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Não que seja muito importante, mas a Williams abriu votação em seu site para escolher a pintura que será usada em seus carros nos GPs de Singapura, Japão e Catar. O patrocínio é da Gulf.




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SÃO PAULO (o que será o amanhã?) – Bom, não dava para esconder a vida inteira. Véspera de abertura dos treinos em Mônaco, e o novo carro da Mercedes finalmente apareceu. Em Ímola, onde deveria ter estreado semana passada, ficou dentro dos caminhões da equipe até a prova ser cancelada.
Dá para chamar de novo, embora os chassis sejam os mesmos usados desde o início do campeonato. É que os conceitos aerodinâmicos aplicados no ano passado e nas primeiras provas desta temporada foram, finalmente, aposentados. A ideia — original, diga-se — do “zeropod”, as laterais estreitas quase sem função aerodinâmica, foi abandonada. O que se viu hoje nas primeiras vistorias em Monte Carlo foi um carro mais… normal.
Não sei ainda se a Mercedes adotou a denominação W14B, mas vamos usá-la, por enquanto. O W14B tem mudanças, basicamente, em três pontos: sidepods (insisto na tradução: são as laterais do carro, a cobertura toda que começa na altura do cockpit e contorna o motor), assoalho e suspensão dianteira.
Os sidepods são visivelmente diferentes e lembram um pouco o conceito da Red Bull, com a lateral da carenagem inclinada para trás, como se formasse um túnel. No assoalho é mais difícil enxergar a olho nu o que mudou, mas sabe-se que a Mercedes trabalhou para deixar a gigantesca peça mais rígida. Por fim, a ancoragem do triângulo superior da suspensão dianteira foi bastante alterada, em busca de um efeito que — de novo — a Red Bull conseguiu em seus carros de 2022 e 2023, a saber: impedir que o carro “mergulhe” nas freadas, afundando demais o bico.
Vai dar certo? Só teremos alguma pista em Barcelona. Em Mônaco, todos sabem, não dá para concluir muita coisa. É um circuito de rua, travado, estreito, sinuoso, em que apenas 29,3% do tempo de volta é cumprido com o pé no fundo do acelerador. Pode ser até que a Mercedes vença a corrida. Como pode vencer também, sei lá, a McLaren, ou a Alfa Romeo. Mas isso não quererá dizer muita coisa. No Principado, ganhar é uma questão de oportunidade, mais do que de favoritismo. Olivier Panis, de Ligier, já venceu em Mônaco. Rubens Barrichello, numa estreante Stewart, chegou em segundo em 1997. Ayrton Senna, de Toleman, provavelmente venceria em 1984 se não parassem a prova por causa da chuva. Platitude repetida por todos, em Mônaco tudo pode acontecer.
Ainda assim, é claro que há candidatos à vitória mais fortes que os outros. Então, às caixinhas desta quinta-feira:

POR QUE NÃO EU? – Fernando Alonso, numa das entrevistas coletivas de hoje, falou que pode vencer domingo, claro. “Se eu disser que vim para cá sem considerar a chance de vitória, estarei mentindo. Esta é uma pista onde dá para vencer. Outra é Singapura. Vou atacar aqui mais do que em qualquer outro fim de semana do ano.
FIM PRÓXIMO? – O presidente do ACM, o Automóvel Clube de Mônaco, disse que teme pelo fim da história do GP mais charmoso, famoso e muitas vezes irritante do calendário. O contrato da Liberty com o Principado termina em 2025. “Se aparecerem mais países milionários do Oriente Médio com dinheiro infinito para gastar, corremos risco, sim.” Neste ano, pela primeira vez, as imagens da corrida não serão geradas localmente. Era uma das queixas da Liberty ao regime de exceção do qual os organizadores do GP monegasco sempre desfrutaram — com benesses, inclusive, para vender placas de publicidade na pista e mandar a grana para a conta da família do príncipe, dona do pedaço.

POR QUE SE FORAM? – Aboletado na “Energy Station”, a exagerada estrutura da Red Bull em Mônaco (esqueçam os motorhomes…), Max Verstappen não reagiu bem à notícia de que a Honda desistiu de desistir da F-1, o que havia comunicado que faria no início de 2021. “Eles disseram que iam embora, e não foram. É uma pena que tenham decidido ficar com outra equipe. É chato que as coisas tenham terminado assim.” Ontem a montadora japonesa anunciou que a partir de 2026 será parceira oficial da Aston Martin. Os motores que a Red Bull usa hoje foram concebidos e fabricados pela Honda, mas estão sob gestão da equipe e, oficialmente, se chamam Red Bull Powertrains. A Honda ainda fornece assistência técnica. Em 2026, eles passam a se chamar Ford, com quem o time dos energéticos assinou um contrato de longo prazo.
QUEM SE IMPORTA? – Ainda sobre a Honda, e voltando a Alonso, já citado na primeira caixinha. Claro que ele foi perguntado hoje o que será da vida se tiver de andar com motores Honda no futuro, depois de espinafrar os japoneses por três anos na McLaren, entre 2015 e 2017. “O que passou passou, eu não teria problema algum em trabalhar de novo com eles. Mas é cedo para falar de 2026”, disse o espanhol.

EU NA FERRARI? – Lewis Hamilton negou de pés juntos que tenha recebido alguma sondagem da Ferrari, como noticiou a imprensa inglesa no começo da semana. “Minha equipe está conversando com Toto [Wolff] e estamos perto de chegar a um acordo para um novo contrato”, garantiu o inglês, cujo compromisso com a Mercedes termina no final do ano. “É normal, quando estamos negociando, que surjam essas especulações. Talvez a imprensa tenha ficado entediada depois do cancelamento da corrida de Ímola.” A Ferrari também negou. Frédéric Vasseur, o chefe do time italiano, foi sucinto quando questionado se tinha procurado Hamilton. “Não”, respondeu.
QUANDO ISSO ACABA? – Hamilton também falou sobre os ataques racistas sofridos por Vini Jr. domingo na Espanha. “Ele foi incrivelmente corajoso. O que aconteceu me trouxe lembranças muito dolorosas. E é fundamental que continuemos a falar sobre o assunto.”

SÃO PAULO (vai funcionar) – Por volta das 23h desta terça (23), no Brasil, 11h da manhã de quarta (24) no Japão, o anúncio oficial foi feito. A Honda será a fornecedora de motores da Aston Martin a partir de 2026, quando estreia o novo regulamento da F-1. Este prevê o uso de motores movidos a combustível sustentável, produzido a partir de matérias-primas renováveis, e um aumento da importância dos componentes elétricos na propulsão, que continuará tendo um motor a combustão V6 de 1,6 litro e uma unidade de recuperação de energia que será responsável por metade da potência de todo o conjunto.
O comportamento errático dos japoneses na F-1 não foi obstáculo para Lawrence Stroll, o bilionário dono da Aston Martin, fechar o acordo. Ele sabe com quem está lidando, do ponto de vista tecnológico. A Honda entrou e saiu da categoria algumas vezes desde os anos 60 do século passado. Mas quando acertou a mão, foi um sucesso, conquistando títulos com Williams e McLaren nas décadas de 80 e 90 e, mais recentemente, com a Red Bull.



Em compensação, fracassou na primeira década deste século com sua equipe própria nascida a partir da compra da BAR e na volta à categoria em 2015 com a McLaren, no segundo ano da era híbrida. Depois dos tropeços, porém, engatou uma parceria de muito bem sucedida com os rubro-taurinos, ganhando o Mundial de Pilotos de 2021 com Max Verstappen e repetindo o feito no ano passado, ficando também com a taça dos Construtores. Fará o mesmo neste ano. Mas não levará a fama. Ao menos integralmente.
Ocorre que no início de 2021 a Honda, inexplicavelmente, anunciou sua retirada da F-1 para o final daquele ano, mais uma vez. Repetiu o que fizera no fim de 2008, repassando sua equipe a Ross Brawn por um valor simbólico de uma libra esterlina. O engenheiro, então, montou a Brawn GP, espetou motores Mercedes em seu carro e ganhou o campeonato de 2009. Na prática, Jenson Button foi campeão guiando um carro Honda, projeto que vinha sendo desenvolvido com o dinheiro dos japoneses ao longo de todo o ano anterior, movido por um motor de outra marca.

A decisão de sair pegou todo mundo de surpresa, principalmente a Red Bull, que ficaria sem motores. A equipe, então, amarrou um acordo com a montadora para herdar os motores, garantiu alguma assistência técnica, contratou gente, montou uma fábrica e rebatizou as unidades de potência como Red Bull Powertrains. É como eles se chamam hoje, oficialmente. Mas são Honda… E, em 2026, serão registrados em cartório como Ford.
Sem a Honda, o time saiu atrás de montadoras dispostas a assumir a gestão dos motores em colaboração com seu próprio pessoal. Negociou com a Porsche, mas no fim do ano passado as conversas foram encerradas. Foi, então, aos EUA. E fechou com a marca do oval azul. A Ford topou a empreitada, entre outras coisas, porque não precisaria desenvolver motores a partir de uma folha em branco. Vai incorporar a tecnologia deixada pela Honda para a Red Bull.

Em fevereiro, os japoneses surpreenderam de novo. Inscreveram-se como fornecedores de motores para a F-1 a partir de 2026, ainda que não tivessem nenhuma equipe como cliente. A FIA aprovou seis marcas para oferecer motorização à categoria com o novo regulamento: Alpine (Renault), Ferrari, Mercedes, Audi (que está comprando a Sauber), Red Bull-Ford e Honda. Faltava um time para os nipônicos. Não falta mais.
O acordo com a Aston Martin vale por cinco anos, de 2026 a 2030. É um passo gigantesco para a equipe verde, atual vice-líder do Mundial e grande surpresa da temporada. Sucessora da linhagem Jordan/Midland/Spyker/Force India/Racing Point, a Aston Martin reestreou na F-1 em 2021 (tinha participado de 11 GPs em 1959 e 1960) com grandes ambições. Começou a erguer uma nova fábrica e um novo túnel de vento em Silverstone, contratou Sebastian Vettel e saiu catando técnicos, engenheiros e projetistas na concorrência. Um deles é Dan Fellows, discípulo de Adrian Newey e responsável pelo desenho do AMR23, carro que já deu a Fernando Alonso quatro pódios em cinco corridas neste ano.
Com muito dinheiro e investimentos infinitos graças à fortuna pessoal de Stroll-pai, faltava a condição de equipe de fábrica para avançar ainda mais. Desde 2009, quando ainda se chamava Force India, o time é cliente da Mercedes. Nunca foi, claro, prioridade da montadora alemã. Agora, terá um parceiro oficial para chamar de seu.
Até o fim de 2025, a Honda está obrigada por contrato a seguir ao lado da Red Bull na cogestão dos motores. Sua marca hoje aparece nos carros de Verstappen e Sergio Pérez em pequenos adesivos nas laterais da carenagem, quase como um patrocínio — e não como fornecedora de motores. Como será essa relação nos próximos dois anos é pergunta que só o futuro vai responder. Porque, a partir de hoje, os japoneses só terão olhos para os carros verdes da Aston Martin.

E é claro que vocês devem estar se perguntando sobre pilotos, lembrando dos chiliques de Alonso com a Honda nos anos de McLaren — “GP2 engine”, ninguém esquece… Koji Watanabe, presidente da Honda Racing Corporation, chamou o espanhol de “gênio”, disse que ele merece “todo respeito” e que “não há objeções a seu nome”. Falou também que a empresa pode até opinar na escolha dos pilotos, mas a palavra final será sempre da equipe. Já o CEO da montadora, Toshihiro Mibe, revelou que o acordo com a Aston Martin foi fechado um mês atrás e acrescentou, sobre Fernandinho: “O passado é o passado”.
É cedo para dizer qualquer coisa. Alonso terá 44 anos ao final de 2025 e é impossível afirmar que ainda estará em forma e competitivo como hoje. É exercício de adivinhação cravar que será ele a liderar o início desse projeto. Creio que a idade, mais do que o passado turbulento, impedirá o reencontro. E, sendo assim, a Aston Martin terá de pensar grande. Lance Stroll, filho do dono, certamente não será o piloto a guiar o time para um eventual título no futuro. A trilha até o olimpo das grandes terá de ser percorrida por alguém melhor que ele. E o nome que me ocorre agora, e em quem eu investiria de olhos fechados, é George Russell.
Mas, repito, é cedo para qualquer especulação. O mais urgente, e importante, a Aston Martin já conseguiu.
SÃO PAULO (merece) – A McLaren vai com essa pintura aí para os GPs de Mônaco e da Espanha. Homenagem da equipe a ela mesma, com referências à Tríplice Coroa do automobilismo: 24 Horas de Le Mans, GP de Mônaco e 500 Milhas de Indianápolis. A marca venceu as três provas, como explica o Grande Prêmio aqui. Gostaram?





Fogo nos racistas!

SÃO PAULO (seria interessante) – O zum-zum-zum de hoje é esse: a Ferrari estaria disposta a despejar um caminhão de dinheiro na conta de Lewis Hamilton para tê-lo na equipe no ano que vem. Os italianos apostam num certo desalento do inglês com o futuro próximo da Mercedes. Não que Lewis duvide dos alemães; ele conhece bem o poder do time e das pessoas que lá estão. Mas, ao mesmo tempo, sabe que os prazos de recuperação de uma equipe, na F-1, são dilatados. E, neste momento, numa avaliação otimista do ponto de vista ferrarista, a rossa está na frente dos prateados. Ou, pelo menos, tem potencial para crescer mais rápido. E Hamilton sabe que não tem todo o tempo do mundo para esperar que a Mercedes refaça seu carro e volte a lutar por vitórias.
Alguém há de dizer: mas a Ferrari está atrás da Mercedes no campeonato! Verdade. A questão, no entanto, é olhar para o futuro de curto e médio prazo. A base do carro da Ferrari, embora seus pilotos não estejam bem no Mundial, é menos problemática que a da Mercedes. Depois, ainda tem a grana pesada na parada. Maranello acena com 250 milhões de reais por ano, mais do que Lewis ganha hoje.
O diz-que-diz surgiu esta manhã na imprensa inglesa. Ninguém, claro, confirma nada. Mas declarações pescadas aqui e ali — especialmente uma de Hamilton em Baku, de que considera a possibilidade de terminar a carreira em outra equipe — levam à conclusão óbvia, com o perdão do clichê: onde há fumaça, há fogo. E no caso dessa fogueira, outros personagens também sairão chamuscados. Sainz, comenta-se, é alvo da Audi para o projeto que começa oficialmente em 2026. E Leclerc, quem diria, estaria no radar de Toto Wolff. A segunda hipótese acho mais remota. A primeira, ao que parece, está bem encaminhada.
O Fábio Creão mandou esta linda matéria da “Trip” de 2009 que conta as aventuras de Arnaldo Baptista sobre duas rodas. Com direito a Rita Lee de cronometrista em Interlagos…











SÃO PAULO (sensato) – A F-1 informou hoje pela manhã que o GP da Emilia-Romagna, marcado para domingo em Ímola, foi cancelado. A região sofre há dias com chuvas fortíssimas, em volumes sem precedentes. Já há registros de pelo menos nove mortes por conta dos alagamentos, com milhares de desabrigados. As autoridades locais pediram à organização da prova que a corrida não acontecesse, por conta dos trabalhos de resgate, logística e socorro às vítimas. A meteorologia informa que até domingo a situação climática deve persistir.
Na terça, o autódromo foi evacuado a pedido da Defesa Civil. O rio Santerno, que passa ao lado do circuito, transbordou, assim como outros 23 na região. Outros 20 estão prestes a transbordar e 37 cidades estão debaixo d’água. São pelo menos 250 deslizamentos de terra reportados. Faenza, cidade a 15 km do circuito onde fica a sede da AlphaTauri, foi uma das mais atingidas. É de lá a foto maior. A Itália, como se sabe, tem uma população idosa muito numerosa. Os velhinhos são os que mais sofrem.
Não havia o que fazer. Agora, é torcer para que as vítimas sejam atendidas da melhor forma possível.
A Liberty e a FIA não falaram nada sobre remarcar o GP. O mais provável é que a temporada fique com 22 etapas. Eram 24 originalmente, mas uma delas, o GP da China, já havia sido cancelado.



SÃO PAULO (ainda dá) – Quando foi o acidente do Burti em Spa? 2001? Pois foi em 2001, então, que dei uma de maluco e quando cheguei na locadora em Frankfurt (eu ia de carro para a Bélgica, era mais fácil) vi que tinha um TT para alugar e aluguei. Maluco porque custava mais caro que, sei lá, um Panda ou um Astra. Mas de vez em quando eu fazia dessas.
Pois o TT faz 25 anos e abaixo segue bom texto da assessoria da montadora, assinado pelo Ricardo Fiuza. A história do carro está muito bem contada, e por isso só precisei dar uma enxugada para os padrões deste blog igualmente enxuto. Apenas acrescento que o TT segue sendo um dos sonhos de consumo do amiguinho aqui. Mas um de primeira geração. Os que vieram depois de 2006 não me interessam muito.
Foi em meados da década de 1990 que o designer americano Freeman Thomas, sob o comando do então chefe de design Peter Schreyer, criou o Audi TT Coupé. A Audi apresentou o projeto no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro de 1995. O nome “TT” faz referência ao lendário Tourist Trophy na Ilha de Man, um dos mais antigos eventos de automobilismo do mundo e onde a NSU e a DKW, marcas que integraram posteriormente a formação da Audi, comemoraram grandes sucessos. O nome “TT” também lembra o esportivo NSU TT da década de 1960. A escolha do nome Audi TT Coupé, fora da nomenclatura habitual da Audi, destacou a completa originalidade do modelo.
Em dezembro de 1995, foi tomada a decisão de produzir o Audi TT Coupé em série. Para Torsten Wenzel, designer de exteriores da Audi, era “uma escultura em movimento”. A carroceria do Audi TT parece ser feita de uma só peça, afirma, e a dianteira de linhas limpas, sem as tradicionais saliências do para-choque, enfatiza o seu design marcante. Outro elemento de design contribui para a silhueta inconfundível do Audi TT Coupé: o círculo. Diversos elementos circulares inspiraram o design externo e interno do esportivo. Inspirado pelo Bauhaus, cada linha do Audi TT tem um propósito, cada forma uma função.
Em 1998, teve início a produção em série do Audi TT Coupé. Um ano depois, a Audi lançou o TT Roadster. Como o show car e o Audi A3 lançado em 1996, o esportivo se baseou na plataforma de motor transversal do VW Golf IV. Desde o início, o TT foi produzido pela Audi Hungaria Motor Kft. na Hungria. As carrocerias TT pintadas foram transportadas durante a noite por trem de Ingolstadt para Győr, onde ocorreu a montagem final. Fundada em fevereiro de 1993, originalmente apenas como uma fábrica de motores, a Audi Hungria assumiu a montagem do Audi TT em 1998. Um total de 178.765 TT Coupés e 90.733 Roadsters foram feitos até 2006. A segunda geração do TT foi lançada em 2006 (Coupé) e 2007 (Roadster) e se baseou na plataforma da segunda geração do Audi A3. A terceira geração foi lançada em 2014.
Do Tony Mietto, este perfil do Instagram de um japonês que faz minicarros de F-1 de todos os tempos com graça e talento… Escolhi três aleatórios, vocês adivinham quem são?



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