Falando em deserto…

F

SÃO PAULO (saudades de Beirute) – Falando em Bahrein, eu só fui à primeira corrida lá, em 2004. Neste Diário de Viagem está o relato daquelas desventuras. Para a macacada nova, que está me conhecendo agora pelo blog, Diários de Viagem são colunas esparsas que fiz ao longo dos anos contando minhas andanças por este asteróide que todos chamam de Terra. Esses textos deram origem ao meu livro “O Boto do Reno”, cujo título vem de uma dessas colunas, a que mais gosto.

Alguns leitores, uns dois ou três, reclamam que parei com os Diários. Mas não parei, não. Escrevo um pouco menos, só isso. Aliás, tenho dois escritos do ano passado que ainda não publiquei, mas o farei oportunamente.

Sobre o Autor

20 Comentários

  • Confesso que sou o que mais reclama… Mas pôxa… Fazer o quê se os textos são bons… Vê se volta a fazer… Era tão legal quando passava três ou quatro dias depois das corridas e daqueles bláblá todo do qual só mudava o nome do piloto, o tempo das voltas e quem quebrou ou xingou quem. E vinha esses textos deliciosos sobre o dia a dia de vocês.
    O que serve de alento é saber que não sou o único preguiçoso para escrever textos longos. hehe
    Abraços Flávio.

  • FG, show de bola, esses dois diários de viagem… eu nunca tinha lido, mas é tudo que há!!!
    Cara… vou junto com o pessoal, mesmo apesar de ter lido somente esses dois diários, e a coluna Saudades do Edgar Melo… cara, você tem que colocar mais diários de viagem… e pedir por Edgar, contar mais histórias do Senna, e de outras coisas mais….
    Sugestão, seguindo um outro comentário… cria uma divisão com o título: DERRAPADAS e conta umas cagadas, dentro e fora da pista de pilotos de todas as categorias….

    Parabéns… muito bom!!!!

  • Um, dois, três…quatro comigo então. o último que vc publicou foi “explode de manhã enche a cara a tarde”(deve ser isso). era muito bom após ler várias entrevistas sobre o tal gp, reclamações etc…ler o diário pra descontrair, manda vê e escreve. Abraço

  • O que eu acho que diferencia o grandepremio dos outros sites de noticias automobilisticas é a qualidade dos colunistas. As colunas do Reginaldo Leme e as duas do Flavio são legais demais.
    Minha unica bronca é diminuiçao de ritmo no diários de viagem.
    Ah, e outra pergunta. Como faço pra comprar o livro, hein, Flávio?

  • Flávio se você não está escrevendo é porque não está viajando. O orçamento está curto???? também comendo no Ritz e com o valor da licença prá correr……estora qualquer orçamento mesmo.
    Quero lançar uma campnha: vamos fazer uma vaquinha pro FG viajar …..

  • Realmente os diários são impagáveis. Tá fazendo falta.
    Acho que seria legal vc escrever sobre presepadas dos pilotos no padock ou nos hotéis. É bom pra desmistificar esses caras.
    A coluna retrovisor é uma delícia. Tô sentindo falta do texto do Anfré Jung e do Edgard. Ô Flávão, corta o salário desses caras meu. He he. Abraços.

  • Eu já escrevi um e-mail para o Gomes perguntando se iria escrever mais Diários neste ano. Ele disse que “na medida do possível”. Estou aguardando. Aliás, se ele já tem dois textos prontos do ano passado, por que não os publicou ainda???
    Outra pergunta: o TV GP acabou??? Ou volta esse ano??

  • É… eu estou entre os que sentem falta dos diários… assim como sinto falta das colunas do Edgar Mello…
    Ei Flávio.. não tem como dar um toque no Edgar pra escrever alguma coisa nesse mundial????
    abraços
    Alessandro

  • Opa…eu sou um dos habituês dos diários …são mágicos e diferentes de tudo .Gosto mais deles do que das colunas .
    Não que eu não goste das colunas., não é isso, pelo contrário . é que os diários são diferentes de tudo e nos levam a imaginar como são os lugares por onde vc passa.. A paisagem, as pessoas, como são diferentes os paises …lembro bem daquele diário de Indy onde a cidade se chamava Brasil pequeno e ninguem sabia ao menos onde ficava o Brasil…talvez nem o prefeito :-)

    De quando vcs tiveram que dormir ao ladod e um galinheiro em Nurbur ou Austria…Das vacas de Magny Cours hehehehhee

    Coisas simples que marcam .
    Ja que todos imaginamso que a vida de nômades que cobrem a F-1 é uma mar de rosas e de quartos nos melhores hoteis do mundo .

    []´s

Por

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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