A PEDIDOS

Muito bem, blogaiada… Está aí o primeiro vídeo da temporada que pretendo produzir, desse jeito meio mambembe mesmo (salvo pelo jovem Danilo Bianchini, que está ajudando na edição), com meus carros antigos. Espero que gostem! E não falem mal! Estou carente de elogios!

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We ♥ race cars

SÃO PAULO(oxe!) – Não vou me meter a detalhar as especificações do Toyota GR010 Hybrid, o primeiro hypercar a dar as caras para a nova temporada do WEC na categoria que substitui a LMP1 como a principal do campeonato. O Rodrigo Mattar já fez isso no seu blog.

Apenas gostaria de registrar aqui que achei bonitão demais o elemento, e que essa pintura mais clássica da Toyota me agrada cada vez mais.

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SP FASHION WEEK

SÃO PAULO(passa, tempo!) – Este blog, que em dezembro completou 15 anos, teve algumas obsessões no começo de sua vida: as Kombis, os Ladas, os DKWs, o MUG e… a Pull Sport! Essa marca de roupas, que investia pesado em publicidade e também em merchandising no cinema (tem um filme do Roberto Carlos em que um enorme outdoor aparece numa cena no Rio), faz parte das minhas referências visuais dos anos 70. As cores eram o amarelo e o preto.

Em 2006 publiquei um post sobre o assunto aqui, e no fim das contas o maior volume de informações que se acha na internet sobre a marca está nos comentários, já que alguns ex-funcionários e funcionárias contaram suas histórias. Eu nem lembrava — vi nos comentários –, mas em 2010 comprei um pequeno casaco da Pull Sport num brechó virtual e nem sei onde ele está!

Vou ressuscitar a busca por mais informações. Quem tiver, manda.

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PRENDE EU

Alguém arrisca o ano em que a PM de São Paulo usou Gurgel na sua frota?

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BUS STOP

Duas perguntas sobre o Papa-Fila: alguém já andou num desses? Sobrou algum para contar a história?

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CALMA, VAI MUDAR

SÃO PAULO(torcendo) – A Renault fez um evento hoje em Paris para lançar suas bases para o futuro, que incluem a nova denominação da equipe de F-1: Alpine. É uma das marcas esportivas associadas à montadora francesa, com intensa participação no automobilismo mundial nos anos 60 e 70, principalmente. Aqui no Brasil, a Willys, que era parceira da Renault, produziu o esportivo Interlagos baseado no clássico Alpine A108, hoje uma figurinha rara no mercado de carros antigos. O nome Interlagos foi dado pelo publicitário Mauro Salles.

Na apresentação, os franceses mostraram essa pintura aí no alto. Carro preto, com o detalhe das cores da França atrás. Mas calma, o carro não será assim. Esse layout será usado na pré-temporada, pelo que foi informado. É muito provável que a Renault adote o azul para a equipe Alpine, já que essa era a cor prevalente nos carros da marca — como esse aí embaixo.

O carro, isso já foi definido, vai se chamar A521. O “A” é óbvio, o “21” também, e o “5” vem de uma linhagem que remete ao início da aventura da Renault na F-1. Em fevereiro de 1975, a montadora encomendou à sua turma das pistas — Alpine e Gordini, que deram origem à Renault Sport em Viry-Châtillon — o projeto de um motor turbo V6 de 1,5 litro para usar na principal categoria do mundo. Nove meses depois, dois motores, batizados de 33T, estavam prontos e foram testados em Paul Ricard num protótipo feito pela Alpine batizado de A500.

Jean-Pierre Jabouille foi o piloto que iniciou os testes. Em março de 1976, o carro andou bastante em Clermont-Ferrand, e os engenheiros tiveram muito trabalho para fazer a bagaça funcionar direito. Esse carro nunca correu de verdade, mas é considerado o primeiro F-1 da Renault, no fim das contas. E era preto. Hoje está num museu.

Como o A500 era preto, preto foi a cor escolhida para a apresentação de hoje da Renault. Está explicado.

A Renault acabaria estreando no Mundial com seu motor turbo em 1977, mas o bicho só quebrava e a imprensa inglesa apelidou os carros de “chaleiras amarelas”, porque viviam soltando fumaça quando o motor explodia. A montadora insistiu na tecnologia e os primeiros grandes resultados vieram já em 1979, com seis poles, quatro pódios e a primeira vitória em casa, em Dijon-Prenois com Jabouille — e só não foi uma dobradinha porque na épica batalha pelo segundo lugar Arnoux acabou sendo superado por Gilles Villeneuve.

O resto, como se diz, é história. A Renault acabou sendo muito bem-sucedida tanto como fornecedora de motores quanto com sua equipe própria. Ganhou nada menos do que 12 títulos de construtores (1992/93/94/96/97 com a Williams, 1995 com a Benetton, 2005/06 com seu time oficial e 2010/11/12/13 com a Red Bull) e 11 de pilotos (Mansell/1992, Prost/1993, Schumacher/1995, Hill/1996, Villeneuve/1997, Alonso/2005/06 e Vettel/2010/11/12/13). É um currículo de respeito. Só a Ferrari, com 16 títulos entre as equipes, ganhou mais.

A equipe de fábrica soma 35 vitória na F-1, a última delas em 2008 com Alonso no Japão. Nesta semana, o chefe do time, Cyril Abiteboul deixou o cargo que ocupou por cinco temporadas. Deverá ser substituído por Davide Brivio, ex-chefe da Suzuki na MotoGP. Mas a grande atração da Alpine será mesmo o piloto espanhol, que volta à F-1 depois de dois anos saracoteando por outras categorias. Terá como parceiro o jovem Esteban Ocon, que no ano passado subiu ao pódio pela primeira vez no GP de Sakhir, com uma segunda colocação.

O fato é que o amarelo tradicional da Renault ficou para trás e o negócio agora é o azulão da Alpine. Allez le bleus, pois.

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LADALAND

SÃO PAULO (oh, céus!) – Como se sabe (se não se sabe, dever-se-ia saber), há alguns meses a GM devolveu à Lada a marca Niva, usada para salvar a empresa americana por uns anos num jipinho montado na plataforma histórica do Niva e vendido por aí com a gravatinha borboleta da Chevrolet. Mas isso são águas passadas. Durante esse tempo, o Niva, o verdadeiro Niva, foi rebatizado apenas como Lada 4×4. Agora voltou a se chamar Niva, com o acréscimo de “Legend” ao nome.

Até aí tudo bem. Niva é Niva. E é uma lenda desde que o primeiro saiu da linha de Togliatti, em 1977.

Mas eis que aparece esse “teaser” aí do vídeo com uma suposta nova geração do Niva prevista para 2024. Digo “suposta” porque nunca se sabe o que pode acontecer até 2024.

Como me disse o Eugenio Chiti numa mensagem pelo Livro da Face, não sei bem o que pensar.

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ONE COMMENT

Chupa essa manga, Rodrigo Mattar!Aliás, o grande Alec Ulmann entendia do riscado…

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ASSIM (NÃO) SERÁ

SÃO PAULO(não pode demorar…) – Bom, vamos lá. Notícia de ontem, mas sem problema. Para começar, devem mudar a pré-temporada, transferindo os trabalhos de Barcelona, no começo de março, para 12 a 14 do mesmo mês no Bahrein. Aí todo mundo aproveita e fica por lá mesmo para a abertura do Mundial, que não será mais na Austrália. Melbourne ficou para o fim do ano.

Há algo a comemorar nesse calendário, e algo a descobrir, ainda. A comemoração fica pela inclusão de Imola, não sei ainda com qual nome — ano passado, foi GP da Emilia-Romagna. O mistério é o desaparecimento, sem maiores explicações, da corrida no Vietnã. Sabe-se que o país é um dos mais bem-sucedidos no combate à Covid-19. O país de quase 100 milhões de habitantes teve apenas 1.520 casos registrados e 35 mortes. Um espanto. Não há nenhuma morte registrada desde 3 de setembro. São 16 casos para cada milhão de habitantes. No Brasil, quase 39 mil. Comunistas desgraçados. Desconfio que não é a F-1 que não quer mais o Vietnã, mas o contrário.

O GP de São Paulo — parece que esse será mesmo o nome oficial, outro mistério — foi antecipado para 7 de novembro em Interlagos. Há uma data aberta, 2 de maio, entre os GPs de Imola e de Barcelona. Certamente estão negociando com algum país europeu. Alemanha? Portugal? Mugello de novo, uma terceira corrida na Itália? Acho pouco provável.

Mas que ninguém tome esse calendário como definitivo. A pandemia está descontrolada em boa parte do planeta, embora muitos países já tenham começado a vacinação. Isso leva um tempo, porém. Duvido, mas duvido mesmo, que teremos 23 etapas em 2021. Aliás, não só eu. Jean Todt, presidente da FIA, também acha que muitas mudanças, em calendários de vários esportes, serão necessárias em função da evolução da situação da doença em cada país.

Aqui no Brasil ainda não temos vacina, mas soube por fontes seguras que o presidente da República está trabalhando duro para enfiar cloroquina no rabo de seus seguidores. Já o ministro da Saúde se esforça para iniciar a vacinação no dia D na hora H, e desse dia e dessa hora não passa. Assim, estamos salvos.

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ESQUISITICES

Quero ver quem sabe que Citroën é esse…

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