ESQUISITICES

Nova Zelândia. Data indeterminada. Anos 70, a julgar pelo modelo do Escort vermelho e pela Morris Marina branca.

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ENCHE O TANQUE

Contribuição do simpaticíssimo blogueiro Andres Nicola:

Cara, primeiramente parabéns pelo aniversário do blog, sou leitor assíduo e torço pra que não acabe nunca com ele. Segundo, ajudando a contribuir com o “não fim” do blog, estou mandando uma foto tirada em Floripa, cidade em que moro atualmente, durante um passeio com amigos. Esse simpático posto, bandeira Ipiranga, porém de uma rede de postos Gallo, fica localizado em um canal na Barra da Lagoa. Esse canal liga a Lagoa da Conceição ao mar, justamente na praia da Barra da Lagoa. Ele abastece desde os simpáticos barcos de pescadores da região, até as lanchas e jet-skis dos mais abastados (muitas vezes abestados). Mantém bem a característica original do posto, do deck e, o que mais chama a minha atenção, um quiosque com as cores antigas da Kibon.

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

GUARUJÁ (cada carro…) – Hoje a contribuição para a seção revivida é luxuosa. O grande Antonio Seabra, leitor de primeira hora, profundo conhecedor de carros e corridas, mandou cinco fotos maravilhosas. Estão aí embaixo. Depois é só ler as descrições nas caixonas coloridas. A história do Duesemberg merece espaço mais generoso. Cliquem nas imagens para vê-las em tamanho maior e divirtam-se!

Você convocou os teus leitores, e eu me faço presente te enviando essa foto que tem uma história interessante. Houve uma exposição do Veteran Car Club no Forte de Copacabana há uns bons dez anos, ou até mais. Estávamos conversando, um grupo de pessoas que incluía o Sidney Cardoso, o mestre Mahar e outras pessoas notórias do meio, quando falei que meu avô tinha tido um Duesemberg. O Muricy,  que na época era presidente ou vice do Veteran, replicou de uma forma muito polida e cortês que isso seria impossível, porque eles já haviam pesquisado e não havia registros da presença de Duesembergs no Brasil. Respondi que estava seguro do que eu tinha falado, mas que não iria abrir ali uma polêmica. Iria procurar uma foto do carro, que eu não sabia onde estava, e caso encontrasse iria enviar pra ele por e-mail. Dias depois, fuçando uma caixa com centenas de fotografias preto e branco, encontrei a dita cuja. O melhor de tudo é que, pra tornar a presença de um Dusy no Brasil inquestionável, a foto apresentava o carro em vista lateral, com meu avô — Antonio Seabra — ao volante, e tinha como pano de fundo a silhueta dos morros do Pão de Açúcar e da Urca! E mais, a cereja do bolo, tinha escrito na parte superior e com a letra do meu avô, a marca e o ano (1926) do Dusy modelo A. Depois de digitalizar a foto, enviei para o Muricy por e-mail, e já no dia seguinte ele me respondeu, agradecendo muito por eu ter ajudado a provar a existência de um carro dessa marca no Brasil, coisa que ele vinha pesquisando, sem sucesso, fazia anos.

Foto 1 – Minha avó Carmen Santos, atriz, diretora, produtora e roteirista de cinema entre os anos de 1922 e 1952, considerada uma das pioneiras do cinema nacional e uma das personagens mais importantes dos primórdios da sétima arte no Brasil, com meu pai ainda menino, sentados no estribo de um lindo Ford Coupé 3 Windows (três janelas) 1935.

Foto 2 – O furgãozinho Ford 1934 que servia ao estúdio de cinema dela, a Brasil Vita Filmes, localizado na subida para a Usina da Tijuca. A foto foi tirada no portão de entrada do estúdio. Depois do falecimento dela e do encerramento das atividades do estúdio, esse furgão foi levado lá pra casa,  onde ficou servindo as compras e outras atividades, guiado pelo motorista da família, o Osório. Eu, ainda criança, andei algumas vezes nesse carro, com meu pai ou com o motorista ao volante, quando saíamos para passear nele, até por volta do final dos anos 50.

Foto 3 – Um Lincoln Zephyr 4 portas, V12, de 1935, da minha avó, em foto tirada em frente ao prédio do estúdio de cinema dela. Suponho que seja com o motorista ao volante.

Foto 4 – Minha mãe, Lygia, nessa época ainda noiva do meu pai,  sentada dentro do Lincoln Zhephyr 1941 V12 conversível da minha avó em frente à casa do sítio do meu pai em Pedro do Rio, distrito de Petrópolis. Essa foto deve ter sido tirada por volta de 1950.

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NO MINEIRÃO

GUARUJÁ (preparem-se!) – A Stock vai correr em Belo Horizonte no ano que vem. E em volta do Mineirão, reeditando históricas corridas das décadas de 60 e 70, como essa aí em cima. O contrato é de cinco anos e segundo os organizadores, não haverá dinheiro público na parada. A prova deve acontecer em agosto. Bem legal, a notícia!

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LEGIÃO URBANA

Missão: encontrar o dono e comprar esse carro. Um SAAB V4. Como é que isso circula por São Paulo e eu não sabia? Abaixo, a mensagem do Marcos Blasque, que mandou a foto.

Sigo você há muito tempo e não poderia deixar esse carro passar e não lembrar de ti. Lembro que essa sessão é apenas para fotos de sua autoria, mas às vezes você abre uma exceção. Foto tirada em 15 de dezembro na avenida Pedroso de Morais em Pinheiros.

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PERGUNTEM!

SÃO PAULO (e caprichem!) – Amanhã tem “Box Populi” no canal do YouTube, para que vocês façam as perguntas que quiserem sobre F-1 e outros assuntos! Cliquem no link abaixo para saber como participar!

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (onde?) – As fotos e o e-mail são do Marcio Baleki:

Um tempo atrás você publicou as fotos da minha Brasília aqui nos Estados Unidos. Há poucas semanas ela foi vendida a um entusiasta de Dallas, no Texas. Seguem algumas fotos minhas de 1980 a 1982. O Passat da primeira e última fotos era de meu avô. A segunda com meu jipe de guerra que andava muito, principalmente se estivesse na cerâmica. Depois meu Fusquinha, e a última com minha prima Márcia no carrinho de bebê e o Passat de meu avô ao fundo. Como se pode ver, tudo feito em metal, e eu segurando na antena do Passat. No final todos sobrevivemos e o carro não ficou com o capô deformado. Grande abraço, fique à vontade de publicar as fotos no blog.

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ENCHE O TANQUE

SÃO PAULO (achei o máximo!) – Blogueiros em viagem têm prioridade nesta seção! E essa foto aqui veio de longe. Vejam primeiro, tentem entender o que é, depois vejam a mensagem do Weslei Machado, que é de Manaus:

Boa tarde Flavio! Estive recentemente no Japão e vi este posto em Hamamatsu. Infelizmente a foto não ficou muito boa, pois foi tirada de dentro de um ônibus. Mas se olhar bem dá pra ver as mangueiras de abastecimento descendo do teto, e acredito que a quantidade e valor do combustível podem ser vistos no placar eletrônico que fica na parede à direita. Achei bem diferente e lembrei  do seu blog.

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BUS STOP

SÃO PAULO (que lindeza!) – Encontrei neste perfil do Instagram. É mais um caminhão que um ônibus, mas está valendo… Trata-se de um Fiat 306/2 que transportava os carros da Shelby Cobra pela Europa nos anos 60. Também prestou serviços para outras equipes. Em 1957 e 1958, carregou o Maserati que deu o título de 1957 a Fangio. Em 1979, esteve em Le Mans com Steve McQueen.

Restaurado, foi leiloado em 2012 por US$ 1 milhão. Vejam as fotos, é lindo demais.

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ONE COMMENT

Rodoviária de Los Angeles, 1969. Uma moedinha e pronto: enquanto o ônibus não sai, uma TV só para você. No fundo, somos os mesmos. Trocamos as TVs pelos celulares.

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