ONE COMMENT

O

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

7 Comentários

  • Aqui em terras tupiniquins através da maior emissora de TV, atletas tem a imagem de seus patrocinadores cortada prá não promover propraganda gratuita. Houve caso de reporter tentar retirar o oculos de um piloto prá que não aparecesse o logotipo do fabricante. O bossal do narrador oficial da emissora que detem os direitos de transmissão da f1 chama Red Bull de RBR, Toro Rosso de STR. Empresas como Bradesco, Nestlé, Unilever e outras que investem no Voleyball, apenas para citar algumas, tem o nome de seus times trocados pelo nome de cidades.
    Se o presidente da Globo anunciar a aposentadoria e for filmado um sósia seu de chinelos sentado no seu sofá assistindo ao programa do Ratinho, mesmo que a intenção do SBT seja homenagear, qual seria a reação da poderosa rede Globo??

  • Fantástico! Parabéns à BMW pelo vídeo criativo e extremamente respeitoso e carinhoso com um dos mais carismáticos CEOs da indústria automobilística mundial, um cara que levou a Mercedes para um patamar ainda mais elevado.

  • Não, os brasileiros que não entendem que poderiam fazer propagandas diferentes. A Nissan até tentou com os rappers do Tiida, as batidas em Hilux e Amarok, risadas da Fiat, mas o mercado aqui não aceita. No caso dos rappers teve vários processos e a campanha teve que sair do ar. Tem um caso clássico entre BMW e Audi com um “cheque mate”. Brasil tem que evoluir muito em muitos aspectos. Aí pode chegar numa propaganda dessas onde mostra a marca concorrente, enaltece o cara e da uma zoadinha. Para os idiotas que não entenderam, era uma sósia.

  • Saudações Flavinho! conversava hoje com a minha esposa, sobre a revolução industrial na Alemanha, que produziu máquinas, tecnologia, vacinas e não poderia ser diferente, depois de 110 anos, perder para outro país ou marca.
    Salve Bárbaros do Reno!!!

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
ASSINE O RSS

Categorias

Arquivos

TAGS MAIS USADAS

Facebook

DIÁRIO DO BLOG

maio 2019
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031