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SÃO PAULO (só BO) – Seguinte, macacada. O dia começou tarde por aqui, mas vamos em frente.

A pista de Baku e o novo destino da F-1, o Azerbaijão, foram dissecados pelo Grande Prêmio e pelo GRANDE PREMIUM.

Seguem links que julgo essenciais para que todos se preparem para a corrida deste fim de semana:

– Bernie não liga para os questionamentos sobre direitos humanos no país.

– Uma mistura de Monza com Sochi e Mônaco. É como Massa definiu o circuito.

– A Curva 8, na Cidade Murada, é estreitíssima e será a mais lenta da pista.

– Milhões de fotos de Baku? Aqui.

– A logística para sair de Montreal e se instalar do outro lado do mundo.

Já voltamos.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

25 Comentários

  • O pigmeu das Cantareiras, já fazia a ilustrativa e dolorida declaração…isso na segunda feira..
    O Bonzo só andou no simulador..mas assim mesmo disse: Não tenho meus pneus aquecidos positivamente…não tenho grip do carro.. vai ser difícil , eu tenho problema com a traseira… Cara isso foi só simulador….será que o nanico não acordou das Bottadas do parceiro…e nem mal sentou o tobha no carro e já reclama..
    Será que ele é dentro das normas..Normal ou toma Ivotan Gold 1500 sem prescrição??..
    Até o Ze Simão não aguenta mais as lagrimas desse sujeito…
    acordaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa pigmeu..

  • Tanto se falou deste GP e agora Oque vejo é uma pista estreita moldada com blocos de concreto e grades (formato de rua da Indy) e um monte de prédios antigos idênticos e pintados de bege. A única beleza fica por conta do castelo o restante das ditas belezas locais simplesmente sumiram ou estão em outro lugar.
    O traçado é bem estranho e ao que parece teremos mais uma corrida cheia de tédio…. Quem quiser ver corrida de verdade que assista as 24h. O pessoal de Le Mans está preocupado atoa, Bernie levou a pior desta vez… Rsrs

  • Vai dar merda em Ba-CÚ!!!

    HUAHUAHUAHUAHUAHUA

    Apesar do “trocadalho do carilho”, a primeira volta vai ser um esfrega-esfrega digno da Nascar. Depois de alguns carros fora, e com a entrada do SC, vão largar em movimento e em fila indiana.

    Ou ainda, o quê seria o fim da F1, já vão fazer a largada atrás do SC…

  • Me lembra os kartódromos indoors :)

    Qualquer batida nesse trecho, é no mínimo um SVC. E se der batida e alguém ficar atravessado ou dois carros bateram e ficarem presos, vão ter que dar a bandeira vermelha.

  • – Aff… Button parece que vai correr de moto. Que venha logo esse treco que fica em cima do cockpit, então. Não é de hoje que os caras que correm nos ovais na Indy são no mínimo mais corajosos, pra não dizer que são mais machos. Todo mundo curtindo a “curva oval” e os safers contra… Não duvido nada colocarem uma chicane pra quebrar a reta.

    Enfim, que alguém pode bater forte de GP2/ F1, isso não tenho dúvida até porque faz parte do óbvio: pouca aderência, ousadia dos pilotos, ausência de testes, circuito de rua, portanto sem áreas de escape etc.

    • Gozado ,se você se der ao luxo, ha de ver a tabela de melhores colocados na Indy , que já a algum tempo o automobilismo americano esta sendo dominado por pilotos de origem britânica ,vindos da própria ilha ou das outras ilhas ,Austrália e Nova Zelândia , que tem sua formação no automobilismo praticado no reino unido e não nos Estados Unidos ,baba ovo de gringos americanos!

      • – Hehe sim, Brothers mas e aí: Vcs são a favor/contra alguma mudança do traçado, Button tem razão, o risco em relação as outras pistas de ruas é de fato maior, o risco é real e a FIA / Bernie não ouvem os pilotos; as zebras estragam os pneus, isso vcs não discutem.

        – Ao primeiro que comentou, ao falar de risco e segurança, cara vc não deve acompanhar / assistir a Indy de uns cinco anos pra cá, portanto passando pelo aprimoramento do softwall, inclusive usado em Baku, desde a concepção de um novo chassi, (vc não sabe o que significa DW 12, ), passando por Las Vegas 2011. Aliás, a Indy de bosta de passarinho que vc vê não é mesma que eu vi semana passada. Se quiser meter seu bedelho na Indy ou na opinião dos “outros” comece com um pouco de leitura por aqui: http://grandepremio.uol.com.br/f1/noticias/button-e-hamilton-descartam-seguir-passos-de-compatriota-mansell-e-rejeitam-500-milhas-de-indianapolis, pra citar mais recentemente. Não precisa ir no Google , clica na guia Indy aqui do site mesmo. E ainda, ao falar da Danica, mesmo com as falhas dela, estando no seu trabalho por merecimento e nao por ideologia feminista, vc levantou questões desnecessárias , para não dizer anti-éticas, e que rotulam a tua opinião de machista e puro “hater”.

        – Já o outro commentator entendeu ” os caras da Indy” como “os americanos da Indy”. Ta serto, então. Dei ao luxo (?) de ver os dez primeiro da tabela: 3 ianques, 1 australiano, 1 neo-zelandês. Aonde vc ver britânico rs? Alias, (R.I.P) Daniel Wheldon e Justin Wilson não estão na tabela. Por que será? respondam com alguma sensatez/ imparcialidade/ serenidade.

        – Rapazes, admitam: Um pouco mais de informação, respeito (baba ovo de americano? rsrs) e um pouco menos de simplismo, ajudaria no embasamento do debate. Ou já sentaram lá e fizeram melhor que uma mulher? Ou correram num oval e deram de cara no muro pra poder falar algo?

  • Os pilotos bem que podiam fazer algum pacto de “não-engarrafamento” (principalmente pra primeira volta) aí nesse trecho do “castelinho”… É espremido demais até pra um passeio ciclístico!… (rsrs)

  • hehehe….e tu nao falas do maior evento esportivo do mundo *, que é as 24horas de Le Mans né??? heheheh…* segundo a revista National Geography…

    Ta de birrinha??? Ta parecendo a Globosta e a CBF….êta nóis…..somos assim mesmo…nao liga….falo mesmo….heheh

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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