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segunda-feira, 29 de julho de 2019 - 23:02F-1

DICA DO DIA

RIO (só novidades) – Se o atual sistema de pontuação fosse adotado desde a primeira corrida da história da F-1, com os dez primeiros marcando e mais um ponto extra da melhor volta, Michael Schumacher seria o maior de todos com 3.961 pontos acumulados. Hamilton, com 3.630, estaria hoje em segundo. O melhor brasileiro? Talvez vocês se surpreendam. Assistam à animação indicada pelo blogueiro Edgar, muito legal. Está atualizada até o GP da Inglaterra deste ano.

55 comentários

  1. Vai Vettel! disse:

    A pontuação crescente e o maior número de GPs/Ano, bem como as carreiras mais longevas e seguras dos pilotos, distorceram e muito qualquer possibilidade de uma comparação precisa.
    O quadro acima, criativo e bem trabalhado, chega em boa hora para uma perfeita análise comparativa.
    Parabéns aos idealizadores.

  2. Daniel disse:

    Queria ver um gráfico assim com a média de pontos. Aí sim daria pra ver melhor os resultados de cada um, independente do número de corridas de cada um. Não seria perfeito, mas seria interessante.

  3. CRSJ disse:

    Nunca vai deixar de ser um simulado, o Rubinho o maior pontuador do Brasil, também ele correu uma vida inteira, ainda fica atrás do Prost, o Rubinho por pouco não ficou duas temporadas sem pontuar pela sorte de fazerem a nova zona de pontuação em 2010 com Dez Pontuadores, se bem que os 4 pontos que o Rubinho conseguiu em 2011 no meio dessa pontuação gigante lançada em 2010 não foram basicamente nada.

  4. felipe disse:

    o grafico nao esta ai pra dizer quem foi quem ou qualquer outra coisa se não mostrar quem teria mais pontos no sistema de pontuação “atual”… é o único objetivo. engraçado, tudo tem que ter um porque ou uma segunda intenção?

    ahhh… pq esse cara correu mais… ahhh… pq quebrava o carro… ahhhh pq esse cara não deveria estar ali… ahhh pq esse outro tinha sempre o melhor carro… blablabla!!!

    vamos a descrição do video…

    “The video provides the total points achieved based on the 2019 25 point system + fastest lap. This video shows the F1 points for each driver achieved in their career”

    e somente isso!

  5. Diogo Brito disse:

    Muito maneiro!

    Creio que vale a observação que os pilotos mais recentes ainda levam vantagem pois as temporadas atuais tem mais corridas por ano.

    Abraço

  6. Paulo Fonseca disse:

    Prezado F&G : o comentário de Luz Lima, apontou com todos os méritos:
    1)- Fangio.
    Existem outras seis lendas :
    2)-Michael S. , Jim Clark, Gran Hill, Jack B. Bruce Maclaren, A.Senna.
    Temos os Mitos :
    3)- Jackie S., Emerson Fittipaldi, Niki Lauda e Alan Prost.
    Pilotos Fantásticos :
    4)- Nelson Piquet, Sebastian Vettel, Fernando Alonso , Lewis H., Max V.
    depois os pilotos que conseguiram chegar na F-1, e serem campeões:
    5 )-James Hunt, Damon Hill,, N. Mansel, Mika R., Alan Jones, J.Button.
    Esses são os Pilotos vencedores em mais de cinqüenta anos de F-1.
    Quantos pilotos conseguiram correr ao menos um G.P de F-1 ?

    A formula 1 , é uma categoria incrível ,mas precisa de uma nova motivação para atrair novas e antigas marcas e montadoras para colorir mais o grid de largada.

    Esses são os pilotos vencedores

  7. Micromax disse:

    O Vídeo, como uma boa história em quadrinhos, até diverte, mas fica por aí, pois não vai convencer ninguém da baboseira numérica que demonstra! Ou seja…… Mesmo se o Schukrute tivesse conquistado mais 10 títulos do mesmo jeito que conquistou os outros, não resolveria nada em seu favor. Senna continuará reinando soberano quando se trata de ser o maior ícone desse esporte!!

    • Marmelada-44 disse:

      1988 – Perdeu na pista. Ganhou nos descartes.
      1990 – Ganhou na vigarice da largada.
      1991 – Ganhou nas costas do inglês burro.

      E parou por aí.

      • Micromax disse:

        Schukruzete, veja bem………..

        Imagina se conquistasse ainda mais na carreira?? Se com estes 3 títulos ele já ganha de lavada dos demais??

        Hein??

      • Marmelada-44 disse:

        O moço, que só gostava de pegar carro pronto, gastou 2 anos de intrigas junto à Williams até espanar Mansell, que foi para a Indy ser campeão e depois Prost, que resolveu parar de correr.
        Para quê? Para pegar o carro de outro planeta! E o carro, consciente de sua atribuição, o levou para outro planeta…

      • Micromax disse:

        Já falei………chora na cama Schukruzete, vc não tem como argumentar contra os fatos, aceite que o teu ídolo ganhou um monte de corridas e ´titulos sem honra, adversários e principalmente com episódios vergonhosos……quer que te refresque a memória?

      • Marmelada-44 disse:

        Sem honra? Você está falando da corrida decisiva de 1990 que acabou na vigarice da largada?
        Sem adversários? Você está citando a temporada de 1991 que foi ganha devido às trapalhadas do inglês burro, apelido dado pelo Piquet ao oponente do “santo” naquele ano?
        Episódios vergonhosos? Um deles está exposto no comentário anterior.
        Refresquei tua memória, viuvinha?

  8. Luiz Lima disse:

    Ok, tive a pachorra de fazer as contas… segue o número de pontos por GP:

    FANGIO Juan Manuel 16.17647059
    HAMILTON Lewis 15.125
    VETTEL Sebastian 13.43478261
    SCHUMACHER Michael 12.90228013
    PROST Alain 12.57788945
    CLARK Jim 11.77777778
    SENNA Ayrton 11.65217391
    STEWART Jackie 11.34343434
    HILL Damon 9.32173913
    MOSS Stirling 8.803030303
    HAKKINEN Mika 8.732919255
    ALONSO Fernando 8.695512821
    HULME Denny 8.455357143
    RAIKKONEN Kimi 8.359735974
    PIQUET Nelson 8.279411765
    MANSELL Nigel 8.13368984
    LAUDA Niki 7.947368421
    REUTEMANN Carlos 7.732876712
    McLAREN Bruce 7.724489796
    BRABHAM Jack 7.536585366
    COULTHARD David 7.052845528
    FITTIPALDI Emerson 6.9375
    BERGER Gerhard 6.79047619
    MASSA Felipe 6.304832714
    REGAZZONI Clay 6.287878788
    BUTTON Jenson 6.029411765
    HILL Graham 6
    JONES Alan 6
    PETERSON Ronnie 5.926829268
    BARRICHELLO Rubens 5.900928793
    LAFFITE Jacques 5.244318182
    PATRESE Riccardo 4.35546875

    • Luiz Lima disse:

      Conclusão: o Fangio era foda mesmo!!!!!!

      • Anderson Brandão Pinna disse:

        E o Hill não foi nada mal.

      • Alvaro disse:

        Os números do Fangio foram “apenas” esses:
        GPs: 51
        Vitórias: 24 – 47%
        Poles: 28 – 54,9%
        Largadas na primeira fila: 45 (algumas corridas com 3 ou até 4 carros na primeira fila) – 88,2%
        Temporadas: 9 (2 incompletas)
        Títulos: 5 – 55,5%
        Campeão por 4 equipes diferentes: Alfa Romeo, Mercedes, Ferrari e Maserati
        Primeiro campeonato vencido após ter completado 40 anos

        Números difíceis de serem superados

    • Diogo Brito disse:

      Boa análise!

      Vale mais dois ou três ajustes: (1) de alguma forma, ponderar essa “numeralha” pelo número de temporadas disputadas – talvez, incluir também o número de corridas por temporada e (2) verificar que alguns pilotos já entraram na F1 em equipes de ponta e, assim, provavelmente pontuaram mais (talvez computar o percentual de corridas nos pontos ou algo parecido).

      Abraço

  9. Humberto disse:

    Sugiro dividir a pontuação total pelo número de corridas disputadas. Será uma análise mais interessante esse índice de pontos por corrida. Teremos inclusive a posição média que cada piloto chegou nas corridas.

  10. Ricardo Bigliazzi disse:

    Sempre legal essas comparações. 4 Bruzucas entre os 15 melhores. Nada mal.

    Dei uma olhada na pontuação do FARINA em 1959. Foram 07 provas na Temporada. Os pontos eram assim distribuídos do primeiro ao quinto lugar: 8, 6, 4, 3 e 2. Só valiam os 4 melhores resultados das sete provas. Acho que os pontos totais em disputa eram (tenho duvida): 8X4 =32+7 (voltas rápidas em todas as 7 etapas). = 39pts.

    Vamos a realidade de hoje (temporada de 2018 com o bônus de 1pt por volta rápida, que não valia na temporada passada)

    Total de pontos em disputa na “Temporada 2019″: 21 X 25 = 525 + 21 (“best lap” -> 546

    Hamilton fez 408 + 3 (voltas rápidas, não pontuava o ano passado) -> 411 totais

    Eficiência do Farina pontos validos em 1950 => 30/39= 76,92%
    1950 = 30 pts -> eficiência aplicada na temporada 2019 => Farina com 420pts

    Eficiência do Hamilton pontos totais em 2019 => 411/546= 75,27%
    2019 = 411 pts -> eficiência aplicada temporada 1950 => Hamilton com 29 pts.

    Se o Farina fosse em 2019 tão eficiente quanto foi em 1950 o Hamilton seria tetra campeão Munidal e a Itália estaria explodindo de alegria.

    Mas o Hamilton é o Hamilton, se colocarmos a regra de pontos validos de 1950 para 2019 o Sr. Hamilton ganharia 11 das 12 provas validas e na restante chegaria em 2. lugar, isso daria um aproveitamento de míseros 97,66% dos pontos validos com parâmetros de 1950… apenas espetacular.

    Tudo isso para dizer que qualquer comparação é relativa, depende do referencial, mas que o quadro de evolução dos pontos é legal isso é.

  11. murilo disse:

    Complicado comparar eras distintas através de números. O gráfico mostra uma análise quantitativa de pontos (usando o parâmetro da pontuação atual), o que nada tem haver com qualidade ou eficiência.

    Sobre eficiência do piloto, teríamos que:

    - Excluir abandonos por falhas mecânicas; (falha mecânica é um parâmetro do carro, não do piloto)
    - Somar todas as posições de chegada e extrair uma média,
    - A média de cada piloto ao longo da carreira mostraria sua eficiência. (quanto mais próximo de 1, mais eficiente)

    Portanto um piloto pode ter muitos pontos na carreira, mas ter baixa eficiência. Já qualidade é um tema muito complicado para avaliar apenas por números, já que bons pilotos podem passar boa parte de suas carreiras sem ter um carro de ponta, o que resulta em números piores que um Couthard ou um Berger da vida.

    O Hamilton é um baita piloto, mas sempre teve um carro capaz de – no mínimo – vencer corridas em TODAS as temporadas que disputou. Schumacher por sua vez surfou num período sem concorrência, foram 5 anos disputando campeonatos contra Montoya e Couthard.

  12. Rodrigo disse:

    1. Como Fangio, Prost e Schumacher eram muito mais eficientes que os contemporâneos nos pontos!
    2. Poderíamos ter passado os 70s, 80s e 90s olhando pro alto e vendo Clark, não Fangio.
    3. Moss e Lole, campeões sem títulos.
    4. Lauda REALMENTE ressurgiu das cinzas.
    5. Berger, Barrichello e Coulthard têm sim muita história pra contar.

  13. Mario disse:

    Normal o Senna não ficar bem colocado. Foi o mais talentoso de todos, mas fazia o estilo win or wall.

  14. Alvaro disse:

    Números absolutos mascaram a realidade, seria mais representativo, se os números considerassem um percentual de pontos em relação às corridas que o piloto participou, títulos em relação ao total de temporadas que o piloto competiu, etc

  15. Victor Penteado disse:

    Legal o Button em P9 e o Raikkonen na frente do Alonso.

  16. Marcos Oliveira disse:

    Para que a comparação fosse mais justa, entendo que o número de temporadas deveria ter um peso nessa pontuação (ainda que o Ricardo Patrese sequer aparece no gráfico…). Da forma como está, pilotos longevos como Barrichello e Coulthard apareceram “bem na foto”, sem que tivessem uma performance necessariamente notável.

    Claro que sempre guiar em equipe de ponta ajuda, mas, a performance do Hamilton é impressionante. Vamos ver como estará em 2022, ano que completa 15 anos de carreira (como Schumi qdo parou em 2006).

  17. Alex disse:

    Realmente não parece uma boa maneira de avaliar pilotos. Depois dizem que os números não mentem…

    • murilo disse:

      Os números de fato não mentem amigo. A forma como eles são usados é que pode resultar em conclusões estranhas. O que vemos aí no gráfico é uma avaliação quantitativa, e não qualitativa.

      Nos primórdios da F1 tinha-se menos corridas e um índice de abandonos muito grande, que inverteu ao longo das décadas. Ter Barrichelo à frente de vários campeões mundiais mostra exatamente o que o gráfico se propôs: Quantidade.

      Uma forma de abordar o mesmo tema de forma qualitativa seria extrair a média das posições de chegada ao longo dos anos, para saber qual piloto atingiu as primeiras colocações mais vezes… Quando mais próxima de 1 a média, mais eficiente o piloto. (Note que eu falei eficiente, e não melhor).

      Mas mesmo assim é complicado comparar pilotos que correram em épocas diferentes, contra adversários diferentes, carros diferentes, regras distintas… etc.

  18. Rodrigo Moraes disse:

    Só o alemão, por enquanto, está resistindo ás distorções da F-1 moderna com 53 corridas por ano… :D

  19. Bruno Stern disse:

    Acho que um exercício interessante seria fazer o cálculo com uma ponderação pelo tamanho das temporadas.

  20. ALBERTO TADEU SIMON disse:

    Muito interessante o gráfico, mas bem “furado” no comparativo por ser baseado em quantidade, não em qualidade. Exemplo: a quantidade de corridas de cada temporada em cada década foi beeeem diferente, e afeta o resultado final:

    Década Média
    1950 8,4
    1960 10,0
    1970 14,4
    1980 15,6
    1990 16,2
    2000 17,4
    2010 19,7

    Qualquer comparação que coloca Rubens Barrichello – com todo o respeito pelo piloto que ele é – acima de Piquet/Senna já dá indício de que precisa ser ajustada, certo?

    • Rodrigo disse:

      O equívoco que muitos estão cometendo aqui é olhar especificamente para o resultado final. As comparações devem ser feitas ao longo do vídeo; do contrário não seria necessário uma animação, um infográfico estático já bastaria.

    • Carlos disse:

      Concordo que a análise deveria diferente.
      Mas não acho que o gráfico seja furado. Além da animação, o objetivo foi simplesmente levantar justamente a quantidade usando uma única forma de pontuação.

      Imagino que a maioria conhece, mas para quem gosta de estatísticas, o site https://www.statsf1.com/ é essencial.

  21. FUMIO KURIHARA disse:

    Competência de ser um bom piloto e a “sorte” de estar em equipe de ponta em determinado período. Claro que o aumento de corridas colabora. Se na época do Jackie Stewart o campeonato era de 10 a 14 corridas hoje são 20. Fazer mais pontos não quer dizer melhor piloto.

  22. Paulo F. disse:

    Olha o Barrica!
    Mas seria mais justo dividir o nº de pontos pelo nº de GPs !
    A posição do Iceman também é invejável. Caso a Alfa fosse um carro pouquinho melhor….

  23. RAFAEL PIQUEIRA CHININI disse:

    pessoal não precisa ficar bravo! isso não é pra dizer quem é melhor que quem.
    É apenas um critério de curiosidade.
    Claro que o número de corridas aumentou, a idade que se começa correr hoje em dia é bem mais cedo e o sistema de pontuação vai favorecer quem corre por mais tempo e de forma mais regular.
    Mas da uma boa noção dos pilotos mais importantes sim.

  24. Rafael Favoreto disse:

    Bem interessante a estatística e a animação é melhor ainda!
    Tirou a distorção da pontuação atual em relação ao histórico. Ainda dá para fazer uma comparação dando o mesmo número de pontos total para cada temporada, distribuindo por corridas. Em uma temporada com 10 corridas, cada corrida teria o dobro de peso (pontos) que as corridas em um campeonato com 20 corridas.

  25. Murilo disse:

    Mais corridas por ano, carreiras mais longas, percentual menor de abandonos explicam Berger, Barrichelo, Massa, Kimi… coincidência: todos correram de Ferrari.

  26. Marco Brotto disse:

    Interessante o gráfico. Desta vez o Alonso não ficou (nem) em segundo.

  27. Alan Bezerra disse:

    Estatísticas são importantes, mas sem contextualização não adiantam muito

  28. Gabriel P. disse:

    Muito legal.
    E Hamilton muito perto de ser o maior piloto de todos os tempos, batendo todos os records e a gente tendo o privilégio de vê-lo correr.
    A próxima geração talvez não tenha.

  29. Luis Felipe disse:

    Coulthard, Massa e Berger é de doer

  30. voulembrar disse:

    Uma coisa interessante é que o sistema sempre favorece os pilotos mais modernos… por exemplo, Hamilton vai conseguir passar Shumacher. Isso está ligado ao aumento no número de corridas no campeonato? A vida mais longa dos melhores pilotos (já que sempre correram mais riscos) com a segurança dos carros? Estratégias de Marketing (favorecer ídolos em melhores equipes)? Ou tudo isso junto?

    • Tulio disse:

      Acho que número de corridas por campeonato e número de temporadas por piloto (não necessariamente pela expectativa de vida). Stewart e Fangio aposentaram e correram 8 temporadas. Fittipaldi 11, Lauda 12, Piquet e Prost 13. Só o Hill era um tarado e correu 18.

      Barrichello correu 19, Schumacher tb, Hamilton e Vettel tem 13 já, Raikkonen 17, Verstappen vai correr umas 20… A diferença é enorme.

    • Edgar Xavier disse:

      Ou talvez o tempo de carreira da galera mais moderna…..cada vez mais novos

    • Johann Lacerda Falbo disse:

      Fora o fato de os carros de 2000 pra cá quase não quebram, se comparado com o século passado praticamente não há mais abandonos por falhas mecânicas

    • pedro araujo disse:

      longevidade de carreira e maior numero de corridas, com certeza é isso que favorece os pilotos mais recenes…

      como todos os pilotos e especialistas afirmam, é impossivel comparar os melhores de cada época, mas é obvio que os top de antigamente seriam superiores aos bons pilotos mais recentes, né?

    • Marcio disse:

      Concordo plenamente.

      Acho que seria mais justo mostrar esta pontuação dividido pelo número de corridas disputadas. Mesmo assim a avaliação ainda não seria completamente justa por causa dos motivos que você levantou.

    • Marcos Oliveira disse:

      Ele (Hamilton) sempre andou em carro “ponteiro”, é preciso que se diga.

      Ainda que eu o considere o melhor de sua geração, disparado.

    • Victor Penteado disse:

      Em 19 temporadas Schumacher correu 308 GPs. Hamilton tem 239 em 12 temporadas e meia. Se completar 19 vai ter quase 400 GPs

    • Vinicius disse:

      Acho que está ligado a tudo isso e também à confiabilidade dos carros mais modernos. Antigamente (especialmente nos anos 80, na “Era Turbo”) era bem comum terminarem as corridas apenas 10 ou 11 carros. Mais da metade do grid ficava pelo caminho com problemas mecânicos. Hoje os abandonos por quebras são mais raros.

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