FEIA, A COISA

F

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

11 Comentários

  • A F1 sempre foi o mais meritocrático dos esportes. Equipe média para baixo não tem vez e o início do fim sempre teve o mesmo roteiro. E pensar que um dia a Mercedes pôs fé na Sauber. Por ser uma estatal, não sei se existe algum setor que analise isso, mas que publicidade ruim estampar a marca BB num carro looser e em macacões de pilotos de semblante derrotado.

  • – Cara, isso só reforça a teoria de que a F1 não comporta mais que 10 equipes no grid e olhe lá. Alguém tem que ser o boi de piranha da vez e é realmente uma pena para uma equipe que tem mais de 400 corridas nas costas, inclusive bem mais que a saudosa Minardi.

    Só vejo um jeito: Bater na porta da Honda e suplicar pra ser o time B menos deles. E antes de chutar os pilotos, pra arrumar os pilotos pagantes, vê lá se não vão se ferrar de novo como no episódio do in vain der Garde.

  • Posso estar errado, e até gostaria. Mas no caso da Sauber acabar também acaba a carreira do Nasr na F1. Pelo menos com relação às chances de evoluir para uma equipe dentre as mais estruturadas.

  • Essa Sauber é estranha mesmo.Além de uma soberba,Há muita má administração dos recursos pois os pilotos são pagantes.Motor tem o da Ferrari atual e tinha uma bom projetista quê saiu, pois não tinha mais o quê fazer em matéria de atualização.Vem o carro do ano quê vem e mais gastos virão ,é tá feia a coisa.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
ASSINE O RSS

Categorias

Arquivos

TAGS MAIS USADAS

Facebook

DIÁRIO DO BLOG

junho 2016
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930