CRISPIM & JAN

C

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

9 Comentários

  • FG agora fica devendo um programa contando a saga do Camilão, aproveitando ainda neste ano o bem lembrado Jubileu de Ouro da sua vitória mais marcante. Outro dia cutuquei o Camilinho no face comentando que isso não pode passar em branco… Precisava, por exemplo, o pessoal da Old Stock fazer uma corrida especial, um livro ser publicado… Gostaria muito de ver a Carreteira no meio desse seu cenário e as pessoas que participaram contando as histórias (Celidônio, D. Wilma, outros pilotos…). Acho incrível como ela mantém presente, viva e alegre a imagem do mestre que a concebeu e transmite uma sensação de que esta pronta para rugir alto na reta de Interlagos.

  • Alô, Flavio,

    Eu já escrevi isso, mas é sempre bom escrever mais e mais vezes. Porque quando o produto é bom deve ser sempre elogiado. “PARABÉNS PELO FOX NITRO”, parabéns à toda equipe e ao Fox. Não deixem acabar esse programa que é uma joia que faltava para os fãs do automobilismo.

  • Muito bacana ver o relato em primeira mão dos bastidores da história do automobilismo brasileiro. Poderia fazer um programa com duas horas que a gente não cansaria de ouvir os causos!

    Por curiosidade, essa história de que comer cenoura faz bem pra vista é uma lenda nascida na Segunda Guerra Mundial. Os britânicos haviam desenvolvido um sistema de radar e passaram a detectar os bombardeiros alemães atravessando o canal da Mancha, o que permitia que caças decolassem a tempo de interceptá-los e evitar o ataque em solo inglês. Para não revelar o segredo tecnológico revolucionário, espalharam que os pilotos bretões comiam muita cenoura e, por isso, conseguiam enxergar os aviões inimigos à maior distância. A cenoura é rica em vitamina A, cuja carência afeta a visão noturna, mas consumir uma rama da raiz não faz ninguém ter super visão.

    E, sim, eu já vi coelho de óculos. No desenho da Alice no País das Maravilhas.

  • Flavio, excelente programa. Pelo modo que as coisas funcionam hoje em dia, um programa sem estrelas badaladas pode afugentar muita gente, mas tenho certeza de que quem viu o programa, mesmo sem ter nenhuma idéia de quem eram as figuras, adorou.
    Como o automobilismo não é prioridade para as emissoras esportivas, peço que procure divulgar o horário em que o programa será exibido. A grade errática da Fox tem ficado cada vez mais parecida com a do SporTv, que prefere VT de qualquer partida de futebol em detrimento de programas de automobilismo. Vamos tentar dar o máximo de audiência para o nosso esporte favorito, mostrar para os endinheirados que motores roncando ainda são um bom ivestimento.
    Vocês estão fazendo um ótimo trabalho, parabéns.

  • Prezado F&G : Quero agradecer você por ter proporcionado um momento mágico.Sim é verdade Crispim e J.Balder duas lendas,espetáculo de informação precisão , exemplo de ensinamento, o melhor do automobilismo Brasileiro.

  • Muito bom o programa , deveria ter horas de duração , afinal a conversa com quem tem (e muito) o que contar , qualquer tempo é pouco ! Os dois , fantásticos !!
    Que o Fox Nitro mantenha sempre o nível com que vem presenteando , a quem como nós , goste da história de nosso automobilismo e nossos ídolos ! Só peço mais tempo… eles merecem !

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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