Nas asas da Emirates

N

SÃO PAULO (e eu, nas asas da Panair) – Enquanto a Vodafone não vem, Ron Dennis cata seus caraminguás nas Arábias. Fechou hoje com a Emirate Airlines, de Dubai. Suas asas serão pintadas com o famoso slogan “Fly Emirates”.

Ah, como Dennis sorri quando a grana entra!

Grana à parte, olha o tamanho dos dutos de refrigeração de freio no MP4-21. Bahrein é o pior circuito do ano para brecar. O que deveria ser motivo bastante para alguns acelerarem… Aliás, foi Vinícius de Moraes quem disse: os freios que me perdoem, mas o acelerador é fundamental.

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21 Comentários

  • \\”Para\\” \\”ser\\” \\”original\\” \\”,\\” \\”uma\\” \\”crítica\\” \\”:\\”
    \\”Porque\\” \\”as\\” \\”ASPAS\\” \\”não\\” funcionam\\” \\”aqui\\” \\”?\\”

  • Acho que a asa dianteira com essas cores descaracterizou completamente o resto do carro, mas enfim… grana é grana. E quem disse que a McLaren ia correr de laranja acertou :-) Se bem que Honda e Red Bull também correm (se é que vcs me entendem…).

  • FG, depois deste trocadalho do carilho, só me resta convidar para o torneio de autorama que vai ter aqui em casa no domingo. Não esquece de trazer a vemaguete. Eu sei, o motor tá fraco, mas a gente te dá meia volta de vantagem do meu chaparral e do andorinha. Se você ganhar, o premio é muito bom: um platinado (usado), condensador (furado) e bobina (rachada). Eu sei, a sua traquitana usa 3, mas com este premio você pode comer mais uns 2 hamburgers do Ritz, sem fazer downgrade para a barraquinha da dna. Rita, na frente do seu suntuoso escritório.

  • BRECAR ? o maior problema parece ser que os carros não tem mais DESEMBRAIO o que não foi comentado quando sequer conseguimos superar a fase do CAMBIO SECO…do sistema eletrico de 6 V (impressionante a melhora), a inegável falta do PLATINADO e do CONDENSADOR (não sei como esses carros conseguem funiconar sem…), sem falar na revolucionária DUPLA CARBURAÇÃO SOLEX 32, que produz desempenhos assustadores se utilizada com GASOLINA AZUL. O que falar então da substituição dos seguríssimos pneus por essa novidade chamada PIRELLI CN 36…e dos coletores GRAN PRIX e escapamento 4 x 2 com saída direcionadas para o céu…incrível..daqui a pouco vão querer utilizar volante de direção F1…VIDROS FUMÊ..SISTEMA DE SOM TKR (K-7..como conseguiram substituir o CARTUCHO ???)..com amplificador TOJO e TWEETER SELENIUM (o espelho retrovisor chega a tremer). Agora pra passear com as pequenas nada melhor do que um TETO SOLAR SANTILLI ou o incrível SLIDEWAY com sua cobertura espelhada . Daqui a pouco do jeito que a coisa vai..os motores de 2 tempos vão ser aposentados..o que será que vem adiante ??? até onde vai a evolução…???

  • Nossa desenterrasse a Panair…
    Sabia que esses dias ainda ouvi falar sobre um encontro de ex-funcionários da CIA…bem legal todos á caráter…(vi uma reportagem não sei onde)
    PS:. Acho que Vinícius de Morais se virou no cachão…depois dessa.
    Fui nas asas da Pan Air

  • Os dutos são limitados mesmo, o que é uma bobagem (entre tantas) do regulamento. Cada ano se investe mais em compostos e tecnologia para manter os freios intactos, os pilotos tem pisar em ovos na hora de freiar… E aposto que isso não trás vantagem alguma em custos e segurança para o circo.
    Que freiem a vontade, que os dutos sejam gigantescos, que se acerte isso com as entradas do radiador, cada um faz do jeito que quer…

  • Eu acho que este cromado não durará muito na McLaren. A pintura preta dos patrocinadores praticamente desaparece de certos angulos, coisa não muito interessante para quem está com seu nome ali. Acredito que terá pressão para que tenha alguma mudança, ou no cromado ou na cor utilizada para os logotipos.
    Também aguardo esta nova pintura da Toro Rosso; promete!

    Abs

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Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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