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domingo, 20 de setembro de 2015 - 11:36F-1

TEM DIA QUE DE NOITE… (3)

Diapo_Wecip_Night_Light_Singapore_7SÃO PAULO (e foi mesmo) – Eu escrevi ontem que podia ser a corrida mais interessante do ano. Interessante, não boa. Porque boa, não foi. Mas interessante, sim.

O GP de Cingapura foi interessante porque a Ferrari ganhou de ponta a ponta.

Foi interessante porque Vettel, ao chegar a 42 vitórias, tornou-se o terceiro maior vencedor de todos os tempos, superando Senna e ficando atrás apenas de Schumacher (91) e Prost (51).

Foi interessante porque Hamilton quebrou. Sim, quebrou, coisa rara, e como teve de abandonar, permitiu que Rosberguinho se aproximasse um pouco na luta pelo título. Nico foi o quarto colocado, e a diferença de 53 pontos caiu para 41. Ainda faltam seis corridas.

Foi interessante porque não teve Mercedes no pódio, o que é sempre um alento em temporadas de domínio absoluto de uma equipe. Vettel foi seguido por Ricciardo e Raikkonen — os três primeiros no grid, também, o que mostra que lá na frente nada de muito emocionante aconteceu.

Foi interessante porque teve um safety-car motivado por um doido que invadiu a pista, deu alguns passos pelo “acostamento” e foi embora.

Foi interessante porque Verstappinho, no final da corrida, quando tentava atacar Pérez pelo sétimo lugar e tinha seu companheiro Sainz Jr. logo atrás, em nono, recebeu uma ordem da Toro Rosso para trocar de posição com o espanhol e mandou um sonoro “não” pelo rádio.

Foi interessante porque Nasr, que estava havia longo tempo sem pontuar, lutou até o fim e chegou em décimo, tendo passado Grosjean na penúltima volta.

Foi interessante porque Rossi, o estreante, quase chegou nos pontos, acreditam? Chegou em 14º, ora bolas.

E foi interessante porque sempre é bonito ver a Ferrari vencer, emotiva que é. Arrivabene é um bom chefe, um cara que valoriza o time, que não quer aparecer mais do que ninguém, e na hora do hino ficou lá atrás, quase escondido, porque a festa era para seus pilotos e mecânicos.

CING15VETPOD

Mas, no fundo, foi ruim. Uma corrida que quase sempre tem desfecho interessante para o campeonato, mas raramente é boa tecnicamente. O circuito é lindo, iluminado, chique e luxuoso, mas não é uma pista de corridas. Pista de verdade tem retas maiores, tem curvas de alta, tem freadas absurdas. Marina Bay não tem nada disso direito. Até Mônaco, com todas suas limitações, é um circuito mais divertido.

De todo modo, isso não vem tanto ao caso. Para contar a história do GP de Cingapura de 2015, talvez seja melhor pular alguns trechos longos da corrida em que nada aconteceu. Da primeira à 13ª volta, por exemplo. Trenzinho previsível, até Massa parar nos boxes, trocar pneus e, na saída, encontrar Hülkenberg pelo caminho. Na hora, achei que o brasileiro errou, que podia ter recolhido para que o alemão forceíndico fizesse a curva na frente. Mas os comissários acharam que Hulk foi o culpado e lhe deram uma multa de três posições no grid na próxima corrida.

Vendo e revendo, no fim achei que ninguém teve culpa e os dois foram igualmente burros.

Por conta do acidente, a direção de prova acendeu as luzes do safety-car virtual. Vettel tinha 6s de vantagem para Ricciardo na ponta. Na 15ª volta, como tinha muito pedaço de carro no asfalto, foi para a pista o safety-car real. Todo mundo aproveitou o momento de calmaria para fazer a primeira parada. Na relargada, volta 18, Ricciardo deu um aperto em Vettel e chegou a ficar a 0s6 do ferrarista. Foi assim durante um tempo, mas Tião Italiano apenas adminstrava sua borracha supermacia. Não desgarrava, mas também não dava chances de ataque ao australiano.

Foi na volta 27 que Hamilton, então discreto em quarto lugar, notou que seu carro perdia potência. Rosberg passou. Kvyat também. E Bottas. E todo mundo. Pelo rádio, muita conversa. “O que faço? Onde aperto? O que devo desligar?”, perguntava Lewis, e a equipe mandava girar o botão A, desplugar o cabo B, acender a luz C, bater duas palminhas e coçar o queixo. Esse lenga-lenga durou até a volta 32, quando Lewis pediu para parar. O time ainda sugeriu que ele beliscasse o joelho e piscasse os olhos quatro vezes, que isso deveria resolver o problema, mas na volta seguinte ele estacionou nos boxes e relatou que na hora da quarta piscadinha o motor ficou ainda pior, e era melhor abandonar, mesmo.

Massa vivia problemas parecidos. Seu câmbio entrava em ponto motor a cada troca de marchas. Na volta 31, também parou. Daquele jeito, não chegaria a lugar nenhum. Lá na frente, Vettel já tinha tirado as esperanças de Ricciardo. Com três ou quatro voltas rápidas, abriu mais de 3s de novo e ficou na dele.

Aí o biruta invadiu a pista e na volta 37 o safety-car foi chamado. Todo mundo aproveitou para fazer a segunda parada. O cara fugiu sem ser incomodado — mas em se tratando se Cingapura, imagino que neste momento esteja no fundo do mar com um bloco de concreto amarrado ao tornozelo. A relargada demorou um século, só na volta 41, e com os pobres dos manor-marússicos no meio do pelotão, tendo de sair da frente de todo mundo. A turma da ponta foi embora novamente e as brigas legais ficaram para o meio, especialmente por onde passava Verstappen.

NOVESRTO jovem Max, que empacara no grid e chegou a ficar uma volta atrás, recuperou-se divinamente. Na volta 45, já estava montado no cangote de Grojã brigando pelo oitavo lugar, com Sainz Jr. pendurado em sua caixa de câmbio. Passou na volta 46 e partiu para cima de Pérez. O mexicano não deu moleza e a Toro Rosso, achando que Verstappinho estava empatando a corrida de Sainz Jr., deu a ordem para a troca de posições, achando que o espanhol poderia superar o piloto da Force India — uma estupidez, claro; mesmo que pudesse, e daí?

Verstappen, então, fez o que Barrichello não fez, o que Massa não fez, o que tantos pilotos nunca fizeram: “Não!”, gritou, para todo mundo ouvir. E não deixou passar. E foda-se.

E é assim que tem de ser. Aos 17 anos (faz 18 no próximo dia 30), Max deu uma lição aos empertigados chefes de equipe da F-1, que acham que, do pit-wall, têm condições de dizer a um piloto tudo que ele deve fazer. Acham, do alto de sua arrogância, que seus cálculos supostamente precisos são suficientes para determinar a um esportista que se comporte como um burocrata qualquer.

Boa, Max, lavaste nossa alma! E a lição, claro, vale para todos aqueles tontos que se submeteram a ordens idiotas assim no passado. Mencionei os brasileiros porque são aqueles de quem lembramos, mas é claro que muito piloto já foi submisso antes. Que aprendam.

Tião Italiano, Ricardão e Kimi Dera Um Picolé fizeram o pódio, com Rosberguinho, Sapattos, K-Vyado, Maria do Bairro, Verstappinho, Sainz Idade e Felipe II fechando a zona de pontos. Na classificação, Hamilton mantém seus 252 pontos, contra 211 agora de Rosberg e 203 de Vettel — que está começando a sonhar alto. Massa, zerado, perdeu duas posições. Ficou com 97 e foi ultrapassado por Raikkonen (107) e Bottas (101).

“You are great, you are magic!”, foi o que Sebastian ouviu pelo rádio no inglês macarrônico de Arrivabene assim que recebeu a quadriculada. “Che giornata, che dire?”, responde o alemão, cada vez mais italiano.

É impossível não ver Schumacher a cada troféu que Vettel levanta.

157 comentários

  1. Kkkkkk disse:

    Vettel não peitou a equipe no Bahrein ano passado, fez um doce e levou o passadão. Ali ele trilhava seu caminho pra rua, a fila andou na redbull que entrou com o pé e o Vettel com a bunda, e hoje temos o ótimo Kvyat na redbull! Ainda bem que tinha a Ferrari dando mole, senão nem pra toro o Vettel iria. Pra levar ferro do Verstspen? Temi pela aposentadoria do alemão.

  2. Ritter disse:

    Não acho que os brasileiros foram vítimas, mas é beeem mais fácil dizer “NO” pro Sainz do que pra Schumacher e Alonso.

    “É impossível não ver Schumacher a cada troféu que Vettel levanta” – Matou a pau, bem verdade

  3. Davi disse:

    A pista é linda? Sim. É adequada a uma corrida de F1? Não. Mas, assim como Mônaco – embora não tenha 1/1000 da tradição deste -, é um desafio para os pilotos. É cheio de curvas, deve ser chato pacas pilotar ali dentro, mas suga dos pilotos toda sua concentração e preparo físico e, para as máquinas um desafio para o qual não foram preparadas. O que ocorre´é um resultado inesperado, o que é bom. Apesar do decorrer ser extremamente chato, é bom para o campeonato que hajam pistas assim.
    Sobre o acidente de Massa x Hulkemberg, acho que os dois poderiam dar uma aliviada e chegarem a um final de corrida. Mas não aliviaram. Deu no que deu. Acho que deveria ter punção para os dois.
    Hamilton só ganharia se os que estivessem a frente dele quebrassem. Nem a pau!
    É sempre bom ter uma variaçãozinha no campeonato. O mesmo vencedor sempre é chato demais. Mas isso não muda nada. Hamilton já pode reservar o hotel, o champanhe, fazer a lista de convidados, que essa tá garantida.
    Pois é. O pessoal que tem dado ordens de deixar passar precisa ser mais criterioso. Tá ficando ridículo!

    • David Felix disse:

      Fala xará…

      Discordo de vc no quesito ordens… não é questão de critério… é questão de simplesmente ser banida para sempre… ordem de equipe é um atentado a esportividade e credibilidade do esporte…

      Quer passar ? Ultrapassa ué… já tem asa móvel, push to pass, pneu farelento… tem muita ajuda já… os caras tem que ultrapassar na pista…

      Chega de ordens de equipe !!!

      Se um mulecote de 17 anos pode falar não… todos podem !!!

  4. Mello disse:

    O “No!” do holandês foi um “vers-tappen” na cara dos brasileiros vira-latas na F1 e alhures. Pagou a corrida!

  5. ms disse:

    É o herdeiro do “velho gladiador alemão” que com sua Ferrari cada vez mais redonda vai, de mansinho, retornando às primeiras posições do grid….. Ferrari que, a cada corrida, fica mais “na ponta dos cascos”, com ela Vettel já faturou 02 corridas na temporada e subiu oito vezes ao pódio ou seja aos poucos vai retornando ao seu lugar de origem…… Vettel pertence a uma linhagem de pilotos, que teve Nelson Piquet como um de seus expoentes , pra eles o “barato” não está somente em ganhar corridas e campeonatos….. pra brincadeira ter graça precisam ou melhor dizendo, necessitam desenvolver o carro com que irão conquistar suas vitórias e campeonatos, e fazer isso, pra esse tipo de piloto, torna-se uma verdadeira paixão, a ponto de quando percebem que não tem mais perspectivas pra continuarem desenvolvendo seu equipamento numa determinada equipe , a brincadeira perde a graça e desmotivam o piloto a tal ponto, como aconteceu com Vettel na Red Bull, que necessitam buscar outros horizontes a procura de novos desafios pra daí começarem tudo de novo…..

  6. Paul disse:

    Jesus…achei que já tinha acabado esses historinhas de Senna/Alonso pra cá pra lá…Deuses…Viúvas….meu Deus tem gente que não deixa a vida seguir em frente…Veja esse Chupez, Alfredo, Paulo, sei lá o q aí…pelo menos o KKK ou Ham sei lá o que concatenou as provas a imbecilidade do outro…Sigam em frente….Sigam o conselho que o FG volta e meia dá: Caiam fora.!!!…Melhor calado que falando besteiras….

  7. David Felix disse:

    Realmente corrida chata…

    Mas extremamente interessante… imagina se tivessem punido o Hamilton na Itália como puniram o pessoal da GP2 ?

    Ia ficar muito mais interessante…

    Que corridaça do Verstappinho !!! E o não foi a melhor parte dela !!! Certíssimo ele !!! A verdade é que o Sainz só se aproximou por que Max não conseguiu passar o Perez senão… o espanhol so ia encontrar o novo holandes voador nos boxes ao final da prova…

    E o Nasr hein… chegou a andar em sétimo, teve o azar de parar um pouquinho antes do safety car mas mesmo assim não desistiu e deu um passão no Maldanado e depois um calor no Grojã que fez o cara passar reto… corrida muito boa…

    Vettel, Ricciardo e Raikkonen de ponta a ponta… Massa segue seu calvário em Cingapura…

    O Tião Italiano realmente lembra o Schummy no pódio, mas na pista pra mim ele lembra mais o Ayrton…

  8. Rogerio disse:

    A pista é linda, mas concordo que não é uma pista de F1.. Talvez de kart…kkkk

    Alentador o desempenho da Ferrari. Espero que continue assim e Vettel seja o campeão. É dificil, claro, mas torço muito por ele. Acho ele um piloto espetacular.
    Hamilton disse após abandonar que a corrida estava em suas mãos se não fosse o problema no carro. Juro que não consegui entender. A Rosberg estava com a mesma estrategia que ele e chegou em quarto. Tá, vão falar que o Hamilton é mais piloto, etc, etc. Mas não consegui entender a magica que ele pretendia fazer para vencer a corrida.
    No acidente do Massa, também não vi culpados. Quer dizer, teve dois culpados…

    A parte legal da corrida foi após a saida do safety car provocado pelo doidinho….
    E parabéns ao Max…. Tô começando a gostar muito desse moleque !!!!!
    E parabéns ao Galvão. Ele consegue se superar a cada corrida no seu arsenal de bobagens !!!!

  9. Brabham-5 disse:

    Vettel perfeito, mais uma vitória de campeão, mais um recorde batido. (esqueceram de pôr olho gordo nele! rs).
    Não tem coisa pior que praga de mãe, de sogra ou de viúva!
    Hamilton sofreu demais com o olho gordo das viúvas. Mais um recorde seria batido nesse fds. Para desespero de Galvão Bueno. Deu tudo errado. Fim de semana para esquecer.
    Mas o prêmio de atitude deve ser dividido entre Nasr e Verstappen.
    Felipe Nasr, combativo até o fim, se não fosse uma bandeira amarela causada por um estúpido que invadiu a pista, teria chegado entre os 6 primeiros com um carro péssimo nas mãos.
    E parabéns ao Max Verstappen, que teve problemas na largada, caiu para o fim do pelotão, recuperou 7 posições numa pista de rua, e faltando duas voltas respondeu com um alto “NÃO!” quando veio a ordem da equipe para deixar o colega de equipe ultrapassá-lo. Sensacional.
    Um moleque com menos de 20 anos teve até agora mais atitude e coragem que bundões medrosos como Massa e Barrichello NUNCA TIVERAM na carreira. “Quer ultrapassar, está mais rápido, que venha e faça a ultrapassagem!”
    Esse moleque hoje já conseguiu milhares de fãs e o respeito dos colegas de profissão pela sua atitude. Isso sim é ser um “Racer” de verdade. E não mais um piloto “funcionário”, burocrático com salário milionário. Que depois se coloca como “vítima” da história.
    Nota 10 Verstappinho!

    • Carlos Henrique disse:

      Cara, na 1ª temporada do Massa na F1 ele se recusou a dar passagem pro Heidfeld, contrariando ordem do Peter Sauber… isso inclusive fez com que ele fosse “rejeitado” pela equipe no ano seguinte e voltou a ser piloto de testes da Ferrari.
      Anos depois já como titular da Ferrari é que ele mudou de postura e passou a aceitar ordens de equipe. Por isso mesmo, eu acho que não dá pra exaltar a postura do Max Verstappen, é legal sim ele ter “atitude” mas amanhã ou depois ele pode agir de outra forma e todo mundo ficar decepcionado.

      • Gabriel P. disse:

        Vc tem toda razão.
        Aliás, só mesmo Brasileiro para elogiar insubordinação.
        Queiram ou não, os pilotos são empregados e sujeitos as ordens.
        Em outras épocas já aconteceu, de os 2 carros da mesma equipe baterem, exatamente porque nenhum teve essa ordem, ou teve e não cumpriu.
        Piloto tem que fazer o que a equipe manda e ponto.
        Aliás.
        Quem quer um funcionário que desobedece ordens???

  10. Flavio Bragatto disse:

    Na hora do “NO!” eu tinha ido lá na garagem fazer a troca de óleo do meu 147, e acabei perdendo a imagem, mas como deixei o volume da TV alto, deu pra ouvir.
    Com um sorriso bem sacana pensei: “Nego tem que ter as bolas muito grandes, ou ser muito burro para meter um louco assim na F1”. Particularmente, eu fico com a primeira opção.
    E tem mais. A partir de agora, vai ser um festival de “NO!”s nas respostas à ordens de equipe assim. Pode apostar.

  11. marcelo disse:

    O Vettel já tá ficando careca????

  12. Gabriel P. disse:

    Bom texto Flávio.
    Seja onde fossem as últimas 2 corridas, os carros da Mercedes iriam quebrar mesmo assim, o que significa não terem mais todo esse domínio.
    E tem mais, Hamilton também é muito inconstante, se acaso não ganhar a próxima corrida e ver Vettel se aproximando no campeonato…Sei não….?
    Quanto ao Massa concordo com Flávio, foi burrice mesmo, seria melhor preservar o carro e depois tentar ultrapassar. Com o carro sem problemas talvez até pontuaria.
    Imaginem se a Ferrari vai “armar a inimiga RBR” com seus motores? Sendo assim, mesmo que Alonso vá p/ RBR, continuará lá atrás. ( E aliás, seria muita burrice, visto que Honda tem interesse na sua vitória, a Ferrari não.)

  13. Daian Dienstbach disse:

    FG, peço licença em teu blog pra convidar a todos interessados a fazerem parte do Grupo “Fórmula 1” no WhatsApp. Nesse grupo só falaremos sobre F1 em assuntos avançados de quem gosta e entende da categoria. Por favor, respondam com nome e número. Valeeeu!
    Daian Dienstbach

  14. Zé MCZ disse:

    O melhor piloto alemão de todos os tempos chama-se… Stefan Bellof! Pode juntar as mais de 130 vitórias dos dois(Schumi e Seb) que foram menos empolgantes que o alemãozinho fez na curta passagem pela F1 e outras categorias! Não é necessário saber pilotar o melhor carro da temporada e obviamente ser o campeão, bi, tri… para dizer quem tem ou tinha talento! A melhor temporada do Senna foi a de 1993, que so ficou atras do Alan Prost, que era um pilotaço e tinha o melhor carro nas mãos(Williams). A F1 de agora tá uma bosta!(ainda assisto algumas pq adoro desde a infancia) Qualquer um piloto razoável que começa a vencer muitas vezes é logo alçado ao posto de melhor piloto de todos os tempos da atualidade! E…
    Viva Hamilton! Viva Vettel!

  15. Zé Maria disse:

    Quando o mais emocionante segundo o narrador/comentarista, numa prova que chegou no limite de tempo (02:00h) eram os carros tirando “finas” dos muros laterais, fala sério “mermão”, a coisa tá feia!

  16. Oi? disse:

    Alonso aposentou Schumi. Hamilton aposentou Alonso. Vettel aposentará Hamilton.

  17. Paulo Pinto disse:

    “É impossível não ver Schumacher a cada troféu que Vettel levanta.”

    Encerrou o post com “fecho de ouro”.

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