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N’UOL

Hamilton está perto de sua pior sequência sem vitórias desde a estreia na F-1 15 anos atrás, constata o sagaz blogueiro em sua coluna no admirável portal. O texto está aqui.

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LEGIÃO URBANA

SÃO PAULO (coisa mais fofa) – Raramente esta seção publica fotos que não sejam de minha autoria, mas a simpatia da mensagem do Luiz Fernando Batista Gomes e a beleza do carrinho não poderiam passar em branco:

Sábado passado avistei de longe essa belezinha na Cidade do México. Fui dando um jeito de chegar perto e minha esposa logo que percebeu já disse: quer que eu tire foto? Bom, isso acontece com frequência e digo, sim, tira foto desse Thunderbird 69, Alfa Giuletta, sei lá, coisas do tipo. Nesse sábado eu demorei e só disse: “Tira!”. Enquanto eu ia atrás consegui ir relacionando algumas referências: motor traseiro, linhas… Arrisquei que era francês, um Renault. No fim passamos e demos aquela buzinadinha e tchauzinho de sempre. Fiquei feliz que era mesmo um Renault, mas esse era totalmente desconhecido.  Modelo novo para aprender, lindo. As fotos são da Ana. Se algum dia te interessar publicar no blog nos daria uma grande satisfação. 

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FOTO DO DIA

SÃO PAULO (monstro) – Hoje faz exatos dez anos do último pódio de Michael Schumacher. O alemão, em sua última temporada pela Mercedes, terminou o GP da Europa, em Valência, na terceira posição. Foi seu único pódio pela marca que, em 1991, pagou US$ 300 mil a Eddie Jordan pela vaga na equipe para disputar o GP da Bélgica, em Spa.

Naquele 24 de junho de 2012, Fernando Alonso, na época defendendo a Ferrari, venceu a corrida para enorme festa da torcida de seu país. Com a Lotus, Kimi Raikkonen terminou em segundo.

Schumacher subiu ao pódio 155 vezes na F-1. É o segundo maior colecionador de troféus da história, atrás apenas de Lewis Hamilton, com 184. Vettel aparece em terceiro com 122. Ayrton Senna, com 80, é o brasileiro que mais subiu ao pódio na categoria.

Como sempre digo (e meu livro sobre os anos Schumacher termina assim), Michael estava sempre sorrindo. A montagem abaixo foi postada pela Mercedes no Twitter.

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MAIS GASLY

SÃO PAULO (normal) – Pierre Gasly fica mais um ano na AlphaTauri. A Red Bull exerceu a opção que tinha sobre seu contrato e o francês, de 26 anos, permanece em 2023. Tinha alguma esperança de abrir uma vaga na McLaren, quem sabe mudar de ares, mas no fim das contas acho que nunca acreditou de verdade nisso. Seu sonho, mesmo, era voltar à titularidade na Red Bull, hipótese já descartada pela matriz.

Não tem jeito, a AlphaTauri é o que tem para hoje. Gasly estreou na F-1 em 2017 pela Toro Rosso com o campeonato em andamento, na Malásia, substituindo Daniil Kvyat –um dos triturados pelo moedor de carne Helmut Marko. Correu a temporada toda de 2018 pelo time de Faenza, que hoje se chama AlphaTauri, e foi promovido para a Red Bull em 2019.

Com resultados irregulares, fez 12 GPs pela equipe principal e foi chutado de volta para a filial a partir do GP da Bélgica, dando lugar a Alexander Albon. Em 2020 deu uma incrível volta por cima vencendo o GP da Itália, em Monza. Com 95 GPs no lombo, subiu ao pódio três vezes.

Gasly é bom piloto. Na Red Bull, sucumbiu à superioridade de Verstappen, como tantos outros. Numa F-1 sem muitas vagas frequentes em times grandes e competitivos, capazes de lutar pelas vitórias com frequência, resta aos bons pilotos beliscar uns milagres de vez em quando. Pierre já conseguiu o seu. E passará o resto da carreira a espera de outro.

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SOBRE DOMINGO À TARDE

A IMAGEM DA CORRIDA

A perseguição no fim: Max “zero erro” resistiu

SÃO PAULO (sorry) – Sendo sincero, não teve nenhuma graaaaaaaaaaande foto do fim de semana no Canadá. Não que eu tenha visto. Mas essa aí em cima (e é repeteco…) quebra o galho. O que foi essa corrida além da perseguição de Sainz a Verstappen nas últimas 16 voltas?

Valeu a pena ver. Porque Max não errou nada, mesmo tendo o espanhol colado nele, a menos de 1s, por tanto tempo. Com três aberturas de asa por volta, foram 48 aplicações de DRS. E o cara não passou. Aff.

CANADÁ BY MASILI

Um passeio no parque. Essa é a leitura do nosso cartunista oficial Marcelo Masili para a corrida de Verstappen em Montreal. E como o cara ficou sem rádio nas últimas voltas, foi ainda mais tranquilo, sem ninguém no ouvido dele para dizer que Sainz estava perto…

Vamos a algumas caixinhas, para poupar o trabalho de encadear assuntos díspares? Sei que pode parecer um pouco de preguiça literária, mas é que o rescaldão já está atrasado, não quero atrasar ainda mais…

PONTOS Y PONTOS – Faltou domingo um balanço da temporada, né? Pois aí embaixo estão as tabelas de classificação devidamente atualizadas com a punição a Alonso, que caiu de sétimo para nono no Canadá (falarei disso adiante). Nota-se que Leclerc, em terceiro, está cada vez mais distante de Verstappen (49 pontos) e mais próximo de… Russell! São apenas 15 pontos separando o inglês da Mercedes do monegasco ferrarista. O mesmo vale para o Mundial de Construtores: hoje a Ferrari enxerga adversário mais perto quando olha para o espelhinho do que quando procura quem está na frente dela. São 40 pontos de vantagem para a Mercedes e 76 de atraso para a Red Bull.

TRETAS CINEMATOGRÁFICAS – Teve reunião dos chefes de equipe em Montreal para discutir as medidas que a FIA pretende tomar para disciplinar o “porpoising”. Christian Horner, ácido como sempre, disse que Toto Wolff deu piti porque havia câmeras da Netflix gravando tudo. Sua equipe, claro, é contra qualquer mudança de regulamento para atenuar os defeitos da Mercedes. Tenho dito: os argumentos da Red Bull são inatacáveis; os alemães que tratem de consertar seu carro. Mas quando a questão esbarra em segurança e saúde dos pilotos, a FIA tem de fazer algo, sim. Medir os quiques, estabelecer padrões aceitáveis, cobrar as equipes, se for o caso desclassificar carros.

MELHOROU – Que se registre, aqui, que a Mercedes disse que já resolveu, do ponto de vista aerodinâmico, o problema. Ergueu um pouco o carro, mexeu no assoalho, se virou. O time assume, apenas, que o W13 é rígido demais, salta muito nas zebras, e que é isso que precisa arrumar, agora. Como as próximas sete corridas acontecem em pistas de verdade, não de rua/parque/estacionamento, a equipe acredita que vai se aprumar para começar a se aproximar de Red Bull e Ferrari. A ver. O fato é que Hamilton saiu sorridente de seu carro pela primeira vez no ano, depois de um terceiro lugar bem convincente — para os padrões mercêdicos deste ano, claro.

Hamilton: desta vez, saiu sem dores do carro

AJUDA E PUNIÇÃO – Fernando Alonso foi o segundo no grid no sábado e terminou a corrida, na pista, em sétimo. Por ziguezaguear na frente de Bottas, tomou 5s de punição e caiu para nono. Nem reclamou. Queixou-se, sim, de problemas em seu carro. O ERS (que despeja potência no motor a partir de energia armazenada na bateria) não funcionou direito e desde a 20ª volta, segundo ele, seu carro passou a perder 0s8 a cada passagem. “Tive de guiar como um camicase a corrida toda”, falou. Freava mais tarde, entrava todo torto nas curvas, tentava fugir da asa móvel dos outros, foi um perrengue e tanto. Quem ajudou foi Ocon, tentando ficar menos de 1s à frente dele para que o parceiro pudesse abrir sua asa e, desta forma, evitar ataques rivais.

Alonso: Alpine, de novo, com problemas técnicos

A FRASE DE MONTREAL

“Acho que o conceito do carro deles é o problema, não o regulamento.”

Christian Horner

A opinião do chefe da Red Bull sobre o carro da Mercedes é partilhada por muita gente no paddock, ainda que ninguém ataque a equipe alemã publicamente. Teremos mais alguns capítulos dessa novela nos próximos dias. Aguardemos. Mas insisto: as regras não serão mudadas. O máximo que a FIA pode fazer é baixar alguma diretiva determinando quanto os carros podem pular. Ponto.

O NÚMERO DO CANADÁ

11

…pódios na carreira alcançou Carlos Sainz, com a segunda colocação em Montreal. Ele igualou Chris Amon (que disputou 96 GPs entre 1963 e 1976) numa estatística incômoda: a dos pilotos que mais subiram ao pódio sem vencer uma corrida. Essa lista hoje é liderada por Nick Heifeld (13 pódios, 183 GPs, oito vezes segundo colocado como melhores resultados), com Stefan Johansson em segundo (12 pódios, 79 corridas, quatro vezes segundo). Em quinto, atrás de Sainz e Amon, está Romain Grosjean (10 pódios em 179 GPs).

GOSTAMOS & NÃO GOSTAMOS

GOSTAMOS de ver Guanyu Zhou pontuando pela segunda vez no ano, agora com a oitava colocação. Ele teve azar em algumas corridas (três quebras) e não marcava desde a primeira etapa do campeonato. Mesmo assim, vinha fazendo um bom trabalho, sem erros, batidas, trapalhadas. Não é fácil para um estreante, nunca. Sua reputação só melhora.

NÃO GOSTAMOS de ver a McLaren zerada pela terceira vez no campeonato. É um time muito irregular. Nas últimas cinco corridas, somou apenas 19 pontos, contra 35 de sua principal adversária, a Alpine. Na classificação, a equipe papaia ainda está na frente: 65 x57. Mas a chance de perder o quarto lugar em breve para os franceses é muito grande.

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GERD VOLTOU!

Boa notícia! A Gulliver Editora vai reeditar “Gerd, der Trabi”, que estava esgotado. Os livros já estão em pré-venda! Podem ser reservados aqui. São poucos exemplares, todos autografados. Corram!

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LADALAND (2)

SÃO PAULO (melhor que nada) – A Renault vendeu sua participação na Lada por valor simbólico por causa da guerra, deixou a Rússia e só agora a fábrica de Togliatti voltou a produzir. O modelo escolhido para a retomada foi o pequeno Granta, sem airbag, ABS e outras frescuras — faltam componentes e eles não podem ser importados.

É o que temos pra hoje, diria alguém. Pelo menos a fábrica está funcionando…

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LADALAND

Maurício Neves mandou a foto. Jogão! Alguém arrisca quando e onde? Muito cara de Reino Unido…

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N’UOL

Foi chamar Verstappen de gênio para atiçar um certo gado aí. Gado vale pra muita coisa. O povo que comenta no portentoso portal é inacreditável. Pertence a uma espécie muito particular. Bom, a coluna do UOL desta semana está aqui.

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QUEBEQUIANAS (3)

Pressão de Sainz no final: gelado, Max resistiu

SÃO PAULO (normal) – Max Verstappen ganhou de novo. Deu um pouco de trabalho, por causa de um safety-car no fim. Mas nada que arranhasse seu favoritismo no Canadá. Foi a sexta vitória dele no ano, 26ª na carreira – deixando Clark e Lauda para trás nas estatísticas, colocando-se isoladamente como nono maior vencedor da história. Carlos Sainz terminou em segundo e Lewis Hamilton completou o pódio.

Fernando Alonso, atração maior do sábado com o segundo lugar no grid, terminou apenas em sétimo. Depois da corrida ainda levou uma punição de 5 segundos por ziguezaguear numa defesa de posição e foi rebaixado para nono. De quebra, ainda teve problemas no motor a partir da volta 20 e disse que passou a perder 0s8 por volta — a bateria não estava armazenando energia direito.

Acontece.

Max: 26 vitórias na carreira, mais que Lauda e Clark

A meteorologia acertou na previsão e a chuva do sábado ficou no passado. Montreal teve um domingo de sol e céu azul, temperatura agradabilíssima de 21°C, aquele ambiente festivo do verão canadense que dura mais ou menos uns dois dias.

Os pneus médios para a largada foram a opção da maioria. Bottas, Pérez, Norris, Stroll e Leclerc, todos mais para trás no grid, escolheram os duros para adiar a parada até onde fosse possível.

A largada foi das mais civilizadas, sem toques, refregas, encontrões, provocações ou desavenças. Verstappen pulou na frente e Alonso não deu moleza para ninguém, sustentando-se em segundo. Hamilton e Magnussen chegaram a se tocar levemente, mas o inglês não estava nem um pouco disposto a perder o quarto lugar no grid obtido às custas de sangue, suor e lágrimas na véspera. Sobrou para o dinamarquês.

Alonso persegue Sainz no início: problemas no motor

No fim da terceira volta, Sainz passou por Alonso sem muita dificuldade, assumindo o segundo lugar. Max estava 3s à frente, tranquilo e solitário. O pau iria comer longe dele, com Hamilton se aproximando de Alonso para buscar uma rara – neste ano – briga pelo pódio.

Quem esperava um Leclerc no início devastador, passando todo mundo lá no fundão a partir da última fila no grid, não teve grandes motivos para se empolgar nas primeiras vltas. Na sexta, ele só havia conquistado três posições. Mas foi só um começo discreto. Depois, o monegasco passaria a escalar o pelotão com ousadia e alegria.

Vettel e Gasly, também da turma de trás, fizeram paradas precoces na volta 7 para colocar pneus duros. Magnussen, que vinha em quinto, parou na volta seguinte para trocar o bico do carro, também, avariado no ligeiro toque com Hamilton.

Hamilton, terceiro: animado com a melhora da Mercedes

Logo depois, Pérez quebrou. O câmbio deixou de engatar as marchas e o mexicano estacionou na área de escape. Com o safety-car virtual acionado na volta 9 para tirar o carro do companheiro, Verstappen parou e trocou os pneus. Hamilton fez o mesmo. Sainz e Alonso ficaram na pista e assumiram primeira e segunda colocações. Max voltou em terceiro. Hamilton, em sexto. A bandeira verde foi mostrada na volta seguinte e Lewis não perdeu muito tempo para passar Ocon e subir para quinto.

Fernandinho não conseguia acompanhar o ritmo da Ferrari de Sainz, que na volta 14 já tinha 4s6 sobre o asturiano. Verstappen, por sua vez, se aproximava do #14 da Alpine e preparava o bote. Passou fácil na volta 15 sem nenhuma necessidade de fazer cara feia para o adversário. Alonso não dificultou, mais preocupado em fazer sua corridinha para buscar um troféu no final da tarde, tarefa que seria abirtada quando o ERS, que acumula energia na bateria, começou a falhar.

Sainz: pressionou no fim, mas não deu

Leclerc foi entrar na zona de pontos pela primeira vez na volta 20, quando Mick Schumacher abandonou e o safety-car virtual foi acionado de novo. Russell, que estava em quarto, correu para os boxes e voltou em quinto. Outros carros pararam e Charlinho subiu para oitavo com os pit stops. Sainz entrou na volta seguinte, a bandeira verde liberou a retomada da prova e o ferrarista voltou em terceiro, atrás de Verstappen e Alonso – entre os ponteiros, o único que não tinha feito nenhum pit stop. Hamilton, Russell e Ocon vinham atrás deles.

Com pneus já bem gastos e carro falhando, El Fodón não resistiu muito tempo e foi ultrapassado por Sainz na volta 22. Hamilton fez o mesmo na 23, deixando o espanhol em quarto. Lá na ponta, Max voltava a desfilar sem incomodar vizinhos com o barulho de seu carro – o mais próximo estava a 9s de distância, a Ferrari #55.

Alonso acabou parando na volta 29. Caiu de quarto para sétimo, pagando o preço pelo pit stop tardio e pelo carro defeituoso. Mas com pneus novos tentou uma aproximação para cima de Leclerc, empacado atrás de Ocon. Charlinho sofria com uma borracha já desgastada contra pneus mais novos do francês. “Não consigo passar”, lamentava o ferrarista pelo rádio.

Sainz e Verstappen no papo pós-corrida: nova vitória do holandês

Na metade da corrida, Leclerc, Bottas e Stroll, que largaram de pneus duros, eram os únicos que ainda não tinham visitado os boxes. Lá na frente Max reclamou da perda de aderência de seus pneus e Sainz começou a descontar segundos valiosos em relação ao holandês. Os 9s de algumas voltas antes caíram para 7s5. Nada muito assustador, mas preocupante. A Red Bull passou a considerar uma segunda parada, algo que também não estava totalmente fora do radar da Ferrari, embora os pneus de Sainz fossem 11 voltas mais novos que os do líder do campeonato.

Leclerc finalmente parou na volta 42. A parada foi lenta e ele caiu para 12º no fim de uma fila que tinha, pela ordem, Stroll, Zhou, Tsunoda e Ricciardo. Mas, com pneus médios novos, voltou a remar vigorosamente para recuperar as posições perdidas.

Na volta seguinte, a Red Bull chamou Verstappen. Colocou pneus duros em seu carro e o holandês voltou em terceiro, colado em Hamilton. Sainz assumiu a ponta, mais de 11s à frente. Max passou Lewis sem dificuldade e o inglês também foi para os boxes para fazer seu segundo pit stop. Voltou em quarto. Russell parou em seguida e Lewis retomou sua posição de pódio.

Segundo pódio de Hamilton no ano: “Estamos chegando”, disse

Max, com pneus novos, começou a pulverizar a diferença que o separava de Sainz. Na volta 47, o cronômetro apontava uma distância de 8s7. Na 49, 7s7. Foi quando Tsunoda bateu pateticamente, na saída dos boxes. O safety-car foi chamado e Sainz parou para ter pneus novos na parte final da prova. Colocou duros. A Ferrari disse que não tinha médios novos para usar. Poderia ter arriscado os macios, mas não o fez. Max assumiu a ponta e mais gente aproveitou o momento para novas paradas.

A condição de pneus de Verstappen e Sainz era semelhante – os do rubro-taurino, seis voltas mais velhos; o que no caso dos compostos duros não faz tanta diferença assim. Max, Sainz, Hamilton e Russell, todos com esses pneus, eram os quatro primeiros colocados. Ocon, Alonso, Leclerc e Bottas vinham atrás, todos de médios.

A relargada aconteceu no final da volta 54. Não houve hostilidades. Mas quando a asa móvel foi liberada, com distâncias ínfimas entre quase todos os carros, foi um festival de ultrapassagens. Zhou passou Vettel. Leclerc atropelou Alonso e calibrou a mira para o alvo seguinte, Ocon, que também foi superado pela Ferrari #16. Sainz partiu para cima de Max com decisão. Valia vitória. O holandês tinha de se defender sem abrir asa, porque era o único sem ninguém na frente.

Com sua proverbial frieza, Verstappen se manteve à frente até a bandeira quadriculada, mesmo sofrendo uma pressão insana do espanhol – a diferença entre eles, da relargada até o final, nunca chegou a 1s. Foram 16 voltas assim, com três trechos de asa móvel para Sainz tentar alguma coisa. Não passou. Max mostrou por que é campeão mundial. E por que será de novo, neste ano.

Verstappen, Sainz, Hamilton, Russell, Leclerc, Ocon, Bottas, Zhou, Alonso (já com a punição) e Stroll fecharam a zona de pontos. Palmas para a Alpine e para a Alfa Romeo com suas duplas nos pontos – embora para os franceses tenha tido um gostinho amargo, sem que o segundo lugar de Alonso no grid fosse convertido em algo mais marcante.

Max foi a 175 pontos no Mundial. O vice-líder segue sendo Pérez, com 129. Leclerc foi a 126. Daqui a duas semanas, Silverstone. A primeira de uma série de sete provas seguidas em autódromos de verdade. Depois tem uma de rua, em Singapura, e o resto em pistas permanentes. A fatura está liquidada.

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