DICA DO DIA
Paulista de Marcas, Interlagos, 1988. Puro delírio. Aproveitem, o piloto do Escort está respondendo os comentários! Gencarlo Mahieux é o nome dele! Tem equipe, hoje em dia, e de vez em quando divido umas curvinhas com pilotos dele.
Paulista de Marcas, Interlagos, 1988. Puro delírio. Aproveitem, o piloto do Escort está respondendo os comentários! Gencarlo Mahieux é o nome dele! Tem equipe, hoje em dia, e de vez em quando divido umas curvinhas com pilotos dele.

SÃO PAULO (embargo?) – É muito lindo, né? Se eu pudesse escolher uma marca para patrocinar meu carro de corrida, seria a Telefunken. Hoje, andei lendo, ela é licenciada por uma holding alemã para a fabricação de vários produtos, como torradeiras, cafeteiras, aspiradores de pó, caixinhas de som, air-fryer, forninhos, cooktops, cada um feito por uma empresa diferente mas, teoricamente, supervisionados pelos detentores da herança que a marca deixou. Minha primeira TV foi uma Telefunken.
Bom, a Porsche informou que neste sábado, na segunda etapa da temporada da Fórmula E (que eu, sinceramente, deixei de acompanhar), seus dois carros terão pintura inspirada nesse cara aí em cima. As explicações do press-release:
A pintura especial presta homenagem ao lendário 550 Spyder com o qual Hans Herrmann conquistou a vitória em sua categoria na Carrera Panamericana de 1954, a corrida de rua mais famosa do México. Herrmann venceu a categoria Sport para carros de até 1.500 cc e terminou em terceiro lugar na classificação geral, resultado que não apenas destacou o status inicial da Porsche no automobilismo internacional, mas, juntamente com outros sucessos em 1952 e 1953, contribuiu para a criação do icônico nome Porsche Carrera. O México também marca o início de um ano de comemorações para a Porsche. Em 2026, a fabricante de carros esportivos de Stuttgart celebra 75 anos de automobilismo – história que começou em 1951 com o Porsche 356 SL e uma vitória na categoria em Le Mans.
Eles não mandaram fotos dos carros elétricos. Mas eu acho esses carrinhos da F-E tão feios, coitados… De qualquer forma, tentarei ver como ficaram com essa pintura especial. A corrida de sábado começa às 17h05 pelo horário da Superintendência da PF na capital federal. O Grande Prêmio transmite ao vivo e com imagens em seu canal no YouTube.
Vamos começar a nos preparar para mais uma longa temporada. Como em 2025, na segunda-feira da semana de cada GP nossa agendinha será publicada aqui. E não deixem de seguir meus canais todos!


Meu amigo Renato Roesner, que é o dono desse Fissore inacreditável, mandou. Vocês aí do Sul devem ter reconhecido o local. Contem pra nós.




SÃO PAULO (decidam-se) – Duas horas para explicar ontem o “Gazoo” que a Toyota usa em suas atividades de competição e hoje, um dia depois, a montadora japonesa informa que sua subsidiária de Colônia, na Alemanha, deixa de se chamar Toyota Gazoo Racing para adotar o nome Toyota Racing. Uma outra subsidiária, que se chamará apenas Gazoo Racing, vai se encarregar dos carros de rali e de clientes que usam equipamento Toyota nas pistas.
A nova Toyota Racing ficará à frente das operações da marca no WEC, categoria na qual milita desde 2016. O novo carro, a propósito, já foi apresentado com sua nova pintura, todo em vermelho e branco. O nome dele, do carro, é TR010 HYBRID, muito criativo. A fábrica é a mesma que sediou a equipe de F-1 da Toyota entre 2002 e 2009.
As duas tripulações de 2025 foram mantidas: Mike Conway, Kamui Kobayashi e Nyck de Vries seguem no #7 e Sébastien Buemi, Brendon Hartley e Ryo Hirakawa continuam firmes no #8. De 2018 a 2024, a Toyota ganhou todos os títulos de Construtores. Ano passado, na Hypercars, a Ferrari quebrou a série.
Na F-1, até nova ordem, a sigla TGR, de Toyota Gazoo Racing, está valendo. É o novo nome da Haas: TGR-Haas.
Esquisita, essa Toyota.



SÃO PAULO (calma que já pega no tranco) – Três breves notícias deste comecinho de ano — a propósito, um ótimo 2026 a todos.
A primeira, Max Verstappen teve de devolver o número 1 que usou de 2022 a 2025 na condição de campeão vigente. Lando Norris terá o direito de usá-lo em 2026 e já avisou que o fará. Todo campeão tem o direito de usar o #1 na temporada seguinte, mas não é obrigado a. Lewis Hamilton, por exemplo, ficou com seu #44 o tempo todo desde que foi introduzido o sistema de numeração fixa na F-1, em 2014. Em 2009, no entanto, ele correu com o #1 por ter sido campeão em 2008.
Max vai usar o número 3 neste ano. Este número era de Daniel Ricciardo, mas quando o piloto deixa a categoria por qualquer razão, ele pode ser usado por outro depois de dois anos. Ricciardo se despediu no GP de Singapura de 2024 e já anunciou a aposentadoria das pistas. O #3 era a preferência de Verstappen desde sempre. Mas quando chegou à F-1 em 2015, moleque ainda, menor de idade, o australiano era titular da Red Bull com esse número. Ele, então, escolheu o #33 para correr. Estão disponíveis para aquisição os números entre 2 e 99. Não há mercado negro evolvendo o produto, que se saiba.
(Pergunta do blogueirinho: e você, se fosse piloto de F-1, qual número escolheria? Coloque aí nos comentários, quero saber sua opinião! Mentira, claro, não quero saber nada, mas se quiserem colocar seu número de preferência, à vontade. Eu corro ou de #96, como atualmente, ou de #69.)
A segunda notícia é a nova nomenclatura que será usada pela Haas, que já tem dois anos opera numa parceria técnica com a Toyota. O nome oficial do time, agora, será TGR Haas F1 Team. TGR é a sigla para Toyota Gazoo Racing, a divisão de competição da montadora japonesa. Há muita curiosidade sobre o nome Gazoo, e aqui tem uma boa explicação sobre a origem do termo. Se estiverem com preguiça de ler inglês, resumo. Nos anos 90, os engenheiros da Toyota tinham um site interno em que compartilhavam fotos de carros de corrida e superesportivos. A palavra “gazo” em japonês quer dizer “foto” ou “imagem”. Por causa da paixão dos engenheiros por performance e velocidade, o termo “gazo”, internamente, ficou associado ao mundo das corridas. E rapidamente evoluiu para “gazoo”, uma pronúncia meio inglesa da palavra original: lê-se “gazú”. E foi como Gazoo que uma equipe extra-oficial da Toyota correu as 24 Horas de Nürburgring em 2007, comandada pelo bisneto do “seu” Toyoda, fundador da marca. Ele pilotava, também. Em 2015 a Toyota incorporou o Gazoo de vez para nomear seu departamento de competições.
A Toyota teve equipe própria na F-1 entre 2002 e 2009. Gastou muito — na época falava-se de um orçamento anual na casa dos US$ 450 milhões — e conseguiu pouco, embora nunca tenha sido um time risível. Foram 139 GPs com 13 pódios e três poles, mas nenhuma vitória. No fim de 2009, os japoneses tiraram o time de campo sem ter como justificar a gastança e num cenário de crise econômica mundial. Aos poucos, parece, está colocando seus pezinhos de novo na categoria. Não se espantem se em pouco tempo a Haas vender a operação toda para a montadora.
E a terceira, finalmente, diz respeito a Guanyu Zhou, que no ano passado virou piloto reserva da Ferrari, ganhou uniforme, boné e crachá, mas pouco trabalhou. Acaba de ser contratado como terceiro da Cadillac, e tem a ver com a Ferrari, também, já que motor e câmbio do carro do time estreante serão feitos em Maranello.
SÃO PAULO (no maçarico) – Ao longo do ano, fui salvando as postagens da F-1 com “Breaking”, que já viraram tradição para quem acompanha a categoria nas redes sociais. É uma arte simples e muitos “produtores de conteúdo” fazem imitações e colocam notícias falsas no ar, para ganhar “engajamento”. Coloco essas coisas entre aspas porque 1) não acho que seja conteúdo o que a maioria das pessoas faz nas redes, por sua irrelevância, e; 2) se engajar em alguma coisa de verdade não é dar um “like” ou passar adiante qualquer bobagem que se lê na internet.
Esta nota foi editada na noite de domingo. Porque faltava uma, que não poderia ficar de fora: a desclassificação da dupla da McLaren em Las Vegas. Agora, acho que estão todas aí embaixo, em ordem temporal decrescente, ou seja: da mais recente para a mais remota. A última nota é de 27 de novembro, sobre a nomeação de Adrian Newey como chefe de equipe da Aston Martin. A primeira, de 11 de março — a renovação de Oscar Piastri com a McLaren.
A mais importante dessas 15 aí embaixo, sem dúvida, registra a saída de Christian Horner da Red Bull. Esse “sem dúvida” é por minha conta. Pode ser que vocês considerem outras. Se sim, digam aí nos comentários.
















Se não viram ainda, vejam! Campeão paulista de Clássicos de Competição, categoria C!

SÃO PAULO (passos firmes) – A Audi informou que sua equipe de Fórmula 1 será chamada, oficialmente, de Audi Revolut F1 Team. O lançamento oficial do time com logotipo, cores definitivas do carro e tudo mais está marcado para o dia 20 de janeiro em Berlim. Revolut, sua principal patrocinadora, é uma empresa descrita como “líder global em tecnologia financeira”.
Claro que no press-release distribuído a jornalistas do mundo inteiro não poderia faltar a expressão que, pelo visto, é um mal global, uma espécie de pandemia linguística. “Projetado para ser uma experiência imersiva, o evento destacará os pilares fundamentais da marca: clareza, inteligência técnica e emoção. Para garantir que a entrada da equipe tenha repercussão além do paddock, o lançamento exclusivo será seguido por uma abertura ao público no dia 21 de janeiro, permitindo que os fãs participem da inauguração”, segue o comunicado.
Outros detalhes informados pela montadora de Ingolstadt são de caráter formal, muito interessantes para o pessoal das Juntas Comerciais das cidades da Alemanha, Inglaterra e Suíça onde a Audi terá operações para a F-1. “Como parte da formação da Audi Revolut F1 Team, a Sauber Motorsport AG passará a se chamar Audi Motorsport AG. O Centro de Tecnologia da equipe em Bicester, no Reino Unido, também será renomeado para Audi Motorsport Technology Centre UK. A empresa honra seu passado mantendo os nomes Sauber Holding AG e Sauber Technologies AG.”
O Dacia Logan que dividiu os 25 km de Nürburgring com Max Verstappen foi o grande herói do fim de semana nas pistas. O carrinho fabricado na Romênia acabou se transformando no xodó dos 350 mil esp...