PRENDEU EU

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

9 Comentários

  • Putz, que lembrança….meu avô tinha um corcel desse preto, com duas faixas brancas bem pequenas pintadas na lateral na altura da maçaneta…..eu adorava aquele carro…tirando os acessórios da polícia, é lógico, o interior é igual….aprendi a dirigir nesse carro, acho que com uns 9 anos….

  • Opa, se funcionava! Nesta época os rádios eram modestos, com poucos canais (13 se não me engano). Algo como os 11 metros (PX), mas a frequencia era outra.

    Lembro que meu pai tinha um Cobra que era um rádio incrível. Certa vez ele levou este rádio para um engenheiro eletrônico que destravou todas as frequencias e a gente conseguia até ouvir a frequencia da polícia. Bons tempos de rádio-amador.

    Era quase que uma internet nos dias de hoje, mas muito mais amigável. Claro que tinha os chatos que compravam as “botinas” de 1000W e ficavam disputando quem tinha mais potência. Mas o número de cartões postais que meu pai recebia da europa, américa latina, etc, bastava para achar aquele mundo maravilhoso. Era normal você pegar os dados dos caras e trocar postais, como forma de lembrar daqueles contatos.

  • Se este Motorola funcionava bem não sei. Mas é o mesmo que também era usado nas Electra Glide da PRF. Anos 70 e eu com meus 10 anos estudava no Colégio Militar em Curitiba, que é na frente da antiga sede da PRF. Vivíamos lá namorando as viaturas.

  • Por incrível quê pareça sentei em um hoje.Estava arrumando a luz interna e com os fios da ignição todos soltos,dando uma geral na elétrica. Depois de nova pintura “azul calcinha”.Não tinha o Motorola porém tinha a visão do inferno em meio a um painel quase intacto tinha um moderno cd player no lugar do rádio.Ainda comentei abrindo o porta luvas;Poxa instala escondido lá dentro…..

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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