CRÉDITO OU DÉBITO?

SÃO PAULO (mais uma…) – Visa Cash App RB. Esse é o novo nome da AlphaTauri. A equipe, nascida Minardi em 1985, disputou o Mundial com o nome de seu fundador até 2005, quando foi comprada pela Red Bull e rebatizada como Toro Rosso a partir de 2006. Assim foi até o fim de 2019. Então a Red Bull renomeou o time para lançar sua grife de roupas, AlphaTauri. Com a marca, a equipe correu quatro temporadas, de 2020 até o ano passado.

Visa, todos sabem, é uma instituição financeira mais conhecida como bandeira de cartão de crédito. Cash App é um serviço de pagamentos por aplicativo. São empresas diferentes.

Agora vamos fazer ginástica para decidir como chamar essa joça em textos, lives e transmissões.

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (manda mais!) – O paraibano Paulo Leite, de Campina Grande, que acho que está morando no Canadá, ou no Alasca, sei lá onde, arriscar textos deliciosos de vez em quando e me manda. É meio caótico, tudo. Como as imagens que me mandou para esta seção. Vocês vão ter de clicar nas fotos/páginas para ler e se contentar com esses retalhos de história maravilhosos, que só vão aguçar a curiosidade sobre a vida no eixo João Pessoa-Campina Grande nos anos 70 e 80.

Nem preciso dizer que minha preferida é a Vemaguet 67 (muito provavelmente cinza) do último recorde.

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ENCHE O TANQUE

SÃO PAULO (tem calibrador?) – Segundo Dom Pedro Von Wartburg, é o menor posto do mundo e fica em Ternitz, na Baixa Áustria. Nem sabia que existia uma Alta Áustria, mas tá valendo! Procurem no Google Fucker Mappers, a cidade deve ser minúscula. E coloquem as coordenadas aqui!

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DESAFIO DO DIA

O Luis Felipe Ziriba fotografou em Perth, na Austrália. Não consegui descobrir que perua é essa.

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¡HALA MADRID!

SÃO PAULO (vamos ver) – Madri foi confirmada como sede do GP da Espanha de 2026 a 2035. Significa que Barcelona, cujo contrato termina em 2026, provavelmente terá o compromisso encerrado antes do final. Essas coisas se ajeitam.

A pista apresentada hoje tem 5.474 metros de extensão em torno da Ifema (Instituição de Feiras de Madri), o centro de exposições que fica no nordeste da cidade, colado no centro de treinamentos do Real Madrid. Mais uma corrida de rua.

Madri já recebeu a F-1, na pista de Jarama, nove vezes entre 1968 e 1981. O GP da Espanha depois passou para Jerez e desde 1991 está em Barcelona. O réquiem do circuito de Montmeló acontecerá no ano que vem.

Vai ter gente reclamando, vai ter gente elogiando. Como em tudo.

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AMANHÃ, MADRI

SÃO PAULO (adiós) – Amanhã às 7h de Brasília será feito o anúncio de Madri como nova sede do GP da Espanha. Para quando? Muito provavelmente 2026. O contrato com Barcelona vai até 2026, mas nada impede que o país receba duas provas — foi assim de 2008 a 2012 com aquela porcaria de pista em Valência. Mas não é provável, porém. Saberemos em algumas horas o que será feito da história de Montmeló, que começou em 1991.

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DICA(S) DO DIA

SÃO PAULO (cultura é tudo) – Está no plural porque não é só um link. Tem o link que explica o projeto. Depois tem o e-book que dele resultou — está em PDF, não precisa fazer download, é só ir correndo as páginas e se deliciando. Tem o vídeo explicativo. E tem, por fim, um gigantesco arquivo digital que pode ser consultado por qualquer um a qualquer hora.

Estou falando da digitalização de mais de três mil patentes registradas no Brasil entre 1895 e 1929, quando o mundo vivia o auge da industrialização e o planeta criava todo tipo de máquina/produto/substância num ritmo alucinante. Tudo que se faz hoje no digital se fazia no mundo real; aquela maluquice de uma invenção nova a cada dia, o espanto das pessoas a cada novidade, o “onde vamos parar?” dito a todo instante no balcão do bar, nas conversas nas ruas diante dos jornais expostos nas bancas, nos jantares em família.

Quem fez esse trabalho foi o INPI, Instituto Nacional da Propriedade Industrial. O projeto se chama “Memória da Propriedade Industrial – Patentes Históricas” e traz curiosidades deliciosas, como a “caixa de descarga Paulista” (pág. 155 do livro eletrônico), a “máquina de votar” (pág. 159) e o “Hydrovelopede” (pág. 164) — nada mais do que um… pedalinho!

Muitas dessas cartas-patentes foram assinadas por presidentes da República. É uma maravilhosa viagem pelo tempo. Larguem o celular por uma horinha e leiam o livro!

Nas fotos acima (depois que o blog bugou não consigo colocar legendas), a descarga Paulista, o aparelho para treinar ciclismo (vá a qualquer academia que o que temos hoje é isso aí) e a máquina de voar, posteriormente conhecida como avião.

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ESTORIL, 30

SÃO PAULO (after changes upon changes…) – Esse recorte da “Folha” aí em cima é de 20 de janeiro de 1994. Exatos 30 anos atrás. De contrato assinado com a Williams desde outubro de 1993, Senna faria seu primeiro teste para valer com a Williams, no Estoril. Dia 20 era uma quinta-feira. Na quarta (19), para 412 convidados da Rothmans, ele deu 16 voltas e já saiu reclamando — conto abaixo. Na terça (18) andou de Williams pela primeira vez, quatro voltas, só para fazer vídeos e fotos.

O jornal não queria me mandar para Portugal, então peguei uma passagem com minhas milhas da Varig e fui. Como repórter de F-1, achava que aquela temporada teria de ser relatada em detalhes do começo ao fim. Com a aposentadoria de Prost, Schumacher apenas começando, a Williams voando, muita gente acreditava que Ayrton venceria todas as corridas do ano. Aquilo seria histórico. Para testemunhar a história, só estando lá.

Fui por conta, paguei minhas despesas, descolei um carro emprestado pela VW (um Vento, abalroado por um bebum quando eu estava indo para o aeroporto) e cobri aqueles testes. Depois de algumas voltas, no box da equipe, ele passou por mim e falou: “Puta que pariu, bem na minha vez cagaram no carro”. Na entrevista formal para os quatro ou cinco brasileiros que lá estavam, não repetiu a frase que eu, besta, não coloquei nas minhas matérias — as coisas com Senna eram complicadas, se não estivesse gravado, ele poderia negar que tivesse dito aquilo e me causaria problemas.

Trinta anos hoje. Do início de uma história que teria um fim trágico.

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LEGIÃO URBANA

SÃO PAULO (um & outro) – As fotos foram batidas sexta-feira no mesmo local: a avenida dos Bandeirantes, chegando à Marginal. De dentro do carro, claro.

Comecemos com o Monza.

É um Classic SE (acertei?), embora não tenha duas cores. Registro do Rio Grande do Sul. Monza já tem placa preta… Estamos ficando velhos, mesmo. Bonito e ótimo carro. Embora o Chevrolet não faça parte da turma que me fala ao coração.

E vamos ao… Palio!

Respondam e, se quiserem, podem me julgar: estou ficando maluco por começar a olhar admirar esses primeiros modelos do Palio com um olhar cheio de ternura?

Considerações aí nos comentários.

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FOTO(S) DO DIA

SÃO PAULO (de pé) – Carlos Sainz, o pai, é uma lenda. Aos 61 anos, o cara ontem ganhou o Dakar pela quarta vez. Bicampeão mundial de rali, parece interminável. Quando chegar o dia do Juízo Final e na portaria eletrônica do céu os dois tiverem de se identificar, a inteligência artificial vai perguntar: pai ou filho? O pai será recebido com as honras celestiais. O filho terá de se contentar com uma pulseirinha fora da área VIP.

Abaixo, relato preciso do pessoal de comunicação da Audi, com um ou outro corte, para vocês entenderem o tamanho dessa vitória. O ineditismo vem da tração elétrica integral. Anotem: esses caras não vêm para brincar na F-1. E eles têm paciência.

Gernot Döllner, presidente do conselho de administração da Audi AG, celebrou a vitória no Dakar. “Vencer o rali no deserto mais difícil do mundo com uma condução eletrificada é uma experiência ‘Vorsprung durch Technik’ visível e aponta o caminho para o nosso futuro elétrico”, disse. O Audi RS Q e-tron possui tração integral elétrica. O fornecimento de energia é assegurado por uma bateria de alta tensão e um conversor de energia que funciona com combustível residual reFuel, poupando assim 60% das emissões de CO2 em comparação com os combustíveis convencionais.

“Com a nossa revolucionária propulsão eletrificada, superamos um dos maiores desafios do automobilismo somente três anos após entrarmos na competição”. Damos assim continuidade a uma longa série de conquistas pioneiras que sempre caracterizaram a Audi em quatro décadas de automobilismo”, afirmou Oliver Hoffmann, membro do conselho de administração. No Dakar, a Audi enfrentou as marcas Toyota e Ford, bem como os adversários experientes da Prodrive, grupo britânico de engenharia automotiva, que provaram ser adversários difíceis.

Carlos Sainz e Lucas Cruz garantiram a grande vantagem depois de liderarem ininterruptamente desde a sexta etapa. Para os dois espanhóis, que terminaram em primeiro lugar em 2010, 2018 e 2020, esta é a quarta vitória em marcas diferentes e a segunda dentro do Grupo Volkswagen. “Foi um desempenho impressionante da equipe”, disse o chefe da Audi Motorsport, Rolf Michl.

O Dakar 2024 contou com trajetos de aproximadamente 400 km em média por dia, duas etapas com serviço limitado ou até sem opção de serviço, sendo 4.600 km cronometrados e 7.883 km no total. Estradas de pedra, terreno arenoso e diversas dunas formam o Bairro Vazio da Península Arábica e uma navegação muitas vezes difícil exige tudo das equipes.

As outras duas equipes da Audi também tiveram um excelente desempenho desde o início. Os suecos Mattias Ekström e Emil Bergkvist venceram o prólogo no início e alcançaram o segundo lugar atrás de Sainz e Cruz no dia de descanso após seis etapas. Porém, um defeito no eixo traseiro na sétima etapa custou a possibilidade de título. Stéphane Peterhansel, recordista com 14 vitórias no Dakar, ficou em sexto lugar pouco antes da metade da prova, após a sua 50ª vitória com carros e a 83ª na geral. Um defeito no sistema hidráulico fez com que ele e seu compatriota francês Edouard Boulanger voltassem ao 22º lugar na sexta etapa.

A Audi Sport alcançou um incrível resultado com a vitória do altamente eficiente Audi RS Q e-tron em apenas três anos. Para Leonardo Pascali, “a Audi Sport estabeleceu um marco histórico” com a tração inovadora: depois que a tração integral quattro mudou para sempre os ralis na década de 1980 e posteriormente conquistou vitórias e títulos em abundância no circuito, a Audi demonstrou grande inovação e força em Le Mans. A eficiente tração TFSI, a tração integral eletrificada e-tron quattro e tecnologias individuais, como a luz matricial LED e a luz laser Audi, representam um alto nível de inovação e “Vorsprung durch Technik”. O primeiro carro de corrida totalmente elétrico da Audi fez sua estreia na Fórmula E, antes de a marca enfrentar os desafios extremos do Dakar e ser o primeiro fabricante com propulsão elétrica a concluí-lo com sucesso.

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