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sexta-feira, 11 de setembro de 2015 - 19:40DKW & cia.

ONDE ESTÃO?

monauto

SÃO PAULO (sumiu tudo) – O que depreendo desta série de anúncios de jornais dos anos 30, é que veio bastante DKW, Audi, Horch e Wanderer para o Brasil antes da Segunda Guerra. OK, talvez os Audi, caríssimos e luxuosos, não. Mas algumas boas dezenas de Horch, embora caros, sim. Os Wanderer, menores e mais leves, também não devem ter sido tão raros. E, seguramente, muitos DKWs vieram — os mais baratos das quatro argolas. Até furgão tinha à venda.

Mas ninguém acha esses carros. Morreram? Estão escondidos em fazendas? Em garagens empoeiradas?

Sabemos de um ou outro por aí. E “um ou outro” não é força de expressão. Eu sei de “um” — e acho que veio do Uruguai — para restaurar. Prometi ao dono que iria comprar, mas fiquei sem grana. E não sei de “outro”.

Questão de garimpar, talvez. Missão que entra na lista de coisas para fazer na vida.

6 comentários

  1. Luciano disse:

    Olá os Wanderer são raros ,tenho um em restauração Wanderer ano 35. 6 cilindros. E só sei d outro wanderer no Brasil k foi cortado PA fazer pick up. E parece k um 37 em cotia SP. Sou de Sorocaba SP.meu Facebook e. Luciano Wanderer impala. Obg.

  2. Paulo F. disse:

    Gomes, nas conversas com pai, tios, avós e amigos todos falam de Tratas, GMs (toda linha do Chevrolet aos Cadilacs) , Dodges (todas denominações inclusas) Fords (idem), Citroens, Fiats, Alfas , Lancias, Simcas, Jaguares, Opels (o pai de uma antiga namorada, um português falante, teve Kapitain e Records depois prontamente substituídos por uma extensa linhagem de Opalas). Fords feitos na Inglaterra e Alemanha (Perfect e o mais citado). Meu pai tinha um fraco por Fords, Oldsmobiles, Land Rovers & Mercurys Cougars. Um tio meu tinha uma predileção por caminhões De Dion (não creio que nenhum tenha sobrevivido aqui no Brasil) e foi proprietário de uma longa linhagem de DKWs desde a Pracinha até sua última Vemaguete esta comprada no final de 1967 e que eu adorava!
    Outro que comenta é o Miltão, este um doutor em DKW, Peruas Tempo, Kombis, VWs clássicos e girocópteros.
    Thornycrofts fazem parte do universo de um amigo, sua familia os importava para o Brasil!
    Mas de todos , poucos restaram pois as condições de uso eram massacrantes, e tudo, veículos inclusive eram usados enquanto andavam, a palavra vida útil era de pouca serventia. Sempre havia um abnegado mecânico que colocava o veículo disponível para rodar mais uns quilômetros e só paravam quando ninguém era capaz de encontrar ou fabricar a fatídica peça que faltava para colocar o possante a rodar. Desta forma era extraído tudo o que o artefato mecânico poderia oferecer. Quando não sofria modificações que permitiam que o dono usufruísse mais alguns anos de seu automóvel, como o Ford Falcon, que havia nas vizinhanças do escritório, que recebeu uma carrocerias de madeira e viro ” o Madeirick” !
    Muitos desses valorosos combatentes das estradas simplesmente sumiram. Consumidos pela ferrugem, canibalizados, retalhados, vendidos à peso , sem um bondoso Wall-E para os cuidar!

  3. Flavio, o assunto é o mesmo, só mudam os carros. Existe um vídeo no Youtube que mostra Itupeva, interior de São Paulo, na década de 20 e passam alguns carros que muitos de nós achavam ser Fordinhos, mas indo um pouco mais a fundo, até achar um documento do carro, dá época, vimos que os carros são da marca Rugby, marca que nunca foi muito falada, na verdade nem sabíamos que existia. Será que o povo daqui tem informações?

    Abração!

  4. Motos Antigas disse:

    Essas motos DKW tiveram participação efetiva na II Grande Guerra. São motos que com toda certeza devemos preservar.

    http://125ecia.blogspot.com.br/2015/06/velhas-de-guerra-dkw-sb350.html

  5. Renato Soares disse:

    Nas conversas com meu saudoso avô , nascido em 1913 , nunca mencionou nenhuma destas marcas. Falava nos carros americanos que possuiu e até quando comprou um Skoda. Talvez não sejam tantos assim.

  6. Roberto Fróes disse:

    Estou me lembrando agora mesmo de 4 DKWs até 1938: 1 em Niterói (em restauração), 1 no Rio de Janeiro (perfeito estado), 1 em São Paulo (não sei o estado) e 1 no interior de São Paulo (largado).
    Vi em Lindoia, na ultima vez em que lá estive, um Horch 353 à venda.
    E já li muito sobre os Wanderer que haviam no Brasil, muitos nas pistas de corrida.
    Aliás, um dos mais belos carros que já vi foi o Wanderer W25 marrom e creme em exposição no museu da Audi.

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