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Wednesday, 29 de October de 2014 - 16:30Dica do dia

DICA DO DIA

SÃO PAULO (de chorar) – Meio do nada, o Américo Teixeira Jr. publicou um texto em seu blog que é uma lição de vida e de amor não só à Fórmula 1, mas sobretudo à profissão que escolheu.

Fala de seu primeiro encontro com um carro de F-1, numa distante tarde de abril de 1984, quando foi entrevistar Emerson Fittipaldi, seu ídolo maior. Esse Copersucar aí embaixo, o F5.

Esse moço é um exemplo para todos nós.

doamerico

15 comentários

  1. Eduardo Britto says:

    Copersucar F-5… Os Copersucars protagonizaram um dos momentos mais emocionantes da F1 no Brasil,…

  2. Infelizmente o Fittipaldi F5 foi um carro ruim, pois logo na estreia no chuvoso GP da Bélgica 1977 acabou parando com duas ou três voltas com água no sistema elétrico. O Emerson ainda ficou de fora dos GPs da Alemanha e Itália 1977 por não conseguir classificação para o Grid, e o único resultado positivo foi um quarto lugar no GP da Holanda 1977. O Emerson ainda terminou o campeonato com 11 pontos sendo que os outros oitos foram conquistados com o anterior FD04.

  3. Sergio Miami says:

    Esse era o famoso Copensign, de Ralph Bellamy se nao me engano. Depois ele fez outro o F6 que era lindo, conceito asa, mas tinha um problema, nao andava nada..

    • Sergio Miami says:

      Corrigindo David Baldwin e nao Ralph Bellamy que vieria depois sim no F6

      • Caipira says:

        O F6 foi um dos carros mais lindos que a F1 viu, mas tinha um lance de torcao do chassis que acabou com o projeto. Custou caro e foi o comeco da longa agonia da equipe brazuca da F1. Nao podia ter dado errado, ali era a hora H, mas foi a bomba H.
        Ralph Bellamy, nome de canastrao de Hollywood, cagou na historia de Divilla e dos irmaos Fittipaldi. Que pena.

  4. Johnny Mallenge says:

    O FD5 era realmente lindo. Agora, para quem quer ver um de perto, o também lindo FD4 está exposto na recepção do hospital Baneirantes, na Liberdade. Vale a visita!

  5. Márcio Montechese says:

    Grande texto e belíssima a foto que você colocou no post. Foi pra tela do meu notebook.

  6. Julio Cesar Gaudioso says:

    Num mundo em que o pessoal chega já perguntando o valor do salário, ler essa declaração de amor pela profissão deixa a gente com um nó na garganta. Quando se ama, não tem dia, seja feriado ou férias, se interrompe e cumpre a tarefa; aliás, para os jovens nas suas respectivas profissões, esse texto deveria servir de referência. Que o leiam, comparem e reflitam sobre as “dificuldades” profissionais atuais.

  7. Conde says:

    Realmente tocante .

  8. Celio Ferreira says:

    Emocionante , recomendei ao meu filho para ler , pois faz jornalismo
    na PUCC , e hoje com a tecnologia atual é bem mais fácil as coisas ,
    porem a mensagem de amor ao que se faz é a lição da matéria .

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