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quinta-feira, 11 de junho de 2015 - 12:01Automobilismo internacional

A GRANDE TRAGÉDIA

SÃO PAULO (lições) – 83 espectadores e um piloto mortos. Foi o saldo trágico das 24 Horas de Le Mans de 1955, acidente que completa hoje exatamente 60 anos. Pedro Henrique Marum e Renan do Couto relembram o desastre aqui. Por conta dele, a Suíça proibiu corridas em seu território. A Mercedes retirou-se das competições por décadas. Foi a maior tragédia da história do automobilismo mundial.

15 comentários

  1. Eu já tinha me esquecido dessa passagem, a segurança vem aumentando mas infelizmente ainda podemos ter muitas surpresas.
    http://125ecia.blogspot.com.br/

  2. Eduardo Britto disse:

    Uma tragédia dessas e a corrida ter seguido até o fim lembra coisas do começo do século 20, em que havia guerras mundiais que duravam anos, impensável hoje em dia… E os carros pareciam de seriado do National Kid!

  3. Paulo Pinto disse:

    Se Hawthorn (que acabou vencendo a prova), não se precipitasse ao receber ordem de ir para a área dos boxes e tivesse dado mais uma volta, a tragédia não teria acontecido.

    Hulkenberg (o Hulk da F-1) acaba de vencer a Le Mans deste ano.

  4. joel lima disse:

    Às vezes me pergunto se essa tragédia não explica algo que sempre me pareceu intrigante = a demora de 44 anos para a F1 ter um piloto alemão. Quando comecei a acompanhar F1 com regularidade ( 1985 ), até a chegada de Schummy , piloto alemão não tinha o menor cartaz, eram de segundo divisão. Mas aí eu lembro que a França, um dos países fundamentais do automobilismo, só teve Proust como campeão (no caso, 4 vezes). E depois dele, nunca mais. Enfim, coisas que não tem muita lógica.

  5. Thiago Sabino disse:

    Malandro….

    terrível…nunca tinha visto!

    Automobilismo romântico, mas era uma várzea danada também….

    Se bem que, coisas hoje consideradas seguras, podem se tornar várzea daqui a 30, 40 anos… Um F-1 dos anos 80, com o piloto com os ombros expostos já é considerado perigoso, e estamos falando de coisa de 30 anos…..

    Parâmetros… que são mutáveis conforme o tempo passa, e as definições de “seguro/inseguro” também.

    Muito foda as imagens. E a reportagem também.

  6. Não sabia sobre esse acidente. As cenas são terríveis e deixam qualquer um triste. Fiquei até sem palavras por alguns minutos.

  7. Ubaldir Jr. disse:

    A história de Pierre Levegh com Le Mans é triste… ele quase entrou para a história como o primeiro e único piloto a completar e vencer a corrida dirigindo sozinho todas as 24 horas (1952), tendo abandonado por quebra no finalzinho da prova por conta de um erro em troca de marcha ocasionado pelo cansaço extremo – em lugar de 4ª enfiou uma 2ª e quebrou o virabrequim que já vinha barulhento desde as primeiras horas de prova. Ele pilotou por mais de 23 horas seguidas e tinha uma vantagem de 3 voltas para uma Mercedes que vinha na segunda posição.
    Acabou conseguindo seu nome marcado na lendária prova pelo acidente tenebroso de 1955.

    • Razor disse:

      Na verdade, ele pilotou cerca de 21 horas sózinho.
      Deu a largada e conduziu na primeira hora, depois entregou o carro a seu filho.
      O jovem Levegh não mostrou jeito para a coisa, e o pai se encarregou do resto da corrida. Quebrou na última hora, portanto não competiu por 24 horas.
      Mas note: Pierre Levegh não venceu! Com 268 voltas completadas ele chegaria em terceiro lugar na geral. Só que o regulamento na época exigia que o carro recebesse a bandeirada para confirmar a classificação final e por isso Levegh foi classificado em P18.

  8. Odílio disse:

    Acho que vocês do GP deveriam “passar o fio” na redação da “grobo”, pq a matéria abaixo é uma cópia descarada da matéria de vocês…
    O bibendum copia na cara dura, vejam:

    http://globoesporte.globo.com/motor/noticia/2015/06/com-84-mortos-pior-acidente-do-automobilismo-completa-60-anos.html

  9. luigi disse:

    Na minha opinião acho que pelo menos o Jaguar # 6 deveria ter se retirado da prova ,pois foi ele o que disparou o gatilho para que ocorresse a tragédia e por ironia foi justamente o que ganhou com Mike Hawthorn e Ivor Bueb . Foi uma vitória tão indigna quanto a do italiano na maratona em que o padre panaca agarrou o virtual ganhador nas Olimpíada 2004.

  10. Rodrigo disse:

    Esses carros corriam com um estepe, é isso?

  11. Fernando disse:

    Terrível, eu tenho este documentário, “The Deadliest Crash”, pavoroso. A matéria esta ótima, bem completa e fiel aos fatos. Que nunca mais aconteça algo assim.

  12. lincoln falcao disse:

    minha nossa senhora!!!!!!! naõ tinha nem noçao disso.. nunca ouvi falar nas grandes redes..arrepiado até agora

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