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Até que amarelinho ficou bonitinho. Seguem o fardamento e o carro da Moderninha Que Mudou o Brasil para o GP de Miami.



Até que amarelinho ficou bonitinho. Seguem o fardamento e o carro da Moderninha Que Mudou o Brasil para o GP de Miami.




Colapinto desfila para alegados 600 mil argentinos enlouquecidos nas ruas de Buenos Aires no fim de semana. O Mercedão era de Fangio.
E depois de longo e tenebroso abril, NO FIM DE SEMANA QUE VEM TEM CORRIDA! A agendinha com os horários do GP de Miami está aí embaixo.

SÃO PAULO (boa!) – A segunda notícia importante do dia na F-1 é o anúncio feito há pouco de que a Turquia volta ao calendário no ano que vem por cinco temporadas, até 2031. O circuito de Istambul Park foi palco do GP da Turquia de 2005 a 2011 e, de forma emergencial, em 2020 e 2021, durante a pandemia. Foi lá que Felipe Massa venceu pela primeira vez na categoria, em 2006. E é também a pista onde tem o melhor retrospecto, tendo ganhado mais duas vezes, em 2007 e 2008. Não será surpresa se, perguntado sobre circuitos favoritos na vida, o brasileiro citar o traçado turco. Eu faria o mesmo.
O autódromo, embora tenha ficado fora do calendário por bastante tempo, não entrou em decadência e foi mantido em boas condições de uso. A temporada de 2027 também marcará a volta de Portugal ao calendário. Ainda não se sabe quem vai rodar nessa brincadeira.


SÃO PAULO (acelera!) – Allan McNish foi confirmado hoje pela Audi como novo diretor de corridas da equipe e já estreia em Miami, próxima etapa do Mundial. O escocês assume o cargo deixado vago com a saída de Jonatham Wheatley.
McNish, 56 anos, foi piloto da Audi no WEC e pela marca ganhou duas vezes as 24 Horas de Le Mans, em 2008 e 2013 — já tinha vencido a prova em 1998 de Porsche. Foi chefe da Audi na Fórmula E e estava à frente do programa de desenvolvimento de novos pilotos da equipe na F-1. Na categoria, esteve ligado à Toyota em 2001 e 2002. Disputou a temporada de 2002, mas não pontuou nenhuma vez — só os seis primeiros marcavam. Um forte acidente nos treinos para o GP do Japão, em Suzuka, marcou o fim de suas pretensões no time japonês.
McNish é uma escolha óbvia da Audi para a função. Já estava na casa, é afável e experiente e tem tudo para dar certo.
Design puro: nas bombas, na iluminação pública, no abrigo para pagamento, no logotipo da Shell, na Vemaguet e no Simca. Rio de Janeiro, 1967. Quando foi que o mau-gosto ganhou a guerra?

Espero que não seja uma papagaiada como a série da Netflix sobre Senna… De qualquer forma, é um curta. Menos tempo para babaquices.
Por que todos esses neo-bandidos têm réplicas do carro do Senna em casa? Que tara é essa? (Eu mesmo respondo aqui.)


SÃO PAULO (uau) – Gianpiero Lambiase, o famoso engenheiro de pista de Max Verstappen, está de saída da Red Bull. Ele foi anunciado pela McLaren hoje, num confuso acordo que prevê sua chegada ao time papaia “não depois de 2028”. A Red Bull informou que seu contrato termina “em” 2028.
A equipe austríaca sofre um avassalador desmanche nos últimos dois anos e meio, com saídas do porte de Jonathan Wheatley (comandante das operações de pista, que foi para a Audi e, possivelmente, vai para a Aston Martin em breve), Rob Marshall, Will Courtenay (engenheiros, que já estão na McLaren), Christian Horner (chefe de equipe, demitido), Helmut Marko (pajé e conselheiro, que foi pra casa, mesmo) e Adrian Newey (projetista, Aston Martin).
Falta Max. Não se espantem se…
Sobre Lambiase, parece muito esquisita essa contratação com mais de dois anos de antecedência. Está na cara que ele vai sair antes, não faz nenhum sentido ficar trabalhando numa equipe já rival. O que se comenta fortemente na F-1 neste momento é que ele está indo, na verdade, para o lugar de Andrea Stella. O italiano fez longa carreira na Ferrari entre 2000 e 2014 e chegou a Woking em 2015. É que ele tem sido cotado para uma volta a Maranello no lugar do bonachão Frédéric Vasseur — simpaticíssimo, mas de resultados pífios. A ver.
Certo é, insisto, que Lambiase não fica até 2028 nem que a vaca tussa.
A alegria de Lewis Hamilton ontem em Barcelona se transformou em choro no pódio. Raro, diga-se. Afinal, o inglês já tinha vencido 105 vezes antes na F-1. E sempre tratou as vitórias com a naturali...