ONE COMMENT

Marcos Gomes ganhou o título da Stock com um carro que, bem ou mal, leva a marca Peugeot no capô. Agora procurem, no site oficial da montadora francesa, uma única palavra sobre a conquista. O comentário: enquanto as fábricas seguirem ignorando o automobilismo, nada vai andar neste país.

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Comentários

  • Deve ser top pra peugeot ou outra marca qualquer ter apenas seu emblema numa bolha com motor v8 ( nao sei se a peugeot faz algum tipo de v8). Pq a stock nao faz um carro parecido com o modelo? nao usa um motor parecido com o modelo?

  • Nunca mais esses carros vão ter o mesmo apelo de campeonatos passados.Era muito legal ver o cara correndo de Passat,Brasília,Opala,Voyage e Lada. Carros de rua quê vemos todos os dias.Isso tem alma não é igual a você pegar uma bolha e botar num chassis tubular.A briga para homologar o motor 250-s,motor quê você podia ter igual no seu carro,e até melhor, pois o motor de corrida tem regulamento, e de rua a conta bancária é o limite

  • A Peugeot e Chevrolet apenas fazem da Stock Car uma ferramenta de marketing, muito mais a Chevrolet que a Peugeot. De toda forma, já que é apenas marketing, que utilizasse da título para ativar a marca, divulgar que um “Peugeot” venceu o campeonato… Mas tropeçam na estratégia em uma matéria simples que aprendemos nos cursos de marketing e/ou publicidade, faltou timing eu diria.

  • Parece que a montadora esta cagando para a stock car, assim como o publico brasileiro. Quem pegou aquela epoca de crescimento da stock em 2006/2007 e assiste agora, ve que em algum momento alguma coisa deu errado. Chegamos a ter 4 montadoras com bolhas na stock car, e as mesmas faziam grandes açoes de marketing. Tinhamos um grid com mais de 40 carros e alguns ate ficavam de fora pq o grid ja estava no limite. Vi comentarios de algumas pessoas aqui dizendo que a categoria esta em um grande momento, mas acho que estao acompanhando de 2 anos pra ca. Usando como exemplo, fui em 2006 e 2007 na stock, se a largada era as 11h da manha, tinha que chegar no autodromo as 6h e ficar 1h na fila para entrar, e depois ainda brigar por um lugar na arquibancada. Em 2009, cheguei 15 min antes da largada e o autodromo nao estava cheio. Eu sempre criticava a stock, mas que saudade do Carlos Col

  • Automobilismo Sr. Flavio apesar do seu entusiasmo não é algo que proporcione qualquer função social além de divertimento para antigos meninos bem nascidos e geralmente mimados.
    Por falta de opção de lazer nas décadas de 70 e início de 80 acompanhei meu irmão mais velho que era entusiasta também desta modalidade de esporte, dai às vezes o meu interesse, mas há algo de novo nascendo na sociedade, em que já existem jovens em países economicamente mais avançados que o nosso, em que já se admite que o uso de automóveis é dispensável.
    Se a tendência é abandono do uso, tanto mais o uso radical e exagerado que são as competições automobilísticas.

    • E você vem aqui, em um blog de um site sobre automobilismo, escrito por um jornalista que cobre automobilismo há décadas, que tem o automobilismo como assunto da maioria de seus posts, para quê? Perdeu a chance de ficar calado…

      • Mário,

        Esse é um assunto pertinente apenas em blogs/sites sobre espiritismo e afins.
        Concordo com você sobre a questão da mudança de paradigma da sociedade em relação ao transporte, inclusive já vemos o reflexo disso nas corridas.

        Porém, acho que você não soube se expressar corretamente. Na verdade você quis apenas criar polêmica.

  • Seria legal se o Brasileiro de Marcas e a Stock se unificassem. O publico veria corridas de verdade e com divulgação na Globo, o evento se tornaria um sucesso. Digo isso, porque vi a Stock andando com os opalas. No começo o campeonato era disputado entre as concessionarias como a Itacolomy, a Gledson Amador, a Hollywood e outras. Era um show, mais verdadeiro, dava gosto assistir os “pegas” em Interlagos. Ai sim as montadoras valorizariam mais este espetaculo, afinal todos querem tirar um proveito dos grandes momentos.

  • Arthur, não acredito que a falta de gosto do brasileiro por carros venha da falta de manutenção da história.
    O problema é que o Brasil está se tornando o país dos hipócritas que acham que tudo tem que ser politicamente correto.
    Demonizaram o carro no país. Acham que motorista é assassino!

    Estamos fudidos!

    • Luiz, eu não disse isso.

      Eu disse que a relação com o automóvel hoje, não é mais a mesma do que no passado. As novas gerações não enxergam mais sentido nessa relação, consequentemente, corridas também vão perdendo o verdadeiro sentido.

      A questão da manutenção da história, é um fato.
      O Brasil não tem nenhuma memória esportiva/cultural. Os poucos registros que temos foram feitos por alguns que sabem o valor da história.

      Nos países onde o automobilismo ainda é forte, o esporte faz parte da sua história. Existe uma forte relação das pessoas com os carros e autódromos.

      O Brasil tem uma rica história automobilística, mas apenas poucos sabem disso. A restrição da informação distorce a história.

      • De fato Arthur no que diz respeito a manutenção da história, vc tem toda razão e, infelizmente, não afeta somente o automobilismo.
        E por mais incrível que pareça a restrição de informação é o maior absurdo numa época onde a internet é tão presente e tão cheia de informação livre.
        De novo, acho que estamos fudidos.
        Para o mundo que eu quero descer.

  • E a Chevrolet? Que corre com o “Sonic” na Stock Car, e nem vende mais o carro no Brasil.

    Ninguém coloca marca na Stock de graça. Está pagando. E bem. Normalmente com recursos que seriam de marketing (ou não?). Estranho haver investimento, e o próprio investidor não se preocupar com o retorno ou nem se “lembrar” efetivamente que necessita de uma contraprestação ao que investiu.

    Alguém mais maldoso pode até pensar que o dinheiro está lá não para dar retorno de marketing, de vendas, mas por outros motivos alheios a nossa compreensão.

  • A Stock-Bolha, assim como os clubes de futebol do Brasil, fazem o que a Globo quer porque é ela que paga.
    A Globo está preocupada em transmitir para seu público-alvo, que não é o fã de automobilismo que frequenta sites como o Grande Prêmio ou blogs especializados com este aqui.
    O público-alvo dela é o frequentador de padaria de domingo de manhã, tema já explorado pelo FG.

  • Isso é bom para os clientes saberem que a marca está cagando e andando para isto.
    Vai ver até, que é uma verba que a montadora nem lembra que está pagando.
    Agora que saiu as fotos em todos os sites especializados, eles se lembrarão e cancelarão para o ano que vem.
    (E ainda vão pôr a culpa na Dilma, que é tudo que esta gente sabe fazer hj em dia)

  • Oque teria a Peugeot a dizer? O chassis não é dela, o motor não é dela, câmbio e suspensão idem… Enfim o carro não é Peugeot e a equipe não é de fábrica, a Peugeot é apenas um patrocinador secundário numa categoria de bolhas.

  • Nao sei soube mas eles fizeram uma acao gigante no autodromo incluzive sorteando um carro da Pegeot. A questao de nao comemorar e nao fazer marquetin em cima e porque o publico nao aceita bem porque o carro nao e Pegeot de verdade. Eles tem isso em pesquiza.

  • Bem, todas os carros correm com motor Chevrolet V8, não é mesmo?
    Eu não sei como são os carros da NASCAR, mas até onde eu sei, os motores são de cerca de 800hp, e os carros não tem (a exemplo dos daqui) nada a ver com os produzidos em série.
    Só que a NASCAR é um sucesso, e a Stock Car é um mero detalhe na transmissão da Globo, (ainda que esteja em uma boa fase e crescimento de público, autódromos relativamente cheios etc).
    Acho que poderia haver uma combinação entre show e autenticidade dos carros, no mais, as poucas corridas que eu vi pareciam interessantes.

    Um grande abraço do fundo do meu coração vermelho de outubro de 1917,
    Atenágoras Souza Silva.

  • A peugeot fez um merchan do 408 no instagram oficial da marca no Brasil (@oficialpeugeot) usando uma foto do Marquinhos. Mas não chegou a parabenizá-lo pela conquista. Muito pouco mesmo. Poderiam ter explorado melhor a conquista, e de uma forma mais simpática.

  • Eu ja havia comentado no post sob o titulo “CA” que a Stock Brasil nao passa de um caminho para os laboratórios farmacêuticos “abaterem” de alguma forma seus impostos.No mais têm-se algumas petrolíferas e agora no carro de Luciano Burti, comentarista da emissora Globo, a mesma empresa que irá patrocinar um certo time de futebol que também é o preferido da mesma emissora.Apenas a Red Bull nao estampa ainda nenhuma marca de remédio!!!!!
    Além de não contar com nenhuma montadora envolvida, os carros são horríveis.O som do motor esquisito!!!
    Uma Pena!!!!!!!
    Deveria-se mudar o nome do certame:
    Campeonato Brasileiro de Stock-Fármacos Brasil!!!!

  • Este é um dos principais problemas da Stock, os carros são totalmente falsos, mesmo para os mais leigos, não tem representatividade no nosso mercado e consequentemente nenhum apoio do marketing dos fabricantes.
    O Sonic é um carro pequeno, muito menor que o Stock, é vergonhoso tentar enganar que o carro de corrida representa um carrinho importado, que vendeu pouquíssimo e não é mais ofertado.
    O Peugeot 408 é o mesmo 307 sedan com as novas lanternas traseiras (408), tem pelo menos um porte compatível e alguma participação de mercado, embora seja argentino, mas é empurrado por um motor Chevrolet V8, alguém já viu um Peugeot V8?
    A Vicar explora a categoria da pior forma possível, uma mistura da ganância do Bernie com a incompetência do Clayton (CBA), tudo temperado pela má vontade de Globo em transmitir as provas com um mínimo de decência.
    Agora finalmente as equipes reagiram e contrataram o ex diretor da Vicar, Carlos Col, para defender seus interesses, é uma tênue esperança de melhora.

  • Qual o sentido em corridas de automóvel num país onde não se tem mais aquela paixão por carros?
    O automóvel não faz mais parte do brasileiro assim como era há tempos atrás. Então, ninguém tem mais apego por corridas, salvo, claro, algumas exceções.

    A competição, em todos os esportes, está se transformando em um entretenimento teatral, a condução das regras praticamente proíbe qualquer tipo de exaltação. É tudo morno e artificial. E quando acontece algo como o que aconteceu na MotoGP, apenas quem vive há mais tempo entende o que aquilo significa.

    A questão não é a Stock ser chata e antipática. As montadoras também sabem que o automobilismo não é mais interessante pois não gera mais interesse para o público geral, vide a matéria sobre o interesse das montadoras na F1. Pra eles (as montadoras) e pra mim também, não me interessa saber se a bolha dos carros é de 5 anos atrás, lá dentro é tudo a mesma coisa.

    Argentina, Alemanha, EUA, Japão… são lugares onde existe respeito com a História, e automobilismo é história.
    Aqui no Brasil não se cataloga nada, não existe história. Existe apenas o momento.

  • Hi there!

    Boa tarde, Flavio. Pois, de pronto e, mesmo correndo o risco de receber ‘recado / reprimenda’ via email*… Parabéns. Ótimo artigo. #FelizFiquei com seu posicionamento e pelo fato de você apontar uma situação verídica.
    Mas, ‘justiça’ seja feita: a Peugeot não é a única no quesito ‘exultar conquistas nas pistas nacionais’. Vale citar que no mesmo weekend, Vitor Meira (Honda) obteve o título da Copa Petrobras (Marcas & Pilotos). Rápida consulta no ‘website’ oficial da montadora japonesa apontará ‘zero’ resultado na pesquisa e/ou citação de sua conquista (alias, a notícia mais ‘atual’ da Honda em competições – 26/05/2014 – evoca a conquista de Ryan Hunter-Reay em Indianapolis). Outra ressalva: a Toyota também tem representantes na citada categoria. Mesmo assim, nenhum texto em sua página.
    (Será que alguém de Peugeot irá corrigir o erro? #Oremos)
    Por último mas, não menos importante: no dia 12 de Junho deste ano, a Ford anunciou o retorno da empresa à LeMans. Foi preciso o Rodrigo Mattar produzir texto e fotos no seu blog, para que somente então a Ford Motor Company Brazil disponibilizasse texto no link de Imprensa.
    Em resumo: se não fosse pela iniciativa de blogs (Flavio Gomes, Rodrigo Mattar e Luciano Monteiro – eis os principais e altamente recomendável), sites especializados como GRANDE PRÊMIO e algumas publicações impressas (revistas Racing e Pista Livre; Jornais Pit Stop e MotorSport — apenas para citar os veículos mais conhecidos)… aonde mais o fã de Automobilismo poderia conferir informação classe “A” sobre o melhor esporte do planeta?
    Kind regads,

    Paulo McCoy

    *Fui injustamente criticado por elogiar artigo do Flavio Gomes publicado dia 14/10/2015 (aquele de nome “É dúvida”, cuja pauta evocava o futuro do ‘Team Brazil’). Na época, fiquei intrigado com a crítica mas, quer saber? “Minha vida, minhas regras”: quem me critica NÃO paga minhas contas do mês. Portanto, renovo parabéns ao FG pelo ÓTIMO trabalho jornalístico desenvolvido. Congratulations, my friend: Ainda bem que existe seu blog, verdadeiro portal aonde verdades são ditas e raramente contestadas pelos atingidos…

  • A culpa não é da montadora e sim da propria Stock Car, que insiste em propagandear carros dessas montadoras que não apertam nem um parafuso sequer que vai nos carros.
    Essa aí é prova disso. Como a Peugeot teria coragem de destacar a vitoria de um carro que da Peugeot só leva o emblema no capô?

  • A Stock é o que a Globo quer para o Brasil, um campeonato sem sal e sem açúcar que agrada a faixa mediana, que não entende nada de automobilismo, mas gosta, as vezes, de ver uma corrida. É esse o público alvo da Globo. O campeonato de marcas das “detonada Petrobrás” é muito melhor, porém, não é dado o valor necessário.

  • É por isso que eu ainda tenho dificuldade de me simpatizar com a Stock… que participação a Peugeot tem nesse carro? Mandou o emblema e os adesivos do farol inspirados no 307 que já está fora de linha? As montadoras estão simplesmente cagando e andando pra Stock, é triste, mas é isso.
    E agora com a Old Stock, a GM vai se pronunciar de alguma forma, participa do projeto?
    Já que tá caro vender carro no Brasil, poderiam pelo menos buscar a simpatia do consumidor, mas não estão nem aí, o jeito é pressionar o governo para baixar os impostos, mas mexer na margem de lucro ou gastar um pouquinho em publicidade é muito difícil né?