns PATETAS.
    Só sinto por ter um brasileiro, filho de um TRI CAMPEÃO, exemplo de capacidade estar envolvido em tudo isso.
    Paciencia

Por

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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